Notícias sobre o Infante D. Augusto em 1889
25 de Setembro de 1889:
Neste dia, foi divulgado que o estado de saúde do Infante D.Augusto era grave.
No dia em que o Infante D. Augusto faleceu o "Diário Ilustrado" publicou esta notícia.
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25 de Setembro de 1889:
Neste dia, foi divulgado que o estado de saúde do Infante D.Augusto era grave.
No dia em que o Infante D. Augusto faleceu o "Diário Ilustrado" publicou esta notícia.
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2 de Dezembro de 1878:
Realizou-se um jantar de gala no Palácio da Ajuda para assinalar o 53º aniversário do Imperador Pedro II do Brasil, tio do Rei D. Luís de Portugal.
Assistiram o ministério, a legaçáo do Brasil e pessoas da corte.
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1 de Dezembro de 1878:
O Rei Consorte Fernando II e o Infante D. Augusto estiveram em Torres Novas.
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3 de maio de 2012:
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8 de Novembro de 2024:
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3 de Março de 2009:
O Salão principal do Palácio Fronteira em Lisboa, foi pequeno para acolher todos quantos quiseram assistir à apresentação do livro “ A Serpente e a Lua” da autoria de Sua Alteza Real a Princesa Michael of Kent e editado pela Civilização Editora. A autora é membro da família real britânica, está casada com o Príncipe Michael of Kent, neto do rei George V e vive no Palácio de Kensington em Londres. Tem várias livros publicados sobre as famílias reais da Europa, sendo “A Serpente e a Lua” a sua mais recente obra. É um romance e narra a fascinante vida na corte francesa, na época do renascimento.

D. Antonio de Orleans e Bragança, membro da família real brasileira, morreu esta sexta-feira, 8 de novembro, no Rio de Janeiro. Tinha 74 anos.
Conforme avançam os meios de comunicação, este encontrava-se internado na Casa de Saúde São José desde o dia 6 de junho, devido a uma doença pulmonar obstrutiva.
D. Antonio, recorde-se, é primo em segundo grau de D. Duarte Pio de Bragança, uma vez que ambos descendem de D. Isabel e do Conde D'Eu.
Na sua página de Instagram, D. Afonso, filho mais velho dos duques de Bragança, destacou a morte de D. Antonio através de um storie no instagram.
D. Antonio era casado com a orincesa Dona Christine de Ligne, desde 1981, com quem tinha quatro filhos: D. Pedro Luiz, D. Amélia, D. Rafael (príncipe do Grão-Pará) e D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança, assim como dois netos, Joaquim e Nicholas Spearman.
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No dia 1 de dezembro de 1640, depois de 60 anos de ocupação espanhola, um grupo de patriotas portuguesas – os Conjurados – foi responsável por depor o Rei Dom Felipe IV de Espanha e aclamar o Rei Dom João IV, o primeiro Soberano da Casa de Bragança, como Rei de Portugal, numa revolução que levou à restauração da independência do Nosso País.
A Restauração merece ser celebrada! Contamos com a presença de todos!
“A Restauração da Independênica é uma ocasião digna de festa!
Este ano, a pedido do meu Pai, tomei a iniciativa de colaborar com a Causa Real e as Reais Associações na organização do Jantar dos Conjurados.
Além de relembrar a nossa História, o Jantar dos Conjurados é a ocasião perfeita para enfatizar a importância de nos unirmos em função de um bem maior. Desta forma, este ano decidimos aliar o Jantar dos Conjurados à instituição Banco do Bebé.
Teria a maior das honras em receber todos os portugueses que queiram celebrar connosco o orgulho e o amor pelo nosso País!”
Francisca
Link para a inscrição: https://conjurados.pt
Os Duques de Bragança e os seus filhos estiveram em Fátima no dia 13 de Maio de 2010. Nessa época a Família Real estava a seguir de perto a visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI a Portugal, participando nas cerimónias de Lisboa, Fátima e Porto.
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Fonte: https://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2010/05/familia-real-em-fatima-no-dia-13-de.html
Se foi este o nome que recebeu à nascença, não sabemos, mas era por ‘Gatita’ que D. Amélia a tratava. Segundo a crónica escrita por Augusto Barreto, primeiro almoxarife do Palácio da Pena, em 1911 – já depois da queda da monarquia – no jornal ‘O Concelho de Cintra’, a rainha gostava de mimar a sua gata: tinha uma coleira de prata com o nome ‘Amélia’ gravado, gostava de bons petiscos – como “o gostoso camarão da Barra e o fino gateau britânico” – e, claro, era acarinhada todos os dias pela sua dona.
D. Amélia foi a última soberana a habitar o Palácio da Pena – era onde se encontrava na manhã de 5 de outubro de 1910, dia da Implantação da República, e dali partiu para o exílio. A Gatita acabou por ficar para trás, num enorme palácio, sempre na esperança de voltar a ver a sua dona. “Todos os dias a encontro no interior do Palácio. Percorre tudo como que ainda procurando a sua antiga e real dona. Toda coquette e luzidia, é ela ainda a senhora absoluta dos aposentos mais luxuosos do castelo. Nos appartements da rainha, ela passa o melhor da sua vida, prefere-os a todos os outros”, escreveu Augusto Barreto, que viveu no Palácio da Pena após a queda da monarquia.
Com a partida da sua dona, Gatita continuou a ser alimentada por antigos empregados da Família Real e a viver tranquilamente no Palácio. Quando este era visitado, Gatita era o centro das atenções. Houve até quem tentasse ficar com ela: num outro artigo escrito para o mesmo jornal em novembro desse ano, Augusto Barreto conta a história bizarra de uma senhora francesa que queria a todo o custo levar a gatinha para Toulouse, aquando da sua estadia em Sintra para participar no Congresso Internacional de Turismo. “Pedia-me para a levar para essa cidade do sul de França. Amavelmente disse-lhe que não, o que ela não me perdoou, porque enquanto esteve na Pena, diversas vezes me fez o mesmo pedido, de uma forma bem cruel”, recorda o responsável. Não podendo ficar com o animal, a senhora decidiu levar outra lembrança: “No baile da Câmara de Lisboa em honra dos turistas, quando estava num dos salões, uma dama em traje branco de gala dirige-se-me a perguntar de chore, em puro francês, pela gata. Reconheci logo a francesa de Toulouse. Respondi-lhe que estava boa; e depois de várias conversas, convidei-a para uma valsa. Ao despedir-me, agradecendo-lhe, ela, com uma graça toda francesa, disse-me: “Não me quis dar a linda gata, mas eu tenho della uma bela lembrança”. E numa risada sumiu-se”, descreve Augusto Barreto que, mais tarde, descobriu que a coleira de prata da Gatita tinha desaparecido.
Com ou sem coleira, a pequena gata continuava a ser dona e senhora do seu Palácio, sempre na esperança de voltar a ver a sua dona: “As poucas vezes que sai à rua, procura sempre os pontos mais altos para avistar o horizonte. Quando a vejo a fitar o mar, lembro-me, e creio, que ela é a única amizade que a sua dona aqui deixou, e que de tantos que a bajularam e serviram, nenhum se lembra mais da rainha Amélia que a sua Gatita; e quem sabe se na sua vista de lince, olhando o mar, ela sentirá mais que ninguém a saudade de tão brusca separação. E é por isso que a régia gata espera ainda a dona, para poder saborear de novo o fino camarão da Barra e os doces biscoitos da City”.
Fonte: https://www.parquesdesintra.pt/pt/sobre-nos/blog/gatita/
Fonte: Facebook Manuel Beninger
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Fonte: Diário Ilustrado
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Dom Duarte, Duque de Bragança, com a sua esposa Dona Isabel em São Paulo, no Brasil, no dia 16 de dezembro de 2000.
Fonte: gettyimages
16 de Junho de 1908:
Realizou-se no Palácio das Necessidades, a entrega solene da Ordem de Santo André ao Rei D. Manuel II.
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O Rei D. Manuel II e sua esposa a Rainha Augusta Victoria visitam a exposição de flores em Chelsea.
Fotografia de imprensa, veiculada pela agência Trampus.
