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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Seg | 15.04.19

Carruagens Reais - Berlinda da Casa Real

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Viatura de aparato. A caixa, de fundo vermelho, tem pintados os escudos de armas reais portuguesas. A decoração é em estilo rococó, com talha dourada, sendo as maçanetas, a pregaria e as fivelas em bronze cinzelado. Tem sistema de apoio da caixa no rodado traseiro.

Fazia parte de um conjunto de berlindas encomendadas por D. João V em Paris, em 1727.
 
Foto: Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)

Fonte: http://www.fcbraganca.pt/paco/carruagens/04.htm

Sex | 12.04.19

O nostálgico Natal da Rainha D. Amélia

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O jornalista Charles Danaaís foi a Versalhes em busca da última rainha de Portugal e descobriu que D. Amélia estava doente. Tinha então 84 anos a viúva de D. Carlos e o exílio em França, nos arredores de Paris, culminava uma vida cheia de ligações traumáticas à causa real, pois o seu próprio nascimento em Inglaterra, em 1865, se devia a pertencer à família Orleães, pouco ou nada amada num país onde Luís Napoleão se transformara de presidente em imperador, imitando o seu famoso tio. Portugal teria sido um destino feliz para a nobre francesa não fosse o regicídio de 1908, quando foram mortos o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe. Dois anos depois, a implantação da República fê-la deixar a pátria adotiva juntamente com o filho D. Manuel II, último rei de Portugal.

Contou o jornalista do Ce Soir, citado pelo DN, que em Versalhes chamavamcarinhosamente a D. Amélia "a rainha esquecida". Morreu dois anos depois, em outubro de 1951. Viveu os últimos 19 anos sem família próxima, pois D. Manuel II morreu em 1932.

Fonte: https://www.dn.pt/edicao-do-dia/27-dez-2018/interior/o-nostalgico-natal-da-rainha-d-amelia-10368871.html

Qui | 11.04.19

Carruagens Reais - Landau do Regicídio

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Viatura construída em Portugal, nos finais do séc. XIX, para a família real portuguesa. É um carro de duas capotas que se podem usar abertas ou fechadas. A caixa é de fundo preto, tendo nas portinholas o monograma do rei D. Carlos I. As capotas são em couro negro sem elementos decorativos. Atrás tem uma caixa curva para transporte de armas. O interior é forrado a marroquim capitoné azul escuro e o acesso faz-se através de dois estribos exteriores. As duas lanternas, circulares, feitas em vidro e folha pintada de preto, encontram-se junto ao banco do cocheiro, tal como o travão de manivela. Na parte posterior da caixa, dois guarda-lamas sobrepõem-se às rodas traseiras. O rodado é pintado a vermelho e as rodas têm pneus de borracha. Tem molas elípticas.
 
Foto: Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)

Fonte: http://www.fcbraganca.pt/paco/carruagens/01.htm

Qua | 10.04.19

Castelo de Bellevue

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Foto: noblesseetroyautes.com/

O Castelo de Bellevue está localizado em Chesnay, perto de Versalhes nas Yvelines. Depois do casamento de D. Manuel II, com Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmaringen, a Rainha Amélia de Portugal, viúva do Rei Carlos I de Portugal decidiu viver na sua terra natal, a França. A Rainha D.Amélia é a filha mais velha de Filipe VII, Conde de Paris e Isabel de Orleans e Bourbon, infante da Espanha. Em 1920, a rainha comprou a casa chamada "Bellevue" de Madame Duval em Chesnay pela soma de 500.000 francos. Esta casa construída em 1900 pelo arquiteto Leyendecker é, na verdade, uma grande mansão cercada por um grande parque.

Deixada ao governo francês por testamento, em 1951, a mansão é hoje a sede da Câmara de Agricultura de Île-de-France.

Ter | 09.04.19

D. José Lobo da Silveira Quaresma, camarista do Rei D.Carlos I

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D. José Lobo da Silveira Quaresma, 15.º barão de Alvito, 10.º conde de Oriola, e 4.º marquês de Alvito (11 de março de 1826 - 15 de novembro de 1917) foi Par do reino, por sucessão a seu avô, o 3.º marquês de Alvito, de que prestou juramento e tomou posse na câmara respectiva, na sessão de 1 de março de 1861; gentil-homem da câmara do rei D. Luís; comendador da Ordem de N. Sr.ª da Conceição de Vila Viçosa; grã-cruz das ordens da Coroa de Itália, de Carlos III de Espanha, e da Rosa do Brasil; oficial-mor honorário da Casa Real, camarista do rei o senhor D. Carlos; abastado proprietário nos distritos de Lisboa e de Beja.

Nasceu a 11 de março de 1826. É filho de D. Henriqueta Policarpa José António Lobo da Silveira Quaresma, 9.ª condessa de Oriola e 14.ª baronesa de Alvito, casada com António Luís de Sousa Coutinho, que pelo seu casamento ficou autorizado a usar do título de conde barão.

O senhor marquês de Alvito sucedeu a sua mãe; falecida a 7 de junho de 1858, na casa e referidos títulos. Casou a 2 de outubro de 1858, com D. Mariana Luísa de Sousa Coutinho, sua prima, primeira filha dos 15.os condes de Redondo, a qual faleceu em Lisboa, a 24 de abril de 1881. O título de marquês de Alvito em sua vida, e conde barão de Alvito, de juro e herdade, foi renovado por decreto de 15 de dezembro de 1861. O de oficial-mor honorário da Casa Real foi concedido por decreto de 1 de outubro de 1874, e carta de 21 de dezembro de 1876. O senhor marquês de Alvito, apesar de ser descendente de uma família miguelista, foi sempre liberal, e aceitou com reconhecimento, das mãos de D. Pedro V, o marquesado e os arminhos de par do reino. O rei D. Luís, em 1880, o convidou para seu camarista, lugar que conservou, junto ao rei o senhor D. Carlos.

Ter | 09.04.19

Participantes da Aclamação do Rei D.Manuel II

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Os Moços Fidalgos na sessão da aclamação:

Bernardo Pinheiro de Mello (Arnoso), D.Domingos de Sousa Holstein (Faial), Manuel de Mello (Cartaxo), Manuel Silveira de Vasconcellos e Sousa (Castello Melhor), D.Manuel Telles da Silva (Tarouca) e D.José de Mello e Castro (Galveias)

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António Maria Vasco de Melo Silva César e Meneses, Conde de S. Lourenço, alferes-mor do Reino, empunhou o estandarte real e anunciou ao povo a Aclamação de D. Manuel II da varanda do Palácio de São Bento. Pode ver a biografia dele aqui.

D.Luís Lobo da Silveira (Alvito) tirou a coroa real da carruagem real, à chegada a São Bento.

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D. Anrónio Mendes Bello, Patriarca de Lisboa.

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A banda dos marinheiros.

Seg | 08.04.19

D.Duarte, Duque de Bragança na abertura oficial da Sala Memorial D. Afonso, IV Conde de Ourém, Um Espaço Museológico

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D.Duarte, Duque de Bragança esteve presente na abertura oficial da Sala Memorial D. Afonso, IV Conde de Ourém, Um Espaço Museológico permanente no Castelo de Porto de Mos, criado pelas Fundações Dom Manuel II e Histórico - Cultural Oureana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fundação Dom Manuel II

Sab | 06.04.19

Conheça aqui o programa das comemorações do bicentenário do nascimento de D. Maria II

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A 4 de Abril de 2019 passam 200 anos do nascimento de D. Maria da Glória, primeira filha de Dona Leopoldina de Habsburgo Lorena e do Príncipe D. Pedro de Bragança, no Paço Real de S. Cristóvão, no Rio de Janeiro. Esta princesa tornou-se rainha de Portugal em 1826, após a abdicação do seu pai, mas apenas chegou a Portugal em 1833, com o fim da guerra civil e vitória dos liberais chefiados por D. Pedro.

A particularidade do seu nascimento e primeiros anos passados no Brasil, as longas temporadas em Londres e Paris ainda adolescente, os intensos contactos com as restantes cortes europeias por razões políticas e, indissociavelmente, familiares, forjaram uma personalidade muito rica e consciente do seu lugar no mundo.

Durante o curto reinado, já que morreu de parto com apenas 34 anos, em 1853, viveu intensamente o turbilhão político que caracterizou a consolidação do regime constitucional. Nessas duas décadas foram dados passos significativos para a construção de uma nação contemporânea, iniciadas importantes reformas e criadas inúmeras instituições.

Consideramos que esta figura não tem tido o destaque merecido, suplantada pela intensidade dos eventos de que foi, contudo, atriz consciente e interessada.

O objetivo destas comemorações é assim conhecer melhor a mulher, a rainha, a sua época e o seu legado

 

PROGRAMA DE ATIVIDADES
*Celebrações de missa
4 de Abril - pelo nascimento de D. Maria da Glória - na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa

15 de novembro - pelo falecimento de D. Maria da Glória - na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa

6 de Julho - Paço Ducal de Vila Viçosa

*Concertos na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa
26 de Abril – D. Maria II no Arquivo Musical do MBCB – I
31 de Maio – D. Maria II – Viagens breves
28 de Junho – Hinos e marchas para D. Maria II de Portugal
26 de Julho – Sarau em homenagem a D. Maria II
30 de Agosto – Chansons d’Amour
27 de Setembro – Rainha Dona Maria II- Herança Musical
25 de Outubro – A Música Sacra no Tempo de D. Maria II
13 de Dezembro – Concerto de Natal

*Inauguração de exposições
12 de Abril – D. Maria II (1819-1853): Um retrato em moedas – Paço Ducal de Vila Viçosa

Fonte: radiocampanario.com

Sab | 06.04.19

Entrevista da Rainha D.Amélia ao jornal "O Século" em 1938

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Em 1937, na Exposição Mundial de Paris, o governo português convidou a Rainha D.Amélia explicitamente a visitar o Pavilhão de Portugal, convite a que a rainha acedeu. Mas não emitiu comentários sobre a situação portuguesa até conceder uma primeira entrevista à imprensa portuguesa, a Joaquim Manso, em Outubro de 1937 ao jornal "Diário de Lisboa". Seguia-se “O Seculo” através de Leitão de Barros. E um ano mais tarde, em 1939, seria Armando Boaventura a conduzir mais uma conversa com a monarca em Versalhes para o "Diário de Notícias".

Homem extravagante, com um acentuado gosto cénico, Leitão de Barros deixou-se esmagar pelo cenário do castelo, pelo hall esplendoroso, pelos quadros salvos pela condessa de Sabugosa, pelas fotografias da realeza europeia, uns conhecidos, outros “vagos soberanos de países distantes que não conheço”, pelo criado que lhe abriu a porta e pelo mordomo que o guiou. Desde o início da conversa, que começou pelas cinco horas da tarde e prolongou-se até às oito da noite, Dona Amélia controlou o rumo do diálogo. O próprio jornalista, numa admissão honesta, confessou não saber “como começou a conversa. Eu não disse nada”. A viúva de Dom Carlos tinha um papel e desempenhou-o perfeitamente, deslumbrando o repórter com algumas confissões e, à boa maneira saloia que quase sempre nos caracterizou ao longo do século XX, com o desvelo produzido no interlocutor pela facilidade com que se exprimia em português e pronunciava “Salazar” como se estivesse no Chiado e pelo apreço com que falava do nosso solarengo país.

Como em qualquer entrevista moderna, as intenções da soberana excediam a publicação de um relato frívolo, mero testemunho da vida que ainda lhe corria nas veias. Dona Amélia tinha uma agenda em mente e assumiu contas a ajustar, inclusivamente com o próprio jornal no qual Leitão de Barros colaborava. Leitão de Barros distinguiu “O Seculo” antigo (presumivelmente republicano e fortemente crítico da família real ou, por outras palavras, o jornal de Magalhães Lima e Silva Graça) de “O Seculo” actual. Dona Amélia concordou e sublinhou o seu apreço por João Pereira da Rosa, então director e proprietário.

Avançou depois para o seu legado. A propósito da remoção da Fábrica do Gás (o popular gasómetro) que fora instalada em 1886 junto da Torre de Belém, criticou veementemente os ministros da monarquia que, apesar dos seus esforços e das “horas e horas [que passara] apaixonada por essa maravilha da arte tão nossa”, tinham aprovado a instalação do monstro, que perturbava o conjunto cénico dos Descobrimentos. “Zanguei-me, esgotei influências, macei toda a gente, e nada!”, disse a Rainha. “Vejo agora que esse extraordinário ministro Duarte Pacheco a vai desafrontar!”

A mesma estratégia foi usada pela rainha para comentar um dos seus sucessos – a criação em 1892 do Real Instituto Bacteriológico de Lisboa, que se tornaria depois o Instituto Bacteriológico Câmara Pestana, com responsabilidades no combate e investigação de doenças infecto-contagiosas. Dona Amélia reivindicou para si a condução política do processo, uma vez mais contra a inércia dos políticos da monarquia. “Era uma vergonha, todo o mundo tinha já institutos com as ideias novas e nós estávamos parados”. A rainha conta o lobby que conduziu junto de um influente ministro (presume-se pela informação que seria José Dias Ferreira), encurralando-o numa carruagem de comboio, até este prometer que agiria. E, mesmo ao aceitar, este teria confessado aos seus pares, de acordo com a versão régia: “A Senhora Dona Amélia não pede dinheiro para toilettes, nem para viagens, nem para festas. Tem lá aquela mania do tal instituto. (…) Ao menos, enquanto faz isso, está entretida!”

A conversa seguiu o mesmo rumo, com a rainha a reivindicar para si a inspiração para as viagens reais à província (as expedições, como então se chamavam) e a intenção de imitar a viagem real inglesa à Índia com uma visita protocolar à África portuguesa. “O Paço murmurou: eram hábitos novos. E, nos jornais, tudo servia para nos ridicularizar”, contou.

O ajuste de contas não foi propriamente direccionado para jornalistas ou para políticos republicanos. Alguns teriam talento, admitiu Dona Amélia. “Olhe o Rafael Bordalo Pinheiro. A esse reconhecia-lhe talento – muito talento mesmo. E esse, quando nos atacava, fazia-o com arte. E nós não nos ofendíamos. El-Rei, artista como era, sorria. Outros... Enfim! Esquecer!” A rainha apontava o dedo à fraqueza da monarquia constitucional e dos seus líderes para amparar a Casa de Bragança.

Um último legado foi corrigido nesta entrevista, e Dona Amélia parece ter feito questão de o sublinhar com veemência – a partida para o exílio. Aos 73 anos, a rainha mantinha a combatividade de sempre e lembrou que, durante o seu reinado, só por uma vez obrigara alguém a desmentir um boato cruel. Qual? Os Braganças não tinham fugido para Gibraltar. Segundo a rainha, ao entrar nas embarcações da Ericeira a 5 de Outubro de 1910, a família real cuidara que se deslocava para o Porto. “E muito menos o iate tomou o rumo do sul por haver a bordo duas rainhas a chorar. Não! Honra à memória da rainha Maria Pia e justiça – só justiça – a mim. Não chorámos, não pedimos, não tivemos medo!”

Para lá dos remoques à história antiga, Dona Amélia usou a entrevista de Leitão de Barros para enviar nova mensagem a Lisboa, aproximando-se do regime português e das suas figuras na expectativa de um epílogo como o que veio a ocorrer em 1945, com o convite para a sua visita ao solo nacional. Para tal, Dona Amélia sabia exactamente o que dizer. Na verdade, já o ensaiara um ano antes, na conversa com Joaquim Manso, durante a qual fez questão de cumprimentar o presidente Carmona, "a quem devo atenções que muito me penhoram", e o "sr. dr. Salazar, que tanto admiro. Como os acontecimentos teriam seguido um rumo diferente se a monarquia, arrastada nas desesperadas lutas dos partidos, houvesse tido um estadista da sua têmpera a guardá-la, a fortalecê-la, a livrá-la de perigos". 

Neste novo ensaio com Leitão de Barros, Dona Amélia elogiou o ministro Duarte Pacheco e a “figura nobre do cardeal patriarca”, mas foi sobretudo para Oliveira Salazar que deixou os seus elogios mais prolongados. Lembrando a Leitão de Barros o seu tio Marques Leitão, que fora professor dos príncipes, Dona Amélia disse: “Tenho prazer em ver a continuação destas famílias, cujos chefes conheci de perto... no outro Portugal. Quis Deus guardar-me para assistir agora a este ressurgimento. É um sonho! Vocês são bem mais felizes do que nós fomos! Ah! Com este Salazar, com este Salazar, onde teria chegado El-Rei Dom Carlos I! Que Deus o proteja” 

No dia 8 de Dezembro, uma quinta-feira, “O Século” publicou a sua extensa prosa em três páginas, um privilégio que costumava ser guardado apenas para discursos do chefe de Estado. Ainda não satisfeito, repetiu exactamente o mesmo texto dois dias depois, na edição de “O Século Ilustrado”, com 16 páginas de fotografias. 

Leitão de Barros voltaria a dispor de um “exclusivo” com a rainha. No dia 1 de Setembro de 1951, já livre dos jornais e profundamente vinculado ao mundo da imagem e do cinema, o cineasta registou em filme algumas imagens do quotidiano da rainha em Bellevue. Cerca de um mês depois, Dona Amélia morreu. Tinha 86 anos.

Fonnte: http://ecosferaportuguesa.blogspot.com/2013/06/a-entrevista-diplomatica-e-pouco.html

Sex | 05.04.19

Fernando Eduardo de Serpa Pimentel, administrador geral da Fazenda da Casa Real

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O Capitão Fernando Eduardo de Serpa Pimentel (Coimbra, 1855 – Tábua, 1929), foi o último administrador geral da Fazenda da Casa Real e foi um oficial às ordens do Rei de Portugal.

Começou por exercer funções como Inspector Geral do Palácio Real no dia 26 de março de 1893 e mais tarde foi nomeado adminsitrador geral da Fazenda da Casa Real.

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