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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Braga tem uma orquestra ao serviço da Família Real

25.02.19 | Blog Real

A Orquestra Príncipe da Beira, criada pelo maestro Paulo Arruda, é a orquestra de “serviço” à casa real portuguesa e prepara-se para um concerto no próximo dia 23, na Igreja de S. Vicente, na cidade de Braga.

Esta orquestra, que deu o primeiro concerto a 3 de junho de 2017, é uma homenagem ao princípe Dom Afonso Santa Maria, filho do conhecido Duque de Bragança, D. Duarte Pio e é também a orquestra que, sempre que exista convite, atua nas cerimónias “reais” em Portugal.

Com ensaios periódicos na cidade de Braga, onde esta orquestra foi formada pelo maestro Paulo Arruda, que é também professor de Música em Tadim, com 37 anos de carreira, a OPB pertence à casa real portuguesa e os membros marcaram presença através da Orquestra do Norte, na cerimónia de investidura do príncipe, que decorreu na Sé de Braga em 2017.

O maestro e fundador da orquestra, Paulo Arruda, explicou ao Semanário V que a OPB surgiu na sequência dos 21 anos de Afonso, a mesma idade em que foi indicado Princípe da Beira. “Esta orquestra tem como função, para além da diuvlgação da música erudita, também a integração de músicos que se destacam a nível internacional, como o caso do tenor Nuno Meneses Ribeiro, atualmente tenor na Ópera de Milão e que pertence à família real.

“Temos realizado concertos e sempre que há alguma atividade relacionada com a casa real, a orquestra atua”, explica, revelando que o ultimo concerto, em Penafiel, foi em quinteto, mas o marcado para o próximo dia 23 será em formato “ensemble”, com violinos, viola de arco, violoncelo e contrabaixo. No total, a OPB tem 20 músicos que vão rodando entre si.

“Em Braga há sensibilidade para a causa real”

Paulo Arruda trabalhou com grandes nomes da música erudita nacional, como Miguel Graça Moura, Joana Carneiro, Pedro Burmmester ou a Orquestra Portuguesa da Juventude, dando a opinião de que a causa monárquica aposta mais na cultura do que a republicana.

Explica que em Braga “há sensibilidade para a causa real”, dando exemplo de várias iniciativas e palestras na cidade sobre a Monarquia. “Uma das coisas que se tem verificado é que é muito dispendioso para o país estar numa República, mas é esta que tem tido mais peso na sociedade, até porque é muito recente comparando com a Monarquia. Mas é preciso ver que a Monarquia, ao longo de séculos, tem difundido muito a cultura, sobretudo a música.

Diz ainda que “Braga tem revelado maior sensibilidade também a nível musical”. “A subsistência dos músicos é muito difícil, e piorou durante o período da Troika, em que nem sequer houve ministro da Cultura”. Paulo Arruda lamenta a falta de apoio aos músicos, recordando o caso de uma bailarina com doença oncológica que teve de exercer a profissão até ao fim da vida por não existir qualquer salvaguarda para os bailarinos. Recorda que a Companhia de Ballet não sobreviveu ao período da Troika.

Paulo Arruda explica que é necessário um maior valor nas verbas atribuídas pelas Câmaras que contratam a orquestra, de forma a serem mais elementos nas atuações da orquestra. “Fazemos os concertos em função das verbas que realmente nos podem atribuir”, esclarece.

“Os instrumentos são caros, as partituras vêm do edstrangeiro e muitas vezes depende da boa vontade dos próprios musicos para atuar por uma verba menor”, explica, deixando, no entanto, elogios à Câmara de Braga e às Juntas de São Víctor, São José de São Lázaro e São João de Souto e União de Maximinos, Sé e Cividade por “pagarem” em conjunto o concerto do próximo dia 23. Revela ainda que o objetivo é tornar esta atuação em um evento anual.

“A música é um trabalho para nós e um divertimento para os outros”, finaliza.

Braga foi onde o príncipe foi batizado e investido

Foi na Sé Catedral de Braga que se registaram os momentos mais importantes para a vida da monarquia nacional. Para além do batismo de Dom Afonso de Santa Maria, foi também neste templo que, 21 anos depois, decorreu a cerimónia de investidura solene do décimo Príncipe da Beira.

A cerimónia contou com a presença dos duques de Bragança e altas individualidades civis, militares e religiosas em representação dos diversos órgãos de soberania nacional e regional, em um fim de semana recheado de eventos.

A missa solene foi presidida por D. Francisco Senra Coelho e contou com a presença da Guarda de Honra da Catedral, enquanto o programa musical ficou a cargo do Coro da Santa Casa de Misericórdia de Braga, com direção de Hugo Torres e da estreia da OPB. Já a cerimónia de investidura foi presidida por Dom Duarte.

Recorde-se que foi na Sé de Braga que, a 1 de junho de 1996 se realizou pela primeira vez na história de Portugal um batizado real na cidade de Braga.
Na ocasião, os duques de Bragança criaram, com o então arcebispo primaz, D. Eurico Dias Nogueira, uma instituição (a Real Confraria) que o décimo Príncipe da Beira preside.

Fonte: https://semanariov.pt/2019/02/20/braga-tem-uma-orquestra-ao-servico-da-familia-real/

Conferência para assinalar o centenário da Monarquia do Norte e do Cerco de Monsanto

23.02.19 | Blog Real

Na próxima terça-feira dia 26 de Fevereiro pelas 15,00hs, na Sociedade de Geografia de Lisboa, no âmbito do programa que assinala o centenário da Monarquia do Norte e do Cerco de Monsanto, a Secção de Genealogia, Heráldica e Falerística da Sociedade de Geografia de Lisboa organiza uma conferência com a participação do Prof. Filipe Ribeiro de Menezes, Prof. Jaime Nogueira Pinto, Coronel José Henriques e Arq. Francisco Lobo De Vasconcellos. Neste encontro, entre outras coisas, poderão ouvir-se relatos, na primeira pessoa, de quem esteve no cerco de Monsanto, e visitar uma mostra de fotografias e objectos inéditos, relacionados com estes acontecimentos.

Afonso de Bragança em visita à Covilhã

22.02.19 | Blog Real

Depois de um almoço no espaço da antiga Biblioteca da Cidade, decorreu uma visita à Igreja de Santa Maria Maior, seguindo-se a Galeria de Tinturaria, Real Fábrica de Panos e Casa dos Condes da Covilhã, que foram no passado os grandes produtores e promotores das Fábricas de Lanifícios da Região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CAUSA REAL

D.Duarte, Duque de Bragança acaba de concluir uma visita de uma semana à Nova Zelândia

21.02.19 | Blog Real

D.Duarte, Duque de Bragança acaba de concluir uma visita de uma semana à Nova Zelândia onde foi recebido por Damas e Cavaleiros das Ordens da Casa Real que proporcionaram um programa que incluiu cerimónias religiosas e culturais.

 

Fonte: Centro de Estudos Ordens Dinásticas Portuguesas / Orders Study Centre

Rei D.Carlos na cerimónia de inauguração da Estação de Pedras Salgadas, na Linha do Corgo, em Portugal

18.02.19 | Blog Real

Cerimónia de inauguração da Estação de Pedras Salgadas, na Linha do Corgo, em Portugal, em 15 de Julho de 1907. A fotografia mostra o momento em que o rei D. Carlos saiu da estação de Pedras Salgadas, para se dirigir à estância termal. Esta imagem foi originalmente publicada na revista Occidente n.º 1029, de 30 de Julho de 1907, e digitalizada pela Hemeroteca Municipal de Lisboa.

Fonte: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ocidente/1907/N1029/N1029_item1/index.html

Afonso de Bragança na campanha de reflorestação da Serra da Estrela

17.02.19 | Blog Real

Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, participou numa acção de Reflorestação de espécies autóctones da Floresta Portuguesa na área protegida da Serra da Estrela, na Região da Covilhã, organizada pela Real Associação da Beira Interior. Outras entidades também marcaram presença, a Causa Real, a JMP, o ICNF, os Guardiões da Serra da Estrela e os Escuteiros da Covilhã.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CAUSA REAL e Real Associação da Beira Interior

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