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Ementas e programa musical do Cartório da Casa Real 1887-1905

por Blog Real, em 05.08.16

 Fonte: aatt.org

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publicado às 00:49

Menus e Programas da Casa Real Portuguesa

por Blog Real, em 20.03.14

1867: Horários/menus da casa de D. Luís I, Rei de Portugal:

Jantar no Real Paço da Ajuda de 21 de outubro de 1897:

Jantar no Real Paço da Ajuda de 5 de abril de 1903:

Jantar no Real Paço da Ajuda de 8 de janeiro de 1905:

Programa do concerto de 22 de março de 1905:

Papel de carta da Rainha D. Amélia de Orleães:

Fonte: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.699506676744583.1073741866.168168179878438&type=3

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publicado às 02:51

Fornecedores da Casa Real

por Blog Real, em 12.02.14

O título de Fornecedor da Casa Real era honorífico. Os comerciantes apresentavam um requerimento à Casa Real, que estudava os argumentos dos pretendentes. As primeiras concessões eram passadas com a profissão ou a designação da loja mais a frase - "da Casa Real ou de Sua Majestade", por exemplo, o fulano de tal, "alfaiate de Sua Majestade". 

Só a partir da década de 50, do século XIX, passou a usar-se apenas a expressão Fornecedor da Casa Real. 

Quase tão importante como ostentar um título nobiliárquico, na sociedade do século XIX o alvará de Fornecedor da Casa Real conferia aos comerciantes estatuto, prestígio e funcionava como o mais valioso instrumento de marketing de uma loja ou marca.

Nos primeiros tempos, a selecção era feita de forma criteriosa e apenas era agraciado quem de facto abastecia ou prestava serviços à Casa Real. Mais tarde, tornou-se mais acessível. O processo era simples e a burocracia mínima. No requerimento para concorrer ao título de Fornecedor da Casa Real, o comerciante tinha de justificar as suas pretensões.

A pesquisa de Lourenço Correia de Matos, autor do livro Os Fornecedores da Casa Real, indica que entre 1821 até ao fim da monarquia em 1910 foram atribuídos 676 alvarás de Fornecedores da Casa Real Portuguesa - a comerciantes, empresas e marcas. Subsistem não mais do que uma dúzia, como a Livraria Ferin, no Chiado, em Lisboa, a Jerónimo Martins, a Macieira, os chamapanhes Pommery, a Confeitaria Nacional e a ourivesaria Leitão & Irmão, que na sua loja no Chiado ainda tem exposto o alvará de joalheiro da coroa.

 

Fontes: 

http://1.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw7vZ5Qp5ZI/AAAAAAAAMWY/H3Gl88xzTcg/s1600/Digitalizar0013.jpg

http://3.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw6kVkyMtcI/AAAAAAAAMV4/SHxdZbCaemM/s1600/Digitalizar0014.jpg

http://4.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw6kOdmSJiI/AAAAAAAAMVw/XsDnZ5hcQGU/s1600/Digitalizar0015.jpg

http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2009/11/marcas-com-o-selo-do-rei-revista-sabado.html

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publicado às 01:21

Bandeiras Pessoais dos Reis de Portugal

por Blog Real, em 20.12.13
Bandeira pessoal de D. João IV:
Bandeira pessoal de D. João IV (alternativa):
Bandeira pessoal de D. Pedro II:
Estandarte real de D. Pedro IV:
Bandeira pessoal de D.João V e de D. Maria II:
Bandeira pessoal de Pedro V:

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publicado às 22:53

Emissões Base em Portugal

por Blog Real, em 02.11.13

Emissão base é o termo dado às emissões de selos de tiragem ilimitada que se destinam ao uso corrente. Durante a monarquia, são emissões base em Portugal os selos emitidos nos reinados de D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís I, D. Carlos I e D. Manuel II que possuem as suas efígies:

  • Selo D. Maria II

  • Selo D. Pedro V (cabelos lisos)

  • Selo D. Pedro V (cabelos anelados)

  • Selo D. Luís
  • Selo D. Luís (fita curva)
  • Selo D. Luís (fita direita)
  • Selo D. Luís (perfil)
  • Selo D. Luís (frente)
  • Selo D. Carlos (Diogo Neto)

  • Selo D. Carlos (Mouchon)

  • Selo D. Manuel II

Além destes, podem considerar-se como emissões base os selos de 2 réis e 2,5 réis usados sobretudo para franquiar jornais.

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publicado às 02:01

Real (moeda portuguesa)

por Blog Real, em 02.11.13

O real foi a unidade de moeda de Portugal desde cerca de 1430 até 1911. Esta moeda foi utilizada em todas as colónias portuguesas nos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX.

500 reais de ouro de D. Sebastião, (1557-1578)

O primeiro real foi introduzido por D. Fernando I cerca de 1380. Era uma moeda de prata e tinha um valor de 120 dinheiros. No reinado de D. João I (1385-1433), foram emitidos o real branco, de 3 ½ libras, e o real preto, de 7 soldos (um décimo de um real branco). No início do reinado de D. Duarte, em 1433, o real branco (equivalente a 840 dinheiros) tornara-se a unidade base em Portugal. Desde o reinado de D. Manuel I (1495-1521), o nome foi simplificado para "real", coincidindo com o início da cunhagem de moedas de real em cobre. Começou a ser usada a forma "réis" em vez de "reais" no reinado de D. João IV de Portugal (1640-1656), após o período da monarquia espanhola em Portugal, de 1580 a 1640.

Em 1837 foi adoptado o sistema decimal para as denominações de moedas, com as primeiras notas emitidas pelo Banco de Portugal em 1847. Em 1854, Portugal passou a um padrão-ouro de 1000 réis = 1,62585 gramas de ouro fino. Este padrão manteve-se até 1891. As grandes somas eram geralmente expressas em 1.000 réis ou "mil-réis", um termo frequentemente utilizado na literatura portuguesa no século XIX. Em números, mil-réis escrevia-se 1$000, ou seja 60.000 réis, surgia como 60$000 ou 60 mil-réis). Um milhão de réis era conhecido como um "conto de réis".

Em 1911 o escudo substituiu o real.

200 réis, D. Manuel II, 1909

Moeda real com o rei D.Carlos I

Moeda com o Rei D.Carlos I e a Rainha D.Amélia

Moeda com o Rei D.Pedro V e a Rainha D.Estefânia

 

 

Moeda com a rainha D.Maria II

 

Moeda com o rei D.Manuel II

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publicado às 01:16

As tiaras da Família Real Portuguesa

por Blog Real, em 27.10.13

Diadema das estrelas, de diamantes e ouro feito para a rainha Maria Pia de Sabóia

Este diadema foi originalmente encomendado para a Rainha consorte de Portugal D. Maria Pia, esposa do Rei D. Luis I de Portugal. 

Este diadema foi feito em Lisboa pelo Joalheiro Real Estevão de Sousa. A tiara é composta por estrelas  de diamantes, assentes numa armação, que faz com as estrelas sejam sensíveis ao movimento. O diamante maior da tiara é um diamante rosa conhecido como o Diamante da Maria Pia.

Na mesma altura foi encomendado um colar, conhecido por o Colar das Estrelas, para fazer conjunto com o diadema.

 

Após a morte do rei D. Luis I o conjunto passou para a última Rainha de Portugal, D.Amélia, esposa do Rei D.Carlos I.

 

 Diadema de Brilhantes

O diadema de brilhantes pertencia à rainha D.Amélia e atualmente é usado por D.Isabel, duquesa de Bragança, que o usou no dia do seu casamento.

A rainha D.Amélia com o diadema:

A duquesa D.Isabel com o diadema

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publicado às 02:55

Ordens dinásticas de Portugal

por Blog Real, em 20.10.13

As Ordens dinásticas portuguesas são Ordens honoríficas outrora atribuídas pelo Rei de Portugal, numa tradição multissecular que remonta aos tempos do Império. Desde a implantação da República em Portugal até aos dias atuais, as três ordens dinásticas portuguesas existentes passaram a ser atribuídas pelo Chefe da Casa Real de Bragança.

 

As Ordens:

Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa:

A Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de seu nome completo Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, é uma ordem honorífica dinástica portuguesa cujo Grão-Mestre é o Duque de Bragança.

A ordem foi instituída pelo rei D. João VI, em 6 de Fevereiro de 1818, dia da sua aclamação, no Rio de Janeiro, Brasil. O objectivo do rei, Grão-Mestre da nova Ordem Militar Leiga, era homenagear a padroeira (designada por alvará de 1646), por Portugal ter sobrevivido, como país independente, às guerras napoleónicas que tinham assolado o país e a Europa. Até 1910 foram agraciados com esta ordem várias personalidades, essencialmente oriundas da nobreza e da aristocracia. O governo provisório, em Outubro de 1910, extinguiu-a como ordem militar, embora o rei D. Manuel II no exílio e os Duques de Loulé que lhe sucederam tenham continuado a utilizar as insígnias desta ordem, só recentemente o actual Duque de Loulé a reabilitou a título privado, como ordem dinástica honorífica da família real portuguesa, distinguindo várias personalidades que agracia com o grau de cavaleiros da ordem, na festa de 8 de Dezembro, em Vila Viçosa.

 

Insígnia

A insígnia desta ordem (de banda azul com risca branca ao meio) é constituída por um medalhão coroado, em forma de estrela, com um círculo ao centro onde se lêem as letras AM, com a inscrição Padroeira do Reino. A insígnia foi desenhada por Jean-Baptiste Debret, em 1818.

 

Graus

Os graus em ordem decrescente são:

  1. Grão-Mestre (o Rei)
  2. Grã-Cruz (GCNSC)
  3. Comendador (ComNSC)
  4. Cavaleiro / Dama (CvNSC / DmNSC)
  5. Servente (SNSC)

Ordem Real de Santa Isabel

A Ordem Real de Santa Isabel ou Real Ordem de Santa Isabel, também conhecida por Ordem da Rainha Santa Isabel ou Ordem da Rainha Santa é uma ordem honorífica dinástica portuguesa, cuja Grã-Mestra é a Duquesa de Bragança.

A Ordem foi instituída em 4 de Novembro de 1801 pelo Príncipe Regente D. João, que atribuiu o grão-mestrado da mesma ordem à sua mulher, D. Carlota Joaquina. Tratando-se de uma obra exclusivamente feminina, o seu objectivo é distinguir senhoras católicas, num número limitado de vinte e seis damas, e é decalcada da Ordem das Damas Nobres de Espanha. Durante a Monarquia as rainhas/Grã-Mestras desta Ordem, além das senhoras distinguidas pelos objectivos desta ordem (na sua maioria pertencentes à nobreza), agraciaram também Rainhas católicas estrangeiras. Com a proclamação da república, em 1910, a ordem foi extinta pelo Governo Provisório. D. Augusta Vitória, esposa de D. Manuel II, ainda que no exílio, utilizou a insígnia de Grã-Mestra. Após algumas décadas de inactividade, a ordem foi recentemente reactivada a título privado, com o estatuto de ordem dinástica da Família Real Portuguesa, sendo actualmente Grã-Mestra a Duquesa de Bragança (D. Isabel de Herédia), que costuma agraciar novas damas da Ordem, na festa da Rainha Santa Isabel (no dia 4 de Julho dos anos pares), em Coimbra.

 

Insígnia

A insígnia desta ordem, (com banda de cor-de-rosa com lista branca ao centro) é um medalhão coroado, com a figura de Santa Isabel de Portugal dando esmola a um mendigo, sobrepujando a legenda latina Pauperum Solatio.


Ordem Equestre e Militar de São Miguel da Ala

A Ordem Equestre e Militar de São Miguel da Ala, conhecida por Ordem de São Miguel da Ala, Real Ordem de São Miguel da Ala ou, simplesmente, Ordem da Ala, foi uma ordem de cavalaria, supostamente fundada pelo rei D. Afonso I de Portugal depois da tomada de Santarém aos muçulmanos, em 1147 e depois reactivada pelos partidários de D. Miguel I.

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publicado às 03:11

Coroa de Portugal

por Blog Real, em 01.08.13

Coroa de João VI é a coroa dos Reis de Portugal. A coroa tem uma característica ímpar em relação a outras Coroas europeias. De 1640-1910 não houve nenhuma coroação dos Monarcas Portugueses. Ela foi substituída por uma cerimónia chamada Aclamação, onde o Soberano recebia, junto com a Coroa, as Regalias do Reino. Entretanto a Coroa ficava pousada ao seu lado (não na cabeça).

Esta tradição foi iniciada com a Restauração da Independência Portuguesa, em 1 de Dezembro de 1640, onde o Rei D.João IV depositou a sua coroa aos pés de uma imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e assim chamou-a de "a verdadeira Rainha de Portugal".

A Coroa Portuguesa usada pelos Monarcas era composta apenas de ouro simples e de veludo vermelho com um formato Imperial. Foi feita no Rio de Janeiro, Brasil, em 1817, para a Aclamação de D. João VI. Ela foi criada na oficina de Dom António Gomes da Silva.

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publicado às 01:52

Jóias da Coroa Portuguesa

por Blog Real, em 01.08.13

A Coroa de Portugal

As Jóias da Coroa Portuguesa são peças de joalharia, insígnias e paramentos usados pelos reis de Portugal durante a monarquia portuguesa. Ao longo dos nove séculos de história, as jóias da coroa portuguesa perderam e ganharam património. A maior parte do atual conjunto é dos reinados de D. João VI e D. Luís I.

História

No final do século XV Portugal reunia um rico tesouro de jóias resultado do reinado de D. Manuel I (1495-1521), um dos homens mais poderosos do mundo na época, conhecido pelo seu prazer na ostentação. Grande parte destas jóias perder-se-ia durante a tomada da coroa portuguesa pelos Habsburgos.

No início de 1581, resistindo à união ibérica, António de Portugal, Prior do Crato, neto de D. Manuel, que fora aclamado rei por parte da população recolheu as jóias da Coroa Portuguesa antes de Filipe I ser feito o Rei de Portugal. Procurando apoio para a sua causa, fugiu para a França levando consigo as jóias, incluindo muitos diamantes valiosos. Bem recebido pela rainha consorte Catarina de Médici, vendeu-lhe algumas das peças em troca de apoio da França nos planos para recuperar o trono e depor Filipe I. Quando as forças luso-francesas foram vencidas nos Açores, em 1583, D. António partiu para o exílio e dedicou a vida tentar recuperar o trono. Em Inglaterra pediu o auxílio da rainha Isabel I a quem terá entregue jóias como penhor, entre as quais o famoso "espelho de Portugal", descrito como um diamante quadrangular de cerca de 30 quilates, por várias tentativas de tomar Lisboa, como a da Contra armada inglesa de Julho de 1589. Após várias tentativas falhadas, a pobreza levou-o a vender muitos dos diamantes restantes como o diamante Sancy. O último e melhor diamante, conhecido como diamante Sancy seria adquirido por Nicolas de Harlay, passando para Maximilien de Béthune vindo a ser incluído nas jóias da coroa francesa.

Durante a Guerra da Restauração, João II de Bragança vendeu muitas das jóias da Coroa portuguesa para financiar a guerra com Espanha. Quando se tornou rei de Portugal em 1640 e deposta a Casa de Habsburgo, colocou a sua coroa aos pés de uma estátua de Nossa Senhora da Imaculada Conceição declarando-a a "verdadeira Rainha de Portugal". Desde então, os monarcas portugueses não têm uma coroação, mas sim uma aclamação. Antes da ascensão ao trono português pela Casa de Habsburgo, o rei de Portugal costumava ser ungido e coroado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Em 1755 o grande terremoto de Lisboa destruiu o Paço da Ribeira, residência real portuguea. Com a destruição do palácio, inúmeras jóias da coroa portuguesa da época foram destruídas, perdidas ou roubadas.

Quando a sua corte esteve no Rio de Janeiro, D. João VI mandou fazer um novo conjunto de jóias da Coroa. Criadas pelo joalheiro real na oficina de António Gomes da Silva, o conjunto incluiu uma nova coroa e cetro, entre uma infinidade de peças. As peças desta época são a maioria do atual conjunto de jóias da coroa portuguesa.

Quando Maria Pia de Sabóia se tornou rainha consorte de Portugal, o rei Luís I mandou fazer muitas novas jóias. Paralelamente, foi confecionado um novo manto real. Quando a Família Real portuguesa partiu para o exílio, muitas das jóias seguiram com a rainha Amélia de Orléans e a rainha mãe Maria Pia de Sabóia.

Em 2002 em Haia, durante uma exposição sobre jóias da coroa europeias para o qual tinham sido emprestadas, seis peçasdas jóias da coroa portuguesa foram roubadas.Incluindo um diamante de 135 quilates, o castão de bengala do rei D. José I de ouro com 387 brilhantes, um anel com um brilhante de 37 quilates, uma gargantilha com 32 brilhantes e um par de alfinetes na forma de trevo. Na sequência da investigação do museu e das autoridades holandesas, o governo holandês pagou o montante de seis milhões de euros ao governo português para reparação. As jóias não foram recuperadas.

Actualmente as Jóias da Coroa portuguesa são mantidas à guarda do estado português e não estão abertas ao público. São vistas apenas em eventos especiais.

Ceptro do dragão, feito para a aclamação da rainha D. Maria II, simbolizando a Coroa de Portugal, a carta constitucional de 1826, e um dragão emblemático da Casa de Bragança

O Cetro do armilar , também conhecido como o Cetro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves pertence ás jóias da coroa portuguesa criadas originalmente para a aclamação de D.João VI, juntamente com a coroa de D.João VI e o manto de D.João VI.

Diadema das estrelas, de diamantes, ouro feito para a rainha Maria Pia de Sabóia.

O Colar das Estrelas é um colar de diamantes feito originalmente para a rainha Maria Pia de Sabóia. É uma peça das jóias da coroa portuguesa.

Manto do rei D. Luís I também conhecido como Manto dos Reis Constitucionais.

 

Manto do rei D.João VI, também conhecido como  o Manto do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves

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publicado às 01:50


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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