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Morte da Rainha D.Amélia no jornal "Diário de Lisboa"

por Blog Real, em 26.08.16

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publicado às 22:28

Morte do Rei D.Manuel II no jornal "Diário de Lisboa"

por Blog Real, em 26.08.16

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publicado às 22:10

Duques de Bragança participaram na procissão de Nossa Senhora da Conceição em Ferragudo

por Blog Real, em 22.08.16
Em Ferragudo, a homenageada foi Nossa Senhora da Conceição. Na segunda-feira, saíram ao Rio Arade centenas de embarcações, para participar e dar cor à festa. Durante a cerimónia, além do cortejo, houve lugar à bênção das embarcações.
Nesta procissão, além da comunidade local, participaram, igualmente os Duques de Bragança D. Duarte Pio e D. Isabel de Bragança e os príncipes herdeiros. Depois do cortejo, houve festa com comes, bebes e música no largo da Angrinha.

 

 

Fonte: realbeiralitoral.blogspot.pt

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publicado às 15:34

Notícias do "Portuguese Centenary Appeal"

por Blog Real, em 16.08.16
 
 
 
Guiado pelo Anthony Bailey, segue em frente o Centenary Appeal , que vai prestar tributo aos soldados portugueses mortos na I Guerra Mundial , bem como erigir uma estátua de D. Manuel II em Twickenham , local onde viveu exilado.
S.A.R. O Senhor Dom Duarte , Duque de Bragança, é o patrono desta organização :
 
In my capacity as Chairman of the Portuguese Centenary Appeal I called on Lord True, Leader of the London Borough of Richmond upon Thames at the Town Hall in Twickenham a few days ago.

Discussions were held concerning the recently launched Portuguese Centenary Appeal and the prospect of future events and projects aimed at promoting both national ties between Britain and Portugal as well as civic ties between Sintra and Richmond upon Thames.

The Appeal seeks funds to create the first war memorial in Britain to the Portuguese War dead of WW1; to erect a statue to Portugal's last King and longtime local resident Dom Manuel II and to restore St James's Church in Twickenham where he prayed. I delivered too a letter to Lord True from the Mayor of Sintra, Dr Basilio Horta.

The current Town Hall, York House in Twickenham was where Queen consort Maria Amelia of Portugal was born in 1895. Born a Princess of Orleans she later married King Carlos I of Portugal and was the mother of King Manuel II - Portugal's last King who, on the declaration of the Republic in 1910, lived in exile in Twickenham from 1911 until his untimely death in 1932 and his subsequent return to Lisbon where he was accorded a State Funeral. CouncillorClare Head also attended the meeting.

For more information and ways to support this appeal please visit www.portugueseappeal.org

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publicado às 19:03

Nuno Galopim desvenda a vida do rei D. Manuel II

por Blog Real, em 16.08.16

Estreia do jornalismo na ficção com um romance de descoberta do último rei de Portugal: "Todos sabem o seu nome mas é o que menos conhecemos"

Os Últimos Dias do Rei é o terceiro livro que Nuno Galopim assina em dois anos. Depois de Os Marcianos Somos Nós (Gradiva, 2015) e da biografia dos The Gift, o novo título marca a estreia do jornalista na ficção, a partir da vida de D. Manuel II, monarca sem trono, que, após a implantação da República, se instala nos arredores de Londres, em Fulwell Park, onde morre em 1932, aos 43 anos, sem ter voltado a Portugal. Assume os destinos de Portugal com apenas 18 anos, e sem esperar, após o assassinato do pai, o rei D. Carlos, e do herdeiro ao trono, Luís Filipe, em 1908. Dois anos depois o regime cai definitivamente. É por aí que o autor começa a narrativa. Para o final, e porque é um apaixonado pelos "e ses..." da ficção histórica, permite-se traçar cenários.

O que é real e o que é ficção em Os Últimos Dias do Rei?

Tudo o que é relacionado com a vida de D. Manuel é factual e resultou de meses de leitura e muita recolha de dados, cruzando várias fontes, para obter o maior número possível de pontos de vista. O que é ficção é a criação de pontos de ligação entre a história de D. Manuel: a história de 2016, que é o motor de todas as descobertas, e o jornalista de 1932 que acompanha [o rei] nos seus últimos tempos de vida. É através desta relação entre duas personagens fictícias que descobrimos D. Manuel II. Acho que todos os portugueses sabem o seu nome porque foi o último rei de Portugal, mas na verdade é aquele de quem nós, como coletivo, menos conhecemos.

O que descobriu sobre D. Manuel?

Antes mesmo de o Estado português ter tomado posição na I Guerra Mundial, ele ofereceu os seus préstimos ao rei de Inglaterra, tomou partido no esforço de guerra pelos Aliados e trabalhou com hospitais até ao final do conflito. Foi uma figura importante no estabelecimento de novas formas de tratar um certo tipo de ferimentos, ligados sobretudo à ortopedia, pensando não só o tratamento em si, mas a colocação desses feridos no mercado laboral finda a guerra, o que fez dele uma figura muito querida da associação de ortopedistas ingleses. Sabia que era um amante do desporto, mas não fazia ideia que ele tinha estado na final feminina de Wimbledon em 1932, pouco antes da sua morte.

Porque decidiu escrever ficção?

Não decidi, foi o Francisco Camacho [editor da Esfera dos Livros] que me desafiou! Ele perguntou--me muito simplesmente: por que não fazes uma ficção? E eu respondi: sou jornalista, só escrevo sobre coisas factuais, não sei inventar histórias. Ele insistiu. Como não me podem lançar desafios, disse que sim... e procurei encontrar pontes entre o trabalho de um jornalista na sua relação com a realidade de uma forma desapaixonada, correta, informativa e formativa, e depois o lado do ficcionista que encontra uma trama para lá encaixar estas várias histórias.

Em vez de existir um alter ego, existem dois: o jornalista de 1932 e o estudante de cinema de 2016.

Dividi-me em duas figuras, um jovem recém-formado em cinema que está a viver em Londres, e um jornalista que nos anos 30 entrevista D. Manuel II.

Visitou os locais do livro?

Foi muito importante ir aos espaços: visitar o Palácio das Necessidades e ver onde era o quarto de D. Manuel II, onde era o quarto do irmão, reparar que havia umas escadinhas que levavam ao quarto da rainha, no andar de cima. E, além disso, ir a Londres, não só à loja da Maggs Brothers, que hoje já não está no mesmo espaço do que nos tempos de D. Manuel, mas perceber o que é a loja e sentir o ar daqueles livros. E ir até à casa dele. A mulher dele, Augusta Vitória, vendeu a propriedade algum tempo depois da morte do rei. Essa zona foi loteada. As ruas chamam-se D. Manoel Road, Augusta Road, Portugal Gardens... E é pela toponímia que sabemos que a memória do rei está ali, na igreja onde ele ia, e que tem fotografias dele e uma placa a lembrá-lo, está na loja onde há um livro sobre D. Manuel II, mas cada vez mais essa memória está a dissipar-se. O tempo erode essas memórias e cabe aos livros fixá-las.

Fonte: http://www.dn.pt/artes/interior/nuno-galopim-desvenda-a-vida-do-rei-d-manuel-ii-5235599.html

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publicado às 14:52

Ementas e programa musical do Cartório da Casa Real 1887-1905

por Blog Real, em 05.08.16

 Fonte: aatt.org

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publicado às 00:49

Duques de Bragança no casamento de Ana Pinto Ribeiro e João Cardoso Pinto

por Blog Real, em 23.07.16

 

 

    Fonte: caras.pt

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publicado às 19:48

Landau do Regicídio sai do Museu dos Coches para Vila Viçosa

por Blog Real, em 23.07.16

O "Landau do Regicídio", o veículo onde seguia a família real, a 1 de Fevereiro de 1908, e no qual morreram o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe, vai deixar, na terça-feira, o Museu dos Coches para ser deslocado para o Paço Ducal de Vila Viçosa, onde vai ficar durante um ano.

A mudança resulta de um protocolo celebrado, em Abril de 2015, entre a Fundação Casa de Bragança e a Secretaria de Estado da Cultura que prevê, entre outros pontos, que o trágico landau passa a andar em itinerância anual entre o Museu Nacional dos Coches, em Belém, e o Palácio de Vila Viçosa, no Alentejo.

A deslocação está a levantar um coro de críticas dos especialistas. De acordo com duas cartas a que a Renascença teve acesso, dirigidas à directora do Museu dos Coches, há riscos de deterioração para o coche em causa.

A Associação Portuguesa de Atrelagem opõe-se à deslocação para Vila Viçosa por considerar que há falta de condições técnicas no palácio alentejano dos Bragança para assegurar a conservação do bem.

O vice presidente da Associação, José Folque Mendoça, diz à Renascença que "as condições que existem no novo Museu dos Coches foram criadas para proteger e dar longevidade não só às peças do século XVII e XVIII que lá estão, mas também às peças do século XIX que carecem de três vectores muito importantes - a temperatura, humidade e insectos xilófagos - e essas condições não são asseguradas nos espaços da Fundação Casa de Bragança".

Folque Mendoça sublinha que o Landau do Regicídio tem “um valor histórico” muito importante, "quer para monárquicos quer para republicanos” e também para a cidade de Lisboa, palco do regicídio.

Na carta dirigida à directora do Museu Nacional dos Coches, a Associação Portuguesa de Atrelagem sublinha que "a eventual deslocação, mesmo que periódica, para um local que historicamente muito pouco tem a ver com o referido veículo, não reunindo as melhores condições técnicas de temperatura, humidade etc, e com fraquíssima exposição ao público irá desvirtuar a mais importante colecção do mundo de veículos hipomóveis”

Da mesma opinião é um dos maiores especialistas mundiais na matéria. O francês Jean-Louis Libourel também escreveu à directora do museu a alertar para os riscos quanto à integridade do landau, peça de valor histórico ligado á cidade de Lisboa.

Causa Real diz que o landau é de Lisboa

Ouvidos pela Renascença, os monárquicos consideram que a itinerância comporta riscos. O presidente da Causa Real, António Sousa Cardoso, até admite que a deslocação entre os dois espaços expositivos poderia permitir “melhor acesso público”, mas sublinha que "estas peças são delicadas e precárias, têm condições de conservação muito específicas e singulares”, pelo que a itinerância "pode pôr em causa o próprio bem”.

"Se temos um Museu dos Coches, todas as pessoas que querem ver os coches ou um landau histórico como este é ao Museu dos Coches que vai", defende Sousa Cardoso, para quem o landau onde morreu D. Carlos "é um património principalmente de Lisboa e dos lisboetas.”

Vila Viçosa rebate críticas

Na origem desta polémica está um protocolo assinado em Abril de 2015 entre o então presidente da Fundação Casa de Bragança, Marcelo Rebelo de Sousa, e a Secretaria de Estado da Cultura, que prevê que Vila Viçosa fique com o landau ano sim, ano não.

O mesmo protocolo permitiu que o Paço Ducal passasse a ser responsável por cerca de 80 coches ali depositados. À Renascença, a directora do palácio de Vila Viçosa, Maria de Jesus Monge, indica que, nos últimos 30 anos, os coches que ali estiveram depositados estavam sob a responsabilidade de conservação do Museu Nacional dos Coches.

Maria de Jesus Monge lembra que "o landau esteve em Vila Viçosa desde os anos 80 até 2008, altura em que foi levado para Lisboa, para as comemorações do centenário do regicídio" e que "deveria ter voltado três meses depois para vila Viçosa", o que não aconteceu.

O Landau do Regicídio, que pertence à colecção do Palácio Nacional da Ajuda, ficou desde então no Museu Nacional dos Coches. Foi o primeiro coche a ser mudado das instalações do antigo picadeiro para o novo edifício do Museu Nacional dos Coches, em Belém.

Confrontada com as críticas às condições do Paço de Vila Viçosa, a directora garante que as infestações detectadas no edifício são tratadas. "É verdade que há humidade em Vila Viçosa, nos meses de frio. O frio não permite que se desenvolva o xilófago. Por outro lado, temos calor. Quando está calor, não há humidade e, pela mesma razão, não há xilófago", argumenta.

"Há um período, tanto no início da Primavera como no início do Outono, em que supervisionamos as colecções de forma diferente para garantir que não há infestações. De vez em quando, há “problemas, mas são imediatamente atacados", enfatiza.

Para Maria de Jesus Monge, o Palácio do Vila Viçosa, de onde partiu a família real antes do regicídio, é a “casa do rei D. Carlos” e, como tal, "é uma mais-valia para o Paço ter o landau do regicídio em exposição".

Fonte: Rádio Renacença

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publicado às 18:29

Família Real Portuguesa visitou a Fábrica de Porcelana da Vista Alegre em Ílhavo

por Blog Real, em 05.07.16

Numa organização da Real Associação da Beira Litoral, a Família Real Portuguesa visitou na passada quarta-feira, dia 29 de Junho, a Cidade de Ílhavo onde foram recebidos pelo Presidente da Câmara Municipal, o Eng.º. Fernando Fidalgo Caçoilo. Na parte da tarde a Família Real visitou a famosa Fábrica de Porcelana da Vista Alegre, do Grupo Visabeira, visita esta que foi guiada e acompanhada pelos principais responsáveis da empresa nos vários departamentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: realbeiralitoral.blogspot.pt

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publicado às 14:53

D.Duarte e D.Afonso recebidos em Viseu com concerto na Sé

por Blog Real, em 05.07.16
Dom Duarte de Bragança e Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, foram recebidos na Sé Catedral de Viseu pelo Presidente do Município, Dr. Almeida Henriques, pela Vereadora da Cultura, Drª. Odete Paiva, e outras individualidades locais e regionais para um belíssimo concerto do magnífico Coro do Queen's College da Universidade de Oxford.
O evento foi aproveitado para fazer a promoção do "Prémio Internacional Príncipe da Beira" de Ciências Biomédicas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: realbeiralitoral.blogspot.pt

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publicado às 14:52


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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A Coroa, é o serviço permanente da nossa sociedade e do nosso país. A Monarquia Constitucional, confirma hoje e sempre o seu compromisso com Portugal, com a defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, da sua unidade, da sua diversidade e da sua identidade.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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