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O Carnaval da Família Real

por Blog Real, em 13.06.18

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 15:49

Artigo da "Ilustração Portuguesa" sobre o Panteão Real em 1906

por Blog Real, em 01.05.18

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publicado às 12:49

Quanto custava a Monarquia Portuguesa

por Blog Real, em 27.04.18

Dotação da Família Real: 501 000$000

(Quinhentos e um milhões de reis - Quinhentos e um contos - Dois mil, quatrocentos e noventa e oito euros e noventa e oito cêntimos 2.498,98€)

A dotação da família real pagava os salários da família, os salários de cerca de 250 pessoas da Corte, as visitas de estado e a manutenção dos Palácios da Ajuda, das Necessidades, de Belém, do Palácio da Vila em Sintra e do Palácio Real de Mafra.

Nota: Os Palácios de Vila Viçosa, das Carrancas no Porto e o Castelo da Pena em Sintra eram propriedade privada da Família Bragança e suas despesas não eram cobertas pelo erário público.

Fonte: Blog do Centenário da República

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publicado às 19:56

Rei D.Manuel II deu 50 mil réis para monumento de Taborda

por Blog Real, em 07.04.18

 

SMF el-Rei D. Manuel II foi um dos que deu mais dinheiro ao monumento de Taborda, como SMF a Rainha D.Amélia, a Viscondessa de Alferrarede que deu 30 mil réis....

Empatado com o Rei estava Casimiro José de Lima

A pensão a Taborda foi outorgada pelo avô de D.Manuel II, el-Rei D.Luís 

A alma do monumento foi Solano de Abreu

Recorte de Ocidente de 30-8-1910   

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publicado às 23:36

Palácio e Quinta da Princesa Maria Benedicta em Amora

por Blog Real, em 22.11.17

Créditos da Imagem:http://mapio.net/pic/p-26193911/

A Quinta da Princesa situa-se no concelho do Seixal. É uma quinta senhorial com palácio, construída no tempo da monarquia, como local de lazer da família real portuguesa. Na freguesia de Amora, concelho do Seixal, a princesa Maria Benedicta, irmã da rainha Maria I, viúva do príncipe José e fundadora do Hospital dos Inválidos de Runa, teve um palácio e uma quinta que depois passou para a infanta Isabel Maria. Depois da morte desta infanta, o príncipe Augusto de Bragança comprou a propriedade, que no final do século passado a beneficiou com a plantação de vinhas e pinheiros e reedificarão do famoso Paço de Amora que ainda existe, embora em degradado estado de conservação.

Augusto, Duque de Coimbra

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publicado às 22:21

Trajes do Rei D.Carlos

por Blog Real, em 21.09.17
São sobejamente conhecidas fotografias de Dom Carlos I trajando à lavrador, sobretudo quando se deslocava ao Alentejo para as celebres temporadas em Vila Viçosa.
Este traje foi utilizado em Vendas Novas, vila em que os Duques de Bragança tinham terras e coutadas e que servia de local de pousada nas suas viagens entre a capital e o Alentejo.
Pela forma, este conjunto é similar ao traje de lavrador, no entanto encontra-se adaptado como indumentária de caça pelos vários bolsos e que fazem adivinhar a sua utilidade, actividade na qual Dom Carlos era exímio.
Trata-se de um traje de Verão, pois é confeccionado em algodão. Por outro lado, a cor castanha-clara faz deste traje o camuflado ideal na paisagem alentejana.
Pertence à Fundação Casa de Bragança
Trajes de Portugal
Fonte: http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2013/01/traje-do-rei-dom-carlos-i.html

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publicado às 19:49

Férias do antigamente: Quando o rei ia a banhos para Cascais

por Blog Real, em 14.08.17

A moda dos banhos de mar levou a família real, a partir de 1870, a mudar-se todos os verões para a Cidadela em Cascais. O rei D. Carlos herdou do pai o gosto pelo oceano e instalou no palácio o primeiro laboratório português de biologia marinha. O ócio real dividia-se entre as regatas, a natação, o tiro aos pombos, o ténis e os bailes do Sporting Clube.

Todos os anos, o rei D. Carlos arrastava a corte consigo para Cascais para ir a banhos ou passear no seu iate. Isso quando não ia para as caçadas em Vila Viçosa – dali vinha quando foi morto, com o herdeiro, em 1908 –, tradição que muito apreciava. As atividades estivais estendiam-se por entre festas, explorações marítimas, tiro aos pombos e atividades desportivas – como o ténis –, bem como os passeios pela vila que atraíam a habitual curiosidade.

Quando descia para o seu banho de mar e as braçadas na baía, a bandeira nacional era hasteada no mastro da praia, anunciando a presença do monarca. O fato-de-banho às riscas que lhe cobria os ombros e chegava aos joelhos era vestido e despido na barraca real aí instalada.

Em Cascais, o monarca instalava-se no Palácio da Cidadela, um conjunto de prédios baixos, alojamentos e depósitos, tudo cercado por uma parede maciça. A casa do rei não era majestosa, tinha salas de teto baixo, mas o escritório de D. Carlos, no primeiro andar, era grande e luminoso com vista para o mar. Duas janelas viradas para a baía de Cascais enchiam de luz a grande secretária habitualmente cheia de papéis e livros.

O rei adorava as condições privilegiadas da enseada, onde todos os anos, desde 1870, a família real se instalava no período de verão. E quando subiu ao trono, em 1889, continuou a tradição familiar, introduzindo profundas reformas na Cidadela, mandando construir aí o primeiro laboratório português de biologia marinha, em 1896. A casa que a rainha D. Maria Pia adquiriu em 1893, na escarpa do Monte Estoril, chegou a receber a família mesmo durante o inverno, assumindo a designação de Paço do Estoril.

O fascínio de D. Carlos pelo mar levou-o à investigação científica, que saciava em expedições oceânicas num dos iates que foi comprando ao longo dos anos (chamados Amélia, como a rainha). Herdara esse gosto do pai, o rei D. Luís, que, em 1878, por ocasião do seu 15.º aniversário lhe ofereceu o seu primeiro barco, um palhabote (com dois mastros e armação latina), batizado de Nautilus.

Nesse dia, dos 15 anos de D. Carlos, os moradores de Cascais assistiram fascinados à primeira experiência de iluminação elétrica em Portugal. Tal como pouco mais de uma década depois choraram a morte de D. Luís, em 1889, no Paço de Cascais.

A presença sazonal da corte em Cascais mudava as rotinas da vila e tirava aos pescadores parte da praia Ribeira (que hoje se conhece por praia dos Pescadores), onde D. Carlos impulsionava a prática da vela, do remo e da natação. Em Cascais, por iniciativa do monarca, realizou-se em 1898 a primeira regata internacional em águas portuguesas.

Desde 1879, os banhistas privilegiados ganharam clube próprio com a criação do Sporting Clube de Cascais, centro da vida social e desportiva de ricos e abastados, onde D. Carlos praticava o seu tão apreciado ténis.

O traçado da vila transformou-se, tendo ganho uma nova avenida, precisamente chamada de D. Carlos I, inaugurada em 1899, para ligar a Cidadela à praia da Ribeira. Essa ligação real atraiu os ricos que foram construindo as suas casas de férias ao longo da avenida e impulsionando a modernização da povoação.

Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/575745

 

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publicado às 21:42

Nobreza de Portugal

por Blog Real, em 18.06.16

A Marquesa de Pombal, consorte do Marquês de Pombal, era por nascimento condessa de Daun, por ser filha do Conde de Daun, um titular de uma família nobre austríaca.

A primeira nobreza portuguesa havia-se formado a partir do reinado de Dom Afonso VI (1072-1109), Rei de Leão, com homens descendentes de fidalgos leoneses estabelecidos ao norte de Portugal, em especial entre os rios Douro e Minho. Esta era a região dos solares e dos homens mais poderosos do reino. Eles uniam fidalguia de nascimento à autoridade e ao prestígio de cargos públicos.

Eram seguidos na hierarquia, em ordem decrescente, pelos "infanções", "cavaleiros" e "escudeiros". Denominação de origem espanhola: "filho de alguém", aplicando-se aos funcionários superiores e originando a palavra "fidalgo", que, no século XIV, generalizou-se e passou a nomear todos os nobres de linhagem, designando assim a mais alta categoria da nobreza, sem dependência de cargo.

No tempo de D. Manuel I (1495-1521), por exemplo, quando foram designados os capitães da armada de Pedro Álvares Cabral que chegaram ao Brasil em 22 de Abril de 1500, a nobreza portuguesa já registrava essa ordem que datava do século XII. Os nobres integrantes da esquadra de Cabral obedeciam a essa característica, uma vez que a maioria descendia de famílias oriundas de Leão e Castela, radicadas em Portugal, já com numerosas gerações de serviço. As poucas exceções - como Bartolomeu Dias, que recebeu grau e armas transmitidos à sua descendência - demonstram a importância atribuída ao feitos nesse período dos descobrimentos.

A nobreza tomou caráter palaciano e, para receber novos graus, o agraciado precisava comprovar gerações de serviços prestados ao rei.

Foi também no reinado de D. Manuel I que foram estabelecidas regras que definiriam o uso dos graus de nobreza, bem como o uso das armas heráldicas, evitando abusos na adoção de ambos e estabelecendo os direitos da nobreza. Os nobres ficaram sujeitos ao rei e foram organizados em duas ordens, cada uma com três graus:

* "ricos -homens" (primeira ordem), que começavam como "moço fidalgo", passavam a "fidalgo-escudeiro" e chegavam a "fidalgo-cavaleiro";
* segunda ordem, em que estavam os "escudeiros-fidalgo" e "cavaleiros-fidalgo";

Apesar dos séculos XV e XVI terem sido ricos em atos de bravura e feitos heróicos, os feitos ligados aos descobrimentos não representaram acréscimo aos símbolos, atributos e novas armas no brasonário português. Poucas foram concedidas, e nem todas as mercês heráldicas foram registradas. O mesmo não ocorreu com os envolvidos nos combates, sobretudo por ocasião da ocupação do norte da África, encontrando-se maior número de brasões com atributos próprios, como a "cabeça de mouro".

A heráldica dos Descobrimentos fica restrita aos símbolos herdados de família, ligadas às localidades de origem, como a de Nuno Leitão da Cunha, com nove cunhas simbolizando o senhorio de Cunha-a-Velha, ou aos "falantes", como as cabras, dos Cabral, sem sugerir ou representar os desafios encontrados no mar e sua conquista. O brasão de Nicolau Coelho, que tem o contra-chefe ondado em prata e azul podendo simbolizar o mar conquistado, constitui a única exceção. O brasonário da armada comandada por Pedro Álvares Cabral é um retrato de sua época, com fidalgos, cavaleiros e escudeiros que nos brasões deixaram a marca familiar.

Todos os nobres eram considerados vassalos do rei.

Hierarquia da Nobreza:

A Nobreza Titulada Portuguesa tem os seguintes títulos e graus:

* Ducados Reais
** Ducado Real Hereditário (somente o Ducado de Bragança)
** Ducados Reais de Cortesia (vitalícios)
* Ducados
* Marquesados
* Condados
* Viscondados
* Baronatos

Os títulos podem ser:
* Hereditários
** De Juro e Herdade (sem limite de vidas)
** Em vidas (limite determinado de 2, 3 ou 4 vidas)
* Vitalícios

** Em vida (somente em vida do 1º titular)

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publicado às 01:45

Jornal "A Monarquia"

por Blog Real, em 15.06.16

A Monarquia, publicou-se bissemanalmente em Lisboa entre Janeiro e Março de 1916, impresso a azul (cor monárquica) até ao número 6, tendo como mentor Astrigildo Chaves. Consequentemente, o alicerce de A Monarquia é a ansiada restauração monárquica, estando patente ao longo de todas as edições uma agressão constante à república implantada, a consolidação da causa monárquica e a uma vincada rejeição à participação de Portugal na I Grande Guerra. A ajudar Astrigildo Chaves na execução deste projeto constam os nomes de Arménio Monteiro, Mécia Mouzinho de Albuquerque, o Conde de Arnoso e Joaquim Saraiva de Carvalho, Martins Grilo, Alfredo Ferreira, João Pereira e César A. de Oliveira. O preço do jornal era de 20 reis.

Capas do jornal "A Monarquia": 

Nº1
Nº2
Nº3
Nº4
Nº5
Nº6
Nº7
Nº8
Nº9
Nº10
Nº11
Nº12
 
Nº13

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publicado às 14:09

Locomotiva D. Luiz

por Blog Real, em 12.04.16

A D. Luiz, igualmente conhecida como D. Luís, é uma locomotiva a vapor, que se distingue por ser a mais antiga em Portugal. Fabricada em 1862, foi abatida ao serviço em 1921 e restaurada em 1956.

Barreiro_Station_Lisboa

Esta locomotiva foi fabricada em 1862, na fábrica de Manchester da Beyer, Peacock and Company. Em Setembro do ano seguinte, foi responsável por rebocar o primeiro comboio até à fronteira espanhola.

Rebocou várias vezes o comboio real, oferecido à Rainha D. Maria Pia por ocasião do seu casamento com D. Luís I, em 1861.

Com a [queda da monarquia portuguesa, em 1910, passou a rebocar comboios de obras entre o Barreiro e a Moita, tendo-se descurado a sua manutenção.

Em 1921, quando estava a rebocar um dos comboios de obras, com 3 carruagens e um furgão, um dos tubos rebentou, provocando uma queda na pressão, embora a locomotiva ainda tenha conseguido terminar a sua viagem. Na viagem de regresso, ainda conseguiu chegar ao Barreiro-A, tendo sido necessário chamar outra locomotiva para a rebocar até à estação do Barreiro. Terminou, assim, os seus serviços regulares, tendo sido encostada junto com ferro-velho, aguardando a sua destruição. No entanto, por ocasião do primeiro centenário dos caminhos de ferro portugueses, em 1956, foi completamente restaurada.

Em 1970, foi realizado um inventário do acervo histórico da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, para a formação de um núcleo museológico, tendo esta locomotiva sido incluída, como a mais antiga em Portugal.

Entre Abril e Setembro de 2010, esta locomotiva esteve presente, como parte do comboio real na exposição ''Royal Class Regal Journeys'', no museu holandês dos caminhos de ferro, em Utreque.

Caracterização:

Esta locomotiva apresenta os traços típicos de uma locomotiva de roda livre, no estilo inglês. Pode exercer até 3000 kg de esforço de tracção, e o timbre da caldeira é de 9 kg/cm². A iluminação é realizada por Acetileno. A capacidade máxima da locomotiva é de 6600 litros de água, e 3000 kg de carvão.

Ficha Técnica:

  • Fabricante: Beyer Peacock
  • Ano de fabrico: 1862
  • Capacidade de aprovisionamento:
    • Água: 6600 l
    • Carvão: 3000 Kg
  • Iluminação: Acetilene
  • Timbre da caldeira: 9 Kg/cm2
  • Esforço de Tracção: 3000 Kg

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publicado às 23:43


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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