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Rainha D. Amélia ajuda a servir a sopa de Natal às crianças do Dispensário D. Amélia

por Blog Real, em 29.05.14

A presença dos monarcas em hospitais, asilos e orfanatos fazia parte dos processos de construção e gestão da imagem dos reis e consortes. A prática da caridade cristã era enquadrada pelas Obras de Misericórdia. A rainha D. Amélia ajuda a servir a sopa de Natal às crianças do Dispensário D. Amélia. Não se trata de uma cerimónia mas de um acto de relações públicas.
Fonte: Ilustração Portuguesa, n.º 9, de 4.1.1904

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publicado às 10:29

Rainha D. Amélia visita as crianças internadas no Sanatório de Carcavelos e distribui brinquedos (22.10.1903)

por Blog Real, em 29.05.14

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publicado às 10:20

Exéquias realizadas por alma do rei D. Luís I

por Blog Real, em 29.05.14

D. Carlos e D. Amélia na saída das exéquias realizadas por alma do rei D. Luís I em 19.10.1903. Imagem do catafalco armado no interior do templo (parece estar em cima do ataúde um capecete militar e não a coroa real). O corpo de archeiros da casa real faz escolta de honra e avança com as alabardas derreadas e as cabeças descobertas em sinal de luto. A rainha veste de luto pesado.
No período da monarquia, as cerimónias fúnebres (funerais de estado, exéquias solenes) integravam o calendário anual do cerimonial público. Os actos realizados no interior dos templos e os cortejos na via pública mantinham ainda traços de dramatização herdados dos séculos XVI-XVII e dos anos áureos de encenação da morte barroca. Por outro lado, não havia uma separação clara entre o cerimonial religioso católico, fortemente conotado com a organização tridentina da Igreja Católica Romana, e o cerimonial monárquico que embora mantendo heranças do período do absolutismo viera progressivamente a aburguesar-se no curso de oitocentos.
Fonte: Ilustração Portuguesa, n.º 1, de 9.11.1903

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publicado às 10:16

Congresso Médico em Lisboa, 1906. Sessão de abertura por D. Carlos

por Blog Real, em 28.05.14

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publicado às 11:43

Príncipe Real Luís Filipe

por Blog Real, em 28.05.14

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publicado às 11:38

Foto de D.Carlos e D.Amélia

por Blog Real, em 28.05.14

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publicado às 11:27

Inauguração da Praça da Figueira, na presença dos reis, D. Luís e D. Maria Pia, e dos príncipes, D. Carlos e D. Afonso (1885)

por Blog Real, em 28.05.14

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publicado às 11:06

Duques de Bragança assinalaram os 19 anos de casados no Santuário de Fátima

por Blog Real, em 24.05.14

 

Esta é uma tradição que fazem questão de cumprir: a 13 de maio, os duques de Bragança marcam presença nas cerimónias de Fátima. E este ano, neste mesmo dia, D. Duarte Pio e D. Isabel celebraram 19 anos de casados.

“Foi um dia especial. Gostamos muito de passar este dia no santuário. A celebração foi muito emocionante”, revelou à VIP o duque de Bragança.

Pelo facto de a cerimónia religiosa ser presidida por D. Fouad Twal, patriarca latino de Jerusalém, os duques levaram os trajes da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém.

“Esta ordem faz um trabalho notável. Existe para ajudar os cristãos da Terra Santa, mas também ajuda pessoas de outras religiões. Neste momento, estamos a prestar auxílio a um milhão de refugiados sírios na Jordânia”, contou o duque, que afirmou ainda que “estes 19 anos de casamento passaram depressa, sobretudo porque temos três filhos que crescem todos os dias”.

No dia 15 de maio, o duque fez 69 anos e, segundo afirmou, a festa foi em família.

FONTE: http://vip.pt/55612a8/mod_artigos_obj_moda.aspx?sid=000ff17b-3d04-4125-a3c0-5dc301eaecf7&cntx=Ict%2BTOoXOfT3kHZFCp7hdsce8rTs6rTlkWGKHD8aHPseeuLd9hJ9I15f8zelW5lf

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publicado às 20:58

23 DE MAIO DE 1179: O PAPA ALEXANDRE III RECONHECE A SOBERANIA DE D. AFONSO HENRIQUES, COM A BULA "MANIFESTIS PROBATUM"

por Blog Real, em 23.05.14

 

 A Bula "Manifestis Probatum"
A Bula Manifestis probatum  é um dos mais importantes documentos pontifícios da História de Portugal. Foi enviada pelo Papa Alexandre III a D. AfonsoHenriques, a 23 de Maio de 1179, confirmando-lhe o título de rei e atribuindo esse título também aos seus sucessores. Por outro lado, concedia aomonarca português o domínio dos territórios conquistados e a conquistar aos Mouros, o que representava um importante estímulo à expansão territorial.
Alexandre III foi  um dos papas mais cultos da Idade Média, professor de direito e de teologia, cujas teorias do poder papal aplicou depois de eleito Papa. Alexandre III exerceu uma influência incontestável na Europa do seu tempo. 
A suzerania papal era um facto em relação aos Estados da Europa e a autoridade da Santa Sé aumentou consideravelmente durante o pontificado de Alexandre III. D. Afonso Henriques tomando-se tributário da Santa Sé e prestando vassalagem ao Papa, obteve o apoio necessário e indispensável na época para garantir uma independência já adquirida de facto, mas ainda não confirmada expressamente pela única autoridade que podia conceder-lha.
De resto, o teor da bula claramente indica que o privilégio concedido se devia aos inumeráveis serviços prestados à Santa Igreja pela propagação da fé cristã, que assinalaria D. Afonso Henriques aos vindouros como um nome digno de memória e um exemplo merecedor de imitação, e porque a Providência divina escolhera-o para governo e salvação do povo.
Deste modo, o Papa, atendendo às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo, toma D. Afonso Henriques «sob a protecção de São Pedro e a nossa», concede e confirma por autoridade apostólica ao seu domínio, o Reino de Portugal com todas as honras inerentes à realeza, bem como as terras que arrancara das mãos dos sarracenos e nas quais não podiam reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. O privilégio estende-se a todos os seus descendentes, prometendo o Papa defender esta concessão com todo o seu poder supremo.
Fontes: O Portal da História
Bula "Manifestis Probatum". In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)
Papa Alexandre III
D. Afonso Henriques
A 23 DE MAIO DE 1179, O PAPA ALEXANDRE III EMITE A BULA "MANIFESTIS PROBATUM", A QUAL DECLARA INDEPENDENTE O CONDADO PORTUCALENSE, E D. AFONSO HENRIQUES, O SEU SOBERANO.

CONSTITUI, PARA MIM, UMA DAS MAIS BELAS REDACÇÕES, RIQUÍSSIMA DAQUILO QUE ASSENTA NA GÉNESE DA PERSONALIDADE PORTUGUESA. DESGRAÇADAMENTE EM CONTRASTE COM A REALIDADE ACTUAL, NELA ENCONTRAMOS O PROJECTO ORIGINAL DA NAÇÃO. PESE EMBORA GENUINAMENTE APOSTÓLICA, A BULA PREVÊ A ORIENTAÇÃO POLÍTICA, ESPIRITUAL, ESTRATÉGICA E, IMPLICITAMENTE CULTURAL, DE PORTUGAL.

"ALEXANDRE, BISPO, SERVO DOS SERVOS DE DEUS, AO CARÍSSIMO FILHO EM CRISTO, AFONSO, ILUSTRE REI DOS PORTUGUESES, E A SEUS HERDEIROS, IN 'PERPETUUM'. ESTÁ CLARAMENTE DEMONSTRADO QUE, COMO BOM FILHO E PRÍNCIPE CATÓLICO, PRESTASTE INUMERÁVEIS SERVIÇOS A TUA MÃE, A SANTA IGREJA, EXTERMINANDO INTREPIDAMENTE EM PORFIADOS TRABALHOS E PROEZAS MILITARES OS INIMIGOS DO NOME CRISTÃO E PROPAGANDO DILIGENTEMENTE A FÉ CRISTÃ, ASSIM DEIXASTE AOS VINDOUROS NOME DIGNO DE MEMÓRIA E EXEMPLO MERECEDOR DE IMITAÇÃO. DEVE A SÉ APOSTÓLICA AMAR COM SINCERO AFECTO E PROCURAR ATENDER EFICAZMENTE, EM SUAS JUSTAS SÚPLICAS, OS QUE A PROVIDÊNCIA DIVINA ESCOLHEU PARA GOVERNO E SALVAÇÃO DO POVO. POR ISSO, NÓS, ATENDEMOS ÀS QUALIDADES DE PRUDÊNCIA, JUSTIÇA E IDONEIDADE DE GOVERNO QUE ILUSTRAM A TUA PESSOA, TOMAMO-LA SOB A PROTECÇÃO DE SÃO PEDRO E NOSSA, E CONCEDEMOS E CONFIRMAMOS POR AUTORIDADE APOSTÓLICA AO TEU EXCELSO DOMÍNIO O REINO DE PORTUGAL COM INTEIRAS HONRAS DE REINO E A DIGNIDADE QUE AOS REIS PERTENCE, BEM COMO TODOS OS LUGARES QUE COM O AUXÍLIO DA GRAÇA CELESTE CONQUISTASTE DAS MÃOS DOS SARRACENOS E NOS QUAIS NÃO PODEM REIVINDICAR DIREITOS OS VIZINHOS PRÍNCIPES CRISTÃOS. E PARA QUE MAIS TE FERVORES EM DEVOÇÃO E SERVIÇO AO PRÍNCIPE DOS APÓSTOLOS S. PEDRO E À SANTA IGREJA DE ROMA, DECIDIMOS FAZER A MESMA CONCESSÃO A TEUS HERDEIROS E, COM A AJUDA DE DEUS, PROMETEMOS DEFENDER-LHA, QUANTO CAIBA EM NOSSO APOSTÓLICO MAGISTÉRIO." (TRADUÇÃO DE LUÍS RIBEIRO SOARES «A BULA 'MANIFESTIS PROBATUM' E A LEGITIMIDADE PORTUGUESA»)

MÁRIO NEVES
CAUSA REAL – REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL
FONTE: http://realbeiralitoral.blogspot.pt/2014/05/23-de-maio-de-1179-o-papa-alexandre-iii.html

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publicado às 20:04

Festas a Santa Eufémia com a presença da Rainha D. Amélia - 07 de Agosto de 1904

por Blog Real, em 20.05.14

O principe real e o senhor infante D. Manuel passeando no arraial de Santa Eufémia.

FONTE: https://www.facebook.com/AdoroSintra/photos/a.678430358859729.1073741893.426032290766205/678430478859717/?type=1&theater

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publicado às 22:02

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Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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