Decorreu no passado sábado dia 18 de Maio, por ocasião do 35º aniversário da Real Associação de Lisboa (RAL) o tradicional passeio convívio, que desta vez se realizou na Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche. Recebidos no largo central da Vila pelo Rancho Folclórico e etnográfico de Geraldes, a jornada, que contou com a honrosa presença de SAR o Senhor Dom Duarte de Bragança, seguiu com a visita aos emblemáticos monumentos da vila, nomeadamente a Igreja de N. Sra. da Conceição e a Igreja de S. Leonardo, edifício gótico cujo início da construção remonta ao Século XIII. A visita, sempre acompanhada pelo Presidente da Junta de Freguesia, António Salvador, e pelo prior, Padre Lino Uhengue, foi guiada pelo seu vice-presidente e historiador, Ademar Vala Marques, e teve como ponto alto a deposição de um ramo de flores na estátua da Rainha Santa Isabel pelo Senhor Dom Duarte, terminando no Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia, para uma prelecção sobre a Caça à Baleia que até ao século XVI, que foi naquela localidade uma actividade importante. A jornada terminou num concorrido almoço na Associação Casais Brancos com as forças vivas locais, ocasião em que discursaram o Presidente da RAL João Távora e o Presidente da Junta de Freguesia António Salvador, alocuções aplaudidas que foram rematadas pela oferta de um grande bolo com as Armas Reais e as do Município anfitrião, uma iniciativa da Conceição Moniz da direcção do Núcleo do Oeste da RAL que, com o associado Jorge Chagas, foi motor e ajudou a conceber este inesquecível encontro.
Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, que apadrinhou a Real Orquestra do Porto, e a Real Banda do Porto, em representação da Casa Real Portuguesa.
Culminou o dia com o Concerto da Primavera, que encheu a Igreja de S. João Novo, no Porto.
Cerimónia de Apadrinhamento da Real Banda do Porto (RBP) e da Real Orquestra do Porto (ROP), por S.A.R. o Príncipe da Beira, Senhor Dom Afonso de Bragança, em representação da Casa Real Portuguesa, com a presença dos membros da Direção da Real Associação do Porto e alguns dos músicos fundadores.
A Real Associação do Porto, acompanhou SAR o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, a convite do AFC - Académico Futebol Clube, instituição desportiva, fundada em 1911, no acto da assinatura do Livro de Honra.
No dia 22 de maio de 1888, houve uma numerosa receção no Palácio de Belém por o segundo aniversário de casamento de D. Carlos e D. Amélia, que na época, ainda eram Duques de Bragança.
Mais tarde houve um jantar de gala no Palácio da Ajuda. Estiveram presentes D. Carlos e D. Amélia, a Rainha D. Maria Pia, e os Infantes D. Afonso e D. Augusto.
Realizou-se com enorme sucesso a presença da Juventude Monárquica de Lisboa na Futurália, Salão de Oferta Educativa, Formação e Emprego que decorreu até ao dia 13 de Março de 2010 na FIL no Parque da Nações. Localizado no pavilhão 1 foi bastante concorrido o stand D22 da JML, reflectindo uma imagem elegante e moderna. Nesse elegante espaço a JML disponibilizou aos visitantes informação diversa sobre a forma de regime monárquico constitucional, como por exemplo um desdobrável com as questões frequentes, ou um passatempo interactivo com oferta de t-shirt para os vencedores, entre outro material didáctico. SS.AA.RR., Dom Duarte e Dom Afonso visitaram o stand da JML no dia do encerramento.
SS.AA.RR., Os Senhores Dom Duarte e Dom Afonso de Bragança, visitaram em março de 2010 passado a Futurália, Salão de Oferta Educativa, Formação e Emprego, onde estava representada a Juventude Monárquica de Lisboa, tendo sido recebidos pelo Secretário- Geral da AIP, directora da FIL e directora do certame e ainda pelos Presidentes da Real Associação de Lisboa e da Juventude Monárquica de Lisboa, João de Mattos e Silva e Duarte Seabra Calado. O Duque de Bragança e o Príncipe da Beira estiveram em primeiro lugar no stand da JML, onde foram acolhidos por muitos jovens e apreciaram os meios de informação disponibilizados, nomedamente o jogo de computador “Queres ser Monárquico”, constituído por perguntas e respostas sobre a Monarquia em Portugal e na Europa, que foi um êxito com muitos concorrentes a participar. Detiveram-se também nos stands das Juventude Socialista e Social Democrata e percorreram depois várias representações de instituições públicas e privadas, ligadas ao ensino e formação e às Forças Armadas e de Segurança. Real Associação de Lisboa.
No próximo dia 18 de Maio, a Real Associação de Lisboa irá celebrar o seu XXXIV Aniversário com o tradicional passeio convívio, que desta vez decorrerá em na Atouguia da Baleia, tendo como ponto alto um almoço com as forças vivas locais. Quem também vai marcar presença serão os Duques de Bragança que, a convite da edilidade, assinarão o livro de honra na Junta de Freguesia. O programa destas celebrações foi uma sugestão do Núcleo do Oeste da Real Associação de Lisboa e este ano organiza-se em parceria com a Real Associação do Ribatejo que tem a jurisdição desse concelho.
PROGRAMA:
10:00 - Partida de Lisboa, em autocarro, da Avenida Almirante Gago Coutinho (ao Areeiro), junto ao Parque de Estacionamento; 11:15 – Recepção no largo central de Atouguia da Baleia 11:30 - Visita à Igreja de Nossa Senhora da Conceição 12:00 - Visita à Igreja de S. Leonardo 12:30 - Assinatura SS AA RR do livro de Honra da Junta de Freguesia 13:00 - Deposição de um ramo de flores na estátua da Rainha Santa Isabel 13:30 - Almoço na Associação Casais Brancos 16:00 - Retorno a Lisboa
D. Tomás Xavier de Lima Nogueira Vasconcelos Teles da Silva, 14.º visconde de Vila Nova da Cerveira e 1.º marquês de Ponte de Lima (12 de outubro de 1727 - 23 de dezembro de 1800) nasceu em Ponte de Lima a 12 de outubro de 1727, faleceu a 23 de dezembro de 1800. Era filho de D. Maria Xavier de Lima e Hohenloe, 13.ª viscondessa de Vila Nova da Cerveira, herdeira de toda a grande casa de seus pais e avós, casada com Tomás Teles da Silva, filho dos 2.osmarqueses de Alegrete.
Tomás Xavier de Lima, como filho duma vítima do marquês de Pombal, pois que seu pai esteve preso por ordem daquele ministro no castelo de S. João da Foz, foi muito considerado por D. Maria I, e quando o marquês de Angeja deixou o ministério por ser nomeado presidente do real Erário, recebeu o visconde de Vila Nova da Cerveira a gerência da pasta dos Negócios do Reino. Conta-se que pouco antes obtivera a viscondessa sua mulher uma sentença do desembargo do Paço que declarava seu marido incapaz de gerir os negócios do casal. Não podia haver, na verdade, melhor recomendação para um ministro. A 17 de outubro de 1778 obteve o novo ministro despacho que declarava seu pai inocente. Seis anos depois da sua subida ao ministério, adoeceu o marquês de Angeja, e o visconde de Vila Nova da Cerveira substituiu-o interinamente na presidência do realErário, passando a exercer este lugar definitivamente, em 1788, quando faleceu o marquês, cedendo então a pasta do reino a José de Seabra. Recebeu logo também a nomeação de mordomo-mor da Casa Real, e por decreto de 17 de dezembro de 1790 foi elevado a marquês de Ponte de Lima. Como ministro era, por assim dizer, uma perfeita nulidade. Durante o seu ministério não se ocupou senão de coisas frívolas, ou de prodigalidades condenáveis. Tratou de fixar as cores das fitas das condecorações das ordens de Cristo, Avis a S. Tiago, e tratou de erigir um edifício monumental para o Erário, que nunca concluiu, lançando apenas na praça da Patriarcal Queimada, hoje praça do Príncipe Real, os formidáveis alicerces que custaram 2 ou 3 milhões de cruzados. Além disso, procurou destruir uma das principais reformas do marquês de Pombal, distraindo de novo da coroa, para onde tinham revertido, muitas comendas que distribuiu pelos seus afeiçoados.
Este personagem bem insignificante foi presidente do real Erário, membro do conselho de Estado, grã-cruz da Ordem de Cristo, mordomo-mor da Casa Real, presidente do Conselho de Fazenda, da junta provisional do Erário, da junta da administração dos fundos aplicados ao pagamento do novo empréstimo, presidente da real Junta do Comércio, da do posto médico, das juntas plena e ordinária da revisão e censura do novo código, inspector geral das obras públicas, director e inspector do real Colégio dos Nobres, inspector geral da real Biblioteca Pública, sócio honorário da Academia Real das Ciências de Lisboa, e um dos presidentes honorários da Sociedade real Marítima, Militar e Geográfica. O marquês de Ponte de Lima só possuía vastos conhecimentos em ciências teológicas que pouco lhe servia.
Casou a 4 de julho de 1749 com D. Eugénia Maria Josefa de Bragança, filha dos 4.osmarqueses de Alegrete.
A escultura, com quase 400 anos, pertenceu ao último rei de Portugal. Foi agora adquirida pelo Estado e irá integrar o acervo do Museu do Tesouro Real.
AVirgem e o Menino, escultura do século XVII originalmente adquirida por D. Fernando II, foi comprada pelo Estado português a uma galeria parisiense, segundonoticia o jornalPúblicoesta quarta-feira. "Pouco maior do que uma folha A4", o alto-relevo foi herdado por D. Manuel II, bisneto do primeiro comprador e último rei de Portugal. Agora, a peça irá integrar o acervo do Museu do Tesouro Real, onde será exposta.
Trata-se de uma peça italiana em âmbar sobre um fundo de lápis-lazúli, com uma moldura em bronze dourado, adquirida pelo Estado à Galeria Kugel, com sede em Paris, por 420 mil euros. De acordo com o mesmo jornal, as negociações decorriam desde o último trimestre do ano passado.
“É uma peça de grande qualidade artística que virá enriquecer o lote de objectos que Fernando II reuniu à sua volta no Palácio das Necessidades, [em Lisboa], em parte já exposto no Tesouro Real, no núcleo dedicado às colecções particulares, a dele e a do filho, D. Luís I”, esclareceu aoPúblicoJosé Alberto Ribeiro, director do museu instalado no Palácio da Ajuda.
Não se sabe, no entanto, quando é que este relevo será exposto no museu, sendo um dos objectivos de estudo perceber o percurso da peça até ter sido adquirida por D. Fernando II, marido de D. Maria II, já no século XIX. Sabe-se, contudo, que saiu do país aquando o exílio de D. Manuel II em Londres, após o fim da monarquia em Portugal.
A notícia da aquisição desta peça surge na mesma semana em que uma outra obra de arte – esta portuguesa – é posta à venda Maastricht. Trata-se deDescida da Cruz, pintura de 1827 de Domingos Sequeira, e está a ser comercializada por uma galeria espanhola. Avaliada pelo Estado em 1,2 milhões de euros, acredita-se que o valor poderá aumentar com a chegada a uma feira de arte internacional.
A primeira fotografia no exílio: A Rainha D. Amélia, o Rei D. Manuel II e o Infante D. Afonso, em Gibraltar, para onde se dirigiram após a proclamação da república.
Faz hoje 122 anos (12 de Maio de 1902) que a rainha D. Amélia visitou Torres Vedras de automóvel. Foi provavelmente, o primeiro automóvel a circular em Torres Vedras.
Rei D. Manuel II felicita o Presidente das Honduras pela sua eleição. Manuscrito Documento assinado: "M - Rei" , 1p, 9¼x15¼. Paco Das Necessidades [Palácio Real, Lisboa], 1908, 5 de Novembro.