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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Sab | 30.11.19

Reais Associações de Braga e Viana do Castelo realizam "Jantar dos Conjurados" no sábado

Blog Real

As Reais Associações de Braga e Viana do Castelo vão realizar, no sábado, o “Jantar dos Conjurados” que decorrerá pelas 20:00, no Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Segurança Social e Saúde de Braga, com a presença do professor António Lemos Soares, docente da Escola de Direito da Universidade do Minho, que fará uma intervenção sobre o tema "A Restauração de 1640 - A Recuperação da Liberdade Portuguesa". As verbas angariadas com o jantar reverterão para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) .

Em comunicado, a Real Associação de Viana do Castelo explica que, “na noite de 30 de Novembro de 1640, um grupo de intrépidos e arrojados portugueses reuniu-se no Palácio de D. Antão de Almada, em Lisboa, para ultimar os preparativos da revolta que iriam perpetrar no dia seguinte, no sentido de libertarem o Reino de Portugal do jugo de uma dinastia estrangeira e usurpadora dos legítimos direitos da Casa de Bragança”.

“A vitória alcançada no dia 1 de Dezembro de 1640 veio finalmente permitir, que Portugal fosse devolvido à sua plena independência de nação livre e soberana. Para comemorar tão afortunado acontecimento, os simpatizantes do ideal Monárquico reúnem-se no tradicional «Jantar dos Conjurados», recordando ainda os heróis de outrora que nesta região, lutaram para expulsar os Castelhanos”, adianta a nota.

Segundo a Real Associação de Viana do Castelo trata-se de “uma das datas mais significativas da nossa história e fundamental para todos os portugueses, sejam eles monárquicos ou republicanos que importa evocar, numa época em que a nossa soberania é constantemente ameaçada”.

“Não nos podemos esquecer que se não fosse a Restauração da independência, não existiria o 10 de Junho, o 25 de Abril, etc., uma vez que a agenda dos feriados oficiais Portugueses coincidiria com a espanhola.Devemos ter presente a ocupação espanhola de Olivença, território onde durante muitas décadas a cultura portuguesa foi alvo de repressão e violência, designadamente em 1840 com a proibição do uso da língua portuguesa, incluindo nas igrejas. É pois, um imperativo patriótico, exigir que os governantes portugueses não reconheçam a soberania espanhola sobre este território. Temos de estar atentos às intenções espanholas sobre as Ilhas Selvagens, as ilhas portuguesas mais a sul do território, localizadas a 250 quilómetros do Funchal”, sustenta a nota hoje enviada à imprensa.

Fonte: radioaltominho.pt

Sex | 29.11.19

Parques de Sintra lança publicação dedicada à Mesa Real na época da rainha D. Maria Pia

Blog Real

“A Royal Lunch. A Visita a Sintra da Rainha Alexandra do Reino Unido. 24 de Março de 1905” é o título do segundo volume do projecto editorial da Parques de Sintra “Colecções Em Foco”, que é lançado no Palácio Nacional de Sintra, amanhã, dia 16 de Outubro, data do aniversário de nascimento da rainha D. Maria Pia.

Focando-se na memória de um dos últimos acontecimentos que esta soberana protagonizou, a obra reúne quatro estudos, realizados por conservadores dos Palácios Nacionais de Sintra e da Ajuda, que dão a conhecer novos aspectos da sua vida, o seu gosto por objectos luxuosos e o seu papel de anfitriã. Esta publicação digital é o segundo número de uma iniciativa editorial inédita, em Portugal, cujo objectivo é viabilizar o acesso fácil e gratuito aos resultados mais recentes do trabalho de investigação que é continuamente desenvolvido nos Palácios Nacionais de Sintra, de Queluz e da Pena, com vista a promover a partilha e a disseminação do conhecimento.

O segundo número de “Coleções Em Foco” parte dos estudos e sinergias que uniram os investigadores dos Palácios Nacionais de Sintra e da Ajuda em torno do projecto expositivo “A Royal Lunch. A visita a Sintra da Rainha Alexandra do Reino Unido”, que esteve patente no Palácio Nacional de Sintra, integrado no programa “A Place at the Royal Table”, da Associação de Residências Reais Europeias, por ocasião do Ano Europeu do Património Cultural 2018. Entre 6 de Julho e 7 de Outubro do ano passado, cerca de 162 mil visitantes puderam contemplar o requinte de uma Mesa Real da fase final da monarquia em Portugal, evocativa do almoço oferecido pela rainha D. Maria Pia, no “Real Paço de Cintra”, em honra da rainha consorte do rei Eduardo VII, a 24 de Março de 1905. Nesta publicação, ilustrada por mais de 150 imagens, muitas delas de carácter inédito, Fernando Montesinos, conservador do Palácio Nacional de Sintra, e as conservadoras do Palácio Nacional da Ajuda, Cristina Neiva Correia, Teresa Maranhas e Maria João Burnay, apresentam o resultado das investigações que possibilitaram a reconstituição desta visita de Estado. Para além dos factos que permitem traçar o perfil da rainha D. Maria Pia, exploram-se, igualmente, outros temas de interesse, como o contexto sociopolítico da época, os convidados e a decoração dos espaços e da mesa.

 

“Colecções Em Foco” é um projecto editorial de continuidade da Parques de Sintra que tem por objectivo a publicação dos trabalhos de investigação recentes sobre temas relacionados com os Palácios Nacionais de Sintra, de Queluz e da Pena. As monografias que integram esta colecção são disponibilizadas online, gratuitamente, de acordo com o movimento “Open Access”. O primeiro volume, “Retrato de Jovem Nobre, Cavaleiro da Ordem de Calatrava”, venceu uma menção honrosa na edição de 2018 dos Prémios da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), na categoria Investigação.

A edição portuguesa está disponível para consulta e download a partir de 16 de Outubro, no site da Parques de Sintra e na plataforma Google Books. As versões espanhola e inglesa serão publicadas posteriormente.

Fonte: infocul.pt/

Sab | 23.11.19

Correio Real nº 20

Blog Real

Aqui está a capa do Nº 20 do Correio Real, o boletim produzido pela Real Associação de Lisboa para a Causa Real, no seu 10º aniversário de existência. Este número que breve irá ser distribuído brevemente via CTT a todos os associados das Reais Associações com a sua situação regularizada, além duma pertinente entrevista ao deputado social-democrata José Matos Correia, oferece-nos um ensaio de Paulo Cunha Porto sobre o legado de Henrique Barrilaro Ruas e um detalhado noticiário ilustrado sobre as actividades do movimento monárquico em Portugal e da casa Real Portuguesa.
Para receber em casa comodamente o Correio Real e participar nas nossas actividades faça-se sócio da Real Associação de Lisboa, aqui: http://www.reallisboa.pt/ral/index.php/registo

Sab | 23.11.19

Joana de Eça, Camareira-Mor da Rainha D. Catarina

Blog Real

Joana de Eça (c. 1480 - d. 13 de Setembro de 1572) foi uma nobre portuguesa.

Filha de João Fogaça e de sua mulher D. Maria de Eça.

A 17 de Maio de 1546, D. Vitória d'Ornelas escreve-lhe uma carta, descrevendo-lhe o mau procedimento de seu genro para com sua filha.

A 13 de Maio de 1550, passa um recibo de 25.000 réis à conta de 100.000 réis que em cada ano tinha de tença.

A 17 de Agosto de 1554, recebe Alvará da Rainha D. Catarina de Áustria para se lhe dar 100.000 réis pela tença que tinha João Fogaça, seu filho.

Foi Camareira-Mor da Rainha D. Catarina, durante a menoridade de D. Sebastião I de Portugal. Parece ter exercido grande influência no ânimo da sua Real Ama, tendo sido a introdutora, no Paço, do Jesuíta Padre Luís Gonçalves da Câmara, seu sobrinho-neto por afinidade, que veio a ser Mestre de D. Sebastião I. Mais tarde, a luxuosa instalação da Camareira-Mor no Convento da Esperança deu origem a murmurações e protestos, aumentando as dificuldades da Regência, que veio a ser confiada ao Cardeal D. Henrique.

Aparece bastante documentada pelo menos ate 13 de Setembro de 1572, quando, já não exercendo como Camareira-Mor da Rainha D. Catarina, esta emite um Decreto em que manda Afonso de Freitas, seu Tesoureiro, dar a Maria da Silva, criada de D. Joana de Eça, 2.000 réis de que lhe fazia mercê.

Casou com Pedro Gonçalves da Câmara, filho de João Gonçalves da Câmara e de sua segunda mulher D. Maria de Noronha, com geração.

Sex | 22.11.19

Grã-Duquesa Maria da Rússia e D. Duarte, Duque de Bragança, trocam ordens dinásticas

Blog Real

Esta noite (21 de novembro) no Palácio Tsaritsyno, em Moscovo, a Grã-Duquesa Maria da Rússia e D. Duarte, Duque de Bragança, participaram numa troca de ordens dinásticas. O Grão-Duque George da Rússia também esteve presente.

A Grã-Duquesa Maria deu ao Duque de Bragança a ordem imperial de Santo André, o primeiro chamado; a Grã-Duquesa Maria também concedeu a Ordem Imperial de São Alexandre Nevsky ao filho mais velho do Duque de Bragança, D. Afonso, Príncipe da Beira (que não esteve presente). Por seu lado, o Duque de Bragança entregou a Ordem da Imaculada Conceição de Vila Viçosa ao Grão-Duque George da Rússia. Em 2003, quando a Grã-Duquesa visitou Portugal para celebrar o 600º aniversário da Casa Real de Bragança, o Duque de Bragança deu à Grã-Duquesa Maria da Rússia a Grã-Cruz da Real Ordem de São Miguel da Ala. 

 

 

 

Ter | 19.11.19

Família Real Portuguesa nas celebrações do 30 aniversário da Real Associação do Porto

Blog Real

Foi no passado sábado que, a Real Associação do Porto celebrou o seu 30 aniversário.
Depois do discurso do presidente da Real Associação do Porto, Jorge Leão, evocando todas as actividades decorridas durante o ano de 2019, seguiu-se o de S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, que marcou presença neste jantar juntamente com S.A.R. a Senhora D. Isabel, Duquesa de Bragança e, deste vez, também esteve presente S.A.R. o Senhor D. Afonso, Príncipe da Beira.
As intervenções musicais a cargo de A Pauta - Associação Academia de Música de Método Suzuki AMMS e do ensemble Moços do Coro. A Confraria do Vinho Verde, também marcou presença.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Facebook Real Associação do Porto

Seg | 18.11.19

Rainhas de Portugal - Isabel de Castela

Blog Real

Isabel de Portugal (em castelhano: Isabel de Aragón) (Dueñas, 2 de outubro de 1470 — Saragoça, 28 de agosto de 1498) foi filha de Fernando II de Aragão e de Isabel I de Castela, princesa consorte de Portugal pelo casamento com o príncipe D. Afonso e rainha consorte do mesmo reino pelo casamento com Manuel I de Portugal.

Biografia:

Isabel era a filha mais velha de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela. Nascida durante o reinado de seu tio, Henrique IV de Castela, os primeiros anos da sua vida foram definidos pela tensão entre ele e sua mãe, como seu tio não iria perdoar sua mãe para se casar com Fernando sem a sua permissão. Com a morte de Henrique IV, em 1474, a mãe de Isabel assumiu o trono de Castela, e a jovem Isabel foi rapidamente jurada como herdeira presuntiva do trono.

Os primeiros anos do reinado de Isabel I foram envolvidos em uma guerra de sucessão, pois Henrique IV não havia nomeado especificamente um sucessor. Houve uma luta entre Isabel I e sua sobrinha Joana, que era conhecida como "a Beltraneja" devido aos rumores de que ela era filha ilegítima da rainha Joana de Portugal de Henrique IV e sua favorita, Beltrán de la Cueva, 1º duque de Alburquerque. Afonso V de Portugal, que era cunhado de Henrique IV e tio da jovem Joana, interveio em nome de Joana e Fernando e Isabel foram forçados a entrar em guerra com Portugal.

Durante a guerra, a jovem Isabel testemunhou um pouco do caos. Enquanto seus pais brigavam com os portugueses, a princesa foi deixada em Segóvia enquanto a cidade estava sob o controle de Andrés de Cabrera e sua esposa Beatriz de Bobadilla. Os moradores da cidade, descontentes com este novo governo, se levantaram e assumiram o controle da cidade. A princesa de sete anos ficou presa em uma torre do Alcázar por algum tempo até que sua mãe retornou a Segóvia e assumiu o controle da situação.

A guerra terminou em 1479 com o Tratado de Alcáçovas. Entre os termos estava a disposição de que a princesa Isabel se casasse com o neto de Afonso V, Afonso, que era cinco anos mais novo que a princesa. O tratado também previa que Fernando e Isabel pagassem um grande dote por sua filha e que a princesa residisse em Portugal como garantia de que seus pais cumprissem os termos do tratado. Em 1480, o príncipe Afonso foi morar na cidade de Moura com sua avó materna Beatriz, Duquesa de Viseu, e nos primeiros meses do ano seguinte a sua futura esposa, Isabel, de dez anos de idade. Ela passou três anos em Portugal antes de voltar para casa.

Isabel também passou uma parte considerável de sua juventude em campanha com seus pais, quando conquistaram os demais estados muçulmanos no sul da Espanha. Por exemplo, ela acompanhou a mãe na aceitação da rendição da cidade de Baza.

Seus avós paternos foram João II, rei de Aragão e Navarra e Joana Henriques, sua segunda esposa. Seus avós maternos foram João II, rei de Castela e Leão, e Isabel de Portugal.

Filha primogénita, foi irmã de Joana, a Louca, rainha de Castela e Leão, de Maria de Castela e Leão, rainha consorte de Portugal, de Catarina de Aragão, rainha consorte de Inglaterra, e de João, Príncipe das Astúrias.

Em consequência do tratado de Alcobozes (Tercerías de Moura), se casou em Évora, em 1490, com o príncipe Afonso de Portugal, herdeiro da coroa, filho do rei João II, que faleceu em 13 de julho de 1491.

Viúva, casou com o primo direito do sogro, o rei Manuel I em 1496.

O rei Manuel I, ao partir de Castelo de Vide para Valência de Alcântara em outubro para receber sua mulher Isabel, filha de Fernando de Aragão e de Isabel de Castela, levou como companhia seus grandes amigos Diogo da Silva, Conde de Portalegre; Fernando de Menezes, Conde de Alcoutim; Diogo seu irmão; João de Menezes, mordomo-mor, depois prior do Crato e conde de Tarouca; Martinho de Castelo Branco, vedor da Fazenda e depois Conde de Vila Nova de Portimão; Francisco de Almeida; Pedro da Silva, comendador-mor de Avis; Aires da Silva, regedor da Casa da Suplicação; Francisco de Sá, vedor da Fazenda da cidade do Porto; Jorge Mouto, guarda-mor do rei; João de Sousa; Fernando Martins Mascarenhas.

Em 29 de março de 1498 o rei Manuel I partiu de Lisboa para Castela com a rainha Isabel, deixando a irmã, a rainha Leonor, como regente. Entrou em Badajoz com Jorge (bastardo do rei João II de Portugal), Diniz (seu sobrinho, irmão de Jaime, duque de Bragança), Álvaro seu tio, Diogo da Silva, conde de Portalegre; o Bispo da Guarda, Pero Vaz, seu capelão-mor, e o de Tânger, Diogo Ortiz; D. João de Menezes, mordomo-mor; Francisco, filho de Afonso, Bispo de Évora, depois Conde de Vimioso; Francisco de Almeida, que foi depois o primeiro vice-rei da Índia; que todos iam vestidos de dó, por falecimento do príncipe João de Castela. Foram a Guadalupe, depois para Mérida no domingo de Ramos, e para Toledo, onde foram jurados príncipes herdeiros dos reinos de Castela e Leão. Partiram depois para o reino de Aragão, em Saragoça, onde chegaram a 1 de junho de 1498.

Em 24 de agosto, dia de São Bartolomeu, a rainha pariu com muito trabalho um filho, que chamaram Miguel, herdeiro dos reinos de Portugal, Castela, Leão, Sicília e Aragão, que morreria em Granada em 29 de julho de 1500 aos 23 meses. Ao tempo em que pariu, presentes o rei seu pai Fernando, a sua mãe rainha Isabel, e o rei Manuel seu marido, e a teve em seus braços Francisco de Almeida, de quem fiz menção. Morreu «à força de sangue que lhe soltara sem lho poderem estancar».

Faleceu no dia 28 de agosto de 1498 em Saragoça, Espanha e foi sepultada no Convento de Santa Isabel, em Toledo.

Seg | 18.11.19

Príncipe Real Luís Filipe e Infante D.Manuel no arraial festivo e à saída da Ermida de Santa Eufémia da Serra de Sintra

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O Príncipe Real D. Luís Filipe, Duque de Bragança, e o Infante D.Manuel, Duque de Beja, participando com comitiva (destacando-se Salvador Correia de Sá e Benevides da Câmara – 9º Visconde de Asseca) no arraial festivo e à saída da Ermida de Santa Eufémia da Serra de Sintra.
Seg | 18.11.19

Príncipe Real D. Luís Filipe trajado como cavaleiro tauromáquico à moda jeresana na garraiada das “Tourinhas”

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O Príncipe Real D. Luís Filipe, Duque de Bragança, trajado como cavaleiro tauromáquico à moda
jeresana na garraiada das “Tourinhas” ou tourada infantil à portuguesa para os filhos da aristocracia
cortesã e dos membros do corpo diplomático creditado, organizada pelos Reis D. Carlos I e D. Amélia de Portugal e realizada no Parque do Palácio Real da Pena em Sintra.

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