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A Monarquia Portuguesa

Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Dom | 27.06.21

D. Duarte de Bragança financia investigação genética que tenta provar que Cristóvão Colombo era português

Blog Real
O pretendente ao trono acredita numa teoria segundo a qual o navegador nasceu no Alentejo, como filho bastardo do duque de Beja. Mas a historiografia mais documentada e credível desmente a tese - por completo

D.Duarte de Bragança simpatiza com a teoria de Cristóvão Colombo ser português”, diz à VISÃO Carlos Evaristo, arqueólogo especialista em relíquias sagradas e iconografia sacra medieval, e presidente da Fundação Oureana. O arqueólogo acrescenta que o pretendente ao trono português, através da Fundação D. Manuel II, a que preside, financia os custos da componente nacional do Projeto Colombo

Mediante testes de ADN, aquele projeto tenta provar que o navegador era português ou “ibérico”. O epicentro está na universidade de Granada e no professor José Lorente Acosta, que chefia a equipa de investigação que reúne entidades de vários países.

No caso de Portugal, as contribuições são asseguradas pela Fundação Oureana que Carlos Evaristo dirige e, sobretudo, pelo seu Museu de Relíquias, instalado no castelo de Ourém. Recentemente, três cabelos da rainha Santa Isabel, com mais de sete séculos, foram cuidadosamente removidos por José Lorente e Carlos Evaristo de um relicário com uma sua madeixa, “selado em lacre com o sinete do bispo conde de Coimbra D. Frei Joaquim de Nossa Senhora da Nazaré”, diz o arqueólogo. “Este cabelo foi recolhido por esse prelado, na presença do rei D. Miguel I, como o comprova documentação arquivada na ocasião da abertura do túmulo da rainha Santa, para verificação do estado de conservação do seu corpo incorrupto”, acrescenta.

Carlos Evaristo forneceu também a José Lorente outras duas amostras de relíquias, com sangue e ossos de “dois santos portugueses mais contemporâneos de Colombo e que eram membros da Família Real de Avis e de Bragança”. Mas o arqueólogo prefere não identificar publicamente aqueles “dois santos”, porque as relíquias em causa “perderam os selos de autenticidade ao longo dos séculos”, embora acredite que são “genuínas”.

Seja como for, o objetivo mantém-se: descobrir um elo que conduza à confirmação de que Cristóvão Colombo “era, pelo menos, ibérico, se não mesmo português”, através da comparação de marcadores genéticos, com suporte na matéria óssea do navegador (que morreu em Valladolid, a 20 de maio de 1506, aos 55 anos), de um filho e de um irmão, encontrada há anos em Sevilha e cientificamente comprovada.

Carlos Evaristo defende a teoria do investigador Augusto de Mascarenhas Barreto, já falecido, segundo a qual Colombo nasceu em Cuba, no Alentejo, fruto de uma relação extraconjugal do duque de Beja, D. Fernando (segundo filho do rei D. Duarte I), com Isabel Zarco, filha de Gonçalves Zarco, fidalgo da Casa do Infante D. Henrique. Em adulto, diz o arqueólogo, “Colombo serviu como capitão de guerra, uma espécie de agente secreto no que respeita a desviar as atenções do Papa espanhol, Alexandre VI, e dos reis católicos, Isabel de Castela e Fernando II de Aragão, do verdadeiro caminho marítimo para a Índia e da existência do Brasil”.

Problema bicudo

Por aquela tese, temos um corajoso patriota português. Carlos Evaristo, porém, sofreria uma forte desilusão quando descobriu que o túmulo de D. Fernando, em Beja, estava vazio. O suposto pai de Colombo seria um instrumento genético infalível, na comprovação, ou não, de que o navegador era português. A culpa é do governo de Joaquim Augusto de Aguiar, que em 1834 decretou o fim dos sepultamentos nas igrejas e criou os cemitérios públicos, o que levou à chamada “revolta da Maria da Fonte”. Os restos mortais de D. Fernando, concluiu o arqueólogo, “hão de ter ido parar, por ignorância, a uma vala comum”.

Mas existe um problema bem mais bicudo com a teoria de Augusto de Mascarenhas Barreto: choca de frente com a historiografia adquirida e documentada. Os académicos mais credíveis afirmam que Cristóvão Colombo nasceu em 1451, em Génova, filho de Domenico Colombo e de Susanna Fontanarossa. E que, apesar da forma atribulada como chegou a Portugal, em 1476, salvando-se a nado durante uma das numerosas batalhas do cabo de S. Vicente, por cá se instalou como agente das principais casas comerciais de Génova.

Relicário do século XIX com cabelos da rainha Santa Isabel, de onde foram removidas amostras para comparação genética no “Projeto Colombo”

Com esse estatuto, deslocou-se à Madeira para entrar no negócio do açúcar, então muito rentável. Em 1479, casou-se com Filipa Moniz, filha do segundo matrimónio de Bartolomeu Perestrelo, capitão-donatário de Porto Santo. E, entre Lisboa, o Funchal e Porto Santo, locais onde se sabe que residiu, Colombo adquiriu um conhecimento substancial sobre as navegações portuguesas na costa ocidental africana.

Começou então a conceber o seu plano de navegar em direção ao ocidente, para atingir a Ásia. Em meados da década de 1480, apresentou o seu projeto ao rei D. João II, que o rejeitou. O monarca considerava economicamente mais viável o paulatino avanço português pela costa africana.

Resumindo para encurtar razões, seria ao serviço dos reis católicos de Espanha que, a partir de 1492, Colombo estaria por quatro vezes nas Américas, julgando encontrar-se na Ásia. Ignorava ter descoberto um novo mundo. E, depois, destacou-se por um governo despótico dessas terras e pela escravização dos nativos. Nada que orgulhe ninguém.

Mas Carlos Evaristo, com o apoio de D. Duarte de Bragança, mantém-se na sua: se as amostras que entregou a José Lorente para testes de ADN resultarem inconclusivas, tem outras em reserva para fazer chegar ao especialista em Genética da universidade de Granada. Apetece lembrar um clichê – a esperança é mesmo a última coisa a morrer.

Fonte: https://visao.sapo.pt/

Sab | 26.06.21

Dom Duarte de Bragança na apresentação da Tertúlia Monárquica Dom Miguel I em 1979

Blog Real

Era Dezembro de 1979, tínhamos todos 20 anos e foi ao balcão do"Gambrinus", algumas imperiais depois (servidas pelo velho Domingos), que nasceu a ideia de formarmos a Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I. Eu e mais três bons amigos. O Vítor Escudero, meu amigo de infância, filho do saudoso Manolo Escudero, o braço-direito de Manuel dos Santos e um dos fiéis pilares da empresa do Campo Pequeno (falecido no mesmo acidente em Vendas Novas onde também morreu o antigo matador e empresário); o José da Cunha Motta, que era um jovem monárquico e um grande aficionado; e o João Pedro Núncio Cecílio, neto de Patrício Cecílio, o grande mestre dos toureiros, da Golegã.

Dizíamos na nota de apresentação que enviámos aos orgãos de Comunicação Social que "não somos nem pretendemos ser os salvadores da Festa, mas estamos cientes de que contribuiremos para que a Festa se salve", frisando que surgíamos "para marcar uma presença jovem neste tão atribulado mundillo dos toiros, numa altura em que a Festa atravessa um momento que de modo algum poderemos considerar dos melhores, já que as fraudes, as adulterações e as mais diversas jogadas se vão fazendo nas costas do público aficionado".

"Ao designarmos a nossa tertúlia de D. Miguel I quisemos de uma forma despretenciosa, mas significativa, homenagear aquele que foi o Rei-Toureiro e cuja alma era o reflexo da alma nacional", explicámos.

"Defender a verdade, a dignidade, a pureza e a seriedade da Festa de Toiros, bem como propagandeá-la e prestigiá-la na sua dimensão inequivocamente tradicionalista e representativa dos mais verdadeiros e elementares valores morais e culturais desta Pátria e deste Povo com mais de oitocentos anos de História" eram os objectivos primordiais e as intenções que nos faziam avançar.

Anunciámos também a atribuição anual do "Prémio Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I" e o primeiro distinguiu o Grupo de Forcados Amadores de Santarém. Explicámos porquê: "Ao atribuirmos o nosso prémio aos homens das jaquetas de ramagens, queremos não só homenagear os seus actuais elementos, que tantas tardes de glória têm alcançado nestas últimas épocas, com especial relevência para a deste ano, mas também relembrar esses grandes forcados que foram Ricardo Rhodes Sérgio, Jorge Duque, Mascarenhas, Mário Brilhante, José Manuel Souto Barreiros e tantos outros".

A apresentação oficial da Tertúlia D. Miguel I teve lugar a 18 de Dezembro desse ano de 1979 no carismático Solar do Vinho do Porto, na Rua de São Pedro de Alcântara (Lisboa), com um "Porto de Honra" que reuniu a fina-flor da crítica taurina, alguns toureiros - entre os quais, o então promissor Vitor Mendes - e que teve a honrosa e especial presença de S.A.R. O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. O troféu aos Forcados de Santarém foi entregue a Carlos Empis, ao tempo seu cabo.

Correu tudo às mil maravilhas, mas a verdade é que nos anos seguintes a Tertúlia foi "adormecendo", talvez por que outros valores se levantaram nas nossas vidas e o tempo foi faltando, até praticamente desaparecer. Realizámos mais alguns eventos, mas depois "fechámos a porta".

Anos mais tarde, em Janeiro de 1991, o jornalista e crítico taurino Manuel de Andrade Guerra, nosso querido amigo, retomou as rédeas da Tertúlia Dom Miguel I, que passou então a utilizar a designação de Real Tertúlia com a concordância expressamente manifestada por S.A.R., O Duque de Bragança. Até hoje.

Miguel Alvarenga

Carlos Empis, cabo dos Forcados de Santarém, os nossos primeiros premiados, na festa de apresentação da Tertúlia D. Miguel I, com S.A.R. o Duque de Bragança, João Alarcão e o jornalista Hernâni Saragoça.

Símbolo da Real Tertúlia

Farpas Blogue - Real Associação do Médio Tejo

Fonte: http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2014/02/sar-dom-duarte-de-braganca-na.html

Qua | 23.06.21

CONVITE PARA O SEGUNDO CONCERTO DA 1ª FASE DO CICLO CULTURAL DAS FESTAS EM LOUVOR DE SANTA ISABEL DE PORTUGAL

Blog Real

A Confraria da Rainha Santa Isabel vem convidar V. Ex.ª para o segundo concerto da 1.ª fase do ciclo cultural das festas em louvor de Santa Isabel, Rainha de Portugal, a ter lugar no próximo dia 24 de Junho, pelas 21h30, nos claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

O concerto será realizado pelo Coro de Santo Agostinho (apoiado por muitos amigos cantores) e pela Banda Filarmónica de Vila Nova de Anços.

Neste concerto começará a ser evocado o 740.º Aniversário do Matrimónio Real da nossa padroeira Santa Isabel de Portugal com o Rei Dom Dinis, fundador da Universidade de Coimbra, celebrado na Igreja de São Bartolomeu, em Trancoso, em 26 de Junho de 1282.

Serão igualmente lembrados os 111 anos do reconhecimento do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova ("compreendendo o túmulo da Rainha Santa Isabel") como Monumento Nacional, por Despacho de S. M., o Rei Dom Manuel II, datado de 16/06/1910 e publicado em 23/06/1910 - cfr. anexo.

Tendo presente todos os condicionalismos indicados nas orientações das autoridades de saúde e da Conferência Episcopal Portuguesa em relação à pandemia COVID 19, de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, agradeço a confirmação da presença de V. Ex.ª até ao dia 23 de Junho de 2021, pelos telefones 239441674 / 918048310.

Contando com a presença de V. Ex.ª neste momento cultural em louvor da Padroeira da cidade de Coimbra, apresento os melhores cumprimentos,

O Presidente da Mesa Administrativa,

   Joaquim Leandro Costa e Nora



Ter | 22.06.21

D.Duarte, Duque de Bragança, no jantar da Real Associação do Porto

Blog Real

A Real Associação do Porto – em articulação com as Reais Associações de Braga, Viana do Castelo e Trás-os-Montes e Alto Douro – organizou a 1.ª Tertúlia “Monarquia do Norte”, no dia 17, num restaurante do Parque da Cidade do Porto. 

O orador convidado foi Tomás Moreira, que nos fez a todos pensar no tema “Monarquia em Portugal: o Dia Seguinte”. 
O objectivo foi debater o que há a fazer para que surja a restauração da desejada Monarquia, e o que há a desenvolver a seguir para que haja um verdadeiro Chefe de Estado, um Rei! 
No final da tertúlia, ao jantar juntou-se aos participantes Dom Duarte, Duque de Bragança.
 

 

Fonte: Facebook Real Associação do Porto

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