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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Chalet de Férias da Rainha D. Maria Pia (Paço do Estoril)

29.08.20, Blog Real

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Construída na última década do século XIX, em posição dominante sobre a escarpa da costa do Monte Estoril, esta casa, ainda hoje imagem de marca do Monte Estoril, foi adquirida pela Rainha D. Maria Pia, para utilização durante o período do ano consagrado aos banhos de mar, em 1893, quatro anos depois do falecimento do Rei D. Luís na Cidadela de Cascais e da ascensão de D. Carlos ao trono.

D. Maria Pia adquiriu este chalet em 1893, por cerca de 20 mil reis, a um tal de Henrique Ulrick, então denominado de Vista Longa. Dera por ele quando passou uma temporada na casa emprestada da família Reynolds, localizada ao lado. Gostou tanto que decidiu que seria a sua segunda morada, a par do Palácio da Ajuda. 

No entanto, em função da sua privilegiada localização também viria a ser utilizada durante grandes períodos no inverno, assumindo, então, a designação de Paço do Estoril, que se manteria até à implantação da República, em 1910.

Depois da Implantação da República esta residência foi vendida a António Herédia, depois para o filho deste, António Guedes Herédia e depois para o seu filho, António Herédia.

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Carta de D. Manuel II dirigida a sua mãe, Rainha D. Amélia

29.08.20, Blog Real
Oficio do Presidente da Câmara de Guimarães, Augusto Gomes de Castro Ferreira Cunha, dirigido ao Director do Arquivo Municipal, que junto envia uma fotocópia de uma carta escrita pelo rei D. Manuel II à Rainha D. Amélia. O Rei D. Manuel II relata a sua viagem de Lisboa a Paris e a sua estadia em Londres.

Carta de D. Maria II a elevar Guimarães ao título de cidade

29.08.20, Blog Real

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Transcrição

"Dona Maria, por Graça de Deos, Rainha de Portugal e dos Algarves Faço saber aos que esta Minha Carta virem que, Tendo consideração ao que pelo Ministro e Secretario d'Estado dos Negocios do Reino Me foi exposto acerca da antiquissima Villa de Guimarães; Attendendo a haver ella sido o berço da Monarchia, e assento da primeira Côrte dos Reis Portuguezes, onde nasceu e foi baptizado o poderoso Dom Affonso Henriques; Attendendo que a mesma Villa desfructa a primazia de ser uma das mais populosas da provincia do Minho, e a mais florescente em diversos ramos de industria, à qual são devidas a sua opulência e prosperidade, e as suas relações commerciais dentro e fóra do Paiz; Attendendo a que a famosa Villa de Guimarães, sempre Honrada por Meus Augustos Predecessores com especiaies privilegios, possue as condições e elementos necessarios para sustentar a dignidade e cathegoria de Cidade: Por todas estas circunstancias, e Querendo Eu tambe´m dar, aos habitantes de tão nobre Povoação, um testemunho authentico do distincto Aprêço em que Tenho a sua honrada e habitual dedicação á cultura das artes e trabalhos uteis, por Mim presenceados na occasião da Minha visita ás provincias do norte: Hei por bem elevar a Villa de Guimarães à cathegoria de Cidade com a denominação de Cidade de Guimarães, e Me praz que nesta qualidade goze de todas as prerogativas, liberdades e franquesas que direitamente lhe pertencerem. Pelo que Mando a todos os Tribunaes, Auctoridades, Officiaes e mais pessoas, a quem esta Minha Carta fôr mostrada, que indo assignada por Mim, referendada pelo Ministro e Secretario d'Estado dos NEgocios do Reino, e sellada com o sêllo pendente das Armas Reaes, hajam a sobredita Villa por Cidade, e assim a nomeiem sem duvida ou embargo algum. Pagou de Direitos de Mercê e addicionaes cento e quarenta e sete mil quatrocentos e vinte reis, como constaou de um recibo de talão numero tres mil cento e sete passado em nove de Junho corrente na Direcção Geral de Thesouraria do Ministerio da Fazeenda, e de um conhecimento em forma numero mil quatrocentos e quatro passado em sete detse mez na Administração Geral da Casa do Moeda e Papel Sellado. E esta Carta, que será publicada no Diário do Governo, é passada em dois exemplares, um dos quaes depois de registado nos livros da Camara Municipal de Guimarães e no Governo Civil do Districto de Braga, servirá para título daquella Corporação, e o outro será depositado no Reall Archivo da Torre do Tombo. dada no Paço das Necessidades em vinte e dois de Junho mil oitocentos cincoenta e tres.Raynha D. M.."

Fonte: https://archeevo.amap.pt/details?id=126827

Maria da Piedade de Saldanha de Oliveira e Sousa, Dama da Rainha D.Amélia

29.08.20, Blog Real

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Maria da Piedade de Saldanha de Oliveira e Sousa nasceu a 30 de Junho 1877 em Lisboa, e pertencia à família dos Marqueses de Rio Maior.

Era filha de José Luis de Saldanha Oliveira e Sousa e Maria Bárbara Tavares de Almeida Proença.

Em 1901, casou com José Maria do Espírito Santo de Almeida Correia de Sá, 6.º marquês de Lavradio, que foi secretário particular do Rei D.Manuel II.

No dia 25 de Janeiro de 1906 foi nomeada como dama de companhia da Rainha D.Amélia.

Faleceu a 9 de março de 1940 em Lisboa.