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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

D.Duarte, Duque de Bragança na imposição da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

25.02.14, Blog Real

Comenda da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

Momento da imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança no Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa da Comenda.

Momento da entrega por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança ao Presidente da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa Dr. Pedro Montargil o Visconde de Montargil da Carta de Comendador Honorário da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Fonte: Real Associação da Beira Litoral 

Fornecedores da Casa Real

12.02.14, Blog Real

O título de Fornecedor da Casa Real era honorífico. Os comerciantes apresentavam um requerimento à Casa Real, que estudava os argumentos dos pretendentes. As primeiras concessões eram passadas com a profissão ou a designação da loja mais a frase - "da Casa Real ou de Sua Majestade", por exemplo, o fulano de tal, "alfaiate de Sua Majestade". 

Só a partir da década de 50, do século XIX, passou a usar-se apenas a expressão Fornecedor da Casa Real. 

Quase tão importante como ostentar um título nobiliárquico, na sociedade do século XIX o alvará de Fornecedor da Casa Real conferia aos comerciantes estatuto, prestígio e funcionava como o mais valioso instrumento de marketing de uma loja ou marca.

Nos primeiros tempos, a selecção era feita de forma criteriosa e apenas era agraciado quem de facto abastecia ou prestava serviços à Casa Real. Mais tarde, tornou-se mais acessível. O processo era simples e a burocracia mínima. No requerimento para concorrer ao título de Fornecedor da Casa Real, o comerciante tinha de justificar as suas pretensões.

A pesquisa de Lourenço Correia de Matos, autor do livro Os Fornecedores da Casa Real, indica que entre 1821 até ao fim da monarquia em 1910 foram atribuídos 676 alvarás de Fornecedores da Casa Real Portuguesa - a comerciantes, empresas e marcas. Subsistem não mais do que uma dúzia, como a Livraria Ferin, no Chiado, em Lisboa, a Jerónimo Martins, a Macieira, os chamapanhes Pommery, a Confeitaria Nacional e a ourivesaria Leitão & Irmão, que na sua loja no Chiado ainda tem exposto o alvará de joalheiro da coroa.

 

Fontes: 

https://1.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw7vZ5Qp5ZI/AAAAAAAAMWY/H3Gl88xzTcg/s1600/Digitalizar0013.jpg

https://1.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw6kVkyMtcI/AAAAAAAAMV4/SHxdZbCaemM/s1600/Digitalizar0014.jpg

https://1.bp.blogspot.com/_QMyWnIbHH2Q/Sw6kOdmSJiI/AAAAAAAAMVw/XsDnZ5hcQGU/s1600/Digitalizar0015.jpg

http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2009/11/marcas-com-o-selo-do-rei-revista-sabado.html

D. Duarte, Duque de Bragança na cerimónia da entrega formal do quadro da Princesa Santa Joana ao Museu de Aveiro

10.02.14, Blog Real

O quadro foi "resgatado" num leilão em Turim, Itália, pela Associação dos Amigos do Museu de Aveiro (AMUA), com contribuições de particulares e entidades privadas, e pertencia à coleção do príncipe Amadeu de Saboia, Duque de Aosta, à qual terá chegado através da herança da Rainha D. Maria Pia, que o terá levado para o exílio, em 1910. 

A peça, considerada rara e inédita, "trará uma mais-valia importantíssima na esfera do estudo da iconografia de Santa Joana Princesa, Padroeira da cidade e diocese de Aveiro, e apresenta "excelente estado" de conservação.
"Esta peça, pelo que tudo indica, terá estado na Casa Real Portuguesa e, pela sua datação e escola, poder-se-á tratar de uma peça devocional encomendada pelos Braganças na Flandres, eventualmente por D. Pedro II ou pela sua irmã, D. Catarina, Infanta de Portugal, Rainha de Inglaterra e regente de Portugal. É conhecido o empenho dos Braganças na difusão e intensificação do culto da Princesa, o que a posse desta peça evidencia, já que, no reposteiro, vê-se o escudo da Quarta Dinastia", descreve José António Cristo, conservador do Museu de Aveiro.
Para aquele especialista, a pintura, contrariamente ao que referia o texto do catálogo do leilão, "não é seguramente portuguesa mas sim flamenga, do final do século XVII [altura da beatificação, em 1693]". Sendo uma pintura de pequenas dimensões, é, no entanto, "de mão de mestre, de um pintor que domina a arte do retrato, que trabalha os panejamentos, colorido e pormenores à maneira do norte da Europa".
A cerimónia da entrega formal do quadro ao Museu de Aveiro teve lugar ontem, dia 08 de Fevereiro, na sala de exposições temporárias, na presença do herdeiro da Coroa portuguesa, D. Duarte Pio Duque de Bragança, a convite da Associação dos Amigos do Museu de Aveiro.
Fonte: http://ppmbraga.blogspot.pt/2014/02/sar-dom-duarte-de-braganca-na-cerimonia.html

D.Manuel II em digressão ao norte do país - Aveiro

09.02.14, Blog Real

 

 

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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N147/N147_master/JPG/N147_0003_branca_t0.jpg

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Rua Bento de Moura, vendo-se o edifício da antiga Escola Industrial Fernando Caldeira, por ocasião da visita de El-Rei D.Manuel II.

Pormenor da imagem anterior, mostrando a estrutura montada para a recepção ao monarca. 

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