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D.Duarte entregou o Prémio Infante D. Henrique em Torres Vedras

por Blog Real, em 05.10.18

Realizou-se a cerimónia de entrega da Medalhas de Bronze, por S. A. R.  o Duque de Bragança, Fundador e Presidente de Honra do Prémio Infante D. Henrique, aos participantes do Prémio Infante D. Henrique.

Programa do Prémio Infante D. Henrique consiste numa prova voluntária, de aventura e serviço à comunidade, com a duração de 2 e 3 dias, para rapazes e raparigas, sem cariz competitivo, que promove a realização pessoal, compromisso com os pares, resistência e persistência no objectivo a alcançar.

O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa do “The Duke of Edinburgh’s International Award”, fundado em 1956 pelo Duque de Edinburgo. Em Portugal, o Prémio foi fundado em 1988, no Porto, por Dom Duarte, Duque de Bragança, que para além de Fundador é Presidente de Honra.

1994 foi o ano que deu início à Expansão Nacional. Até ao momento existem Delegações e núcleos constituídos e em formação, no Algarve, Almada, Arcos de Valdevez, Aveiro, Barcelos, Braga, Caldas da Rainha, Coimbra, Elvas, Entroncamento, Évora, Famalicão, Leiria, Macau, Madeira, Maia, Ourém, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Torres Novas, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

A cerimónia de hoje terá lugar no Auditório do Edifício Paços do Concelho, Praça do Município, Torres Vedras e vão estar presentes diversas personalidades ligadas ao meio académico e social, bem como familiares e amigos dos alunos galardoados.

Crédito de Imagem: EITV

Fonte: https://torresvedrasweb.pt/d-duarte-entrega-premio-a-jovens-de-torres-vedras/

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publicado às 22:04

X Prémio Internacional Dr. Otto de Habsburgo concedido a D.Duarte, Duque de Bragança

por Blog Real, em 01.10.18

 

Fonte: Real Asociación de Hidalgos de España

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publicado às 19:06

D.Duarte, Duque de Bragança, ofereceu um jantar em honra do Príncipe Radu da Roménia

por Blog Real, em 22.09.18

D.Duarte, Duque de Bragança, ofereceu um jantar em honra do Príncipe Radu da Roménia. O jantar contou com a presença do Ministro da Educação, do Presidente do Instituto Cultural Romeno e do Embaixador da Roménia. Também estiveram presentes os Infantes Afonso e Dinis, filhos do Duque de Bragança.

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publicado às 22:53

D.Duarte, Duque de Bragança, em visita a Évora

por Blog Real, em 10.09.18

D. Duarte, o Duque de Bragança, esteve em visita a Évora. Na imagem, no Palácio Cadaval, posam igualmente a Diana, Duquesa do Cadaval, o seu esposo o príncipe Charles-Philipe de França, a sua filha a princesa Isabel de França, e a sua mãe a Duquesa viúva do Cadaval.

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publicado às 20:18

D.Duarte de Bragança fala sobre o incêndio que ontem destruiu o Museu Nacional brasileiro instalado no Palácio de São Cristóvão no Rio de Janeiro

por Blog Real, em 03.09.18

O incêndio que ontem destruiu o Museu Nacional brasileiro instalado no Palácio de São Cristóvão no Rio de Janeiro, edifício onde viveu a família real portuguesa durante o período de 1808 a 1821, foi uma tragédia que chocou D. Duarte, o descendente de D. João VI e pretendente ao trono de Portugal.

D. Duarte, que soube do fogo no antigo palácio pela comunicação social, considera que se "perdeu também uma parte da História de Portugal no Brasil", tendo em conta que naquelas instalações "existia uma biblioteca criada pelo rei D. João VI, resultante de um trabalho de prospeção científica e cultural do país que tinha encomendado". O interesse principal de muito do espólio agora ardido devia-se, refere D. Duarte, "à documentação das heranças culturais das várias nações indígenas iniciada pelo rei e continuada por D. Pedro II, que era um cientista e grande interessado nas populações indígenas."

O pretendente ao trono português tem esperança que "os documentos agora perdidos devam estar copiados e guardados noutros locais", no entanto no que respeita "aos objetos das várias tribos do Brasil, estou convencido que se devem ter perdido para sempre."

D. Duarte já tinha visitado o museu no Rio de Janeiro e recorda-se de várias peças em que reparou, receando que "se possa ter perdido o esqueleto humano mais antigo do continente sul americano, o de uma mulher". Por outro lado, acredita que nada deve ter acontecido ao maior meteorito encontrado no mesmo continente: "Deve ter resistido e estará debaixo dos escombros."

Para D. Duarte é difícil aceitar que nos tempos de hoje ainda haja perdas destas ao nível de património: "Preocupa-me que haja incêndios em instituições como estas, como recentemente também aconteceu no Museu de Língua Portuguesa. Espero que em Portugal não arda nenhum museu importante e que este exemplo seja levado em conta pelas autoridades nacionais."

Grande admirador de D. João VI, D. Duarte considera que o seu antepassado direto - a sua mãe era bisneta de D. Pedro II e tetraneta de D. João VI e o seu pai descendente do rei D. Miguel - "foi um rei genial no seu desempenho". Como todas as pessoas, argumenta, "qualquer um tem qualidades e defeitos" e no caso desse seu antepassado considera que "ele teve uma excessiva prudência de modo a não criar conflitos". Se por um lado, acrescenta, "essa atitude foi considerado fraqueza por alguns, por outro lado permitiu ao país navegar no meio das grandes potências da época - a França napoleónica e a Inglaterra - e quando os franceses invadiram Portugal ele tinha tudo preparado para mudar a capital para o Rio de Janeiro. Com isso salvou a independência do reino, pois se tivesse ficado prisioneiro nas invasões francesas ter-lhe-ia acontecido o mesmo que ao rei de Espanha, que foi humilhado".

A revisão da História mais recente, alega D. Duarte, "fez com os historiadores atuais já reconheçam essa inteligência em D. João VI e não tratem a mudança da corte para o Brasil como uma fuga, como acontecia até há pouco tempo. D. João VI não abandonou o país, até porque o Brasil era tanto o país dele como Portugal". Quanto à opinião no Brasil sobre o mesmo rei, D. Duarte diz que também se alterou: "Antigamente, devido às novelas muito tendenciosas da TV Globo, ela não era boa, mas hoje em dia também se verificou uma grande revisão histórica e os brasileiros têm uma grande admiração por ele. Afinal, desenvolveu a cultura e a arte, protegeu as nações indígenas e evitou certas questões relativas aos escravos."

Fonte: dn.pt

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publicado às 23:52

Comunicado de S.A.R., o Senhor Duque de Bragança sobre os incêndios

por Blog Real, em 10.08.18

É com grande tristeza que mais uma vez os portugueses assistem ao flagelo dos fogos durante os meses de Verão. Mais uma vez as populações sofrem fisicamente e economicamente as consequências de fogos que são cada vez mais frequentes e de maior intensidade no nosso país. 

Este ano tem sido a Serra de Monchique, que está a arder há vários dias, criando um rastro de destruição e desespero nas populações que aí vivem, às quais gostaria de transmitir a minha solidariedade e da minha família.

Não é compreensível que apenas um ano depois da tragédia de Pedrógão a situação se mantenha e que as populações do interior do país continuem desprotegidas. Passou apenas um ano de uma tragédia que matou muitos portugueses e causou grandes perdas económicas e um desastre ambiental. 

Os nossos governantes prometeram preparação, mas o que temos vindo a assistir são sistemáticas situações de descoordenação de entidades com responsabilidades na protecção. Depois da repetição de uma situação com esta gravidade, é importante retirar as devidas consequências - políticas e operacionais. É o que os portugueses esperam e merecem depois de uma situação desta gravidade.

É definitivamente necessária uma séria reorganização do espaço florestal que reduza a probabilidade e gravidade deste tipo de situações. Essa reorganização deve partir do Estado e não dos particulares, que em geral não têm capacidade económica para fazer face ao que é necessário. Aliás, no ano passado, um dos piores incêndios aconteceu numa mata propriedade do Estado, o Pinhal d’El-Rei, plantada há sete séculos na região de Leiria.

Quanto aos meios aéreos e terrestres disponíveis, estão longe de ser os mais adequados, segundo as opiniões dos especialistas nacionais e estrangeiros. Não faz sentido por em risco as vidas de quantos combatem no terreno, e não lhes dar as armas necessárias!

Apelo também a uma mobilização dos jovens, que devem ser sensibilizados para esta grave questão e que poderiam dar o seu contributo. Na ausência do serviço militar obrigatório, os jovens deveriam ser incentivados para uma maior participação cívica sendo preparados para ajudar os que combatem estas catástrofes, e outras que poderão acontecer. A generosidade e coragem dos jovens levá-los-á a participar com entusiasmo em iniciativas destas. 

Considero a bem dos portugueses e de Portugal que esta situação seja definitivamente encarada como uma das prioridades do país.

Duarte, Duque de Bragança

Santar (Nelas), 9 de Agosto de 2018 

Fonte: http://www.casarealportuguesa.org/dynamicdata/default.asp

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publicado às 00:59

Afonso de Bragança juntou-se aos Bombeiros Voluntários de Lisboa

por Blog Real, em 08.08.18

Afonso, filho mais velho dos Duques de Bragança, juntou-se aos Bombeiros Voluntários de Lisboa e encontra-se neste momento a combater as chamas. O Príncipe da Beira entrou em estágio, como Estagiário Especialista n° 1231, na Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa., uma maneira que encontrou para ajudar as populações afetadas pelos incêndios.

A informação foi confirmada e partilhada pelo site Causa Real, que partilhou uma fotografia de Afonso com o uniforme de soldado da paz. 

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publicado às 19:28

D.Duarte de Bragança visita Ferentino, Itália

por Blog Real, em 05.08.18

 

 

 

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publicado às 11:20

Reportagem "Amores Reais"

por Blog Real, em 25.07.18

Por altura do casamento do Príncipe Harry e Meghan Markle, a TVI fez uma reportagem chamada "Amores Reais" e uma das pessoas entrevistadas foi D.Duarte, Duque de Bragança.

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publicado às 01:20

Apresentação do livro autobiográfico do Rei da Bulgária em Portugal

por Blog Real, em 17.07.18

O Rei Simeon II e a Rainha Margarita da Bulgária visitaram Portugal por ocasião da apresentação do livro autobiográfico do Rei da Bulgária em português "Um Destino Incomum". 
Entre os convidados estiveram os Duques de Bragança.

 

 

Fonte: kingsimeon.bg

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publicado às 18:29


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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