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D. José Lobo da Silveira Quaresma, camarista do Rei D.Carlos I

por Blog Real, em 09.04.19

D. José Lobo da Silveira Quaresma, 15.º barão de Alvito, 10.º conde de Oriola, e 4.º marquês de Alvito (11 de março de 1826 - 15 de novembro de 1917) foi Par do reino, por sucessão a seu avô, o 3.º marquês de Alvito, de que prestou juramento e tomou posse na câmara respectiva, na sessão de 1 de março de 1861; gentil-homem da câmara do rei D. Luís; comendador da Ordem de N. Sr.ª da Conceição de Vila Viçosa; grã-cruz das ordens da Coroa de Itália, de Carlos III de Espanha, e da Rosa do Brasil; oficial-mor honorário da Casa Real, camarista do rei o senhor D. Carlos; abastado proprietário nos distritos de Lisboa e de Beja.

Nasceu a 11 de março de 1826. É filho de D. Henriqueta Policarpa José António Lobo da Silveira Quaresma, 9.ª condessa de Oriola e 14.ª baronesa de Alvito, casada com António Luís de Sousa Coutinho, que pelo seu casamento ficou autorizado a usar do título de conde barão.

O senhor marquês de Alvito sucedeu a sua mãe; falecida a 7 de junho de 1858, na casa e referidos títulos. Casou a 2 de outubro de 1858, com D. Mariana Luísa de Sousa Coutinho, sua prima, primeira filha dos 15.os condes de Redondo, a qual faleceu em Lisboa, a 24 de abril de 1881. O título de marquês de Alvito em sua vida, e conde barão de Alvito, de juro e herdade, foi renovado por decreto de 15 de dezembro de 1861. O de oficial-mor honorário da Casa Real foi concedido por decreto de 1 de outubro de 1874, e carta de 21 de dezembro de 1876. O senhor marquês de Alvito, apesar de ser descendente de uma família miguelista, foi sempre liberal, e aceitou com reconhecimento, das mãos de D. Pedro V, o marquesado e os arminhos de par do reino. O rei D. Luís, em 1880, o convidou para seu camarista, lugar que conservou, junto ao rei o senhor D. Carlos.

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publicado às 18:47

Participantes da Aclamação do Rei D.Manuel II

por Blog Real, em 09.04.19

Os Moços Fidalgos na sessão da aclamação:

Bernardo Pinheiro de Mello (Arnoso), D.Domingos de Sousa Holstein (Faial), Manuel de Mello (Cartaxo), Manuel Silveira de Vasconcellos e Sousa (Castello Melhor), D.Manuel Telles da Silva (Tarouca) e D.José de Mello e Castro (Galveias)

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António Maria Vasco de Melo Silva César e Meneses, Conde de S. Lourenço, alferes-mor do Reino, empunhou o estandarte real e anunciou ao povo a Aclamação de D. Manuel II da varanda do Palácio de São Bento. Pode ver a biografia dele aqui.

D.Luís Lobo da Silveira (Alvito) tirou a coroa real da carruagem real, à chegada a São Bento.

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publicado às 18:11


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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Brasão da FCB

Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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