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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

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Organização da Casa Real: Almirante de Portugal

06.02.14, Blog Real

Almirante de Portugal ou Almirante do Reino era um alto cargo e um título da Coroa de Portugal. O cargo foi criado pelo Rei D.Dinis, no século XIII com a função de exercer o comando da Armada Real. Para primeiro titular do cargo foi nomeado o genovês Manuel Pessanha.

Mais tarde ao cargo de Almirante de Portugal, deixou de estar ligada uma função efectiva de comando naval. Passou a ser um título meramente honorífico e hereditário, detido pelos condes de Resende desde o início do século XVIII.

Lista dos Almirantes de Portugal:

  1. Manuel Pessanha - nascido cerca de 1280
  2. Nuno Fernandes Cogominho, nomeado em 1307 para esse cargo então criado pelo soberano. Não é habitualmente contabilizado.
  3. Bartolomeu Pessanha - c. 1310
  4. Lançarote Pessanha - c. 1320
  5. D. João Afonso Telo de Meneses, 1.º conde de Ourém - c. 1330
  6. Manuel Pessanha - c. 1350
  7. Carlos Pessanha - c. 1360
  8. D. Pedro de Meneses, 1º conde de Vila Real (condado antigo) - c. 1380
  9. Rui Afonso de Melo, senhor de Vila Nova de Portimão - c. 1390
  10. Lançarote da Cunha - c. 1400
  11. Nuno Vaz de Castelo-Branco - c. 1410
  12. Lopo Vaz de Azevedo - c. 1430
  13. António de Azevedo - c. 1460
  14. D. Lopo de Azevedo - c. 1500
  15. D. António de Azevedo - c. 1560
  16. D. João de Azevedo - c. 1560
  17. D. João de Castro - c. 1620
  18. D. Francisco de Castro - c. 1650
  19. D. João José de Castro - c. 1675
  20. D. Luís Inocêncio de Castro - c. 1680
  21. D. António José de Castro, 1.º conde de Resende - 1719
  22. D. José Luís de Castro, 2.º conde de Resende - 1744
  23. D. Luís Inocêncio Benedito de Castro, 3.º conde de Resende - 1777
  24. D. António Benedito de Castro, 4.º conde de Resende - 1820
  25. D. Luís Manuel Benedito da Natividade de Castro Pamplona, 5.º conde de Resende - 1844
  26. D. Manuel Benedito de Castro Pamplona, 6.º conde de Resende - 1845
  27. D. António de Castro Pamplona, 7.º conde de Resende - 1877
  28. D. João de Castro Pamplona, 8.º conde de Resende - 1882
  29. D. Maria José de Castro de Pamplona, 9.ª condessa de Resende - 1908

Organização da Casa Real: Alferes-mor de Portugal

06.02.14, Blog Real

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O alferes-mor do Reino de Portugal, simplesmente alferes-mor de Portugal ou ainda alferes-mor de el-Rei constituía o alto oficial da Coroa que tinha como função levar a bandeira do Rei de Portugal no campo de batalha. Até à criação do cargo de condetável de Portugal, o alferes-mor exercia, por inerência, a função de comandante-chefe do Exército. A partir de então, tornou-se num cargo essencialmente honorífico, existindo até ao final da Monarquia.

História:

O cargo de alferes-mor é anterior à própria independência de Portugal, existindo já durante o Condando Portucalense. O Conde D.Henrique - pai do primeiro Rei de Portugal - tinha como alferes-mor D. Fafez da Luz, o qual teria vindo com ele para Portugal.

Ao que parece, o primeiro alferes-mor de Portugal independente teria sido o cavaleiro Pedro Pais, nomeado pelo Rei D.Afonso Henriques. No entanto, o primeiro alferes-mor a figurar num documento escrito foi Pelágio Soares.

O alferes-mor era o alferes ou porta-bandeira do Rei de Portugal, competindo-lhe levar a bandeira régia para as batalhas. A bandeira só poderia ser desfraldada por ordem do Monarca e, quando o era, todos os restantes alferes particulares tinham que desfraldar também as suas bandeiras.

O alferes-mor tornou-se no mais alto oficial do Exército Real, exercendo efetivamente a função de comandante-chefe do mesmo, subordinado diretamente ao Rei. Como a função de comandante do Exército não lhe permitia transportar efetivamente a bandeira real em combate, essa função passou a ser desempenhada pelo alferes-menor ou alferes pequeno.

Com a criação dos cargos de condestável e de marechal de Portugal, em 1382, o alferes-mor passou para o terceiro lugar na hierarquia do Exército, voltando a ter como função principal o transporte da bandeira do Rei.

Um dos alferes-mores mais famosos da história, foi Duarte de Almeida, alferes de D.Afonso V, que se notabilizou pela defesa heróica da bandeira real, na Batalha de Toro. Durante a Batalha, Duarte de Almeida viu-se cercado pelos inimigos que lhe deceparam a mão direita, segurando ele então a bandeira do Rei com a mão esquerda. No entanto, deceparam-lhe também a mão esquerda, passando então a segurar a bandeira com os dentes, para evitar que fosse tomada pelo inimigo.

Depois de deixarem de ter funções militares, os alferes-mores mantiveram uma importante função na cerimónia de aclamação de cada novo Monarca pelas Cortes. Durante a cerimónia, o alferes-mor acompanhava o novo Rei com o estandarte real enrolado. No final do juramento do Rei, o alferes-mor desfraldava o estandarte perante o povo e gritava: Real! Real! Pelo muito alto e muito poderoso Rei de Portugal, Senhor Dom…!.

O cargo foi exercido pela última vez por Vasco de Sabogosa, conde de São Lourenço, que serviu de alferes-mor durante o ato de aclamação de D.Manuel II perante o Parlamento, no dia 6 de maio de 1908.

Titulares:

Esta é uma lista incompleta dos alferes-mores de Portugal:

  • D. Fafez da Luz
  • Pedro Pais - c. 1143
  • Pelágio Soares
  • Pedro Pais da Maia
  • Paio Moniz de Ribeira
  • Gonçalo Gomes de Azevedo
  • Gil Vasques da Cunha - c. 1360
  • João Esteves Carregueiro
  • Duarte de Almeida - 1476
  • D.Jorge de Menezes - c.1540
  • Luís César de Menezes, alcaide-mor de Alenquer - c. 1600
  • Fernão Teles de Meneses, conde de Vila Maior - 1640
  • Vasco Fernandes César,  conde de Sabugosa - 1673
  • D. João José Ausberto de Noronha - 1725
  • D. António Maria de Melo da Silva César de Menezes, conde de Sabugosa - 1743
  • D. José António de Melo da Silva César de Meneses, marquês de Sabugosa - 1763
  • D. António José de Melo da Silva César de Menezes, conde de São Lourenço - 1794
  • D. António Maria José de Melo da Silva César e Menezes, marquês de Sabugosa  - 1825
  • D. Vasco de Sabugosa, conde de S. Lourenço - 1908

Organização da Casa Real: Mordomo-mor

06.02.14, Blog Real

 António Maria Vasco de Melo César e Meneses, foi o último mordomo-mor da Casa Real Portuguesa.

O mordomo-mor era o primeiro oficial da Casa Real Portuguesa, sendo o responsável pela sua administração e pela superintendência de todos os restantes oficiais e funcionários da mesma.

O cargo de mordomo existia já na Casa dos Condes de Portucale, talvez segundo o modelo franco do mordomo do palácio, sendo, portanto, anterior ao próprio Reino de Portugal. O cargo continuou a existir após a fundação do Reino, tendo durado durante os oito séculos da Monarquia Portuguesa

No início da Monarquia, época em que era ténue a distinção entre os assuntos de Estado e os assuntos particulares dos Reis de Portugal, sendo o principal administrador dos bens da Coroa, o mordomo-mor acabava também por ser responsável pela direcção do governo do país, com funções análogas às de um moderno primeiro-ministro. Posteriormente, com o acentuar da separação entre os assuntos particulares dos reis e os assuntos de Estado, as funções de mordomo-mor limitaram-se cada vez mais apenas à gestão interna da Casa Real.

As rainhas de portugal (consortes) tinham também o seu mordomo-mor privativo, responsável pela administração da Casa da Rainha.

Funções:

Segundo o Regimento do Mordomo-Mor da Casa Real de 9 de agosto 1792, competia ao mordomo-mor:

  • o governo e superintendência da Casa Real;
  • assegurar diariamente o bom cumprimento das suas obrigações pelos criados de serviço no Paço Real;
  • nomear o escrivão dos filhamentos, o escrivão das matrículas e os demais oficiais da Casa Real, consultando previamente o Rei;
  • nomear os titulares de outros ofícios da Casa Real;
  • aconselhar o Rei relativamente aos filhamentos (concessão de foros de fidalguia) e gerir o expediente e registos relacionados com os mesmos;
  • passar as cartas de estribeiro-mor, de armeiro-mor, de copeiro-mor, de mestre-sala e dos trinchantes nomeados pelo Rei, bem como propôr a nomeação e passar os respetivos alvarás aos guardas-roupas;
  • passar mandatos, como os dos tribunais, aos corrregedores, provedores e juízes de fora das comarcas para os informarem acerca de assuntos relacionados com os filhamentos;
  • rubricar as portarias passadas pelo capelão-mor, pelo monteiro-mor e dar o visto aos alvarás e cartas do escrivão dos filhamentos;
  • nomear os contadores, provedores e escrivães dos contos;
  • proceder ao pagamento dos oficiais da Casa Real, através do tesoureiro da Casa;
  • superintender nas contas do Tesouro da Capela Real, através do seu tesoureiro da Capela;
  • superintender nas cavalariças e na alimentação dos cavalos da Casa Real, através do cevadeiro-mor e mariscal.

Titulares:

De entre os titulares do cargo de mordomo-mor figuraram algumas das personagens mais ilustres da história de Portugal, como Egas Moniz e Nuno Álvares Pereira.

Dinastia de Borgonha:

  • Paio Soares da Maia * 1097 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Pedro Pais da Silva * 1105 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Gomisso Nunes de Pombeiro * 1112 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Gonçalo Rodrigues da Palmeira * 1112 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Egas Gosendes de Baião * 1113 a 1116 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Paio Nunes * 1120 a 1121 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Paio Vasques de Bravães * 1122 a 1125 (Teresa de Leão e Henrique de Borgonha)
  • Ermígio Moniz I de Riba Douro * 1128 a 1136 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Egas Moniz IV de Riba Douro * 1136 a 1146 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Fernão Peres de Soverosa * 1146 a 1155 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Gonçalo Mendes I de Sousa * 1157 a 1167 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Vasco Sanches de Celanova * 1169 a 1172 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Pedro Fernandes de Bragança * 1172 a 1175 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Vasco Fernandes de Soverosa * 1175 a 1186 (Reinado do Rei Afonso I de Portugal)
  • Mendo Gonçalves I de Sousa * 1186 a 1192 (Reinado do Rei Sancho I de Portugal)
  • Gonçalo Mendes II de Sousa * 1192 a 1211 (Reinado do Rei Sancho I de Portugal)
  • Rui Pais de Valadares (Reinado do Rei Sancho I de Portugal)
  • Martim Fernandes de Riba de Vizela * 1211 a 1212 (Reinado do Rei Afonso II de Portugal)
  • Pedro Anes da Nóvoa * 1212 a 1223 (Reinado do Rei Afonso II de Portugal)
  • Martim Anes de Riba de Vizela * 1223 (Reinado do Rei Afonso II de Portugal)
  • Henrique Mendes de Sousa * 1224 (Reinado do Rei Sancho II de Portugal)
  • Gonçalo Mendes II de Sousa * 1224 (Reinado do Rei Sancho II de Portugal)
  • João Fernandes de Lima * 1225 a 1226 (Reinado do Rei Sancho II de Portugal)
  • Abril Pires de Lumiares * 1226 (Reinado do Rei Sancho II de Portugal)
  • Pedro Anes da Nóvoa * 1228 a 1229 (Reinado do Rei Sancho II de Portugal)
  • Rui Gomes de Briteiros * 1248 a 1249 (Reinado do Rei Afonso III de Portugal)
  • Gil Martins de Riba de Vizela * 1253 a 1264 (Reinado do Rei Afonso III de Portugal)
  • João Peres de Aboim * 1264 a 1279 (Reinado do Rei Afonso III de Portugal)
  • Lourenço Soares de Valadares (Reinado do Rei Afonso III e do Rei Dinis I de Portugal)
  • Nuno Martins de Chacim * 1279 a 1284 (Reinado do Rei Dinis I de Portugal)
  • Durão Martins de Parada * 1284 a 1297 (Reinado do Rei Dinis I de Portugal)
  • João Afonso Teles de Meneses * 1297 a 1304 (Reinado do Rei Dinis I de Portugal)
  • Afonso Sanches * 1312 a 1323 Reinado do Rei Dinis I de Portugal)
  • João Lourenço do Amaral (Reinado do Rei Afonso IV)
  • Afonso Telo de Meneses,, 5.º conde de Barcelos * 1320 (Reinado do Rei D.Afonso IV)
  • João Afonso Telo de Meneses, 6.º conde de Barcelos * 1330 (Reinado do Rei D.Afonso IV)
  • Lopo Fernandes Pacheco * 1335 a 1338 (Reinado do Rei D.Afonso IV)
  • Gonçalo Aires
  • João Afonso Telo de Meneses, 1º Conde de Ourém
  • Garcia Rodrigues

Dinastia de Avis:

  • Nuno Álvares Pereira, 2º condestável de Portugal * 1385 a 1431 (Reinado do Rei João I de Portugal)
  • Diogo Lopes de Sousa, 18º senhor da Casa de Sousa * c. 1380
  • Álvaro de Sousa, senhor de Miranda, alcaide-mór de Arronches * c. 1410
  • Diogo Lopes de Sousa
  • Pedro de Sousa
  • D. Pedro de Noronha
  • D. Diogo da Silva, 1º conde de Portalegre * c. 1430 (Reinado do Rei Manuel I de Portugal)
  • D. João da Silva, 2º conde de Portalegre * c. 1480 (Reinado do Rei Manuel I de Portugal)
  • D. João de Meneses, 1.° Conde de Tarouca* c. 1492 (Reinado do Rei Manuel I de Portugal e do Rei João III de Portugal)
  • D. Álvaro da Silva, 3º conde de Portalegre * c. 1505
  • D. João da Silva * c. 1525
  • D. Diogo da Silva, 5º conde de Portalegre * 1579

Casa de Bragança:

562º aniversário de Santa D. Joana de Portugal

06.02.14, Blog Real

Celebramos hoje o 562º aniversário do nascimento de Santa Joana Princesa, Padroeira da Diocese de Aveiro e Patrona da Real Associação da Beira Litoral. 
Santa D. Joana de Portugal, (também chamada Santa Joana Princesa embora oficialmente apenas seja reconhecida pela Igreja Católica como Beata) (6 de Fevereiro de 1452 — 12 de Maio de 1490) foi uma princesa portuguesa da Casa de Avis, filha do rei D. Afonso V e da sua primeira mulher, a rainha D. Isabel. Chegou a ser jurada Princesa herdeira da Coroa de Portugal, título que manteve até ao nascimento do seu irmão, o futuro rei D. João II. Foi regente do reino em 1471, por altura da expedição de D. Afonso V a Arzila. Foi também uma grande apoiante do irmão, o rei D. João II de Portugal.) 

D. Manuel II em digressão ao norte do país - Santa Maria da Feira

06.02.14, Blog Real

 

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 Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N146/N146_master/JPG/N146_0009_branca_t0.jpg

23 de Novembro de 1908

D. Manuel II esteve em Santa Maria da Feira na inauguração do “Vouguinha”

O troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis foi inaugurado em 23 de Novembro de 1908, sendo considerado na altura um factor preponderante para a aproximação dos núcleos urbanos que englobam Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira.

Segundo o "Correio da Feira", de 28 de Novembro de 1908, "cerca de 20.000 pessoas acorreram à Vila da Feira para aplaudir El-Rei D. Manuel II, na inauguração do troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis, da Linha do Vale do Vouga".

"Sua Majestade tinha saído de Espinho, sob um sol escaldante e cerca das 12:30 horas, depois de um almoço festivo no salão Nobre da Assembleia de Espinho", refere-se na "Monografia do Vale do Vouga", que cita o "Correio da Feira".

Atravessando ainda hoje paisagens únicas, do mar à serra, de Espinho e de Aveiro a Sernada do Vouga, a linha foi inaugurada por D. Manuel II durante a apoteótica viagem que fez ao Norte, pouco depois do regicídio.

Fonte: http://entrarnahistoria.blogspot.pt/2010/05/d-manuel-ii-em-santa-maria-da-feira.html

D.Manuel II em digressão ao norte do país - Viana do Castelo

06.02.14, Blog Real

Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo e http://www.trainlogistic.com/pt/Imprensa/ImprensaEscrita/01_11_reipontedurraes.htm

 

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