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Rei D.Carlos visita o quartel de lanceiros 2 (1907)

por Blog Real, em 30.01.18

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publicado às 12:44

Infante D.Afonso no baptizado do herdeiro do trono de Espanha (1907)

por Blog Real, em 30.01.18

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publicado às 12:39

Infante D.Afonso coronel do exército espanhol (1907)

por Blog Real, em 30.01.18

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publicado às 12:34

Rainha D.Amélia visita a exposição de agricultura no Parque Eduardo VII (1907)

por Blog Real, em 30.01.18

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publicado às 12:32

Rei D.Manuel II em visita à Escola do Exército

por Blog Real, em 29.01.18

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publicado às 20:45

Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, ajudante de campo do Rei D. Carlos I, oficial-mor da Casa Real e aio do Príncipe D. Luís Felipe

por Blog Real, em 27.01.18

Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, nasceu a 12 de Novembro de 1855 na Quinta da Várzea, concelho da Batalha, Leiria, filho de José Diogo Mascarenhas Mouzinho de Albuquerque e de sua mulher Maria Emília Pereira da Silva e Bourbon, descendentes de uma família da nobreza local. Era neto de Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque, pelo lado paterno, e de Joaquim Augusto Pereira da Silva da Fonseca, da Casa de Alcobaça, pelo lado materno.

A espectacularidade da captura de Gungunhana e a campanha de imprensa que se gerou aquando de sua chegada a Lisboa e subsequente exílio para os Açores, fizeram de Mouzinho de Albuquerque, malgrado alguma contestação ao seu comportamento ético em Moçambique, uma figura muito respeitada na sociedade portuguesa dos finais do século XIX e inícios do século XX. Era então visto pelos ''africanistas'' como esperança e símbolo máximo da reacção portuguesa à ameaça que o expansionismo das grandes potências europeias da altura constituía para os interesses lusos em África.

Foi governador do distrito de Gaza e governador-geral de Moçambique, cargo que resignou em 1898, data em que voltou a Portugal. Foi nomeado responsável pela educação do Príncipe Real D.Luís Filipe de Bragança. Suicidou-se em 1902, embora algumas fontes atribuam a morte a homicídio.

Destinado a seguir a carreira militar, depois de estudos preparatórios, Mouzinho de Albuquerque assentou praça como voluntário no Regimento de Cavalaria n.º 4, frequentando na Escola Politécnica os cursos preparatórios para ingresso na Escola do Exército. Seguidamente ingressou no Colégio Militar da Luz, terminando o curso na Escola do Exército em 1878, sendo promovido a alferes.

No ano seguinte matriculou-se nas Faculdades de Matemática e Filosofia da Universidade de Coimbra, tendo aí casado na freguesia da Sé Nova a 9 de Março de 1879 com sua prima-irmã, Maria José Mascarenhas de Mendonça Gaivão (Lagoa, Estômbar, 23 de Julho de 1857 - Lisboa, 2 de Setembro de 1950), filha do dr. João José Antunes Mascarenhas Gaivão e de sua mulher e prima Maria Luísa Joana Mouzinho de Albuquerque, de quem não teve descendência. Em 1882, Mouzinho de Albuquerque adoeceu, facto que o impediu de frequentar o 4.º ano da Universidade e o obrigou a regressar a Lisboa, onde permaneceu dois anos em inactividade. No ano de 1884 foi promovido a tenente e nomeado regente de estudos no Colégio Militar.

Entre outros postos, foi nomeado, a 28 de Setembro de 1898, para o Conselho de S.M.F., ajudante de campo efectivo do rei D. Carlos I de Portugal, oficial-mor da Casa Real e aio do príncipe D. Luís Felipe de Bragança.

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publicado às 20:37

Soldados portugueses mortos na I Guerra e Rei D.Manuel II homenageados com vitral em igreja inglesa

por Blog Real, em 27.01.18

Os soldados portugueses mortos durante a I Guerra Mundial vão ser homenageados com um vitral numa igreja em Londres a inaugurar em Abril, no 100.º aniversário da batalha de La Lys. O desenho será revelado em 8 de Fevereiro.

Ao lado, será colocado uma outra janela em memória do último rei de Portugal, D. Manuel II, que era presença assídua nas missas da igreja em Twickenham, situada perto da residência onde viveu exilado, entre 1913 e 1931.

Bernard Hornung é um empresário e antigo militar britânico com ascendência portuguesa que está activamente envolvido na angariação de fundos para esta homenagem e que entende que o Reino Unido deve "um pedido de desculpas" a Portugal. "Os generais britânicos deixaram os portugueses na linha da frente mais de 70 dias, mas sabiam que os alemães iam fazer uma grande investida. Deviam ter substituído e reforçado as forças portuguesas", afirmou à agência Lusa.

De acordo com estimativas, morreram a 9 de Abril de 1918 na Batalha de La Lys, na Bélgica, 1341 soldados portugueses, 4626 foram feridos e 7440 foram feitos prisioneiros, de um total de 2100 baixas lusas contabilizadas no conflito. Hornung considera que, dadas as circunstâncias, os portugueses "lutaram de forma brilhante uma batalha muito dura, mas foram obrigados a retirar".

O vitral em memória dos "portugueses caídos" na I Guerra Mundial terá a figura do arcanjo Miguel sobre uma imagem de soldados nas trincheiras e uma esfera armilar portuguesa. Na janela de homenagem a D. Manuel II estará representado o arcanjo Rafael, juntamente com a figura de uma enfermeira da Cruz Vermelha ajudando um militar ferido. Esta é uma referência ao facto de, durante o conflito, o monarca, que era favorável à intervenção militar contra os alemães, ter ajudado a Cruz Vermelha Britânica e hospitais de Londres a desenvolver os seus serviços de ortopedia para tratar os soldados feridos.

Antigo presidente da Sociedade Anglo-Portuguesa, Bernard Hornung tem ligações familiares a Portugal e a Twickenham. A bisavó portuguesa, Laura de Paiva Raposo, viveu com o marido, Pitt Hornung, naquela localidade do oeste de Londres no final do século XIX, antes de regressar a Lisboa. Na altura, o avô, Charles Bernard Raphael Hornung, tinha apenas alguns meses, mas anos mais tarde alistou-se para integrar o Corpo Expedicionário Português, como soldado de artilharia. "As cartas que ele escreveu [durante a guerra] eram tão chocantes que a minha avó pediu no testamento que fossem destruídas. Infelizmente, o meu pai cumpriu", lamentou.

A campanha para realizar esta homenagem foi iniciada pelo padre responsável pela igreja de St. James, Ulick Loring, mas Hornung está envolvido pessoalmente na angariação de fundos. Em 8 de Fevereiro, será feito um lançamento público do diário do seu tio-bisavô Ernest William Hornung, Writing From The Jaws Of Death — The First World War Diaries of E.W Hornung [Escrevendo a partir das garras da morte — Os Diários da Primeira Guerra Mundial de E.W Hornung], escrito durante um período junto da linha da frente, em França.

Cunhado do criador de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, o autor ofereceu-se como voluntário da Young Men's Christian Association (YMCA) aos 51 anos, traumatizado pela morte em combate do filho único, Arthur. No mesmo dia, será revelado o desenho dos vitrais, criado por uma artista.

Em 8 de Março, a Batalha de La Lys será o tema de uma palestra pelo major general Sebastian Roberts, que no início de Abril vai orientar uma visita guiada à zona da Flandres onde ocorreu o combate.

Até ao final deste ano estão programadas mais actividades, numa tentativa de dar relevo à campanha e angariar as nove mil libras (10,3 mil euros) que restam para custear o tributo. Até agora, vincou Hornung, os donativos foram feitos em partes iguais por britânicos residentes em Portugal, pela Sociedade Anglo-Portuguesa e por privados e fiéis que usam a igreja de St. James.

Fonte: https://www.publico.pt/2018/01/27/mundo/noticia/soldados-portugueses-mortos-na-i-guerra-homenageados-com-vitral-em-igreja-inglesa-1801016

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publicado às 20:07

Foto da Rainha D.Amélia

por Blog Real, em 27.01.18

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publicado às 19:58

Missa de Sufrágio - 110 anos do regicídio

por Blog Real, em 26.01.18

Assinalando-se 110 anos sobre o trágico regicídio, a Real Associação de Lisboa cumpre o doloroso dever de mandar celebrar a habitual missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luiz Filipe, no próximo dia 1 de Fevereiro de 2018, pelas 19:00, na Igreja de São Vicente de Fora. 
Depois da Celebração Eucarística terá lugar a romagem ao Panteão Real, onde Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança deporão uma coroa de flores junto aos túmulos reais.
Para mais esclarecimentos contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa Sede nos horários habituais.
Contamos com a presença de todos!

Fonte: http://www.reallisboa.pt/ral/index.php/noticias/94-missa-de-sufragio-110-anos-do-regicidio

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publicado às 20:46

Faltam 5640 euros para o manto da rainha D. Amélia ser restaurado

por Blog Real, em 25.01.18

Grupo de Amigos do Museu dos Coches está a angariar fundos para recuperar o brilho de um dos tesouros de Portugal. O manto foi oferecido a D. Amélia pela cidade de Paris aquando do casamento com D. Carlos.

É preciso subir ao primeiro andar do antigo Picadeiro do Palácio Real de Belém, onde entre 1905 e 2015 esteve instalado o Museu dos Coches, e ir mesmo até ao fundo, até ao canto do lado esquerdo para, numa vitrina, se descobrir o único tesouro nacional do museu que não é um veículo. Aí está o manto rosa, bordado a prata, que a cidade de Paris ofereceu a D. Amélia, por altura do seu casamento com D. Carlos I. E que em 1936 a fundadora do museu doou à instituição que criara. Foi o simbolismo da peça que levou o Grupo de Amigos do Museu Nacional dos Coches a apostar no seu restauro, lançando para uma campanha de crowdfunding que pretende angariar seis mil euros, o valor necessário para atenuar os sinais dos tempos que se instalaram no veludo e na prata.

Impossível deixar de perguntar a Silvana Bessone, diretora do museu público mais visitado em Portugal (350 mil visitantes em 2017) se não dispõe de orçamento que permita avançar com a quantia de seis mil euros para garantir o restauro e conservação deste tesouro nacional. A resposta não podia ser mais clara: "Não." E Isabel Raposo Magalhães, que no ano passado fez renascer o Grupo de Amigos deste museu, dá uma achega: "O museu nem sequer tem conservadores-restauradores nos seus quadros."

Enquanto decorre a campanha, lançada no final de 2017 mas que ainda só reuniu 360 euros, avança-se com o trabalho técnico. Com o apoio do Laboratório José de Figueiredo, a conservadora-restauradora Madalena Serro e a coordenadora do departamento de Conservação do museu, Rita Dargent, elaboraram já um relatório técnico que serve de ponto de partida a esta intervenção.

Tanto quanto se sabe, o manto foi usado apenas duas vezes pela rainha. "Usou-o em pouquíssimas ocasiões, porque ele é pesadíssimo", explica Maria Ana Bobone, conservadora do museu. E especifica: "Usou-o numa ocasião muito importante, na entrega da Rosa de Ouro, uma distinção atribuída pelo Papa [Leão XIII], numa cerimónia na Capela das Necessidades [a 4 de julho de 1892]. Sabemos que voltou a usá-lo numa receção de gala realizada no Palácio da Ajuda para comemorar o décimo aniversário do filho mais velho [príncipe D. Luís Filipe]."

Apesar do pouco uso e de estar fechado numa vitrina, o relatório técnico lista várias maleitas: no veludo, regista "alteração e degradação do pelo", que está manchado, ressequido e muito frágil, apresentando "perdas de material, lacerações diversas, acumulação de poeiras, podendo ser identificadas várias intervenções"; quanto ao bordado, os "elementos metálicos do bordado estão muito oxidados, originando uma decoração enegrecida e acumulação de poeiras".

Por isso, Madalena Serro explicou ao DN que este vai ser um trabalho moroso "em que cada ponto é uma ciência". "O pelo perdido não há como recuperar. Mas hidratando as fibras pode ser que consigamos atribuir alguma elasticidade extra ao pelo que ainda existe, prevenindo a sua perda futura. As zonas com lacerações têm de ser reforçadas, com suportes e fios de seda com pontos de agulha, iremos tentar limpar o fio metálico, tentando atribuir algum brilho extra, mas nunca iremos recuperar o dourado original. Essa é uma tarefa impossível, infelizmente." Após a intervenção, o manto deverá ser exposto num outro suporte e num local onde ganhe maior protagonismo.

Esta é a primeira campanha do Grupo de Amigos do Museu dos Coches, que após a sua reativação no segundo semestre de 2017 conta com cerca de centena e meia de elementos. Na página do Facebook vão divulgando as atividades que realizam regularmente, como as visitas guiadas ao museu, às segundas-feiras, dia em que está encerrado ao público. Uma experiência que inclui não só a exposição do museu mas ainda os 1050 metros quadrados da área de conservação e restauro, bem como as reservas, de onde saem histórias a cada armário ou gaveta abertos pela coordenadora do departamento, Rita Dargent. A quota anual do grupo são 25 euros e, para além de dar acesso a estas visitas e outras atividades, como o Open Day, realizado em outubro, garante entrada gratuita nos museus e monumentos geridos pela Direção-Geral do Património Cultural.

Fonte: https://www.dn.pt/artes/interior/faltam-5640-euros-para-o-manto-da-rainha-d-amelia-ser-restaurado-9066616.html

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publicado às 18:38

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A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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