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As tiaras da Família Real Portuguesa

por Blog Real, em 27.10.13

Diadema das estrelas, de diamantes e ouro feito para a rainha Maria Pia de Sabóia

Este diadema foi originalmente encomendado para a Rainha consorte de Portugal D. Maria Pia, esposa do Rei D. Luis I de Portugal. 

Este diadema foi feito em Lisboa pelo Joalheiro Real Estevão de Sousa. A tiara é composta por estrelas  de diamantes, assentes numa armação, que faz com as estrelas sejam sensíveis ao movimento. O diamante maior da tiara é um diamante rosa conhecido como o Diamante da Maria Pia.

Na mesma altura foi encomendado um colar, conhecido por o Colar das Estrelas, para fazer conjunto com o diadema.

 

Após a morte do rei D. Luis I o conjunto passou para a última Rainha de Portugal, D.Amélia, esposa do Rei D.Carlos I.

 

 Diadema de Brilhantes

O diadema de brilhantes pertencia à rainha D.Amélia e atualmente é usado por D.Isabel, duquesa de Bragança, que o usou no dia do seu casamento.

Esta tiara foi um presente de casamento do Rei Luís I de Portugal para a sua nora, a princesa Amélie de Orléans, em 1886, a peça tem um colar espelhado, concedido pela Rainha D.Maria Pia de Sabóia. 

A tiara foi herdada por D.Duarte de Bragança e foi usada por D.Isabel de Bragança no dia do seu casamento em 1995.

A rainha D.Amélia com o diadema:

A duquesa D.Isabel com o diadema

 

Tiara de Diamante de Maria Francisca de Orleans e Bragança

Esta tiara pertenceu à Princesa Maria Francisca de Orléans-Bragança, mãe do atual Duque de Bragança, esta peça foi usada por ela em muitos eventos, incluindo a gala do casamento do Juan Carlos de Espanha e Sofia da Grécia. D.Isabel de Bragança usa esta tiara em eventos reais estrangeiros, como casamentos reais.

Tiara Floral de Diamante

 Eesta peça foi usada pela Duquesa de Bragança em alguns eventos reais, tanto como colar e como tiara. Foi usada por exemplo no banquete da visita de estado que os Reis de Espanha fizeram a Portugal em 2016.

Tiara de Diamante da Rainha D.Amélia

Esta peça foi criada para a Rainha D.Amélia por volta de 1900 , esta gargantilha de diamante (também conhecido como um collier de chien) era uma de suas peças favoritas, não só emparelhada com as suas jóias de diamante, incluindo o Diadema de Brilhantes, mas também com as suas parures coloridas. Após a sua morte em 1951, esta peça foi herdada pelo atual Duque de Bragança. A Duquesa de Bragança usou esta peça como tiara em múltiplas ocasiões.

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publicado às 02:55

Rainha D.Amélia num almoço com outras famílias reais no Castelo de Windsor em Inglaterra, em 1907

por Blog Real, em 27.10.13

Presentes estavam o Rei Eduardo e a Rainha Alexandra de Inglaterra, o Imperador e a Imperatriz da Alemanha, o Rei e a Rainha de Espanha, a Rainha Maud da Noruega, e a Rainha Amélia de Portugal. Depois de almoço, foi tirada uma fotografia .

Fonte: http://pnsintra.imc-ip.pt/pt-PT/emfoco/imagensantigas/PrintVersionContentDetail.aspx?id=450

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publicado às 01:56

Visita do Presidente de França, Émile Loubet

por Blog Real, em 27.10.13

Chegada numa caleça ao Paço de Sintra, da Rainha D. Amélia e do Presidente de França Émile Loubet. Em segundo plano, casas das aposentadorias de empregados, demolidas entre 1910 e 1921, à frente das quais se encontram alguns serviçais e músicos de uma banda a tocar.
1905

Retratos de grupo durante o almoço oferecido ao Presidente da República de França, Émile Loubet. Da esquerda para a direita: Presidente Loubet, Príncipe Real, D. Luís Filipe, Rainha D. Amélia, Infante D. Afonso e Rei D. Carlos. Em segundo plano, cadeiras de verga no terraço da Sala dos Cisnes, actual espelho de água.

Fonte: http://pnsintra.imc-ip.pt/pt-PT/emfoco/imagensantigas/PrintVersionContentDetail.aspx?id=450


Visita do presidente da República Francesa, Émile Loubet. D. Carlos, D. Luís Filipe e o infante D. Afonso à saída do palácio da Vila, Sintra, 1905.

Fonte: http://biclaranja.blogs.sapo.pt/2006/09/?page=2

A bordo do cruzador Léon Gambetta, Émile Loubet despede-se da rainha D. Amélia (Lisboa, 29 de Outubro de 1905)

Fonte: http://estadosentido.blogs.sapo.pt/2326657.html

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publicado às 01:52

Visita do Imperador Guilherme II da Alemanha

por Blog Real, em 27.10.13

Sessão solene de boas-vindas na Sociedade de Geografia ao imperador da Alemanha, Guilherme II:

Fonte: http://www.fmsoares.pt/aeb/crono/id?id=034814

Retrato de grupo durante o almoço oferecido ao Imperador Guilherme II no Paço de Sintra:

Em 1º plano, da esquerda para a direita: Rainha D. Maria Pia e Rainha D. Amélia. Em 2ª fila: Infante D. Afonso, Infante D. Manuel, Imperador Guilherme II e Rei D. Carlos. Em 3ª fila: Condessa de Seisal, D. Maria Francisca de Menezes, D. Isabel Saldanha da Gama, Marquesa de Unhão, Condessa de Figueiró e D. Ana de Sousa Coutinho.
1905

A rainha D. Maria Pia

Fonte: http://pnsintra.imc-ip.pt/pt-PT/emfoco/imagensantigas/PrintVersionContentDetail.aspx?id=450

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publicado às 01:46

Retrato de grupo durante o almoço oferecido à Rainha Alexandra da Inglaterra

por Blog Real, em 27.10.13

Retrato de grupo durante o almoço oferecido à Rainha Alexandra da Inglaterra
Fotografia tirada no Pátio Central, tendo como pano de fundo as janelas da Sala dos Cisnes. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, Rei D. Carlos (de pé); Infante D. Afonso: Rainha D. Maria Pia; Rainha Alexandra; Rainha D. Amélia e, na última cadeira, o Príncipe Real D. Luís Filipe. Em segunda fila, atrás da Rainha D. Maria Pia, o Infante D. Manuel e, por trás da Rainha Alexandra, o Príncipe Carlos da Dinamarca.
1905

 

Da esquerda para a direita: Rainha D. Maria Pia, Rainha Alexandra, Rainha D. Amélia e Condessa d’Autrim. De pé, pela mesma ordem, o Infante D. Manuel, O Príncipe Carlos da Dinamarca, a Condessa de Figueiró, o marquês de Soveral e o Conde Sabugosa (autor do livro O Paço de Sintra, publicado em 1903, ilustrado com desenhos e aguarelas da autoria da Rainha D. Amélia e de Enrique Casanova).

 

O rei D. Carlos, de pé, e na cadeira a seu lado, o irmão, o Infante D. Afonso, Duque do Porto. Na fila detrás, da esquerda para a direita, o Conde de Figueiró, o Coronel Benjamim Pinto e D. Fernando de Serpa.

 

O Príncipe Real, D. Luís Filipe, que três dias antes celebrara 18 anos

 

Fonte: http://pnsintra.imc-ip.pt/pt-PT/emfoco/imagensantigas/PrintVersionContentDetail.aspx?id=450

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publicado às 01:34

Visita dos Duques de Connaught a Sintra

por Blog Real, em 27.10.13

A Rainha D. Amélia e a Duquesa de Connaught, após terem a chegado a Sintra de comboio, dirigem-se numa caleça, ao Paço da Vila.
1905

 

Retrato de Grupo durante o almoço oferecido aos Duques de Connaught no Paço de Sintra. Fotografia tirada no Pátio Central. Em 1º plano, da esquerda para a direita: Infante D. Afonso; Princesa Victoria de Connaught; Princesa Luísa Margarida da Prússia, Duquesa de Connaught; Rainha D. Maria Pia; Princesa Margarida de Connaught; Príncipe Artur (1850-1942), Duque de Connaught, sétimo filho da Rainha Victoria de Inglaterra; Rainha D. Amélia e Rei D. Carlos. Na segunda fila, à direita, por detrás dos monarcas, encontram-se o Príncipe Real D. Luís Filipe e o Infante D. Manuel.
1905

 

Saída do Paço de Sintra após o almoço. No carro de passeio vis-a-vis, em frente à escadaria da entrada, à época colocada lateralmente, o Príncipe Real D. Luís Filipe, o Infante D. Manuel e o Infante D. Afonso.
1905

 

Fonte: http://pnsintra.imc-ip.pt/pt-PT/emfoco/imagensantigas/PrintVersionContentDetail.aspx?id=450

 

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publicado às 01:22

Os reis D.Carlos e D.Amélia, e o primeiro filho, o Príncipe Luís Filipe

por Blog Real, em 27.10.13

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publicado às 01:14

Palácio da Pena

por Blog Real, em 27.10.13

Antecedentes

A primitiva ocupação do topo escarpado da serra de Sintra onde se localiza o atual palácio, ocorreu com a construção de uma pequena capela sob a invocação de Nossa Senhora da Pena, durante o reinado de João II de Portugal.

No século XVI, Manuel I de Portugal no cumprimento de uma promessa, ordenou a sua reconstrução de raiz. Doou-a à Ordem de São Jerónimo, determinando a construção de um convento de madeira, e substituindo-o, pouco mais tarde, por um edifício de cantaria, com acomodações para 18 monges.

No século XVIII a queda de um raio destruiu parte da torre, capela e sacristia, danos que foram agravados em decorrência do terramoto de 1755, que deixou o convento em ruínas. Apenas a zona do altar-mor, na capela, com um magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacta.

 

A reforma de Fernando II

No século XIX a paisagem da serra de Sintra e as ruínas do antigo convento maravilharam o rei-consorte Fernando II de Portugal. Em 1838 este decidiu adquirir o velho convento, a cerca envolvente, o Castelo dos Mouros e quintas e matas circundantes.

No tocante à área do antigo convento, promoveu-lhe diversas obras de restauro, com o intuito de fazer do edifício a sua futura residência de Verão. O novo projecto foi encomendado ao mineralogista germânico Barão von Eschwege, arquitecto amador. Homem viajado, Eschwege, que nascera em Hessen, deveria conhecer, pelo menos em forma de projecto, as obras que Frederico Guilherme IV da Prússia empreendera com o concurso de Schinkel nos Castelos do Reno, tendo passado em viagem de estudo por Berlim, Inglaterra e França, pela Argélia e por Espanha (Córdova, Sevilha e Granada).

Em Sintra, os trabalhos decorreram rapidamente e a obra estaria quase concluída em 1847, segundo o projecto do alemão, mas com intervenções decisivas ao nível dos detalhes decorativos e simbólicos do rei-consorte. Muitos dos detalhes, nos planos construtivo e decorativo, ficaram a dever-se ao ecléctico e exótico temperamento romântico do próprio monarca que, a par de arcos ogivais, torres de sugestão medieval e elementos de inspiração árabe, desenhou e fez reproduzir, na fachada norte do Palácio, uma imitação do Capítulo do Convento de Cristo em Tomar.

Após a morte de D. Fernando, o palácio foi deixado para a sua segunda esposa, Elisa Hendler, Condessa de Edla, o que à época gerou grande controvérsia pública, dado que se considerava já o histórico edifício como monumento. A viúva de D. Fernando procurou então chegar a um acordo com o Estado Português e recebeu uma proposta de compra por parte de Luís I de Portugal, em 1889, em nome do Estado, que aceitou, reservando então para si apenas o Chalé da Condessa, onde continuou a residir.

Com essa aquisição, o Palácio passou para o património nacional português, integrando o património da Coroa.

Durante o reinado de Carlos I de Portugal, a Família Real ocupou com frequência o palácio, tornando-se a residência predilecta da Rainha D. Amélia, que se ocupou da decoração dos aposentos íntimos. Aqui foi servido um almoço à comitiva de Eduardo VII do Reino Unido, aquando da sua visita oficial ao país, em 1903.

Após o regicídio, a Rainha D. Amélia retirou-se ainda mais para o Palácio da Pena, rodeada de amigas e dos seus cães de estimação. Aqui recebia amiúde a visita do filho, Manuel II de Portugal, que nele tinha os seus aposentos reservados. Quando rebentou a revolta de 4 de Outubro, em 1910, D. Amélia aguardou na Pena o evoluir da situação, chegando com a sua comitiva a subir aos terraços para observar sinais dos combates em Lisboa. No dia seguinte, partiu ao encontro de D. Manuel, em Mafra, voltando na mesma tarde ao Palácio da Pena, onde passou a noite de 4 para 5 de Outubro, a última que passou em Portugal antes da queda da Monarquia. No dia seguinte, conhecido o triunfo da República, partiu de novo para Mafra, ao encontro do filho e da sogra, de onde partiriam todos para o exílio.

Com a implantação da República Portuguesa, o palácio foi convertido em museu, com a designação oficial de Palácio Nacional da Pena. Em 1945, a rainha D. Amélia, de visita a Portugal, voltou ao Palácio da Pena, onde pediu para estar sozinha durante alguns minutos: era o seu palácio predilecto.

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Interiores

A concepção dos interiores deste Palácio para adaptação à residência de verão da família real valorizou os excelentes trabalhos em estuque, pinturas murais em "trompe-l'oeil" e diversos revestimentos em azulejo do século XIX, integrando as inúmeras colecções reais em ambientes onde o gosto pelo bricabraque e pelo coleccionismo são bem evidentes.

Destacam-se ainda:

  • a Sala dos Veados, ampla e cilíndrica, com uma larga coluna como eixo, atualmente utilizada para exposições;
  • a Sala de Saxe, onde predomina a porcelana de Saxe;
  • o Salão Nobre, onde estuques, lustres, móveis e pedaços de vitrais variam do século XIV ao século XIX, e onde se misturam elementos maçónicos e rosacrucianos;
  • o Atelier do Rei D. Carlos, estúdio com telas pintadas por D. Carlos
  • o Terraço da Rainha, de onde melhor se pode observar a arquitetura do Palácio, o Relógio de Sol com um canhão que disparava ao meio-dia
  • o Claustro Manuelino, parte original do antigo mosteiro do século XVI revestido de azulejos hispano-árabes (c.1520)
  • a Capela, parte original do antigo mosteiro dos frades Jerônimos
  • os aposentos, onde se identifica o grande baixo relevo em madeira de carvalho quinhentista, de autor desconhecido, ilustrando a Tomada de Arzila, adquirido por D. Fernando em Roma;
  • a Sala Indiana, com valiosas obras de arte, como o lustre em cristal da Boémia e baixo relevo "Cólera Morbus", de autoria de Vítor Bastos;
  • a Sala Árabe, que expõe algumas das pinturas de Paolo Pizzi; e
  • as pinturas em pratos do rei-artista, numa outra sala.

Imagens do Palácio:

 

Video:

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publicado às 00:07


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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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