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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

"Casas Reais Europeias-Portugal", da colecção da revista FLASH (Maio de 2004)

30.06.16, Blog Real

A FLASH editou em 2004 uma colecção de pequenos livros sobre as Casas Reais europeias. Ao que concerne à Casa Real Portuguesa a edição contém vários erros e confusões e um discurso assente nos lugares comuns do que hoje se considera ser o movimento monárquico. Mas salva-se airosamente a parte respeitante a SAR D. Duarte Pio, pela qualidade e elegância das fotografias publicadas.Edição esgotada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: monarquia.webnode.pt

Família Real Portuguesa esteve em Bruxelas, na Comissão Europeia, para apresentar o Prémio Príncipe da Beira

18.06.16, Blog Real
A Família Real Portuguesa, teve a oportunidade de apresentar, na Comissão Europeia em Bruxelas, ao Comissário Carlos Moedas o Prêmio Príncipe da Beira criado em 2015 na celebração dos 18 anos do Infante Dom Afonso. 
 
Prémio Príncipe da Beira:
"Com o objectivo de reforçar a investigação em Ciência em Portugal foi instituído o "Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas”. Este resulta de uma parceria entre três Instituições Portuguesas nomeadamente, a Fundação Dom Manuel II, a Universidade do Minho e a Câmara Municipal de Guimarães. Este prémio científico, tem como objectivo primordial premiar a excelência da Investigação Portuguesa e contribuir para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das Ciências. O Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas reconhece, anualmente, um plano de trabalhos a realizar por um(a) Jovem Investigador(a), de nacionalidade portuguesa ou estrangeira e com menos de 40 anos, na área das Ciências Biomédicas, e consubstancia-se na atribuição de um subsídio no valor de 15.000,00 Euros. O plano de trabalhos deverá ser executado pelo período mínimo de 1 ano, e poderá ser enquadrado no âmbito de estudos pós-graduados, nomeadamente os conducentes à obtenção do grau de doutoramento, devendo ser desenvolvido numa Instituição de I&D nacional ou estrangeira (ou ambas). Pretende também promover o desenvolvimento de terapias avançadas e impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores com formação focada na área Biomédica.
 
Numa altura a que assistimos à necessidade de se re-investir na Ciência Portuguesa, este prémio surge como uma forma de encorajamento e de fomento à visibilidade da Ciência que se faz em Portugal e na Diáspora.

A Fundação Dom Manuel II acredita firmemente que esta aposta constitui apenas o inicio do principio de um novo desígnio nacional, o qual assenta na aposta no Conhecimento como motor de desenvolvimento do país e um veículo para a promoção internacional e afirmação de Portugal além fronteiras. "

 

 

 

 

Fonte: realbeiralitoral.blogspot.pt

Nobreza de Portugal

18.06.16, Blog Real

A Marquesa de Pombal, consorte do Marquês de Pombal, era por nascimento condessa de Daun, por ser filha do Conde de Daun, um titular de uma família nobre austríaca.

A primeira nobreza portuguesa havia-se formado a partir do reinado de Dom Afonso VI (1072-1109), Rei de Leão, com homens descendentes de fidalgos leoneses estabelecidos ao norte de Portugal, em especial entre os rios Douro e Minho. Esta era a região dos solares e dos homens mais poderosos do reino. Eles uniam fidalguia de nascimento à autoridade e ao prestígio de cargos públicos.

Eram seguidos na hierarquia, em ordem decrescente, pelos "infanções", "cavaleiros" e "escudeiros". Denominação de origem espanhola: "filho de alguém", aplicando-se aos funcionários superiores e originando a palavra "fidalgo", que, no século XIV, generalizou-se e passou a nomear todos os nobres de linhagem, designando assim a mais alta categoria da nobreza, sem dependência de cargo.

No tempo de D. Manuel I (1495-1521), por exemplo, quando foram designados os capitães da armada de Pedro Álvares Cabral que chegaram ao Brasil em 22 de Abril de 1500, a nobreza portuguesa já registrava essa ordem que datava do século XII. Os nobres integrantes da esquadra de Cabral obedeciam a essa característica, uma vez que a maioria descendia de famílias oriundas de Leão e Castela, radicadas em Portugal, já com numerosas gerações de serviço. As poucas exceções - como Bartolomeu Dias, que recebeu grau e armas transmitidos à sua descendência - demonstram a importância atribuída ao feitos nesse período dos descobrimentos.

A nobreza tomou caráter palaciano e, para receber novos graus, o agraciado precisava comprovar gerações de serviços prestados ao rei.

Foi também no reinado de D. Manuel I que foram estabelecidas regras que definiriam o uso dos graus de nobreza, bem como o uso das armas heráldicas, evitando abusos na adoção de ambos e estabelecendo os direitos da nobreza. Os nobres ficaram sujeitos ao rei e foram organizados em duas ordens, cada uma com três graus:

* "ricos -homens" (primeira ordem), que começavam como "moço fidalgo", passavam a "fidalgo-escudeiro" e chegavam a "fidalgo-cavaleiro";
* segunda ordem, em que estavam os "escudeiros-fidalgo" e "cavaleiros-fidalgo";

Apesar dos séculos XV e XVI terem sido ricos em atos de bravura e feitos heróicos, os feitos ligados aos descobrimentos não representaram acréscimo aos símbolos, atributos e novas armas no brasonário português. Poucas foram concedidas, e nem todas as mercês heráldicas foram registradas. O mesmo não ocorreu com os envolvidos nos combates, sobretudo por ocasião da ocupação do norte da África, encontrando-se maior número de brasões com atributos próprios, como a "cabeça de mouro".

A heráldica dos Descobrimentos fica restrita aos símbolos herdados de família, ligadas às localidades de origem, como a de Nuno Leitão da Cunha, com nove cunhas simbolizando o senhorio de Cunha-a-Velha, ou aos "falantes", como as cabras, dos Cabral, sem sugerir ou representar os desafios encontrados no mar e sua conquista. O brasão de Nicolau Coelho, que tem o contra-chefe ondado em prata e azul podendo simbolizar o mar conquistado, constitui a única exceção. O brasonário da armada comandada por Pedro Álvares Cabral é um retrato de sua época, com fidalgos, cavaleiros e escudeiros que nos brasões deixaram a marca familiar.

Todos os nobres eram considerados vassalos do rei.

Hierarquia da Nobreza:

A Nobreza Titulada Portuguesa tem os seguintes títulos e graus:

* Ducados Reais
** Ducado Real Hereditário (somente o Ducado de Bragança)
** Ducados Reais de Cortesia (vitalícios)
* Ducados
* Marquesados
* Condados
* Viscondados
* Baronatos

Os títulos podem ser:
* Hereditários
** De Juro e Herdade (sem limite de vidas)
** Em vidas (limite determinado de 2, 3 ou 4 vidas)
* Vitalícios

** Em vida (somente em vida do 1º titular)

Jornal "A Monarquia"

15.06.16, Blog Real

A Monarquia, publicou-se bissemanalmente em Lisboa entre Janeiro e Março de 1916, impresso a azul (cor monárquica) até ao número 6, tendo como mentor Astrigildo Chaves. Consequentemente, o alicerce de A Monarquia é a ansiada restauração monárquica, estando patente ao longo de todas as edições uma agressão constante à república implantada, a consolidação da causa monárquica e a uma vincada rejeição à participação de Portugal na I Grande Guerra. A ajudar Astrigildo Chaves na execução deste projeto constam os nomes de Arménio Monteiro, Mécia Mouzinho de Albuquerque, o Conde de Arnoso e Joaquim Saraiva de Carvalho, Martins Grilo, Alfredo Ferreira, João Pereira e César A. de Oliveira. O preço do jornal era de 20 reis.

Capas do jornal "A Monarquia": 

Nº1
Nº2
Nº3
Nº4
Nº5
Nº6
Nº7
Nº8
Nº9
Nº10
Nº11
Nº12
 
Nº13

Mão da Rainha Santa vai estar exposta durante 13 dias em Coimbra

03.06.16, Blog Real

As festas religiosas de Coimbra, que decorrem de 1 a 13 de Julho, assinalam os 500 anos da beatificação da padroeira da cidade com a exposição da mão da Rainha Santa Isabel, anunciou nesta terça-feira a organização.

A mão vai estar exposta na Igreja Rainha Santa durante os 13 dias de celebração, das 8h30 às 20h, para curiosos e fiéis, informou o presidente da confraria da Rainha Santa Isabel, António Rebelo, durante a apresentação do programa que assinala o 5.º centenário da beatificação de Isabel de Aragão.

Depois de um "tríduo preparatório", com pregação a cargo do bispo das Forças Armadas, Manuel Linda, entre 1 e 3 de Julho, decorre a missa solene a 4 de Julho pelo núncio apostólico, às 11h.

A 7 de Julho, realiza-se a procissão de penitência, com a imagem da padroeira a ser transportada da Igreja da Rainha Santa à Igreja de Santa Cruz.

A 9 de Julho, pelas 18h, a imagem é levada até à Sé Nova, na procissão jubilar da misericórdia, afirmou António Rebelo, frisando que a estátua da Rainha Santa não ia àquela sé "desde 1936".

A procissão solene, que este ano será mais longa (quatro quilómetros), levará a imagem da Sé Nova até à Igreja Rainha Santa, passando pelo Largo Dom Dinis, Rua Alexandre Herculano, Sá da Bandeira, Portagem e Calçada Rainha Santa Isabel, disse.

Para além das Festas da Rainha Santa de 1 a 13 de Julho, a confraria promove ainda a 16 e 17 de Junho o Congresso Internacional do Espírito Santo, "onde investigadores vão apresentar informação até agora desconhecida", nomeadamente em torno da padroeira de Coimbra.

A 28 de Junho, realiza-se a terceira edição da Gala das Rosas, no Teatro Académico de Gil Vicente, às 21h30, com "canto, dança e música".

Com um custo de entrada de dez euros, este evento pretende angariar fundos para "obras no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova", sublinhou.