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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Infanta Maria Francisca foi madrinha no XXXII FITU “Cidade do Porto”

19.11.18, Blog Real

A filha dos duques de Bragança aceitou o convite do Orfeão Universitário para ser madrinha do Festival Internacional de Tunas da Universidade do Porto, que decorreu sábado, 17 de novembro, no Seminário de Vilar.

Durante o evento, Luís Represas, juntamente com a Tuna Universitária do Porto, dedicaram à madrinha a canção “Amar-te assim perdidamente”.

A Infanta Maria Francisca, estudante de Ciências da Comunicação, de 21 anos, agradeceu o convite e disse sentir-se “honrada por estar a pisar um palco com tantos talentos”.

Aproveitando o fim de semana na Invicta, a Infanta visitou a Livraria Lello, subiu ao Arco da Ponte da Arrábida, jantou e visitou alguns lugares da moda da noite portuense e conviveu com amigas que conheceu quando fez Erasmus em Roma.

Fonte: msn.com

Palácio Real de Mafra

17.11.18, Blog Real

O Palácio Real de Mafra localiza-se no concelho de Mafra, no distrito de Lisboa, em Portugal, a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. É composto por um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco joanino, na vertente alemã. Os trabalhos da sua construção iniciaram-se em 1717 por iniciativa de João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera em nome da descendência que viesse a obter da rainha Maria Ana de Áustria, Rainha de Portugal.

O edifício ocupa uma área aproximada de quatro hectares (37.790 m2). Construído em pedra lioz abundante na região de Mafra é constituído por 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões.

Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi um dos finalistas da iniciativa Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

O Palácio:

Há quem defenda que a obra se construiu por vias de uma promessa feita relativa a uma doença de que o rei padecia. O nascimento da princesa Maria Bárbara de Bragança determinou o cumprimento da promessa. Este palácio e convento barroco domina a vila de Mafra. 

O trabalho começou a 17 de Novembro de 1717 com um modesto projeto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; dom João V e o seu arquiteto, Johann Friedrich Ludwig (Ludovice) (que estudara na Itália), iniciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projeto final acabou por abrigar 300 frades, num espaço de 40.000 m2 com um palácio real e uma das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A basílica foi consagrada no 41º aniversário do rei, em 22 de Outubro de 1730, calhado a um domingo, com festividades de oito dias.

No convento consumiam-se por ano 120 pipas de vinho, 70 pipas de azeite, quase 10 toneladas de arroz e 600 vacas. Junto ao Convento ficava o Jardim da Cerca, com horta e pomar, tanques de água e vários campos de jogo para lazer.

Para a sua construção vieram técnicos de toda a Europa. Esta mão de obra especializada teve uma importante missão na realização do projeto de Ludovice. Assim vai receber vários tipos de contribuições, podendo ser uns mais activos e outros mais ilusórios. As ideias patentes neste Convento foram inspirado nos grandes palacetes urbanos do Barroco internacional, tendo como referência São Pedro de Roma, muito devido a Carlos Fontana e a passagem do arquitecto por Roma. Em suma, Mafra é um bom exemplo de erudição, de boa arquitectura, de boa construção em termos de pura engenharia, conjugando a citação clássica com a necessidade de a apresentar enquanto espectáculo.

O palácio era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre aqui um projeto para a preservação dos lobos ibéricos. As melhores mobílias e obras de arte foram levadas para o Brasil, para onde partiu a família real quando das invasões francesas, em 1807. O mosteiro passou a ser usado por forças militares desde 1834, após a dissolução das ordens religiosas.

Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o Palácio foi utilizado como residência de caça.

A ala sul foi sofrendo algumas obras pontuais e de decoração, nomeadamente quando do casamento de D. Pedro V e D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, no reinado de D. Luís e D. Maria Pia de Sabóia e de D. Carlos e D. Amélia de Orleães.

E dele saiu também em 5 de Outubro de 1910 o último Rei D.Manuel II para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.

No palácio, pode-se visitar a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos, o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capela adjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as sumptuosas salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância.

Algumas das divisões do palácio são: sala de Diana, sala do trono, torreão norte, galeria principal, sala das descobertas, sala dos destinos, sala da guarda, sala da bênção, sala dos camaristas, torreão sul, oratório sul, sala de D. Pedro V, sala de música, sala de jogos, sala da caça, sala de jantar, salão grande dos frades e cela fradesca.

Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da Basílica coberta com uma cúpula. O interior da Basílica é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas italianas. Aqui existiu ainda a Escola de Escultura de Mafra, criada por o Rei D.José I em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.

O real edifício de Mafra é um organismo complexo, delimitado nos seus ângulos por duas torres-blocos, de linguagem militar, onde vamos encontrar os palácios do rei e da rainha, tendo a igreja como ponto central. O convento ocupa a parte de trás do edifício, ou seja, a fachada principal é destinada ao rei, e na sua parte posterior é que vai surgir o convento.

O espólio do Palácio Nacional de Mafra inclui peças provenientes do Convento de Nossa Senhora e Santo António, predominantemente do século XVIII, que inclui pintura, escultura, metais, paramentos, entre outros, encomendados por D.João V aos principais centros de arte europeus e peças originárias do Paço Real que são essencialmente do século XIX e que reflectem a funcionalidade do palácio como residência de lazer ligada à caça praticada pela família real.

A Sala dos Destinos

A Sala Amarela do Palácio

A Sala do Trono

Lançamento do livro: "OS TÊXTEIS E A CASA DE BRAGANÇA: Entre a utilidade e o deleite. Séculos XV-XIX"

17.11.18, Blog Real

A 27 de Novembro pelas 18h00
Lançamento do livro:
"OS TÊXTEIS E A CASA DE BRAGANÇA: Entre a utilidade e o deleite. Séculos XV-XIX."
Coordenação de Maria João Ferreira. 
Apresentado pelo Diretor do Palácio Nacional da Ajuda e pela Gerência da editora SCRIBE.

Precedido da conferência: 
"Armação Costumes Turcos: uma série de tapeçarias no Real Tesouro"
por Manuela Santana, conservadora do Palácio Nacional da Ajuda

Fonte:  Palácio Nacional da Ajuda

Intervenção na carruagem da Casa Real (século XIX)

17.11.18, Blog Real

Estão a ser desenvolvidas ações de conservação preventiva na Carruagem da Casa Real, por uma equipa de conservadores-restauradores coordenada pela Dr.ª Inês Florindo Lopes. Estas operações são prioritárias, de modo a salvaguardar as condições de estabilidade da Coleção de Carruagens, exposta nas antigas cocheiras do Paço Ducal de Vila Viçosa e cujos exemplares tem vindo a ser gradualmente intervencionados.

Fonte: Paço Ducal de Vila Viçosa

José Maria do Espírito Santo de Almeida Correia de Sá, secretário particular do Rei D.Manuel II

12.11.18, Blog Real

José Maria do Espírito Santo de Almeida Correia de Sá (Lisboa, 25 de Maio de 1874 - Lisboa, 6 de Julho de 1945), que sucedeu a seu bisavô como 6.º marquês de Lavradio, foi um aristocrata e intelectual, oficial do Exército Português, que se distinguiu como memorialista e no campo da historiografia militar.
Em 1901 casou-se com Maria da Piedade de Saldanha de Oliveira e Sousa, da família dos Marqueses de Rio Maior.

Frequentou a Academia Militar, tendo seguido a carreira de oficial do exército. Em 1910, aquando da imposição da República, o Marquês de Lavradio passou à reserva e acompanhou o Rei Dom Manuel II para o exílio em Inglaterra.

Foi secretário particular do Rei D.Manuel II.

As suas memórias, que incluem as suas impressões do exílio em Inglaterra com o rei D. Manuel encontram-se publicadas como '''Memórias do Sexto Marquês do Lavradio'''.