Maria Francisca de Sabóia foi sepultada no Convento das Francesinhas, que fundou. Em janeiro de 1912 os seus restos mortais e os da sua filha, a Princesa D. Isabel, foram trasladados para o Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora.
Está a venda, numa galeria em Paris, um conjunto de móveis encomendados por Dona Maria Segunda, que já estiveram no Palácio das Necessidades em Lisboa. Obras de arte históricas, com forte ligação a Portugal, à venda por 150 mil euros.
Um mobiliário completo de salão com mesa e seis cadeiras, como nos conta a partir da capital francesa, a correspondente da Antena 1, Rosário Salgueiro. Também na cidade francesa de Lyon, vai esta quarta-feira a leilão, um quadro pintado pelo artista português dos séculos 18 e 19, Domingos Sequeira.
Não se sabe muita informação sobre os vestidos de batizado da Família Real Portuguesa que foram usados até 1910.
O Príncipe Real Luís Filipe usou um vestido azul que foi oferecido pela sua avó paterna, a Rainha D.Maria Pia.
O Infante D.Manuel (futuro Rei D. Manuel II) usou um vestido de brocado branco franjado de prata.
O principal vestido de batizado usado pela Família Real Portuguesa é o que foi usado por Dom Duarte, Duque de Bragança. Posteriormente foi usado por Afonso, Príncipe da Beira, e por Dinis, Duque do Porto nos seus batizados.
Confeccionado em renda de Bruxelas, o vestido foi oferecido aos pais de D. Duarte Pio, por ocasião do seu nascimento, por um grupo de senhoras.
Na mesma altura, foi também oferecido um vestido de menina, que foi estreado muitos anos mais tarde, pela Infanta D. Maria Francisca. Esse vestido é decorado com folhas de prata, rendas e folhinhos.
A camara municipal de Lisboa em virtude das comunicações que recebeu de autoridade superiores, informou que o Rei D. Pedro V e o Infante D. João regressariam a Lisboa no dia 3 de novembro.
Fonte: Jornal a Revolução de Setembro de 01/11/1860
Pela memória de El-Rey D. Carlos I e seu jovem filho D. Luís Filipe, o Príncipe Real de Portugal!
Por ocasião dos 117 anos do Regicídio, a Direcção da Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) apela à comparência de todos aqueles que se queiram associar à evocação deste facto histórico, em honra de El-Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe, na Missa das 18h30 do próximo sábado, dia 1 de Fevereiro, celebrada na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, sita na Fajã de Baixo, Ponta Delgada.
O jantar de aniversário do rei consorte D. Fernando, pai do Rei D. Luís I de Portugal, realizou-se no Palácio das Necessidades.
Estiveram presentes o Infante D. Augusto, os marques de Pombal e da Fronteira, o conde das Alcáçovas, os barões de Kensler, o general Sousa Pinto, Osborne Sampaio, D. António de Lencastre, o médico particular do rei, Telles e João de Mello.
O Rei D. Pedro V e o seu irmão sairam de Évora às seis horas da manhã e chegaram a Cuba às cinco horas e quarenta e cinco minutos da tarde, onde pernoitaram, e deixaram esta vila às sete horas e quarenta e cinco minutos. Entraram em Beja às dez horas e meia.
O Rei D. Pedro V e o Infante D. João tencionavam jantar e pernoitar em Alcácer do Sal no dia 1 de novembro. Contavam chegar a Setúbal no dia 2 de novembro e regressar a Lisboa no dia 3 de novembro.
Fonte: Jornal a Revolução de Setembro de 30/10/1860
O Rei D. Pedro V e o Infante D. João saíram de Estremoz às cinco da manhã do mesmo dia, a fim de continuarem a sua viagem em Évora.
Ás sete horas e três quartos chegaram ao Vimieiro onde eram esperados pelo capelão do hospital, junto da paróquia, e por toda a população.
A camara municipal e o administrador do concelho de Arraiolos se apresentaram ao rei, e acompanharam o rei e o seu irmão até à casa do cidadão Mello Mexia, onde foi oferecido um almoço.
O Rei D. Pedro V e o seu irmão, o Infante D. João, saíram de Arraiolos às 12 horas.
Chegaram depois a Évora.
Ás três horas e meia, o rei e o seu irmão montaram a cavalo e entraram na cidade. Assisitiram depois a um Te Deum.
Mais tarde realizou-se um jantar.
Realizou-se depois uma recepção no Paço.
Fonte: Jornal a Revolução de Setembro de 28/10/1860
O Rei D. Pedro V e o seu irmão regressaram à tapada de Vila Viçosa, acompanhados por o general Caula, ajudante de campo de serviço, e regressaram ao paço pelas dez horas.
Depois do almço foram visitar a igreja de Santo Agostinho, onde estão os túmulos dos Duques de Bragança, e visitaram também alguns conventos de religiosas.
Mais tarde, o Rei D. Pedro V chegou às proximidades de Estremoz onde era esperado pelo general conde de Bomfim, comandante general da divisão, pelos oficiais do seu estado-maior, e por um esquadrão de cavalaria, entrando depois na vila.
Realizou-se depois um jantar com vários convidados.
Fonte: Jornal a Revolução de Setembro de 27/10/1860
Na passagem de mais um ano sobre o trágico regicídio de 1908, a Real Associação de Lisboa cumpre o doloroso dever de mandar celebrar uma missa de sufrágio pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luiz Filipe, no próximo dia 1 de Fevereiro (Sábado), pelas 19:00, na Igreja de São Vicente de Fora, com a Celebração Eucarística a cargo do Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada.
Como é da tradição, terminada a Missa terá lugar a romagem ao Panteão Real, onde Suas Altezas Reais deporão uma coroa de flores junto aos túmulos reais. A cerimónia encerrará com uma sessão de cumprimentos, junto à sacristia
Para mais esclarecimentos contacte-nos através do endereçosecretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 213 428 115 ou presencialmente na nossa sede de segunda a sexta-feira das 11:00 às 14:00.
Em Vila Viçosa, o Rei D. Pedro V e o seu irmão saíram pelas oito horas da manhã para inspeccionar o quartel do regimento da cavalaria nº 3 e regressaram ao paço antes das dez horas.
O Rei D. Pedro V recebeu depois o presidente da camara, o administrador e o juíz ordinário do Alandroal.
Depois participaram numa caçada na tapada de Vila Viçosa.
Mais tarde, realizou-se um jantar no Paço Ducal de Vila Viçosa com vários convidados.
23 de Outubro de 1860:
O Rei D. Pedro V resolveu ficar mais um dia na cidade de Évora e partiu no dia 26 de Outubro.
Fonte: Jornal a Revolução de Setembro de 26/10/1860