Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Quase 2 mil querem incluir duque de Bragança no protocolo de Estado

por Blog Real, em 14.03.17

Uma petição pública eletrónica juntou, desde sábado, perto de 2 mil assinaturas de cidadãos que querem o duque de Bragança incluído no protocolo de Estado, através da alteração à legislação de 2006.

Entre os 1.770 peticionários estão o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, o conselheiro de Estado Lobo Xavier, e muitas outras figuras de CDS-PP e PSD, mas também o politólogo Adelino Maltez ou o escritor Rui Zink, além do historiador Jaime Nogueira Pinto e dos empresários Paulo Azevedo e Paulo Teixeira Pinto.

"A lei atual é de 2006 e, quando foi discutida, esta questão já se colocou e acabou por ser aprovada uma versão em que foi completamente excluída. Passados 10 anos, houve instituições e pessoas que acharam por bem levantar o assunto porque há algumas dificuldades protocolares quando d. Duarte Pio, que é convidado regularmente para eventos, no seu enquadramento", disse à Lusa um dos promotores da petição "Inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado", Tomás Moreira.

O dirigente da associação monárquica Causa Real, empresário de 59 anos, garantiu que o objetivo é o assunto vir a ser debatido na Assembleia da República. As petições, uma vez admitidas em São Bento em sede de comissão parlamentar, são entregues a um deputado para tomar as diligências consideradas adequadas. Se tiver mais de 1.000 assinaturas, os autores têm de ser ouvidos pelo parlamento. Ultrapassadas as 4.000, o assunto tem mesmo de ser levado a plenário.

"Enquanto chefe da Casa de Bragança, [Notes:Duarte Pio] tem sido convidado a participar em eventos oficiais, importantes momentos da vida do Estado, especialmente quando envolvem a participação de membros da realeza mundial, em cerimónias de celebração histórica ou cultural, no estrangeiro, como representante da comunidade portuguesa, em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa", justifica-se no texto.

A petição defende tratar-se do "reconhecimento pelo Estado português de que o chefe da Casa de Bragança é, mesmo no regime republicano vigente, o legítimo sucessor dos reis de Portugal" e que "a maturidade do regime republicano deveria permitir a formalização deste relacionamento, passando a incluir o tratamento devido ao duque de Bragança na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português'", como "já acontece com as altas entidades estrangeiras e internacionais, diplomáticas, religiosas, universitárias e os parceiros sociais".

Outro antigo autarca, Carmona Rodrigues, atuais e antigos deputados e dirigentes democratas-cristãos como Diogo Feio, Nuno Melo, Telmo Correia, Mota Soares, mas também os jornalistas e escritores Miguel Esteves Cardoso, Eduardo Cintra Torres e Henrique Raposo, bem como o cozinheiro Hélio Loureiro, figuram entre o rol de subscritores.

Pode assinar a petição Aqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:36

Comunicado sobre as cerimónias fúnebres de D.Henrique de Bragança

por Blog Real, em 15.02.17

O Gabinete de S.A.R. o Duque de Bragança publicou no seu site oficial um comunicado sobre as cerimónias fúnebres de D.Henrique de Bragança, Duque de Coimbra.

A urna chegará a S. Vicente de Fora, amanhã, quinta-feira, dia 16 de Fevereiro, pelas 16h00, sendo a Missa de Corpo Presente celebrada pelas 19h30.

Na sexta-feira, dia 17 de Fevereiro, será rezada Santa Missa às 10h00, no mesmo local, com saída para Santar, Concelho de Nelas, onde haverá Missa na Igreja da Misericórdia pelas 16H00.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:07

Morreu D. Henrique João, duque de Coimbra, irmão de D. Duarte de Bragança

por Blog Real, em 15.02.17

Dom Henrique João de Bragança 4º duque de Coimbra, irmão mais novo de D. Duarte de Bragança e bisneto do rei D. Miguel I faleceu esta quarta feira, mais de um mês depois de ter sofrido uma queda, que o deixou debilitado e com um traumatismo crânio-encefálico. 

O seu corpo seguirá esta quinta-feira para a Igreja de São Vicente de Fora, onde ficará em câmara ardente. É nesta Igreja que se situa o Panteão Real da Dinastia de Bragança.

Amanhã haverá uma missa na Igreja de São Vicente de Fora, ainda sem hora marcada, uma vez que D.Duarte não está no país.

O Infante nasceu em Berna a 6 de novembro de 1949.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:16

Duarte de Bragança vai a São Tomé doar casa a estudantes desfavorecidos

por Blog Real, em 15.02.17

O herdeiro da Casa Real Portuguesa, Duarte Pio, vai na próxima semana a São Tomé e Príncipe doar uma residência para estudantes que moram longe e inteirar-se da ajuda que pode ser dada ao desenvolvimento da agricultura.

"A Fundação Dom Manuel II vai comprar uma casa para servir de alojamento para estudantes que vêem do interior e não têm onde ficar, e ficam hospedados nesta casa, que dá para 20 estudantes", disse Duarte Pio à Lusa.

A ida do herdeiro da Casa Real a São Tomé surge no seguimento de anteriores projetos já desenvolvidos nas áreas da formação profissional e de investigação científica em Timor, Angola e Guiné.

"Para além de ajudar a desenvolver uma agricultura familiar mais sustentável para potenciar a produção de produtos alimantares e proteger a floresta, vou estudar a hipótese de fazer um curso de formação rural para jovens são-tomenses", disse Duarte Pio,

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:15

Missa Solene celebrada por alma do Rei D.Pedro I

por Blog Real, em 28.01.17

Missa Solene

Celebrada por Alma d'El Rei D. Pedro I

Pelo 650º Aniversário do seu Falecimento

1367 - 2017

 

Com a Presença do 

Chefe da Casa Real Portuguesa 

 

 Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça     

29 de Janeiro de 2017 - Pelas 18:00 Horas

Participação do Coro Municipal da Lourinhã

 

Organização:

Associação de Amigos

de D. Pedro e D. Inês

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:32

"Jantar de Reis" no Paço dos Duques de Bragança em Guimarães em Fevereiro

por Blog Real, em 21.01.17

D.Duarte de Bragança será o presidente de honra do “Jantar de Reis em Guimaraes 2017”, que se irá realizar no dia 4 de Fevereiro no Paço dos Duques de Bragança em Guimarães.

Este evento organizado por a Casa Real Portuguesa contará con o alto patrocónio de outras casa reais não reinantes: as do Egipto, Ruanda e Hawai (que foi um reino até ao século XIX).

Este jantar serve como reunião e encontro de personalidades e associações monárquicas de Portugal e de outros países, assim como pessoas da política e da cultura, diplomáticos... e incluindo este ano outros chefes de casas reais estrangeiras.

Também se aproveita para promover o património cultural, a gastronomía, o vinho e o artesanato de Portugal. Já há muitas mesas esgotadas para reservas, com um preço que vai dos 35 aos 45 euros.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:26

Palácio da Ajuda vai ser concluído 222 anos depois do início das obras

por Blog Real, em 21.09.16

Não é todos os dias que se conclui uma obra iniciada há mais de duzentos anos. No caso do Palácio Nacional da Ajuda, cuja construção foi lançada em 1796, a obra deverá ficar terminada algures no final de 2018. A conclusão do monumento nacional, com o remate da sua fachada poente — a parte inacabada que dá para a Calçada da Ajuda —, vai finalmente avançar, por acordo entre o Ministério da Cultura, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL). O Ministério, que não é só o responsável pelo imóvel mas também seu inquilino, avançou com o projeto, da autoria do arquiteto João Carlos Santos, e com cerca de quatro milhões dos 15 milhões de euros em que a obra está orçamentada; a parte de leão do financiamento fica a cargo da CML, através da taxa turística municipal, que é gerida pela ATL.

 

O protocolo entre as três entidades, assinado esta segunda-feira, tem um prazo de duração de 20 anos e o projeto prevê algo mais do que a sempre adiada conclusão do palácio: na ala renovada irá nascer um novo espaço museológico, onde ficarão em exposição permanente as joias da coroa portuguesa, como aliás já havia sido adiantado pela Revista do Expresso, no início de 2015. Ao todo, são 15 milhões de euros para edificar duas caixas fortes e terminar a fachada, recuperando ainda a Calçada da Ajuda entre a Alameda dos Pinheiros e a Rua das Açucenas.

Os quatro milhões de euros assegurados pelo Ministério da Cultura através da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) vêm, em parte, da indemnização recebida pelo roubo de quatro joias da coroa portuguesa em Roterdão, na Holanda, em 2002. Os restantes 11 milhões correspondem à comparticipação da ATL (€6 milhões oriundos da primeira aplicação prática da taxa turística em Lisboa; €2 milhões de capitais próprios; e €3 milhões de um empréstimo ainda a contratualizar). Segundo João Carlos Santos, o arquiteto responsável pela nova ala do Palácio da Ajuda, o custo do projeto é sobretudo agravado pelos padrões de segurança exigidos para a exposição.

A abertura está prevista para dezembro de 2018. O concurso público e adjudicação da obra devem estar concluídos em julho de 2017. Dezoito meses é o prazo de execução da obra.

Tanto o ministério como a autarquia salientam a “conjugação de vontades”, nas palavras de Fernando Medina, que permite no século XXI concluir uma obra de que vem de finais do século XVIII. “Este projeto é fruto de uma grande vontade política e de uma capacidade de articulação exemplar entre o Ministério da Cultura, a Câmara de Lisboa e a ATL em prol da cultura”, diz ao Expresso o ministro Luís Filipe Castro Mendes.

“Até agora faltaram ou a audácia ou os recursos financeiros”, comenta Fernando Medina. “Agora, a DGPC queria muito avançar, o facto de ter sido um projeto feito na casa teve grande importância, e os recursos chegam via Turismo de Lisboa, graças à taxa turística. Sempre ficou acordado que a taxa turística, que outros criticaram como ‘taxas e taxinhas’, serviria para dinamizar o sector, e todos os agentes se mostraram muito entusiasmados com a possibilidade de criar uma nova centralidade e um novo polo cultural e patrimonial, aproveitando o palácio e a coleção de joias”, diz o autarca de Lisboa.

O plano de negócios prevê que o retorno do investimento comece 12 anos após a inauguração do espaço, data em que as despesas do financiamento e os encargos com empréstimos estarão pagos, com as receitas de bilheteira a garantir a sustentabilidade. Numa área de construção de 5450 m2 e de 3100 m2 de espaços exteriores vai nascer uma casa disponível para manter em exposição permanente a coleção de ourivesaria que ronda as 6300 peças, constituída, em grande medida, entre os séculos XIV e XX, e as 900 joias reais, de variadíssimas tipologias e proveniências, elaboradas entre os finais do século XVII e o fim do século XIX.

 

Pórticos de segurança, dois núcleos expositivos em dois pisos distintos, uma cafetaria com vista para o Tejo e para toda a zona de Belém, uma loja, e todos os serviços administrativos, de funcionamento, de bilheteira (que poderá vir a ser conjunta com a entrada no Museu do Palácio da Ajuda, já existente), de serviços técnicos e de climatização, serão ancorados por uma fachada com referências aos alçados já existentes e de cariz neoclássico, com duas torres laterais à altura dos torreões norte e sul da outra fachada do edifício, e por uma estrutura com lâminas de sombreamento, que lhe dará o seu ar contemporâneo.

Ao longo dos anos, vários estudos estiveram sobre a mesa para a conclusão da fachada poente, desde Raul Lino, nos anos 40, a Gonçalo Byrne, na década de 80. O ministro Castro Mendes assume a escolha do projeto de João Carlos Santos por ser “o melhor”. “Não queríamos reconstruir a fachada poente do palácio, nem pretendíamos fazer um exercício mimético em relação ao resto do edifício. Queríamos o encerramento harmonioso da fachada, com acrescentos leves e com uma linguagem arquitetónica nova.” Foi também a opção mais barata. “O custo também pesou”, assume o governante. João Carlos Santos é quadro da DGPC.

Questionados sobre a necessidade de um concurso de ideias mais amplo ou de debate público sobre esta escolha, tanto Castro Mendes como Fernando Medina desvalorizam. “Todo o debate público que tem havido ao longo dos tempos foi tido em conta e a escolha desta imagem não esqueceu esse diálogo de ideias. Mas não podemos estar sempre a relançar debates. Seria uma espécie de Santa Engrácia e daqui a 200 anos ainda estaríamos à espera”, responde o ministro. O autarca assina por baixo: “Era importante não perder o momento e a oportunidade. Se calhar foi por isso que se perdeu tanto tempo no passado.”

Fonte: Expresso

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:50

Covilhã celebra 125 anos da chegada do comboio e da Família Real

por Blog Real, em 28.08.16

fotoCom o objetivo de assinalar os 125 anos da chegada do comboio à Covilhã, a autarquia em parceria com as Infraestruturas de Portugal, CP, Fundação do Museu Nacional Ferroviário e várias associações locais, elaborou um programa de atividades que incluem exposições, publicações e recriações históricas.

Entre 6 e 31 de setembro, estará patente ao público, na Estação de caminhos-de-ferro, da Covilhã, a exposição “Na Linha desde 1891”. O momento alto destas comemorações terá lugar no dia 6 de Setembro, dia do 125º aniversário da chegada do comboio à cidade, com uma recriação histórica, também na Estação de CP, a partir das 18 horas, que contará com largas dezenas de figurantes. Este evento pretende recrear o programa da visita dos reis D. Carlos e D. Amélia à Covilhã nos dias 6 e 7 de Setembro de 1891. Neste dia será ainda distribuída uma edição fac-similada do jornal publicado há 125 anos por Pedroso dos Santos, Presidente da Câmara da Covilhã e Governador Civil de Castelo Branco, intitulada “ 6 de Setembro de 1891”.

Fonte: JORNAL DO FUNDÃO e Real Associação da Beira Litoral

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:53

Notícias do "Portuguese Centenary Appeal"

por Blog Real, em 16.08.16
 
 
 
Guiado pelo Anthony Bailey, segue em frente o Centenary Appeal , que vai prestar tributo aos soldados portugueses mortos na I Guerra Mundial , bem como erigir uma estátua de D. Manuel II em Twickenham , local onde viveu exilado.
S.A.R. O Senhor Dom Duarte , Duque de Bragança, é o patrono desta organização :
 
In my capacity as Chairman of the Portuguese Centenary Appeal I called on Lord True, Leader of the London Borough of Richmond upon Thames at the Town Hall in Twickenham a few days ago.

Discussions were held concerning the recently launched Portuguese Centenary Appeal and the prospect of future events and projects aimed at promoting both national ties between Britain and Portugal as well as civic ties between Sintra and Richmond upon Thames.

The Appeal seeks funds to create the first war memorial in Britain to the Portuguese War dead of WW1; to erect a statue to Portugal's last King and longtime local resident Dom Manuel II and to restore St James's Church in Twickenham where he prayed. I delivered too a letter to Lord True from the Mayor of Sintra, Dr Basilio Horta.

The current Town Hall, York House in Twickenham was where Queen consort Maria Amelia of Portugal was born in 1895. Born a Princess of Orleans she later married King Carlos I of Portugal and was the mother of King Manuel II - Portugal's last King who, on the declaration of the Republic in 1910, lived in exile in Twickenham from 1911 until his untimely death in 1932 and his subsequent return to Lisbon where he was accorded a State Funeral. CouncillorClare Head also attended the meeting.

For more information and ways to support this appeal please visit www.portugueseappeal.org

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:03

Landau do Regicídio sai do Museu dos Coches para Vila Viçosa

por Blog Real, em 23.07.16

O "Landau do Regicídio", o veículo onde seguia a família real, a 1 de Fevereiro de 1908, e no qual morreram o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe, vai deixar, na terça-feira, o Museu dos Coches para ser deslocado para o Paço Ducal de Vila Viçosa, onde vai ficar durante um ano.

A mudança resulta de um protocolo celebrado, em Abril de 2015, entre a Fundação Casa de Bragança e a Secretaria de Estado da Cultura que prevê, entre outros pontos, que o trágico landau passa a andar em itinerância anual entre o Museu Nacional dos Coches, em Belém, e o Palácio de Vila Viçosa, no Alentejo.

A deslocação está a levantar um coro de críticas dos especialistas. De acordo com duas cartas a que a Renascença teve acesso, dirigidas à directora do Museu dos Coches, há riscos de deterioração para o coche em causa.

A Associação Portuguesa de Atrelagem opõe-se à deslocação para Vila Viçosa por considerar que há falta de condições técnicas no palácio alentejano dos Bragança para assegurar a conservação do bem.

O vice presidente da Associação, José Folque Mendoça, diz à Renascença que "as condições que existem no novo Museu dos Coches foram criadas para proteger e dar longevidade não só às peças do século XVII e XVIII que lá estão, mas também às peças do século XIX que carecem de três vectores muito importantes - a temperatura, humidade e insectos xilófagos - e essas condições não são asseguradas nos espaços da Fundação Casa de Bragança".

Folque Mendoça sublinha que o Landau do Regicídio tem “um valor histórico” muito importante, "quer para monárquicos quer para republicanos” e também para a cidade de Lisboa, palco do regicídio.

Na carta dirigida à directora do Museu Nacional dos Coches, a Associação Portuguesa de Atrelagem sublinha que "a eventual deslocação, mesmo que periódica, para um local que historicamente muito pouco tem a ver com o referido veículo, não reunindo as melhores condições técnicas de temperatura, humidade etc, e com fraquíssima exposição ao público irá desvirtuar a mais importante colecção do mundo de veículos hipomóveis”

Da mesma opinião é um dos maiores especialistas mundiais na matéria. O francês Jean-Louis Libourel também escreveu à directora do museu a alertar para os riscos quanto à integridade do landau, peça de valor histórico ligado á cidade de Lisboa.

Causa Real diz que o landau é de Lisboa

Ouvidos pela Renascença, os monárquicos consideram que a itinerância comporta riscos. O presidente da Causa Real, António Sousa Cardoso, até admite que a deslocação entre os dois espaços expositivos poderia permitir “melhor acesso público”, mas sublinha que "estas peças são delicadas e precárias, têm condições de conservação muito específicas e singulares”, pelo que a itinerância "pode pôr em causa o próprio bem”.

"Se temos um Museu dos Coches, todas as pessoas que querem ver os coches ou um landau histórico como este é ao Museu dos Coches que vai", defende Sousa Cardoso, para quem o landau onde morreu D. Carlos "é um património principalmente de Lisboa e dos lisboetas.”

Vila Viçosa rebate críticas

Na origem desta polémica está um protocolo assinado em Abril de 2015 entre o então presidente da Fundação Casa de Bragança, Marcelo Rebelo de Sousa, e a Secretaria de Estado da Cultura, que prevê que Vila Viçosa fique com o landau ano sim, ano não.

O mesmo protocolo permitiu que o Paço Ducal passasse a ser responsável por cerca de 80 coches ali depositados. À Renascença, a directora do palácio de Vila Viçosa, Maria de Jesus Monge, indica que, nos últimos 30 anos, os coches que ali estiveram depositados estavam sob a responsabilidade de conservação do Museu Nacional dos Coches.

Maria de Jesus Monge lembra que "o landau esteve em Vila Viçosa desde os anos 80 até 2008, altura em que foi levado para Lisboa, para as comemorações do centenário do regicídio" e que "deveria ter voltado três meses depois para vila Viçosa", o que não aconteceu.

O Landau do Regicídio, que pertence à colecção do Palácio Nacional da Ajuda, ficou desde então no Museu Nacional dos Coches. Foi o primeiro coche a ser mudado das instalações do antigo picadeiro para o novo edifício do Museu Nacional dos Coches, em Belém.

Confrontada com as críticas às condições do Paço de Vila Viçosa, a directora garante que as infestações detectadas no edifício são tratadas. "É verdade que há humidade em Vila Viçosa, nos meses de frio. O frio não permite que se desenvolva o xilófago. Por outro lado, temos calor. Quando está calor, não há humidade e, pela mesma razão, não há xilófago", argumenta.

"Há um período, tanto no início da Primavera como no início do Outono, em que supervisionamos as colecções de forma diferente para garantir que não há infestações. De vez em quando, há “problemas, mas são imediatamente atacados", enfatiza.

Para Maria de Jesus Monge, o Palácio do Vila Viçosa, de onde partiu a família real antes do regicídio, é a “casa do rei D. Carlos” e, como tal, "é uma mais-valia para o Paço ter o landau do regicídio em exposição".

Fonte: Rádio Renacença

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:29


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Mais sobre mim

foto do autor


A Coroa, é o serviço permanente da nossa sociedade e do nosso país. A Monarquia Constitucional, confirma hoje e sempre o seu compromisso com Portugal, com a defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, da sua unidade, da sua diversidade e da sua identidade.

calendário

Maio 2017

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

mapa_portugal.gif


Facebook


Posts mais comentados


Comentários recentes

  • Nuno Ramos

    Meu caro Blog Real, neste link abaixo pode encontr...

  • Nuno Ramos

    Ex. ma Sr.ª Ana Carolina, esse seu elaborado comen...

  • Blog Real

    Olá. Qual significado?

  • Ana Carolina

    cale-se vc nao sabe de nada

  • Beatriz

    Entao e o simbolo central? por que motivo é que o ...



FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
                                         mais...
 
Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
                                         mais...

Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

 mais...


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Tags

mais tags



Visite o meu outro blog

Blog_Real