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Livro "O Mensageiro do Rei"

por Blog Real, em 27.04.17
Contra capa
 
Sinopse
D. Manuel II foi o nosso último rei. Tinha dezoito anos, quando mataram seu pai, D. Carlos, e o príncipe real Luís Filipe, em 1908. De súbito, caía sobre a cabeça do jovem a obrigação de reinar um país onde os monárquicos não se entendiam, decadentes, caciques traiçoeiros e republicanos que recorriam a todos os métodos, da grande oratória á intriga mesquinha, para que a República deixasse de ser um sonho. Reinou trinta meses. Teve seis governos e a obrigação de casar com uma princesa. 
Os reis europeus recusaram-lhe filhas e netas, antevendo a queda da realeza, e á falta de princesa, apaixonou-se por uma deusa francesa: Gaby Deslys. Linda! O amor entre os dois foi o único legado coerente do seu reinado. Rigoberto era o mensageiro que lhe levava notícias do amor distante. Também ele apaixonado por Gardénia. 
É a história de amizade entre o rei e o mensageiro, assim como as histórias dos amores de ambos, que vos narro neste livro. Até que o amor os separou, a Monarquia caiu e a República nasceu para viver durante 16 anos, com 45 governos, duas ditaduras pelo meio, e oito presidentes da República.
Casa das Letras

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publicado às 16:48

Colecção "Viva o Rei" do Expresso e da Visão

por Blog Real, em 02.11.16

A Visão e a Expresso foram ao passado e reeditaram a coleção 'Era uma vez um rei...,'lançada há dez anos, e que alcançou um sucesso indiscutível.

Esta coleção regressou e desta vez com novas ilustrações, uma nova revisão cientifica e ainda um conjunto de elementos de multimédia para que possa aprender da forma mais interátiva sobre a história de Portugal e os seus reis.

Com uma linguagem acessível e ilustrações encantadoras, cada livro dá a conhecer a história de alguns dos mais importantes reis portugueses, estimulando as crianças para a importância da nossa História. Uma viagem ao passado que as crianças nunca mais irão esquecer!

Esta coleção irá estar nas bandas entre o 3 de novembro de 2016 e 7 de janeiro de 2017 e, além dos dez livros, inclui também a oferta de uma caixa arquivadora com o primeiro livro.

Esta coleção pretende dar a conhecer aos mais novos alguns episódios da vida de reis portugueses e despertar nas crianças o interesse pela História de Portugal e a vontade de saberem mais sobre o passado do nosso país.

Cada livro apresenta a história de um rei, com uma linguagem simples e alguma fantasia, indo ao encontro do imaginário dos mais pequenos. No final da obra, há duas secções com informação adicional sobre o respetivo reinado.

Esta é uma coleção multimédia composta por 10 livros e conteúdos online exclusivos disponíveis em www.vivaorei.pt

 

O que é a plataforma digital?

É a parte interativa que complementa a história disponibilizada em cada livro. Nela encontrará curiosidades, as principais datas da História de Portugal, jogos, datas e dinastias dos Reis de Portugal

Como posso aceder à plataforma digital

Vá a www.vivaorei.pt, e aceda a conteúdos exclusivos, Na área multimédia insira o código de ativação e oiça a história do livro

O que é o código de ativação?

É um código que se encontra impresso na página 30 de cada livro e que lhe permitirá activar o acesso ao conteúdo áudio do livro na plataforma digital.

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publicado às 12:05

Capa do livro "Os Últimos Dias do Rei" de Nuno Galopim

por Blog Real, em 30.08.16

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publicado às 00:23

Nuno Galopim desvenda a vida do rei D. Manuel II

por Blog Real, em 16.08.16

Estreia do jornalismo na ficção com um romance de descoberta do último rei de Portugal: "Todos sabem o seu nome mas é o que menos conhecemos"

Os Últimos Dias do Rei é o terceiro livro que Nuno Galopim assina em dois anos. Depois de Os Marcianos Somos Nós (Gradiva, 2015) e da biografia dos The Gift, o novo título marca a estreia do jornalista na ficção, a partir da vida de D. Manuel II, monarca sem trono, que, após a implantação da República, se instala nos arredores de Londres, em Fulwell Park, onde morre em 1932, aos 43 anos, sem ter voltado a Portugal. Assume os destinos de Portugal com apenas 18 anos, e sem esperar, após o assassinato do pai, o rei D. Carlos, e do herdeiro ao trono, Luís Filipe, em 1908. Dois anos depois o regime cai definitivamente. É por aí que o autor começa a narrativa. Para o final, e porque é um apaixonado pelos "e ses..." da ficção histórica, permite-se traçar cenários.

O que é real e o que é ficção em Os Últimos Dias do Rei?

Tudo o que é relacionado com a vida de D. Manuel é factual e resultou de meses de leitura e muita recolha de dados, cruzando várias fontes, para obter o maior número possível de pontos de vista. O que é ficção é a criação de pontos de ligação entre a história de D. Manuel: a história de 2016, que é o motor de todas as descobertas, e o jornalista de 1932 que acompanha [o rei] nos seus últimos tempos de vida. É através desta relação entre duas personagens fictícias que descobrimos D. Manuel II. Acho que todos os portugueses sabem o seu nome porque foi o último rei de Portugal, mas na verdade é aquele de quem nós, como coletivo, menos conhecemos.

O que descobriu sobre D. Manuel?

Antes mesmo de o Estado português ter tomado posição na I Guerra Mundial, ele ofereceu os seus préstimos ao rei de Inglaterra, tomou partido no esforço de guerra pelos Aliados e trabalhou com hospitais até ao final do conflito. Foi uma figura importante no estabelecimento de novas formas de tratar um certo tipo de ferimentos, ligados sobretudo à ortopedia, pensando não só o tratamento em si, mas a colocação desses feridos no mercado laboral finda a guerra, o que fez dele uma figura muito querida da associação de ortopedistas ingleses. Sabia que era um amante do desporto, mas não fazia ideia que ele tinha estado na final feminina de Wimbledon em 1932, pouco antes da sua morte.

Porque decidiu escrever ficção?

Não decidi, foi o Francisco Camacho [editor da Esfera dos Livros] que me desafiou! Ele perguntou--me muito simplesmente: por que não fazes uma ficção? E eu respondi: sou jornalista, só escrevo sobre coisas factuais, não sei inventar histórias. Ele insistiu. Como não me podem lançar desafios, disse que sim... e procurei encontrar pontes entre o trabalho de um jornalista na sua relação com a realidade de uma forma desapaixonada, correta, informativa e formativa, e depois o lado do ficcionista que encontra uma trama para lá encaixar estas várias histórias.

Em vez de existir um alter ego, existem dois: o jornalista de 1932 e o estudante de cinema de 2016.

Dividi-me em duas figuras, um jovem recém-formado em cinema que está a viver em Londres, e um jornalista que nos anos 30 entrevista D. Manuel II.

Visitou os locais do livro?

Foi muito importante ir aos espaços: visitar o Palácio das Necessidades e ver onde era o quarto de D. Manuel II, onde era o quarto do irmão, reparar que havia umas escadinhas que levavam ao quarto da rainha, no andar de cima. E, além disso, ir a Londres, não só à loja da Maggs Brothers, que hoje já não está no mesmo espaço do que nos tempos de D. Manuel, mas perceber o que é a loja e sentir o ar daqueles livros. E ir até à casa dele. A mulher dele, Augusta Vitória, vendeu a propriedade algum tempo depois da morte do rei. Essa zona foi loteada. As ruas chamam-se D. Manoel Road, Augusta Road, Portugal Gardens... E é pela toponímia que sabemos que a memória do rei está ali, na igreja onde ele ia, e que tem fotografias dele e uma placa a lembrá-lo, está na loja onde há um livro sobre D. Manuel II, mas cada vez mais essa memória está a dissipar-se. O tempo erode essas memórias e cabe aos livros fixá-las.

Fonte: http://www.dn.pt/artes/interior/nuno-galopim-desvenda-a-vida-do-rei-d-manuel-ii-5235599.html

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publicado às 14:52

"Casas Reais Europeias-Portugal", da colecção da revista FLASH (Maio de 2004)

por Blog Real, em 30.06.16

A FLASH editou em 2004 uma colecção de pequenos livros sobre as Casas Reais europeias. Ao que concerne à Casa Real Portuguesa a edição contém vários erros e confusões e um discurso assente nos lugares comuns do que hoje se considera ser o movimento monárquico. Mas salva-se airosamente a parte respeitante a SAR D. Duarte Pio, pela qualidade e elegância das fotografias publicadas.Edição esgotada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: monarquia.webnode.pt

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publicado às 20:07

Amélia, Rainha de Portugal de Eduardo Nobre

por Blog Real, em 30.03.15

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Primeira biografia, publicada em Portugal, da rainha D. Amélia, a última rainha da monarquia portuguesa. Com a ajuda de dezenas de documentos inéditos da família real portuguesa e mais de 200 fotografias e gravuras, o livro conta a vida da rainha, desde a infância até à derradeira viagem a Portugal e à morte no exílio: o noivado, o casamento, a vida em família, as viagens de Estado, as causas defendidas, a morte do marido e do filho e o exílio.

Pode saber mais aqui

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publicado às 15:48

D. Manuel II, o último Rei de Portugal de Ricardo Mateos Sáinz de Medrano

por Blog Real, em 30.03.15

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A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse. É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio. Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão.

Título:
D. Manuel II, o último Rei de Portugal

Colecção:
História Divulgativa

Nr de páginas:
276 + 32 Extratextos

PVP /c Iva:
21 €

ISBN:
978-989-626-441-3


Formato:
16 x 23,5

Encadernação:
Brochada

Data:
Novembro

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publicado às 15:39


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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