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Teodoro Estevão de La Rue de Saint-Léger, ajudante de campo da Casa Real

por Blog Real, em 05.11.17

Teodoro Estevão de La Rue de Saint-Léger (1799-1871), conde de Saint-Léger 2.º Conde da Bemposta (3 de Julho de 1823) e 2.º marquês da Bemposta (24 de Fevereiro de 1836), foi mestre-sala da Casa Real, comendador da Ordem de Avis, cavaleiro da Ordem de S. Luis e da Legião de Honra em França, brigadeiro do Exercito, ajudante de campo de Pedro V de Portugal, de Augusto de Bragança, Duque de Coimbra e do rei Fernando II de Portugal, etc.

Foi casado com D. Maria Mância de Lemos Roxas e Menezes, 2.ª Condessa de Subserra.

Foram pais da 1ª marquesa da Bemposta-Subserra, D. Maria Isabel Antónia do Carmo de Lemos e Roxas de Carvalho e Menezes de Saint-Léger, herdeira da representação da Casa da Trofa, que casou (com licença real de 11 de Setembro de 1861) com o futuro 1.º marquês de Rio Maior, então 4.º conde de Rio Maior, António de Saldanha de Oliveira Juzarte Figueira e Sousa, sem geração.

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publicado às 21:33

D.Maria de Mascarenhas Barreto, dama honorária das rainhas D. Estefânia e D. Maria Pia

por Blog Real, em 27.10.17

D.Maria de Mascarenhas Barreto (27 de maio de 1823 - 30 de Abril de 1914) foi uma nobre portuguesa, sendo a 9.ª condessa da Torre, marquesa de Fronteira e marquesa de Alorna. Foi dama honorária das rainhas D. Estefânia e D. Maria Pia, sucedeu na residência do seu pai em 19 de fevereiro de 1881.

Casou-se em 12 de maio de 1856 com Pedro João de Morais Sarmento, segundo barão da Torre de Moncorvo (Copenhaga, 27 de dezembro de 1829 - Benfica, 10 de fevereiro de 1903 em Benfica), elevado pelo casamento a 9.º conde da Torre e depois a 8.º marquês de Fronteira e 6º marquês de Alorna.

Pedro João de Morais Sarmento, pertencente a nobre família Morais Sarmento, era filho do primeiro barão e Visconde de Torre de Moncorvo, Cristóvão Pedro de Morais Sarmento, e sua esposa D. Carolina Guilhermina Jordan. E entre os títulos concedidos ao seu pai; par do reino; oficial-mor da Casa Real; antigo gentil-Homem da câmara de D. Luís I de Portugal, com exercício na câmara de el-rei D. Fernando II; camarista de D. Carlos I de Portugal, comendador da Ordem de Cristo, cavaleiro da Ordem Soberana de São João de Jerusalém, de Roma; grande oficial da Ordem de Nichaf Intikar, de Túnis; oficial da Ordem de Leopoldo, da Bélgica; segundo Secretario de legação, provedor do Asilo de D. Maria Pia. Pedro João foi presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa de 5 de Novembro de 1890 a 8 de Agosto de 1891

Pelo casamento, ficou o segundo barão da Torre de Moncorvo autorizado a usar do título nobiliárquico de conde da Torre, por decreto de 29 de maio de 1856, e o de Marquês de Fronteira e de Alorna, por decreto de 6 e carta de 25 de maio de 1881. 0 título de barão da Torre de Moncorvo fora renovado, em verificação da segunda vida, a 8 de novembro de 1848. A data da carta régia que o elegeu [[par do reino]] é de [[16 de maio]] de [[1874]], prestando juramento e tomando posse na respectiva câmara na sessão de 5 de janeiro de 1875. Educado em Londres, era artista; amava a música, foi dos fundadores e diretores da Real Academia dos Amadores de Música, em Portugal.

Maria de Mascarenhas Barreto tinha grande predilecção pelas rosas, e o seu jardim era dos mais belos. Dedicava-se à fotografia. Os criados de sua casa, quando o cansaço ou a doença os inutilizavam, continuavam habitando no palácio. Não tiveram posteridade.

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publicado às 12:13

Augusto Bobone, Fotógrafo da Casa Real

por Blog Real, em 14.09.17

Augusto Bobone (1825 – 1910) foi um notável fotógrafo português.

Augusto Bobone foi o fotógrafo oficial da Casa Real nos últimos anos da Monarquia Constitucional.

Ganhou diversos prémios e medalhas nas exposições em que participou, destacando-se, em 1900, a Medalha de Ouro na Exposição Universal de Paris.

Nomeado fotógrafo das casas reais portuguesa e espanhola foi, sem dúvida, um dos profissionais preferidos da família real, bem como da Corte portuguesa. Ao longo da carreira ganhou diversos prémios e medalhas nas Exposições em que participou, destacando-se em 1900 o prémio da Medalha de Ouro na Exposição Universal de Paris.

Fonte: Wikipedia e matriznet.dgpc.pt

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publicado às 12:38

José Tedeschi, Farmacêutico da Casa Real

por Blog Real, em 13.09.17

José Tedeschi (Lisboa, 20 de Novembro de 1814 — Lisboa, 1904) foi filho de Vicente Tedeschi, natural de Napóles. Começou a trabalhar aos 14 anos de idade como praticante de botica nas farmácias de José Vicente Leitão e de Lourenço José Peres.

Em Setembro de 1837 inscreveu-se na então recém criada Escola de Farmácia. Criada em 1836 no âmbito da reforma educativa de Passos Manuel. anexa à Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, tendo concluído o curso a 22 de Junho de 1839.

Em 1840 foi provido, sem vencimento, no lugar de farmacêutico da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, cargo que fora considerado incompatível com o de administrador da botica do Hospital de São José, que até ali assegurara o ensino de Farmácia.

Quando em 1844 foi criada a cadeira de Farmácia na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, José Tedeschi foi escolhido para seu primeiro professor. Por decreto de 4 de Janeiro de 1845 foi nomeado professor de Farmácia e director do Dispensário Farmacêutico, cargos que ocupou até ser jubilado a 20 de Outubro de 1869. Foi também Farmacêutico da Casa Real.

Exerceu importante actividade política, tendo militado na esquerda monárquica e depois na esquerda republicana, sendo um dos fundadores do Partido Socialista Português. Foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa.

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publicado às 22:36

António Maria Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, 8.º visconde de Asseca, Camarista do príncipe herdeiro D. Luís Filipe

por Blog Real, em 24.08.17

António Maria Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara (4 de Agosto de 1840 - 15 de Maio de 1910), 8.º Cisconde de Asseca, Fidalgo da Casa Real, Par do reino, almotacé-mor e Camarista do príncipe herdeiro D.Luís Filipe.

Foi doutor em ciências políticas e administrativas pela Universidade de Lovaina (Bélgica).

Dados Genealógicos:
Nascido na freguesia de Santos-o-velho, em Lisboa, era filho do 7.º visconde de Asseca, Salvador Correia de Sá Benevides Velasco da Câmara, 7.º visconde de Asseca, e de D. Mariana de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, filha do 1. conde de Vila Real.

Casou a 1.ª vez, a 8 de Fevereiro de 1872, com:
* D. Leonor Maria Pinto de Soveral, filha de Eduardo Pinto Soveral, fidalgo da Casa Real e ministro plenipotenciário de Portugal, e de D. Maria da Piedade Pais de Sande e Castro.

Filhos:
* Maria da Piedade Correia de Sá casada com João Pinto Leite, 3º visconde dos Olivais.
* Salvador Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara|Salvador Correia de Sá Benevides Velasco da Camara, 9º visconde de Asseca]] casado com Carolina Maria Matilde Corrêa Henriques.
* Eduardo Correia de Sá casado com D. Maria Carlota Ribeiro da Silva de Bragança.

Casou 2.ª vez, em 15 de Dezembro de 1888, com:
* D. Maria Rita de Castelo Branco, dama de honor da rainha D. Maria Pia e viúva do 5.º marquês de Pombal, e filha de brigadeiro D. João de Castelo Branco.
Sem descendência deste casamento.

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publicado às 17:59

Salvador Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, 9.º Visconde de Asseca, oficial-mor da Casa Real

por Blog Real, em 24.08.17

Salvador Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, 9.º Visconde de Asseca, foi um político e militar português.

Filho de António Maria Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, 8º Visconde de Asseca e Mariana de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos.
Defensor da Monarquia, dedicou a sua vida a servir o regime monárquico e a família real. Exerceu como oficial-mor da casa real, e como Par do Reino. Em 25 de Julho de 1903, recebeu do rei D. Carlos o título de 9.º Visconde de Asseca.

Após a Proclamação da República, demitiu-se dos seus cargos, tendo acompanhado o rei D. Manuel II no seu exílio, como secretário particular. Após a morte do antigo monarca, foi o único português a acompanhar o corpo, que foi transportado num cruzeiro inglês, e representou a rainha D. Amélia e a rainha D. Augusta Vitória nas cerimónias fúnebres.

Acompanhou, em serviço, o general Raul Esteves numa visita à Alemanha, Suécia e Noruega; nessa altura, possuía a patente de capitão da Arma de Engenharia.

Também pertenceu ao conselho de administração da Companhia de Refinação e Petróleos.

Faleceu em 12 de Junho de 1939, na sua Quinta da Vigia, em São Pedro de Sintra, vitimado por uma hemorragia cerebral.

 

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publicado às 16:55

Franz Kerausch, Perceptor dos Príncipes D.Luís e D.Manuel

por Blog Real, em 15.08.17

Franz Kerausch, foi o preceptor dos príncipes D.Luís e D.Manuel (mais tarde Rei D.Manuel II). Acompanhou também a Família Real em várias viagens como a viagem que a Rainha D.Amélia fez com os filhos ao Egipto em 1903 ou a visita do Príncipe Real Luís Filipe ao norte do país em 1901. 

Franz Kerausch com o Príncipe Luís Filipe numa visita a Monção em 1901.

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publicado às 12:49

D. António de Lancastre, médico da Real Câmara

por Blog Real, em 15.08.17

D. António de Lancastre foi, entre outras actividades, médico da Real Câmara e colaborador da Rainha D. Amélia.

O médico acompanhou a Família Real em muitas viagens como a viagem que a Rainha D.Amélia fez com os filhos, o Príncipe D.Luís Filipe e o Infante D.Manuel ao Egipto.

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publicado às 12:28

Funcionários da Família Real - D. Maria Luísa de Sousa Holstein: dama da rainha D. Maria Pia, e camareira-mor da rainha D. Amélia

por Blog Real, em 05.05.16

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D. Maria Luísa de Sousa Holstein (1841–1909), 3.ª duquesa de Palmela e 2.ª Marquesa do Faial. Foi muito influente na sociedade do seu tempo exercendo as posições de dama da rainha D. Maria Pia, e camareira-mor da rainha D. Amélia.

Fundou e presidiu à Associação das Cozinhas Económicas de Lisboa que se destinava a distribuir comida aos mais necessitados.

A Duquesa de Palmela  casou com D. António de Sampaio e Pina de Brederode, filho 2º dos Viscondes da Lançada, título que entrou na Casa Palmela.

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publicado às 23:16

António Maria Vasco de Melo César e Meneses, Mordomo-mor da Casa Real

por Blog Real, em 07.03.16

António Maria Vasco de Melo César e Meneses (Lisboa, 13 de Novembro de 1851 — Lisboa, 21 de Maio de 1923), 9.º Conde de Sabugosa, também conhecido por António Vasco de Melo, bacharel formado em Direito, diplomata e alto funcionário, mordomo-mor da Casa Real, Par do Reino, poeta e escritor distinto. Foi autor de múltiplos contos, crónicas, comédias e poemas, de diversas obras sobre escritores portugueses do século XVI e de uma obra histórica sobre Sintra. Fez parte do grupo dos Vencidos da Vida, tendo colaborado também na Revista de Portugal.

Biografia

António Maria Vasco de Melo César e Meneses nasceu em Lisboa, a 13 de Novembro de 1851, filho de D. António Maria José de Melo da Silva César e Meneses, o 3.º marquês de Sabugosa, e de D. Maria do Carmo da Cunha Portugal e Meneses, dama honorária da rainha D.Maria Pia. Seu pai foi um prestigiado par do Reino, ministro, governador civil e um dos mais destacados membros do Partido Histórico do seu tempo.

Casou a 8 de Janeiro de 1876 com D. Mariana das Dores de Melo, 4.ª condessa de Murça, título que lhe foi renovado como herdeira de seu pai, D. João José Maria de Melo Abreu Soares de Vasconcelos Brito Barbosa e Palha, o 3.º conde de Murça, e de D. Ana de Sousa Coutinho Monteiro Paim. A esposa foi dama das rainhas D. Maria Pia e D. Amélia de Orleães e presidente da Associação Protectora das Escolas para Crianças Pobres.

António Vasco de Melo, nome que utilizou enquanto estudante e com o qual assinou muitas das suas obras literárias, era bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde terminou o seu curso em 1877.

Por decreto de 15 de Setembro de 1879, recebeu a mercê do título de 9.º conde de Sabugosa, para além de ter herdado diversos outros títulos e honras, que reuniu na sua casa aos da casa dos condes de Murça, provenientes da família da esposa. Apesar de poder suceder a seu pai nos títulos de marquês de Sabugosa e de conde de São Lourenço, nunca se encartou.

Em 1882 ingressou na carreira diplomática como funcionário da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, com o cargo de segundo-oficial, sendo nomeado secretário de legação em 1885. Ascendeu a enviado extraordinário e ministro plenipotenciário, servindo no gabinete do ministro, cargo de que foi exonerado, a seu pedido, por decreto de 3 de Novembro de 1910, na sequência da implantação da República.
Foi também alcaide-mor de Elvas e veador e mordomo-mor da casa da rainha D. Amélia de Orleães, tendo sido o último a exercer esses cargos.

Actividade literária

Herdeiro de uma vasta biblioteca, que incluía muitas obras raras e inéditos, foi escritor e poeta de mérito. Em 1894 publicou, de colaboração com Bernardo Pinheiro Correia de Melo, 1.º conde de Arnoso, um interessante livro de contos, intitulado ''De braço dado''. Em 1903 publicou o livro ''O Paço de Sintra, Apontamentos Históricos e Arqueológicos'', obra que inclui desenhos da autoria da rainha D. Amélia de Orleães, para além de colaboração artística do aguarelista Enrique Casanova (1850-1913) e do arquitecto Raúl Lino da Silva (1879-1974). A obra inclui a primeira publicação em português do poema ''Sintra'' de poetisa humanista Luisa Sigea.

Em 1906 editou o ''Auto da Festa'', de Gil Vicente, obra então caída no esquecimento, a partir de raro exemplar que encontrou na biblioteca do seu palácio do Calvário. O ''Auto da Festa'' foi publicado acompanhado por um estudo crítico da sua autoria e de numerosas notas e comentários. Também editou, a partir de texto encontrado na sua livraria, a obra ''Auto da Natural Invenção'' do poeta António Ribeiro Chiado, o Chiado (1917).

Em 1908 publicou o livro Embrechados, que em pouco tempo teve duas edições. Colaborou assiduamente na Revista de Portugal editada por Eça de Queirós e também se encontra colaboração da sua autoria nas revistas A semana de Lisboa (1893-1895), Serões (1901-1911), O Thalassa (1913-1915) e Ideia Nacional (1915).

Para além das obras atrás citadas, publicou muitas outras, bem como muitos artigos e ensaios de carácter histórico e literário, contos e versos que se encontram dispersos em revistas e jornais.

Fez parte do grupo de intelectuais que se autodenominava Vencidos da Vida, tendo privado, entre outros, com Joaquim Pedro de Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós e Maria Amália Vaz de Carvalho.

Actividade política

Na eleições gerais de Outubro de 1879 foi eleito deputado às Cortes pelo círculo de Arouca, prestando juramento a 14 de Janeiro de 1880. Apesar de pouco interventivo, participou nas comissões parlamentares de negócios estrangeiros e de legislação civil, sendo secretário de ambas. Não voltou a ser eleito.

Por falecimento de seu pai, a 2 de Dezembro de 1897, ascendeu ao pariato por direito hereditário, tendo tomado assento na Câmara a 26 de Março de 1898. Na Câmara dos Pares fez parte de múltiplas comissões, com destaque para as relacionadas com os negócios estrangeiros e o comércio externo, com destaque para a procura de mercados para as exportações tradicionais portuguesas: vinho e cortiça. Não fez intervenções de grande fôlego, nem foi muito participativo no hemiciclo.

Destacou-se em 1908 na discussão da lei sobre os cargos e o financiamento da Casa Real, defendendo a sua independência em relação ao poder político e a necessidade de evitar a ingerência partidária na vida palatina.

Com o advento da República, afastou-se da actividade política, mas manteve-se fiel aos seus princípios monárquicos, tendo visitado frequentemente a família real portuguesa durante o seu exílio em Inglaterra. Essa fidelidade, e aberta defesa que fazia da monarquia, valeram-lhe algumas semanas de prisão no Castelo de São Jorge durante a fase crítica da intentona da Monarquia do Norte.

Falecimento, honras e títulos

Faleceu em Lisboa a 21 de Maio de 1923. Foi grã-cruz da Ordem de Cristo; comendador e grã-cruz da Ordem de Santiago da Espada, por decreto de 4 de Dezembro de 1909; mordomo-mor da Casa Real, nomeado em Abril de 1903; Par do Reino, por nomeação de 17 de Março de 1898; e sócio efectivo da Academia Real das Ciências de Lisboa.

Foi também membro do Instituto de Coimbra, da Associação dos Arquitectos Civil e dos Arqueólogos Portugueses e da Sociedade Literária Almeida Garrett. Foi presidente da Sociedade de Bibliófilos Diogo de Machado.

Tendo passado pela carreira diplomática, foi agraciado com múltiplas condecorações estrangeiras.

Obras publicadas

António Maria José de Melo César e Meneses foi editor de obras de Gil Vicente e do poeta Chiado. Entre as suas principais obras publicadas contam-se:
*''Minuete'' (1877);
*''Poemetos'' (1882)
*''Na Goela do Leão'' (1882);
*''De Braço Dado'' (em colaboração com o 1.º conde de Arnoso) (1894)
*''O Paço de Cintra, apontamentos historicos e archeologicos'' (adornado com desenhos da rainha D. [[Amélia de Orleães]]) (1903);
*''Embrechados'' (1908);
*''Neves de Antanho'' (1910);
*''Donas de Tempos Idos'' (1912);
*''Gente d'Algo'' (1915);
*''A Rainha D. Leonor'' (1921);
*''Bobos na Corte'' (1923).

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publicado às 02:10


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Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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