Vai sair no final do mês o Correio Real nº 31 com uma especial homenagem a S.A.R. o Duque de Bragança. A revista, que é da responsabilidade da Real Associação de Lisboa, conta com 60 páginas, dezenas de fotografias e testemunhos de diversas personalidades, no âmbito das celebrações dos 30 anos de casamento e 80 anos do Duque de Bragança.
A viverem em Londres, Maria Francisca de Bragança e o marido, Duarte de Sousa Araújo Martins, marcaram presença na cerimónia de Ação de Graças pelos 30 anos de casamento dos duques de Bragança, que decorreu na Basílica da Estrela, em Lisboa, e pelo 80.º aniversário de D. Duarte Pio, num momento repleto de significado familiar e espiritual.
O casal, visivelmente feliz, destacou o impacto profundo que o exemplo dos pais da duquesa de Coimbra teve na sua própria vivência conjugal.“O casamento dos meus pais é um exemplo e a nossa meta também. E continuar depois dos 30 anos. É raro, hoje em dia, um casamento tão duradouro e sólido. Tenho muito orgulho em poder dizer isto sobre os meus pais”, afirmou Maria Francisca à CARAS.
A jovem sublinhou ainda os valores que foram transmitidos pelos duques de Bragança aos três filhos:“Passaram-nos muita alegria no casamento, compromisso e fé. O compromisso também depende da fé que nós temos. Na verdade, é sabermos que depois de nos casarmos já não há volta a dar.”
O marido, Duarte, reforçou esse sentimento, destacando também a importância de D. Duarte eD. Isabelnão apenas na família mas também no país:“Os meus sogros são um exemplo de unidade, para lá de muitas outras qualidades que têm. Este dia é muito importante também para Portugal e isso tem a ver com o exemplo que os dois são para o país, não apenas para nós.”
Casados há quase dois anos, Maria Francisca e Duarte, que é advogado, vivem atualmente na capital inglesa, onde têm construído a sua vida a dois.“O nosso casamento está a correr lindamente. Foi ótimo termos ido para Londres, ter o nosso cantinho e crescermos os dois juntos, que é o que temos feito”, partilhou a filha dos duques de Bragança.“Gostamos muito de viver em Londres, tem sido uma experiência muito boa, mas mais dia menos dia vamos voltar para Portugal. Entretanto, estamos a ganhar estrutura os dois. Vamos fazendo o nosso caminho juntos”, acrescentou Duarte.
Sobre o futuro, ambos revelaram à CARAS o desejo de alargar a família.“Queremos ser pais, claro que sim”, respondeu a duquesa, de 28 anos. O marido reforçou a intenção de ambos, mas sublinhou que tudo acontecerá“a seu tempo.”O casal partilha a experiência de ter crescido em famílias numerosas e essa vivência molda o seu projeto de vida desde que começaram a namorar:“Termos filhos sempre fez parte dos nossos planos. Ambos vimos de famílias grandes e gostamos muito, é algo de que nos orgulhamos, mas seremos pais a seu tempo.”
Num ambiente de fé, amor e continuidade, a nova geração da Casa de Bragança mostrou-se pronta a honrar o legado e a dar seguimento aos valores familiares que há séculos marcam o percurso dos seus antecessores, mostrando que estão preparados para o desafio que lhes tem vindo a ser passado pelos duques de Bragança.
S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, esteve presente na Homenagem Nacional aos Combatentes: Coragem e Memória ao serviço de Portugal, que decorreu ontem, dia 10 de Junho de 2025, em Belém.
Peregrinação e Consagração dos Duques de Coimbra à Nossa Senhora da Lapa No Dia de Portugal, 10 de junho, S.A.R. a Infanta Dona Maria Francisca de Bragança e o Dr. Duarte de Sousa Martins, Duques de Coimbra, realizaram um ato de profunda devoção ao consagrarem-se a Nossa Senhora da Lapa, em Sernancelhe, o primeiro santuário mariano da Península Ibérica. Esta celebração histórica, que perpetua a ligação da Casa Real de Bragança à Virgem Maria, foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima, o Senhor Bispo de Lamego. Um momento de fé e tradição que reflete a espiritualidade portuguesa! Organizado com empenho pela Reitoria do Santuário da Lapa, Município de Sernancelhe e Real Associação de Viseu, o evento contou com a presença de representantes das Ordens do Santo Sepulcro de Jerusalém, de Malta, Constantiniana de São Jorge (ramo espanhol) e da Irmandade Militar de Nossa Senhora da Conceição de Lamego, além do Dr. Nuno Pombo, Presidente da Direção Nacional da Causa Real. Um dia de união, devoção e celebração da nossa história!
1 de Janeiro - Realizou-se a tradicional recepção de ano novo no Palácio de Ajuda. (Aqui)
2 de Janeiro - Realizou-se a tradiconal abertura do parlamento. (Aqui)
14 de Janeiro - O Rei D. Carlos I, a Rainha D. Amélia, o Príncipe Real Luís Filipe, o Infante D. Afonso e o Infante D. Manuel assistiram ao espetáculo em S. Carlos. (Aqui)
Fevereiro:
23 de Fevereiro de 1904 - A Rainha D. Amélia recebeu várias senhoras numa recepção. (Aqui)
Março:
21 de Março -Para comemorar o 17º aniversário do Príncipe Real Luís Filipe foi realizada uma recepção no Palácio da Ajuda. (Aqui)
Maio:
7 de Maio - O Príncipe Luís Filipe e o Infante D. Manuel passearam de manhã na Tapada da Ajuda, acompanhados pelo sr. coronel António Costa. (Aqui)
22 de Maio - A Família Real assistiu à sessão inaugural do Congresso Marítimo Internacional. (Aqui)
Junho:
1 de Junho - O Infante D. Manuel prestou juramento sobre a bandeira da Companhia das Guardas Marinhas. (Aqui)
26 de Junho - A Rainha D. Amélia marcou presença na Festa da Associação da Imprensa no Jardim da Estrela. (Aqui)
Julho:
5 de Julho - O Rei D. Carlos I participou na cerimónia do assentamento da primeira pedra do monumento ao Duque da Saldanha. (Aqui)
Agosto:
7 de Agosto - A Rainha D. Amélia, o Príncipe Real Luís Filipe e o Infante D. Manuel marcaram presença nas Festas de Santa Eufémia. (Aqui)
Setembro:
20 de Setembro - O Rei D. Carlos I participou na Abertura das Cortes. (Aqui)
28 de Setembro - Celebrações do aniversário do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia. (Aqui)
Outubro:
19 de Outubro - A Família Real assistiu às exéquias por alma do Rei D. Luís I, no aniversário da sua morte. (Aqui)
23 de Outubro - O Príncipe Real Luís Filipe e o Infanta D. Manuel andaram a passear no Iate Amélia. (Aqui)
Novembro:
14 de Novembro - O Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia visitaram o Reino Unido. (Aqui)
15 de Novembro - Para celebrar o 15º aniversário do Infante D.Manuel realizou-se uma recepção no Palácio da Ajuda. (Aqui)
18 de Novembro - O Rei D. Carlos I e a Rainha D. Amélia visitaram o Castelo de Windsor. (Aqui)
Dezembro:
8 de Dezembro - A Rainha D. Amélia e o Príncipe Real Luís Filipe assistiram às cerimónias da Festividade de Nossa Senhora da Conceição, na Sé de Lisboa. (Aqui e Aqui)
20 de Dezembro - A Família Real Portuguesa regressou a Lisboa. (Aqui)
25 de Dezembro - A Família Real Portuguesa recebeu no Palácio das Necessidades várias pessoas da sociedade portuguesa que foram lá desejar as "boas festas". (Aqui)
O ano de 2025 marca os 160 anos do nascimento de D. Amélia de Orleães, a última Rainha de Portugal. Uma data que ganha especial relevância para o Paço dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, que se prepara para o celebrar. A SIC foi até lá para conhecer as celebrações e a importância histórica da monarca.
Com o pai condenado à morte por traição e a família exilada em Espanha, quando regressa a Vila Viçosa após o perdão de D. Manuel I, D Jaime não volta a viver no castelo como o reposto Duque de Bragança. Conta-se que por causa das memórias trágicas.
Começa aí a construção de um novo paço, que continua a crescer ao longo dos séculos, até ao momento em que se tornou um dos maiores e mais ricos edifícios do país.
A sala dos duques, onde estão representados muitos dos líderes da casa de Bragança, é apenas o vislumbre do espólio que pode hoje ser admirado, naquele que é um dos núcleos do museu-biblioteca da Casa de Bragança.
A linhagem que uniu D. João I e Nuno Álvares Pereira teve aqui sede durante mais de dois séculos. Até que, em 1640, D. João II, duque de Bragança, se transforma em D. João IV, rei de Portugal.
O Paço perdeu vida e importância, mas, em finais do século XIX, D. Carlos voltou a colocar pequenos pedaços de rotina diária no edifício - hoje espelhados nos quartos da família real e onde a investigação continua a descortinar ligações da família real ao mecenato e à comunidade.
Mas, entre os tesouros, há um que se destaca: a biblioteca que veio de Inglaterra, composta pelo último rei de Portugal, D. Manuel II.
Um espólio aberto à investigação, que inclui todas as obras de Camões editadas até ao início do século XX, entre elas uma primeira edição d’“Os Lusíadas”.
Uma história que começa e acaba em tragédia: Esta é, no entanto, uma história alicerçada num edifício, que parece começar e acabar em tragédia. Ou não estivesse, entre as sete dezenas de carruagens expostas, uma que no primeiro dia de fevereiro de 1908, circulava perto da praça do comércio em Lisboa. Nela seguia a família real, que regressava do paço em Vila Viçosa.
Pouco depois, o reinado dos Bragança acabou, mas, em 2025 será relembrado de forma especial, devido aos 160 anos do nascimento da última rainha, Dona Amélia de Orleães.
Finda a monarquia, ficou o legado para o país em património e cultura da última família reinante, e cujo primeiro monarca, D. João IV, parece ainda hoje querer partilhar, com os que visitam Vila Viçosa.
S.A.R. o Duque de Bragança esteve presente ontem na Assembleia-Geral da Associação Portuguesa das Casas Históricas que decorreu nas instalações do Museu - MACAM, antigo Palácio do Marqueses da Ribeira Grande, durante a qual foram eleitos os respectivos órgãos sociais para o triénio 2025/2028, tendo sido reconduzido o Senhor Conde de Sabugosa como Presidente da Direção. Nesta fotografia o Duque de Bragança está acompanhado pelo Conde de Albuquerque (Representante e Delegado da Associação para os Açores), pelo Arq. João Cunha Paredes, (Delegado e Representante da Associação Portuguesa das Casas Históricas para a Madeira) e suas filhas.
S.A.R. o Duque de Bragança marcou presença no lançamento do livro Exile in Madeira, apoiado pela Fundação Otto de Habsburgo. A obra retrata a vida do Beato Carlos, último Imperador da Áustria e Rei da Hungria, durante o seu exílio na Madeira.
O evento, realizado na Embaixada da Hungria a convite de S.E. a Embaixadora Emília Fábián, contou com uma conferência de Jaime Nogueira Pinto, presidente da Fundação, e D. Pedro de Almeida, neto de D. João de Almeida, amigo e secretário do Beato Carlos.
5 de Fevereiro - O Infante D. Augusto passeou a cavalo, trajando o uniforme de general. (Aqui)
5 e 6 de Fevereiro - O Rei D. Luís esteve doente. (Aqui)
Março:
4 de Março - A Família Real assistiu ao concerto pela orquestra dos Tziganos. (Aqui)
Maio:
16 de Maio - A Família Real assistiu à inauguração da Praça da Figueira. (Aqui)
20 de Maio - O Infante D. Augusto passeou a cavalo. (Aqui)
30 de Maio - A Família Real assim como todo o ministério foram a Sintra cumprimentar o Rei Consorte D. Fernando II por ser o dia com o seu nome. (Aqui)
Julho:
31 de Julho - Realizou-se uma recepção de grande gala no Palácio da Ajuda, por o aniversário do juramento da Carta Constitucional. (Aqui)
Agosto:
16 de Agosto - O Infante D. Augusto visitou o Jardim Zoológico. (Aqui)
Outubro:
31 de Outubro - A Família Real Portuguesa assistiu ao espetáculo de gala no teatro de S. Carlos. (Aqui)
Dezembro:
15 de Dezembro - Morre o Rei Consorte, Fernando II de Portugal. (Aqui)
21 de Dezembro - Funeral do Rei Consorte, Fernando II de Portugal. (Aqui)
28 de Dezembro -Realizou-se no Palácio da Ajuda uma recepção de pêsames pela morte do Rei Consorte D. Fernando II. (Aqui)
Assistiram ao espectáculo de gala no teatro de S. Carlos, na tribuna real, o Rei D. Luís I, a Rainha D. Maria Pia, os príncipes, o Infante D. Augusto, todo o ministério e os dignitários do paço.
O Rei consorte D. Fernando II e a condessa de Edla assistiram ao espectáculo no seu camarote particular.
O Rei D. Manuel II chegou de Sintra às 11 horas da manhã acompanhado do seu camarista, o Marquês do Faial, o ajudante de campo, D. Fernando de Serpa e Leotte Tavaras, o oficial às ordens.
O Museu dos Templários e da Identidade Nacional foi inaugurado no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros e contou com a presença de Sua Alteza Real Dom Miguel de Bragança, Duque de Viseu. Neste espaço fica disponível um espólio que conta a passagem dos templários por Terras de Cavaleiros, nomeadamente armas, indumentária, património documental e peças alusivas à época.
D. Fernando Luis de Sousa Coutinho Castelo-Branco e Menezes, 3º marquês de Borba foi o Oficial-mor da Casa Real Portuguesa e Vedor da infanta D. Isabel Maria.
Era filho de D. José Luis Gonzaga de Sousa Coutinho Castelo-Branco e Menezes, 15º conde de Redondo e de D. Maria Luisa da Costa Carvalho Patalim Sousa e Lafetá.
Foi o 3º marquês de Borba e 16º conde de Redondo. Também era representante do Título de Conde de Soure e Senhor da Quinta do Bonjardim.
Exerceu as funçóes de Oficial-mor da Casa Real e foi Vedor da infanta D. Isabel Maria.
Também foi Par do Reino e Vogal da Junta do Crédito Público.
Dedicou-se à música, tendo sido membro do Conselho Musical e fundador da Academia de Amadores de Música.
Casou em Sintra no dia 23 de Setembro de 1858 com D. Maria José de Portugal e Castro com quem teve cinco filhos:
D. José Luis de Sousa Coutinho Castelo-Branco e Menezes, 17º conde de Redondo - 07.10.1859
D. Maria Domingas Luisa de Sousa Coutinho - 20.04.1862
D. Maria Luisa de Portugal de Sousa Coutinho - 26.06.1864
D. Francisco de Paula Luís de Sousa Coutinho - 11.11.1866
D. Simão das Rochas Luis de Sousa Coutinho - 05.06.1868
Notícia sobre D. Fernando Luís de Sousa Coutinho:
D. Fernando Luís de Sousa Coutinho era uma das pessoas que estava presente quando a Infante Dona Isabel Maria da Conceição de Bragança. Pode ler mais aqui.