Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Reportagem da "Ilustração Portuguesa" sobre o Palácio de Belém, por ocasião da visita dos Duques de Connaught (1905)

por Blog Real, em 07.04.19

Ver Melhor Aqui

Ver Melhor Aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:12

Câmara dos Digníssimos Pares do Reino

por Blog Real, em 05.11.18

A Câmara dos Digníssimos Pares do Reino foi a câmara alta das Cortes Portuguesas, nomeada pelo monarca, durante a Monarquia Constitucional.

A Câmara dos Pares foi estabelecida antes da Guerra Civil Portuguesa. O rei nomeou um número de mais alta nobreza para a câmara. Era composta por 90 pariatos, que não têm um direito hereditário para sentar-se por descendência, mas foram nomeados pelo rei.

Com a aprovação da Constituição Portuguesa de 1826, foi criada a ''Câmara dos Digníssimos Pares do Reino'', o segundo braço do poder legislativo do Estado ou câmara alta do parlamento, desde a Constituição portuguesa de 1822 até à revolução republicana de 5 de Outubro de 1910.

A câmara existiu de 1826 a 1838 e novamente de 1842 a 1910, quando era conhecido como a Câmara dos Pares do Reino (''Câmara dos Pares do Reino'').

Após a revolta de Costa Cabral em 1842, é instaurada de novo a Carta Constitucional de 1826, sendo restaurada a Câmara dos Pares do Reino. Com sessão inaugural a 10 de julho de 1842 – sessão real de abertura das cortes gerais - a Câmara dos Pares iria dar início às suas sessões, a 11 de julho, as quais só viriam a ser interrompidas pela revolução republicana de 1910. O número dos seus membros e forma de constituição foi variando ao longo dos tempos, existindo: os pares por direito próprio (príncipe real, infantes e pariato eclesiástico) de 1842 a 1910; o pariato hereditário (abolido de 1885 a 1895); o sistema misto de nomeação régia de 2/3 dos membros e 1/3 de membros eleitos em eleição indireta por um período de 6 anos (1885 a 1895). A Câmara dos Pares, para além das suas funções legislativas, reunia-se também em Tribunal de Justiça. A legislatura durava 4 anos e as sessões legislativas 3 meses. As sessões eram públicas ou secretas, diurnas e noturnas.

As sessões eram realizadas no Palácio de São Bento. O sucessor da Câmara dos Pares foi o Senado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:24

Álbum de Menus da Casa Real e um dos menus de uma refeição servida no Paço de Vila Viçosa

por Blog Real, em 28.08.18

Sabia que a Fundação da Casa de Bragança possui mais de 600 menus de refeições onde participaram membros da Família Real?
Nas imagens, uma das páginas do Álbum de Menus da Casa Real e um dos menus de uma refeição servida no Paço de Vila Viçosa.

 

Fonte: Facebook Paço Ducal de Vila Viçosa

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:32

Guarda Real dos Archeiros

por Blog Real, em 05.08.18

Guarda Real dos Archeiros constituiu a guarda palaciana dos Monarcas Portugueses, desde o século XVI até ao final da Monarquia em Portugal em 1910. Os seus membros estavam armados com albardas, sendo por isso o corpo também designado Guarda Real dos Alabardeiros.

A Guarda Real dos Archeiros transformou-se numa guarda essencialmente cerimonial, sendo a segurança efetiva dos Monarcas e da Família Real assegurada por unidades regulares do Exército Português, sendo alguns regimentos de elite selecionados para esta função.

 

História:

Antes da existência da Guarda Real dos Archeiros, o Rei D.João II havia criado a Guarda de Ginetes, um corpo de cavalaria ligeira (ginetes) encarregue de assegurar a sua proteção. O Rei D.Manuel I manteve a Guarda de Ginetes, estabelecendo que a mesma seria composta de 200 gienetes. A Guarda de Ginetes foi aparentemente descontinuada no tempo do Rei D. João III, sabendo-se que este monarca passeava por locais públicos com pouca ou nenhuma segurança.

A Guarda Real dos Archeiros foi criada pelo Rei D.Sebastião, como uma companhia de alabardeiros a pé, sendo todos os seus membros portugueses e tendo como seu primeiro capitão Francisco de Sá de Meneses, conde de Matosinhos.

Em 1580, Filipe II de Espanha assumiu a Coroa de Portugal, estabelecendo a União Ibérica e nomeado o arquiduque Alberto VII, Arquiduque da Aústria como vice-Rei de Portugal, com residência em Lisboa. O arquiduque Alberto manteve a Guarda Real dos Archeiros, mas acrescentou-lhe uma segunda companhia, constituída por archeiros alemães. A Guarda - com as companhias Portuguesa e Alemã - foi mantida pelos seguintes vice-reis, sendo usada essencialmente na sua proteção, uma vez que os reis não residiam em Portugal.

No século XVI, outras guardas semelhantes foram criadas em Portugal, respetivamente pela Universidade de Coimbra e pelos Duques de Bragança. A primeira - ainda hoje existente - era responsável pela polícia da universidade e da cidade de Coimbra, sendo a segunda responsávela pela guarda ducal.

A 1 de dezembro de 1640, a independência de Portugal foi restaurada, tornando-se, o duque de Bragança, Rei de Portugal como D. João IV. D. João IV manteve a Guarda Real dos Archeiros com as companhias Portuguesa e Alemã, mas acrescentando-lhe a nova Companhia do Príncipe, formada a partir da sua anterior guarda ducal de archeiros.

A Guarda Real dos Archeiros acabou por se tornar gradualmente numa guarda cerimonial e palaciana. A proteção militar dos Monarcas e Família Real passou a ser assegurada por unidades do Exército e da Armada. Como em Portugal nunca existiram unidades militares com a função específica de guarda real - exceto por breves períodos do século XIX - a segurança real era assegurada por unidades militares regulares, sendo alguns regimentos de elite preferidos para tal função.

A Guarda acompanhou a trasnferência da Família Real para o Brasil em 1807. Quando em 1822, foi declarada a independência do Brasil, o Imperador D.Pedro I criou a Guarda Imperial dos Archeiros, inspirada na Guarda portuguesa.

Por Decreto de 28 de agosto de 1833, as três companhias da Guarda Real dos Archeiros foram fundidas numa única só, constituída apenas por portugueses. A Guarda existiu até ao final da Monarquia em 5 de outubro de 1910.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:31

O Carnaval da Família Real

por Blog Real, em 13.06.18

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:49

Artigo da "Ilustração Portuguesa" sobre o Panteão Real em 1906

por Blog Real, em 01.05.18

 Ver Melhor Aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:49

Quanto custava a Monarquia Portuguesa

por Blog Real, em 27.04.18

Dotação da Família Real: 501 000$000

(Quinhentos e um milhões de reis - Quinhentos e um contos - Dois mil, quatrocentos e noventa e oito euros e noventa e oito cêntimos 2.498,98€)

A dotação da família real pagava os salários da família, os salários de cerca de 250 pessoas da Corte, as visitas de estado e a manutenção dos Palácios da Ajuda, das Necessidades, de Belém, do Palácio da Vila em Sintra e do Palácio Real de Mafra.

Nota: Os Palácios de Vila Viçosa, das Carrancas no Porto e o Castelo da Pena em Sintra eram propriedade privada da Família Bragança e suas despesas não eram cobertas pelo erário público.

Fonte: Blog do Centenário da República

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:56

Rei D.Manuel II deu 50 mil réis para monumento de Taborda

por Blog Real, em 07.04.18

 

SMF el-Rei D. Manuel II foi um dos que deu mais dinheiro ao monumento de Taborda, como SMF a Rainha D.Amélia, a Viscondessa de Alferrarede que deu 30 mil réis....

Empatado com o Rei estava Casimiro José de Lima

A pensão a Taborda foi outorgada pelo avô de D.Manuel II, el-Rei D.Luís 

A alma do monumento foi Solano de Abreu

Recorte de Ocidente de 30-8-1910   

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:36

Palácio e Quinta da Princesa Maria Benedicta em Amora

por Blog Real, em 22.11.17

Créditos da Imagem:http://mapio.net/pic/p-26193911/

A Quinta da Princesa situa-se no concelho do Seixal. É uma quinta senhorial com palácio, construída no tempo da monarquia, como local de lazer da família real portuguesa. Na freguesia de Amora, concelho do Seixal, a princesa Maria Benedicta, irmã da rainha Maria I, viúva do príncipe José e fundadora do Hospital dos Inválidos de Runa, teve um palácio e uma quinta que depois passou para a infanta Isabel Maria. Depois da morte desta infanta, o príncipe Augusto de Bragança comprou a propriedade, que no final do século passado a beneficiou com a plantação de vinhas e pinheiros e reedificarão do famoso Paço de Amora que ainda existe, embora em degradado estado de conservação.

Augusto, Duque de Coimbra

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:21

Trajes do Rei D.Carlos

por Blog Real, em 21.09.17
São sobejamente conhecidas fotografias de Dom Carlos I trajando à lavrador, sobretudo quando se deslocava ao Alentejo para as celebres temporadas em Vila Viçosa.
Este traje foi utilizado em Vendas Novas, vila em que os Duques de Bragança tinham terras e coutadas e que servia de local de pousada nas suas viagens entre a capital e o Alentejo.
Pela forma, este conjunto é similar ao traje de lavrador, no entanto encontra-se adaptado como indumentária de caça pelos vários bolsos e que fazem adivinhar a sua utilidade, actividade na qual Dom Carlos era exímio.
Trata-se de um traje de Verão, pois é confeccionado em algodão. Por outro lado, a cor castanha-clara faz deste traje o camuflado ideal na paisagem alentejana.
Pertence à Fundação Casa de Bragança
Trajes de Portugal
Fonte: http://realfamiliaportuguesa.blogspot.pt/2013/01/traje-do-rei-dom-carlos-i.html

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:49


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

Mais sobre mim

foto do autor


A Coroa, é o serviço permanente da nossa sociedade e do nosso país. A Monarquia Constitucional, confirma hoje e sempre o seu compromisso com Portugal, com a defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, da sua unidade, da sua diversidade e da sua identidade.

calendário

Abril 2019

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

mapa_portugal.gif


Facebook


Posts mais comentados


Comentários recentes

  • Anónimo

    Pode comprar Diretamente ao editor: https://www.t...

  • Blog Real

    Olá. Eu infelizmente não sei mais informações. Est...

  • Anónimo

    Sou neta de Alfredo Pereira Teixeira, Português, n...

  • Anónimo

    Quisiera saber el motivo por el que fue dom Diniz ...

  • Blog Real

    O que é o Vila Viscoa?E não me parece que o Duque ...



FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
                                         mais...
 
Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
                                         mais...

Brasão da FCB

Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

 mais...


Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Tags

mais tags


Publicações Monárquicas

Correio Real

CORREIO REAL

Correio Real

REAL GAZETA DO ALTO MINHO


INSCRIÇÃO ON-LINE NA CAUSA REAL