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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

D. Sebastião regressou ao Rossio

23.08.20, Blog Real

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Na manhã desta quinta-feira, marcada por algum nevoeiro e chuva, a estátua de D. Sebastião regressou à estação do Rossio. Em 2016, um turista que tentava tirar uma selfie com o Rei D. Sebastião acabou por derrubar a estátua e foram necessários quatro anos para encontrar uma empresa capaz de tratar do restauro, dado o elevado grau de destruição. No entanto, no local original será colocada uma réplica da estátua.

A estátua ainda não saiu da caixa onde foi transportada, uma vez que faltam ainda alguns retoques e o plinto onde será instalada em definitivo está a ser projetado pela Infraestruturas de Portugal (IP), que é a entidade responsável pela Estação do Rossio. 

Ao SOL, a IP avançou que a estátua ficará "em espelho com a réplica que, futuramente, será colocada no nicho da fachada".

No local onde ocorreu a queda da estátua original – fachada da entrada principal da estação – será colocada uma réplica, que ainda não está feita. Aliás, a IP adiantou que está a "desenvolver um procedimento de contratação para execução de uma réplica da estátua original". 

"Dada a importância na preservação do património cultural e o elevado grau de destruição provocado na estátua, o trabalho de restauro revelou-se de grande exigência, tendo o processo envolvido a consulta e colaboração de diversas entidades e técnicos especialistas na área do restauro", 

O trabalho foi adjudicado à empresa Água de Cal, cujo contrato para "colagem dos fragmentos da estátua de D. Sebastião da Estação do Rossio" consta no portal Base, onde são publicados os contratos públicos. O documento foi assinado a 26 de junho de 2020 e o restauro custou 6522 euros mais IVA. Na sua página do Facebook, a empresa responsável pelo trabalho foi partilhando a evolução do restauro, que durou três meses. "Com um mês de trabalho, começam a ver-se os primeiros resultados. Depois de vários ‘quebra-cabeças’, de muitas colagens, de se procurar perceber o que encaixava onde, o menino-rei volta a estar de pé", escreveu a Água de Cal a 31 de julho.

A Infraestruturas de Portugal explicou ainda que, "!em estreita colaboração com a DGPC (Direção-Geral do Património Cultural), os técnicos das duas entidades analisaram os danos e avaliaram as hipóteses da sua recuperação". Neste processo, adiantou a Infraestruturas de Portugal, a DGPC participou também "na avaliação das respetivas propostas com vista a determinar a empresa vencedora da consulta e no processo subsequente".

Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/706550/d-sebastiao-regressou-ao-rossio

O que perdeu a ciência ao proibir-se a abertura do túmulo de D. Afonso Henriques?

23.08.20, Blog Real

Em 2006, Eugénia Cunha tinha tudo preparado para estudar os restos mortais do primeiro rei de Portugal, mas a ministra Isabel Pires de Lima não autorizou. Agora tem esperança de que o caso de D. Dinis faça o poder político mudar de opinião.

Agora que acaba de ser aberto o túmulo de um monarca português – o de D. Dinis, no Mosteiro de Odivelas –, qual a justificação para não permitir que se faça o mesmo no túmulo de D. Afonso Henriques? “Não estou a ver quais poderão ser os motivos para não mexer agora no túmulo de D. Afonso Henriques”, responde a bióloga e antropóloga forense Eugénia Cunha, que há 14 anos viu ser-lhe autorizada e, mais tarde, desautorizada a abertura da sepultura do primeiro rei de Portugal. Ao fim de quase uma década e meia, é caso para perguntar de que serviu esta proibição.

Fonte: https://www.publico.pt/

Primeiro estudo forense de um rei português vai pôr-nos cara a cara com D. Dinis

23.08.20, Blog Real

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Três anos de trabalho entram agora na recta final. Uma vasta equipa técnica abriu o túmulo do rei-poeta e está a estudá-lo por dentro e por fora. E a restaurá-lo. Como era o rei? O que comia? De que morreu?

No momento em que o abriram fez-se um silêncio profundo. A equipa técnica tinha preparado durante muito tempo a operação e, por isso, tudo foi feito sem sobressaltos, em menos de uma hora. “A adrenalina era muita, a emoção grande”, lembra Maria Antónia Tinturé, coordenadora técnica de um projecto que começou no final de 2016 com a intenção de restaurar o túmulo de D. Dinis e está agora a entrar na recta final, depois de se transformar no primeiro estudo científico pluridisciplinar a envolver um túmulo de um monarca português.

Fonte: https://www.publico.pt/