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D.Isabel de Heredia, Duquesa de Bragança e o filho, D.Dinis:

Os noivos:

O casamento foi celebrado na histórica Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo – Antiga Sé e Capela Imperial do Rio de Janeiro, onde os Imperadores do Brasil foram coroados e a Princesa Dona Isabel (1846-1921) foi desposada pelo Conde d’Eu (1842-1922). Lembrando um verdadeiro conto de fadas, esta deve ter sido a mais grandiosa cerimónia de casamento realizada no Brasil desde os tempos do Império. A recepção foi oferecida no também histórico Palacete Modesto Leal, no bairro de Laranjeiras. A Família Imperial Brasileira teve sua máxima representação na figura do Príncipe Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil, o Chefe da Casa Imperial, impossibilitado de viajar, acompanhou a sua sobrinha nesta ocasião.
Além da Família Imperial e da Casa Principesca de Orleans e Bragança, compareceram os membros da Família Principesca de Ligne, das Famílias dos Condes de Nicolaÿ, Baronetes Spearman, Marqueses de Garrigues, Marqueses de San Saturnino de la Granja e dos Barões Garel-Jones, parentes próximos dos noivos, além de representantes da Família Imperial da Áustria, das Famílias Reais da Bélgica, França, Portugal, Baviera e Duas Sicílias, da Família Grão-Ducal do Luxemburgo e da Família Principesca de Liechtenstein, e também representantes das mais diversas Casas Nobres da Europa e descendentes da Aristocracia do Império do Brasil.
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O Palácio dos Carrancas localiza-se na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Atualmente alberga o Museu Nacional de Soares dos Reis.


História:
O palácio foi construído a partir de 1795, para habitação e fábrica dos Morais e Castro - família de prósperos negóciantes, de alcunha Carrancas. O seu risco é, tradicionalmente, atribuído a Joaquim da Costa Lima Sampaio, que participou em obras como a Feitoria Inglesa e o Hospital de Santo António, da autoria de Jonh Carr.
Em 1861 o palácio foi adquirido por Pedro V de Portugal para servir de alojamento aos soberanos em visita ao norte do país. Embora necessitado de obras de reparação e melhoramentos, o edifício não sofreu alterações significativas, excetuando a extinção das instalações da fábrica.
Excetuando as visitas soberanas, o palácio encontrava-se praticamente vazio, situação que se agravou com a Implantação da República em 1910. O Rei Manuel II de Portugal, no seu testamento, datado de 1915, determina a entrega do palácio à Santa Casa da Mesericórdia, para que nele se instalasse um hospital. O Estado adquiriu o palácio à Misericórdia para sede do Museu Nacional de Soares dos Reis, que foi inaugurado em 1942.
A partir de 1992 o palácio sofreu uma profunda remodelação e expansão, com projeto de autoria do arquiteto Fernando Távora, concluída em 2001.
Após a visita régia de 1852 um jornal do jornal do Porto anunciou a venda do palácio "o qual tem lindas vistas sobre uma parte da Cidade, Vila Nova de Gaia, e o mar, capela, jardim, quinta unida de terra lavradia, que dá pão, vinho, fruta e água".
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