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Duquesa de Bragança coroou a imagem centenária da Padroeira da Paróquia e de Portugal, no 235º Aniversário da bênção da mesma

por Blog Real, em 15.06.19

Foi no passado dia 9 de Junho, Domingo de Pentecostes e véspera do dia de Portugal (e no ano em que pela primeira vez se celebrou a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, em lugar da memória do Santo Anjo da Guarda de Portugal), que a comunidade paroquial de Nossa Senhora da Conceição do Seixal se vestiu de festa para receber a Senhora Dona Isabel de Herédia, Duquesa de Bragança, que coroou solenemente a imagem centenária da Padroeira da Paróquia e de Portugal, no 235º Aniversário da bênção da mesma.

Pouco passava das 11:45 quando se ouviram, em toque festivo, os sinos da torre da igreja a anunciar a chegada da Senhora Duquesa, que foi recebida no largo da igreja pelas crianças da catequese, que lhe ofereceram flores e a encaminharam para a guarda de honra do Agrupamento 253 do CNE que a esperava.

O Prior, Pe. Tiago Ribeiro Pinto, acompanhou a convidada de honra até ao seu lugar, na nave da igreja, onde a aguardavam os representantes das autoridades locais (Presidente da Junta de Freguesia, Dr. António Santos, representantes do executivo camarário e outras associações do Seixal) bem como vários representantes das Ordens Militares (Ordem de Malta, Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém, Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Ordem Constantiniana de São Jorge e Irmandade Militar de Nossa Senhora da Conceição).

Esteve também presente o Senhor Embaixador Luís Barreira de Sousa e a sua mulher Maria da Conceição Barreira de Sousa.

Fez também a Paróquia, neste dia, uma recolha de bens alimentares para os mais pobres que assistimos, cerca de cinquenta famílias, imitando Nossa Senhora, que é a Rainha da Caridade.

No final da Santa Missa, a Senhora Duquesa fez questão de cumprimentar, no adro da igreja, todos os presentes que demonstraram grande afecto e alegria por a poder conhecer de perto.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: diocese-setubal.pt

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publicado às 12:01

Visita ao Panteão dos Duques de Bragança - inscrições abertas

por Blog Real, em 13.06.19

VISITA AO PANTEÃO DOS DUQUES DE BRAGANÇA - inscrições abertas

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publicado às 13:54

Conferência do Rei D.Manuel II com D.Miguel (1912)

por Blog Real, em 11.06.19

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publicado às 23:18

Família Real Portuguesa e os Animais de Estimação

por Blog Real, em 10.06.19

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Era bem pública e reconhecida a estima que a Família Real Portuguesa nutria pelos animais e a enorme afeição que dedicava aos seus animais de estimação.

Cavalos, mas sobretudo os cães, acompanhavam sempre a Família Real que com eles se ocupava em inúmeras recreações.

Na fotografia, cliché do Verão de 1909, tendo como cenário o Palácio da Pena, vê-se Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Manuel II de Portugal e a Rainha Senhora Dona Amélia – ainda de luto – com os seus três cães de companhia: o Grand Danois TEJO (em destaque), o labrador CHAMROCK (que na foto recebe a atenção da Rainha) e, deitada, a BOX, a cadelinha branca irish terrier, que para muito desgosto de Sua Majestade a Rainha, ficaria em Mafra após a revolução republicana do 5 de Outubro de 1910, consequência da precipitação dos acontecimentos e da partida abrupta para o exílio.

Fonte: https://plataformacidadaniamonarquica.wordpress.com/2017/04/06/familia-real-portuguesa-e-os-animais-de-estimacao/

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publicado às 18:24

Infante D.Afonso numa tribuna preside a uma cerimónia (1908)

por Blog Real, em 10.06.19

Fonte: Página do Facebook Memorias do Reino de Portugal

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publicado às 00:09

Rei D.Manuel II e Rainha D.Augusta Vitória em Londres

por Blog Real, em 08.06.19

Fonte: houseandheritage.org e Arquivo do Jornal Britânico

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publicado às 18:45

Rei D.Carlos a cavalo, seguido pelos seus ajudantes de campo

por Blog Real, em 07.06.19

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publicado às 23:17

Casamento dos Duques de Bragança na imprensa

por Blog Real, em 07.06.19

 

 

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publicado às 00:04

Reis de Portugal - Filipe II de Portugal

por Blog Real, em 05.06.19

Filipe II (Madrid, 14 de abril de 1578 – Madrid, 31 de março de 1621), também chamado de Filipe, o Piedoso, foi o Rei da Espanha e Portugal como Filipe II de 1598 até sua morte. Era filho do rei Filipe I de Portugal e sua quarta esposa Ana da Áustria.

Início de vida:

Foi rei aos 20 anos, em 13 de setembro de 1598, e como Filipe II Rei de Nápoles, da Sicília, Rei titular de Jerusalém, Rei da Sardenha e Rei de Portugal. Foi ainda Duque de Milão, Conde de Artois, Conde da Borgonha, Conde de Charolais.

Segue um relato da morte do rei Filipe II, pai do rei Filipe III, na hora da morte: Filipe II, rei de Espanha, chamou seu filho (Filipe III) na hora da morte, e, depois de afastar a roupa, lhe mostrou o peito roído de vermes, dizendo: “Vê, príncipe, como se morre, e como se acabam as grandezas do mundo”. Depois exclamou: “Por que não fui eu, em vez de monarca, simples frade leigo de qualquer ordem?!” Mandou depois que lhe pusessem ao pescoço uma cruz de madeira; e, tendo disposto todas as coisas para sua morte, disse a seu herdeiro: “Quis, meu filho, que estivesses presente a este ato, para que visses como, no fim da vida, o mundo trata ainda os próprios reis. Sua morte é igual à dos mais pobres da terra. Aquele que melhor tiver vivido, esse é que achará junto de Deus mais alto favor.” E este mesmo filho, que foi depois Filipe III, ao morrer com apenas 43 anos de idade, disse: “Atendei, meus súbditos, a que no meu necrológio somente se fale do espetáculo que tendes presente. Dizei que na morte de nada serve o título de rei, a não ser para sentir-se maior tormento de o haver sido... Oxalá, em vez de ser rei, tivesse vivido em um deserto servindo a Deus!... Ir-me-ia agora apresentar com mais confiança entre seu tribunal, e não correria tamanho risco de me condenar!...” Relato retirado do livro "Preparação para morte", 13ª consideração, de Santo Afonso Maria de Ligório.

Nasceu no mesmo ano em que morreu seu irmão D. Fernando, sendo jurado herdeiro seu outro irmão, D. Diego. Último filho varão da quarta esposa do pai, ficou órfão de mãe aos dois anos. Quando em 1582 seu irmão Diego morreu, e foi jurado herdeiro, era enfermiço e débil. Com ele, têm início os chamados «Áustrias Menores»: Filipe III, Filipe IV e Carlos II), os quais não puderam manter o poderio internacional alcançado por seus predecessores Carlos V e Felipe II, e começou a perda de territórios: as Províncias Unidas em 1621 (reconhecido oficialmente em 1648), Portugal e as suas colónias em 1640 (reconhecido em 1668), e em 1659 o Rossilhão e outras praças nos Países Baixos.

Início de reinado:

Educado pelo pai para governar um império extenso, jamais demonstrou aptidão. Desfazendo-se dos antigos conselheiros do pai, cercou-se de jovens ministros, deslocando antigos funcionários como foi o caso de Cristóvão de Moura, nomeado Vice-Rei de Portugal. Pôs em curso um processo de centralização política da União Ibérica, empossando em 1601 e em 1602 magistrados e ministros espanhóis para Portugal, decisão que contrariava o arranjo de seu pai Filipe II em Tomar.

Caráter fraco, apático e irresoluto, o seu ministro Lerma. D. Francisco Gómez de Sandoval, Marquês de Denia e depois Duque de Lerma, foi seu favorito, e o favorito de Lerma.

Dom Cristóvão de Moura, elevado a Marquês de Castelo Rodrigo, foi nomeado vice-Rei de Portugal, o que indignou os portugueses, apesar da sua administração ser das mais hábeis. Lerma procurava um pouco favorecer Portugal e cimentar a união com medidas de importância. Tratou do desenvolvimento da Marinha, aboliu os portos secos, as alfândegas, abriu os portos de Portugal ao comércio inglês, e por algum tempo também os teve abertos ao comércio holandês, o que pouco durou, prejudicando Portugal.

Em 1609, sem poder lutar por mais tempo com os Estados da Holanda, assinou trégua de 12 anos, mas o Marquês de Castelo Rodrigo , que assinou a trégua na Europa, deixou que continuassem as hostilidades nas colónias.

Nessa época Filipe III publicou édito expulsando os Mouriscos da Espanha.

Filipe III criou o Conselho da Índia (1604) e estabeleceu a paz com a Inglaterra (1604) e as Províncias Unidas (1609). Mandou fazer a Plaza Mayor em Madri (1620).

Apreciação:

Decretou as Ordenações Filipinas, em 1603, um código unificado das leis inspirado nas Ordenações Manuelinas, com algumas alterações, válido para Portugal e Ultramar.

Herdara a coroa e os inimigos do pai: Inglaterra, Holanda, França. No Oriente, os holandeses fustigaram Moçambique, forçaram a retirada dos portugueses das Molucas em 1600, tomaram Ceilão em 1609 e expulsaram os portugueses do Japão em 1617. Os franceses instalaram-se no Maranhão em 1612, onde criaram a França Equinocial, fundaram a cidade de São Luís, mas em 1615 foram derrotados por Jerónimo de Albuquerque. Desde 1608 , aliás, o rei Filipe II de Portugal dividira a administração da colónia brasileira em duas partes: no sul da capitanias do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Vicente; no norte, reuniram-se as demais. Em 1612 foi criado o Estado do Maranhão, subordinado diretamente a Lisboa e separado do Estado do Brasil em 1618.

Ordenou em 1618 a visitação do Santo Ofício ao Brasil.

Participou da longa Guerra dos Trinta Anos, iniciada em 1618, a um só tempo territorial e religiosa.

Visita ao Reino de Portugal e Morte:

Para melhorar a relação, empreendeu em 1619 uma viagem a Portugal, aplaudida pelo novo ministro e valido, o Duque de Uzeda, filho do Duque de Lerma, que descaíra do valimento real.

Foi acolhido com entusiasmo, as câmaras e as corporações gastaram enormes somas para recepção. Insinuou-se-lhe que fizesse de Lisboa a capital da monarquia espanhola; os fidalgos e os jurisconsultos queixaram-se de que nem recebiam mercês, nem eram empregados nos tribunais, nas embaixadas, nas Universidades espanholas. O Duque de Uzeda tratou com aspereza o Duque de Bragança, que viera prestar homenagem.

Depois de meses em Lisboa, Filipe partiu em Outubro, deixando o país descontente, sobretudo depois da recondução do Marquês de Alenquer no cargo de vice-Rei. O seu filho, o futuro Filipe IV, foi jurado herdeiro legítimo pelos portugueses. No resto dos antigos domínios de Portugal, os holandeses haviam tentado tomar as Molucas, Malaca e Moçambique, sendo vencidos por André Furtado de Mendonça e Estêvão de Ataíde.

No seu reinado publicou-se em Portugal em 1603 a reforma das Ordenações do reino, de que o rei tratou bem no começo do seu reinado. São as conhecidas ordenações denominadas Ordenações Filipinas, que foram precedidas pelas intituladas Afonsinas e Manuelinas.

Este rei ficou conhecido em Portugal pelo cognome de O Pio ou O Piedoso. Ao deixar Portugal em 1619 adoeceu gravemente em Covarrubias, e nunca mais se restabeleceu, falecendo em um ano. Durante 53 dias esteve acamado, coberto de chagas e abcessos. Morreu aos 42 anos devido a tromboembolismo pulmonar, devido a imobilização prolongada. Conta-se que suas últimas palavras foram:

Oh! Se nesse tempo tivesse estado num deserto para fazer-me santo! Agora compareceria com mais confiança no tribunal de Jesus Cristo!"
 
— Rei Filipe III da Espanha

Casamento e Posteridade:

Casou-se em 18 de abril de 1599 na catedral de Valência com Margarida da Áustria-Estíria ou de Habsburgo (Graz, 25 de dezembro de 1584 — Escorial, 3 de outubro de 1611), parente próxima, filha do Arquiduque Carlos (1540-1590), irmão do Imperador Maximiliano II. Foi mãe de quatro filhas e de quatro filhos:

  • 1 - Ana (1601-1666)
  • 2 - Maria (1603)
  • 3 - Filipe IV (1605-1665)
  • 4 - Maria Ana (1606-1646)
  • 5 - Carlos (1607-1632)
  • 6 - Fernando (1609-1641)
  • 7 - Margarida (1610-1617)
  • 8 - Afonso (1611-1612)

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publicado às 21:57

Duques de Bragança nas celebrações dos 30 anos da Real Associação de Lisboa (RAL)

por Blog Real, em 03.06.19

Mais de meia centena de associados deslocaram-se no passado sábado ao Concelho da Lourinhã para uma jornada de festejo dos 30 anos da Real Associação de Lisboa (RAL), que após uma visita ao Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro de que foi anfitriã a Dra. Ana Bento, culminou num almoço convívio presidido pelos Duques de Bragança na Associação Cultural e Recreativa de Moita dos Ferreiros, onde foram recebidos pela presidente da Junta de Freguesia Rosário Bento e Rui Perdigão da Associação Cultural. Juntaram-se a este memorável almoço mais de 150 pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Real Associação de Lisboa

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publicado às 17:52


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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