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Feira Seiscentista no Palácio da Independência

por Blog Real, em 23.11.13

FONTE: http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.pt/2013/11/feira-seiscentista-no-palacio-da.html

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publicado às 20:52

D.Manuel II no funeral de Edward VII, em Maio de 1910

por Blog Real, em 22.11.13

Monarcas reunidos em Inglaterra onde estiveram presentes no funeral de Edward VII, em Maio de 1910.
 
De pé da esq. p/ Direita vemos: O Rei Haakon VII da Noruega, Rei Ferdinand da Bulgária, Rei Manuel II de Portugal, William II da Alemanha, Rei George I da Grécia, Rei Albert I da Bélgica.
Sentados da esq./direita vemos: Rei Alfonso XIII de Espanha, Rei George V de Inglaterra, Rei Frederick VII da Dinamarca.
FONTE: http://philangra.blogspot.pt/p/d-manuel-ii-1909-1910.html
 
D. Manuel II no enterro de Eduardo VII de Inglaterra:

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publicado às 16:09

Príncipe Real D. Luís Filipe visita as colónias africanas - Moçambique

por Blog Real, em 20.11.13

O Príncipe Real e a Sua comitiva na esplanada do Palácio da Ponta Vermelha  em Lourenço Marques (hoje ainda a capital moçambicana, Maputo), momentos antes de se deslocar para a cerimónia da colocação da primeira pedra do Palácio da Cidade [o edifício situado directamente em frente à piscina do Desportivo em Maputo e que foi o primeiro assento da gestão municipal, antes de ser transferido em 1945 para o actual edifício do Conselho Municipal, na Praça da Independência] no dia 2 de Agosto de 1907.

A visita de Luiz Filipe, herdeiro da coroa, às colónias portuguesas de São Tomé, Moçambique, Angola (http://monarquiaportuguesa.blogs.sapo.pt/7861.html) e Cabo Verde, decorreu entre 1 de Julho e 27 de Setembro de 1907 e foi essencialmente um exercício de relações públicas e afirmação de soberania perante os demais poderes europeus.

Tirando as expedições reais a Marrocos no século XV, foi a única vez que um membro duma família real portuguesa esteve em África.

O nome original da cidade de Pemba, Porto Amélia, era o da sua mãe, Amélie de Órléans, a rainha portuguesa e uma francesa pertencente à Casa de Órléans, cujo pai era o pretendente à coroa francesa. Quando ela se casou aportuguesou o nome próprio para Amélia.

Príncipe D. Luís Filipe na varanda da residência, em Macequece:

O príncipe saindo da mina Edmundian, em Manica:

FONTEs: http://delagoabayword.wordpress.com/2010/10/05/a-monarquia-portuguesa-em-mocambique-1907/ , http://digitarq.dgarq.gov.pt/viewer?id=3683233 e http://digitarq.dgarq.gov.pt/viewer?id=3683234

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publicado às 02:42

História da Monarquia

por Blog Real, em 19.11.13

Casa de Borgonha:

A Dinastia de Borgonha, também chamada Afonsina (pelo elevado número - quatro - de soberanos com o nome de Afonso) foi a primeira dinastia do Reino de Portugal. Começou em 1096, ainda como mero condado Portucalense (autonomizado em reino de Portugal em 1139-1143) e terminou em 1383.

D. Afonso Henriques tornou-se Príncipe de Portugal depois de vencer os nobres galegos, os Peres de Trava, aliados de sua mãe, D. Teresa, na batalha de São Mamede em 1128. Foi apenas em 1179 que o Papa Alexandre III reconheceu Portugal como um Estado independente, o que na época era fundamental para a aceitação do reino no mundo cristão. D. Sancho I sucedeu a D. Afonso I, seu pai. À semelhança do anterior continuou o processo de Reconquista da Península Ibérica sob domínio Mouro. A D. Sancho I sucedeu D. Afonso II, seu filho. Em 1223 o seu filho D. Sancho Mendez II sucedeu-lhe. O reinado deste não durou muito tempo e em 1248 seu irmão subiu ao trono, D. Afonso Mendez III. Foi ele que terminou com a presença muçulmana em Portugal, re-adaptando o título de Rei de Portugal e do Algarve. Com as fronteiras do território definidas através do Tratado de Alcanizes (1297), D. Dinis, filho de Afonso III e herdeiro da coroa, começou um processo de exploração da terra do reino. Em 1325 sucedeu-lhe D. Afonso IV, cujo filho, D. Pedro I, protagonizou um dos episódios mais conhecidos da História de Portugal, que Luís de Camões incluiu n’Os Lusíadas, o amor de Pedro e Inês de Castro. Com a morte de D. Pedro I, o filho primogénito, D. Fernando subiu ao trono em 1367. Em 1383 sua filha, D. Beatriz, casou-se com João I de Castela, o que complicou a continuidade da dinastia. Em 1383, com a morte de D. Fernando, o reino entra em anarquia total, com a ameaça de anexação pelo reino de Castela. Após a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra de 1385, considera-se iniciada uma nova dinastia, pela quebra na sucessão legítima, ainda que o novo soberano descendesse directamente do rei D. Pedro I. No ano de 1390 o Conde Pedro I vindo da Casa Real dos Mendes unificou o Reino de Portugal, por definitivo.

 

Casa de Avis:

Antes disto, e possibilitando isto, dera-se a derrota do partido favorável à rainha destronada, D. Beatriz, mulher de João I de Castela, definitivamente vencido na batalha de Aljubarrota em 14 de Agosto de 1385.

A Casa de Avis, sucessora familiar da anterior dinastia de Borgonha, reinou no Continente português entre 1385 e 1581, quando D. António é vencido no Continente português, na batalha de Alcântara, e destronado, sendo aclamado em seu lugar o estrangeiro Filipe II nas Cortes de Tomar desse ano, sob a ameaça do seu exército que já ocupara Lisboa. Mas reina ainda nas Ilhas até 1582, com a queda de Angra do Heroísmo, quando a Ilha Terceira e as restantes ilhas açorianas se rendem à armada invasora do Marquês de Santa Cruz.

A Dinastia de Avis é sucedida pela união pessoal entre as coroas de Portugal e de todos os demais reinos de Filipe II, que deu início à Dinastia de Habsburgo, ou Dinastia Filipina, ou Dinastia de Áustria.

 

Casa de Habsburgo (Dinastia Filipina):

A Dinastia Filipina ou Dinastia de Habsburgo (igualmente conhecida por Terceira Dinastia, Dinastia dos Áustrias, Dinastia de Espanha ou União Ibérica) foi a Dinastia Real que reinou em Portugal durante o período de união pessoal entre este país e a Espanha, isto é, em que o Rei de Espanha era simultaneamente o Rei de Portugal.

 

Casa de Bragança:

A Casa de Bragança, oficialmente titulada como a Sereníssima Casa de Bragança, é uma família nobre portuguesa, que teve muita influência e importância na Europa e no mundo até ao início do século XX, tendo sido a dinastia e, portanto, a família real, do país e do seu império ultramarino colonial, por quase três séculos, tendo ascendentes nas dinastias anteriores. Tendo sido monarca absoluta até 1820, depois, em decorrência da implantação da monarquia constitucional em Portugal, foi monarca constitucional.

A Casa também foi a soberana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e, por via dum ramo colateral, do Império do Brasil. O ramo que fundou e reinou no Império do Brasil é conhecido como a família imperial brasileira.

A Casa de Bragança é uma linha familiar colateral da Casa de Avis, que governou Portugal de 1385 a 1580. Por via da Casa de Avis, vem a ser descendente da Casa de Borgonha (também chamada Dinastia Afonsina), e, por via da última, também descendente da dinastia capetiana. A Casa de Borgonha proclamou a independência do Condado de Portucale em relação ao Reino de Leão em 1139, tendo governado Portugal até 1385, quando a Casa de Avis, um ramo da primeira casa real portuguesa - a Casa de Borgonha -, assumiu o trono, como resultado da crise de 1383—1385 em Portugal. Ainda, a primeira casa real portuguesa, da qual a Casa de Bragança descende, vem a ser descendente da casa real leonesa, por via da mãe de Dom Afonso Henriques - proclamador da independência, fundador do Reino de Portugal e primeiro Rei como D. Afonso I -, D. Teresa, nascida infanta de Leão, filha do rei Dom Afonso VI de Leão e Castela.

A Casa de Bragança viria a reinar em Portugal após a restauração da independência, em 1 de dezembro de 1640, pois Portugal encontrava-se sob o domínio dum ramo espanhol da Casa de Habsburgo e em estado de união politica o Reino de Espanha. O período em que se tornou casa reinante corresponde à Dinastia de Bragança. Com a implantação da república em Portugal, em 5 de outubro de 1910, a Casa foi decretada extinta e praticamente todos os seus membros foram obrigados a deixar o país.

Ainda no século XX, pela lei 2040 de 20 de maio de 1950, os membros da família real portuguesa foram autorizados a regressar a Portugal. Os seus alegados titulares, que na época residiam em Berna, estabeleceram-se em Portugal nesse mesmo ano. Quanto a outros membros da família desprovidos de direitos sucessórios relativamente à chefia da Casa Real ou sem laços de consaguinidade muito próximos com os titulares, alguns regressaram a Portugal enquanto outros se estabeleceram noutros países, onde residem actualmente.

Atualmente, Duarte Pio de Bragança é reconhecido por algumas instituições monárquicas como atual chefe da Casa e, por inerência, chefe da Casa Real portuguesa, 24º duque de Bragança.

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publicado às 16:40

Eventos Reais e Cerimónias - Distribuição dos prémios rainha Maria Pia

por Blog Real, em 19.11.13

A premiação do mérito: distribuição dos prémios rainha Maria Pia aos operários do Arsenal da Marinha em 31.12.1903. A premiação era um acto social muito expressivo durante a monarquia constitucional, abrangendo instituições como bombeiros, colégios particulares, Universidade de Coimbra, liceus.

FONTE: http://virtualandmemories.blogspot.pt/2011_10_30_archive.html

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publicado às 03:12

D.Carlos I e a família Schneider na igreja de Saint Laurent du Creusot

por Blog Real, em 19.11.13

FONTE: http://postaisportugal.canalblog.com/albums/portugal____evenements/photos/2006080-nov16930.html

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publicado às 02:43

D.Isabel de Bragança visitou as termas das Taipas

por Blog Real, em 19.11.13

Dona Isabel, a duquesa de Bragança visitou as Termas das Taipas. Dona Isabel destacou a beleza do edifício termal das Taipas. A Taipas Termal presenteou Dona Isabel de Herédia com os recém lançados Sabonetes Termais.

Fonte: Taipas Termal, Facebook e http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2013/11/sar-dona-isabel-de-braganca-visitou-as.html

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publicado às 02:15

Notícia sobre o Palácio das Necessidades

por Blog Real, em 18.11.13

Clique aqui para ver melhor: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/BrasilPortugal/1899_1900/N3/N3_master/JPG/N3_0008_branca_t0.jpg

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publicado às 20:23

Dom Manuel II em Londres em 1909

por Blog Real, em 18.11.13

Em finais de 1909, D.Manuel II viajou por Londres e Paris.

 

Aqui, em pleno Hyde-Park, com o Marquez de Lavradio e o Visconde de Asseca.

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publicado às 15:35

Dona Amélia e os Infantes Dom Luís Filipe e Dom Manuel numa carruagem na Avenida da Liberdade

por Blog Real, em 18.11.13

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publicado às 15:27

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Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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