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Morte da Rainha D.Amélia no jornal "Diário de Lisboa"

por Blog Real, em 26.08.16

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publicado às 22:28

Morte do Rei D.Manuel II no jornal "Diário de Lisboa"

por Blog Real, em 26.08.16

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publicado às 22:10

"Casas Reais Europeias-Portugal", da colecção da revista FLASH (Maio de 2004)

por Blog Real, em 30.06.16

A FLASH editou em 2004 uma colecção de pequenos livros sobre as Casas Reais europeias. Ao que concerne à Casa Real Portuguesa a edição contém vários erros e confusões e um discurso assente nos lugares comuns do que hoje se considera ser o movimento monárquico. Mas salva-se airosamente a parte respeitante a SAR D. Duarte Pio, pela qualidade e elegância das fotografias publicadas.Edição esgotada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: monarquia.webnode.pt

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publicado às 20:07

Jornal "A Monarquia"

por Blog Real, em 15.06.16

A Monarquia, publicou-se bissemanalmente em Lisboa entre Janeiro e Março de 1916, impresso a azul (cor monárquica) até ao número 6, tendo como mentor Astrigildo Chaves. Consequentemente, o alicerce de A Monarquia é a ansiada restauração monárquica, estando patente ao longo de todas as edições uma agressão constante à república implantada, a consolidação da causa monárquica e a uma vincada rejeição à participação de Portugal na I Grande Guerra. A ajudar Astrigildo Chaves na execução deste projeto constam os nomes de Arménio Monteiro, Mécia Mouzinho de Albuquerque, o Conde de Arnoso e Joaquim Saraiva de Carvalho, Martins Grilo, Alfredo Ferreira, João Pereira e César A. de Oliveira. O preço do jornal era de 20 reis.

Capas do jornal "A Monarquia": 

Nº1
Nº2
Nº3
Nº4
Nº5
Nº6
Nº7
Nº8
Nº9
Nº10
Nº11
Nº12
 
Nº13

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publicado às 14:09

Reportagem "A Tradição dos Herdeiros"

por Blog Real, em 09.01.15

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publicado às 03:14

Reportagem da revista Caras sobre o baptizado de D.Afonso (1996)

por Blog Real, em 09.01.15

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 Fonte: Caras

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publicado às 02:48

Ilustração Portuguesa N.º 122, 22 Jun. 1908 - Quem é o Rei de Portugal?

por Blog Real, em 16.09.14

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publicado às 13:06

Visita do Rei Eduardo VII a Portugal

por Blog Real, em 26.08.14

 

O DIA EM QUE O DN CONTOU: Ao início da tarde de 2 de abril de 1903 entrava no Tejo o iate Victoria and Albert, trazendo a bordo o rei Eduardo VII, que, nesta qualidade, realizava a primeira viagem ao estrangeiro, que se iniciou por Lisboa. O DN consagrou amplo espaço noticioso nas suas edições à visita que se prolongou por seis dias. D. Carlos foi buscar o primo a bordo daquele navio. Em seguida, ambos rumaram ao Terreiro do Paço, onde Eduardo VII voltaria para a partida no dia 7
“Deu hontem entrada no Tejo, sendo recebido com a solemnidade devida á sua altíssima posição e á honra com que deseja distinguir-nos Eduardo VII, rei de Inglaterra, primeiro imperador das Índias”, escrevia o DN, na grafia da época, na primeira página de sexta-feira, 3 de abril, de 1903, encimadas pelo título “Eduardo VII em Portugal” – “O primeiro imperador das Índias é um monarca europeu, e, por uma extraordinária coincidência, por uma d’estas singularidades do destino, a primeira visita que elle faz, é ao representante e genuíno descendente d’aquelle, que, primeiramente, se intitulou, vão decorridos quatro séculos, senhor da conquista, commércio e navegação da Ethiopia, Arábia, Pérsia e Índia”, prosseguia o texto na primeira das oito colunas que dedicou à visita. Isto é, quase toda a primeira página mais quase toda a segunda numa edição total de quatro páginas, sendo a última publicidade e a terceira ainda publicidade, mais folhetim, editais e informação variada, esta em continuação da segunda.
“Ás cerimonias officiaes annunciadas, o povo associou-se com todas as delicadezas dos seus nobres sentimentos cavalheirescos, acclamando o regio visitante com uma alta expansão de respeito”. As ruas estavam “coalhadas absolutamente de todas as camadas sociaes, trabalhadores, curiosos, e forasteiros, que não poderam obter melhores logares, empoleirados nos trens e carroças, pendurados em cacho pelos candieiros e hombreiras de portas – aguardavam com anciedade a passagem do luzido cortejo”. Quanto ao rei britânico, este “passava com a mais commovente curiosidade saudando a capital (…) relembrando as acclamações dum passado distante, quando a sua barba rutilantemente loira não conhecia ainda o pezo solemne duma coroa imperial, nem as scintilações, por vezes sombrias, dum sceptro”. O DN referia anterior visita de Bertie, como Eduardo era tratado no círculo familiar, a bordo do HMSS Serapis, um “bello navio pintado de branco, como enorme cysne de neve, que vogasse no Oceano”, em 1876.
A visita de Eduardo VII, primeira que realizava ao estrangeiro como rei, era apresentada pelo DN como “a prova mais brilhante e evidente das cordealíssimas relações entre as duas coroas e entre os dois paizes”, em que “a amizade pessoal entre os dois respectivos soberannos concorre muito para isto”, recordando o carácter “secular” da “alliança anglo-lusa”. No plano pessoal, o rei inglês e D. Carlos eram primos pelo lado dos Saxe-Coburgo-Gotha, sendo que Eduardo VII estava relacionado com todas as famílias reais europeias, o que lhe valeu o cognome de Tio da Europa; o outro, foi o de OPacificador, pelos atributos diplomáticos.
Às 15.10, escreve o DN, o iate onde viajava Eduardo VII, “voltava em frente do Caes das Colunas lá ao largo, no Tejo 8…) numa volta imponente e elegantissima. Momentos depois, salvavam todos os navios de guerra e sahia do arsenal de marinha o bergantim real – noutro ponto da notícia lia-se que “era puxado por 80 homens, que faziam girar os remos numa cadencia que causava espanto – conduzindo para bordo do Victoria and Albert sua magestade el-rei D. Carlos. (…). Tejo acima seguiam numerosos barcos e vapores (…). Descrever a belleza do quadro que então nos foi dado ver, não é trabalho fácil” – por isso, o redator passa adiante, referindo apenas que era “este imponentissimo, illuminado por um sol sol [sic] bem portuguez”.
D. Carlos subiu a bordo do Victoria and Albert “ás 4 horas menos 20 minutos”. Mais adiante, o DN revela que os “dois monarcas abraçaram-se e beijaram-se”, tendo sido “demorada a entrevista a bordo”. Mais “de uma hora e meia”, vindo depois para o Terreiro do Paço. “Ás 5 horas e 5 minutos teve logar o atraque do bergantim real (…). Saltou em terra em primeiro lugar sua magestade el-rei D. Carlos, que estendeu a mão a sua magestade Eduardo VII, ajudando-o a desembarcar. (…). Suas magestades dirigem-se para o pavilhão” preparado para a receção onde o rei português apresenta a Eduardo VII “o sr. Conde de Avila, presidente da comissão administrativa da camara municipal, que profere” uma alocução em francês – língua diplomática da época. Eduardo VII era, aliás, era fluente em francês e alemão. Segue-se o cortejo até às Necessidades – com Eduardo VII “visivelmente impressionado” pelo acolhimento ao longo das ruas – onde chegou eram “quasi 6 ½ da tarde, e quando tinha desaparecido já o brilhante sol que durante o dia inundara de luz” Lisboa. Mal “o coche que conduzia os dois soberanos chegou ao cimo da calçada das Necessidades, subiram ao ar as girandolas de foguetes, as forças collocadas no largo prepararam-se para a continencia, e as bandas militares, bem como a da Casa Pia, tocaram o hymno inglez”. Durante o jantar – “muito intimo”, de que o DN divulga o menu, escrito em francês, que “começou às 8 ½ da noite” – “tocou a excellente banda de marinheiros, sob regencia do mestre sr. [Antonio María] Cheu”. Assim terminou o primeiro dia da visita, uma terça-feira.
ABEL COELHO DE MORAIS
No trono desde 1901, na sua primeira viagem ao estrangeiro, Eduardo VII, além de Lisboa, visitou Malta, Nápoles e Roma, onde se encontrou com o rei Vítor Emanuel III e com o papa Leão XIII. Deslocou-se a Paris, onde foi recebido pelo presidente Émile Loubet, uma visita considerada importante para a concretização da futura Entente Cordiale. Devido ao seu interesse e ação diplomática, foi-lhe atribuído o cognome de O Pacificador. O rei D. Carlos e a rainha D. Amélia retribuíram, em 1904, a visita do ano anterior a Lisboa. No seu funeral, em maio de 1910, o rei D. Manuel II esteve presente.

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publicado às 21:48

Visita do Imperador Guilherme II da Alemanha a Portugal no Diário de Notícias

por Blog Real, em 25.08.14

OS DIAS EM QUE O DN CONTOU: Foi a caminho de Marrocos, em março de 1905, para uma exibição de força da Alemanha, que Guilherme II parou uns dias em Lisboa, conhecendo a capital portuguesa, apreciando o Tejo e dando um salto a Sintra. A visita do kaiser teve ampla cobertura do DN, que no dia da chegada explicou aos leitores tudo sobre o imperador e a Alemanha, então grande potência emergente. O tom no jornal foi sempre de entusiasmo, refletindo o ambiente popular à volta do monarca.
É com o título “Imperador da Alemanha Guilherme II” a toda a largura da primeira página que o DN oferece as boas-vindas ao kaiser, a 27 de março de 1905. E dando espaço aos seus especialistas, o jornal apresenta várias facetas daquele que seria o último imperador alemão, desde O Homem de Guerra, minibiografia por António de Campos Júnior, romancista e autor da peça  A Torpeza  sobre o Ultimato Inglês, até uma visão sobre “Guilherme II – o seu perfil musical”, assinada por Júlio Neuparth. Há também oportunidade para ler a análise sobre “Guilherme II – O diplomata”, de Alfredo Ansur, célebre autor de Vive La République, poema editado em Lisboa e dedicado a Victor Hugo. Todo este entusiasmo em redor do soberano alemão prossegue até 1 de abril, quando o kaiser está já em Tânger a desafiar as intenções da França em Marrocos, episódio que muitos veem como um dos antecedentes da Grande Guerra.
“É a mais altiva e extraordinária figura de dinastia e a mais acrisolada vocação de homem de guerra do nosso tempo esse imperador, a quem os próprios adversários admiram”, escreve o DN deste Hohenzollern que “tem sob a sua mão dominadora a mais poderosa e perfeita máquina de guerra que ainda teve o mundo”. E sobre a sua marinha, que Guilherme II procurava equivaler à britânica, salienta o jornal “que ainda longe de igualar as esquadras da Grã-Bretanha, que contam 48 couraçados de linha de primeira classe, a Alemanha, contudo, está hoje superior à Rússia nesta classe de navios, e quase iguala pelo número os Estados Unidos”.
Atento também às ambições alemãs em África, que o avô de Guilherme II oficializara na conferência de Berlim, o DN refere que “tanto numa como noutra costa do continente africano Portugal e a Alemanha são vizinhos, tendo sido sempre muito cordiais as relações entre as autoridades alemãs e as portuguesas”, apesar de “incidentes de fronteira” sempre “resolvidos por forma conciliadora”, versão que os combates no Rovuma, fronteira entre Moçambique e a atual Tanzânia, desmentirão na guerra de 1914-1918.
Este aparente entusiasmo germanófilo no jornal não deve surpreender, mesmo só dois anos depois da festiva visita de Eduardo VII a Lisboa, até porque estava ainda bem vivo o Ultimato Inglês de 1890, que mostrou que apesar da aliança velha de séculos os britânicos cobiçavam as possessões portuguesas. E não faltava na sociedade da época figuras admiradas com sangue alemão, como Hintze Ribeiro, que foi chefe do Governo, Carolina de Michaëlis, berlinense que viria a ser a primeira mulher a dar aulas numa universidade portuguesa, ou Alfredo Keil, autor do futuro hino da República. Não esquecer que o próprio rei de Portugal era um Saxe-Coburgo-Gotha, por via de D. Fernando, o alemão que casou com D. Maria II. Terá sido, aliás, em alemão que D. Carlos conversou com o kaiser, como ele patrono das ciências, um terreno onde a Alemanha dava já cartas.
“Desde a uma hora da tarde que a aglomeração de povo no Terreiro do Paço era enorme, começando a polícia a estabelecer cordões a fim de ficar completamente livre o espaço onde deveria formar a brigada de cavalaria”, escreve o DN a 28. Para o monarca que chega a Lisboa no vapor Hamburg, escoltado pelo cruzador Friederick Karl, toda a pompa é pouca, com a guarda da cavalaria municipal a exibir-se “deslumbrante”. Assim, “o primeiro esquadrão com todos os cavalos pretos; o segundo, de cavalos brancos, e o terceiro, cavalos cor de castanha”.
D. Carlos tinha ido a bordo do navio alemão para acolher o imperador e trazê-lo até ao Cais das Colunas no bergantim real e ambos são ovacionados pelos milhares de pessoas que se acotovelam para presenciar o espetáculo. Saudados nas ruas de Lisboa, o kaiser segue para o Palácio de Belém, onde fica alojado, enquanto a família real vai para as Necessidades, residência dos últimos Braganças. À noite “jantar de gala de 250 talheres” no Palácio da Ajuda. E um concerto.
Conta o DN de 29 que no segundo dia em Lisboa, “o imperador Guilherme levantou-se cerca das sete horas da manhã, dirigindo-se depois de envergar o uniforme de coronel de cavalaria para o aposento que lhe serve de gabinete de trabalho”. Ali esteve duas horas, despachando assuntos de governo, parando para “uma ligeira refeição”. Depois, foi para o jardim, tendo “gostado imenso da vista que de ali se desfruta”. O almoço deu-se nas Necessidades. D. Carlos e D. Amélia foram anfitriões de um repasto em que se serviu “Oeufs à l’americaine” e “Cottellettes de veau au naturel”. Houve acompanhamento musical: Wagner e fado, claro. Tempo também para um passeio pela cidade e visita à Sociedade de Geografia, com o kaiser a acenar  enquanto descia a Rua das Portas de Santo Antão.
Sintra foi o destino da jornada seguinte, com o DN a escrever que o passeio à vila “foi coroado do melhor êxito”, com “a animação a ser enorme”, pois tinha vindo de Lisboa gente logo nos comboios da manhã. Após o almoço no Paço da Vila, visita à Pena, com o kaiser a apreciar a arquitetura e a “exuberante vegetação que se desenrola a seus olhos”.
No último dia, antes da partida de Lisboa, visita ao edifício dos Paços do Concelho e de novo a multidão. O jornalista do DN queixa-se dos empurrões que o impedem de tomar notas, mas assinala que “a Sociedade Filarmónica dos Calceteiros Municipais, que estava no coreto armado no largo do Pelourinho, executou o hino nacional português e várias peças de música”. Mais Wagner?
O Hamburg  deixou o Tejo rumo a Marrocos. O imperador terá ido bem impressionado de Portugal. O seu reinado durará ainda 13 anos, mas acabará mal, no fim de uma Guerra Mundial em que Portugal esteve ao lado da Inglaterra. Na edição de 10 de novembro de 1918, Guilherme II voltaria a ser notícia de capa no DN: “O Kaiser abdica.”

 

LEONÍDIO PAULO FERREIRA
“Mensagem da colonia allemã” (na grafia da época): “Queira vossa magestade dignar-se aceitar os mais humildes e respeitosos cumprimentos da colonia allemã em Lisboa. Datando o seu principio desde o 13.º século, desenvolveu-se esta colonia rapidamente devido em parte á actividade dos seus membros, e aos tempos favoraveis da sua fundação e especialmente a grande benevolência e protecção que os nobres reis neste bello paiz sempre lhe dispensaram. Mesmo depois de o velho imperio allemão se ter desmembrado conseguiu esta colonia conservar os costumes da sua patria e as suas antigas e veneraveis instituições, até que quando o grande antepassado de sua magestade reconstruiu o imperio, a colonia se poude novamente desenvolver reconstituindo-se cada vez mais durante os ultimos vinte anos graças á forte protecção e sabia regência de vossa majestade. Agradecendo humildemente e possuida da mais leal afeição por este motivo toda a colonia tem esperanças em vossa magestade como sempre, e ainda muito mais hoje, no dia em que pela graça de vossa magestade lhe é permittido cumprimentar o seu imperador e protector, renovando os protestos da mais imutavel fidelidade” (Tradução publicada no DN).
Foi sob a dinastia prussiana dos Hohenzollern que a Alemanha se unificou em 1871. De fora, ficou a Áustria dos Habsburgo, durante séculos a mais poderosa família da Europa. Ora, esse Império Alemão emergiu como grande potência, não só no Velho Continente, mas mundo fora, conquistando colónias em África e até na Oceânia. Guilherme I, com a ajuda do chanceler Bismarck, foi o primeiro kaiser. O filho Frederico III reinou apenas 99 dias. E em 1888 iniciou-se o reinado de 30 anos de Guilherme II, que levou a Alemanha à Primeira Guerra Mundial e que no final desta foi forçado a abdicar

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publicado às 12:27

Ilustração Portuguesa N.º 118, 25 Mai. 1908 - Quem é o Rei de Portugal?

por Blog Real, em 17.08.14

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O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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