Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

PARQUES DE SINTRA RESTAURA O JARDIM PÊNSIL DO PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ

25.01.20, Blog Real

Parques_de_Sintra_restaura_o_Jardim_Pensil_do_Palacio_Nacional_de_Queluz_credits_psml_luis_duarte-noticia-detalhe.jpg

Começou este mês o projeto de conservação e restauro do Jardim Pênsil do Palácio Nacional de Queluz, que contempla as esculturas do interior e a área periférica, onde se inclui a balaustrada, o Pórtico da Fama e o muro de suporte. Com foco especial na recuperação dos Lagos Ornamentais e da sua estatuária em chumbo, os trabalhos incidem sobre todos os materiais em pedra, cerâmica e metal deste espaço. Os rebocos, a pintura do muro de suporte, as infraestruturas hidráulicas e os pavimentos serão também recuperados. Estas intervenções visam a estabilização dos materiais, de forma a permitir a sua preservação, e o restabelecimento dos jogos de água, que são um elemento fundamental para a leitura global do jardim.

O Jardim Pênsil foi concebido por Jean-Baptiste Robillion e construído entre 1760 e 1772, em pleno período barroco-rococó. Deve o seu nome ao facto de se encontrar sobre um reservatório que recolhe o excesso das águas dos lagos, solução arquitetónica que permitiu vencer o desnível de terreno existente. Este jardim formal segue modelos geométricos franceses e é também designado por Jardim de Neptuno, em alusão ao lago maior, centrado na figura do deus dos oceanos. A sua decoração é marcada pelos grupos escultóricos em chumbo do “atelier” londrino de John Cheere, que evocam a mitologia clássica. Nos lagos, verifica-se uma predominância de temas aquáticos.

Com a implementação deste projeto, cuja conclusão se prevê para o final de setembro, a Parques de Sintra dá seguimento ao plano de recuperação integral dos jardins históricos do Palácio Nacional de Queluz, que figuram entre os mais importantes a nível europeu. No âmbito da missão da empresa, o intuito destas intervenções é salvaguardar e valorizar o património cultural e paisagístico que estes jardins compreendem, promovendo a sua fruição.

Fonte: https://www.parquesdesintra.pt/

REVIVE: CONCURSO PARA A CONCESSÃO DO PAÇO REAL DE CAXIAS JÁ TEM VENCEDOR

25.01.20, Blog Real

paco-real-caxias-1.jpg

O Grupo Turim Hotels foi o vencedor do concurso do Revive para a concessão do Paço Real de Caxias, apurou o Publituris.

O concurso, que terminou no dia 14 de novembro de 2019, recebeu três propostas, tendo saído vencedora a do grupo Turim Hotels. Este é o primeiro projeto do Revive adjudicado ao grupo que tem em desenvolvimento diversas unidades hoteleiras em várias localizações do país.

O Paço Real de Caxias foi construído em meados do século XVIII e destaca-se pelos jardins geométricos envolventes, de influência francesa, inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, onde se encontra ainda uma cascata e diversas esculturas.

O edifício está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953 e, desde os tempos em que serviu de residência de férias à família real portuguesa, teve já diferentes utilizações, tendo acolhido nos últimos anos os serviços do Ministério da Defesa Nacional.

Fonte: https://www.publituris.pt

Quinta e Paço Real de Caxias

25.01.20, Blog Real

paco-real-caxias.jpg

Propriedade da Casa do Infantado, a Quinta Real de Caxias, com o respectivo palácio, foi mandada edificar na primeira metade do século XVIII pelo Infante D. Francisco de Bragança, filho de D. Pedro II e D. Maria Sofia de Neuborg, irmão de D. João V. Prolonga-se a sua construção até ao início do séc. XIX. Das obras da 2ª metade do séc. XVIII datam a construção da Cascata monumental e organização do jardim, bem como os grupos escultóricos em terracota da autoria de Machado de Castro (1731-1822), considerado o maior escultor português da época.

O conjunto dos jardins e Quinta real sofreu várias fases de construção, tendo a propriedade aumentado por sucessivas incorporações de outros casais, unificando as várias parcelas primitivamente separadas por muros. Situado mesmo à beira-mar, este pequeno "Jardim Le Nôtre", como Branca Colaço o classifica nas suas “Memórias da Linha de Cascais”, é bem um exemplo da sofisticada vida social do século XVIII. A moda do Jardim Francês e a grandiosidade e espetacularidade dos jardins do padre de Versailles, concebidos pelo grande mestre André Le Nôtre, especialista de jardinagem do Rei Sol, Luís VIX, foi copiada e imitada por todas as Cortes Europeias da época. A utilização da água como elemento de ornamentação é também característica deste estilo aparecendo associada aos mais variados elementos construídos. Um deste exemplos é a cascata, elemento típico dos jardins barrocos muito utilizado em Portugal no séc. XVIII.

Foi quinta de recreio da rainha D. Maria I e D. Luís usou-o como residência durante algumas semanas antes de se estabelecer no Palácio da Ajuda. Nestes encantadores jardins, inspirados nos do Palácio de Versalhes, encontramos lagos, jogos de água e arbustos com formas geométricas, a evocar os faustos barrocos. A recuperação levada a cabo pela Câmara de Oeiras mereceu o Prémio Europeu atribuído à Recuperação de Jardins Históricos. A quinta está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1953.

Em 2016 o Estado pretende concessionar o edifício a privados com o compromisso de reabilitação, preservação e conservação por parte dos investidores.

1024px-Quinta_real_Caxias-2.jpg