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Entrevista do Infante D.Dinis à "Real Gazeta do Alto Minho" nº19

por Blog Real, em 09.05.19

O Infante D.Dinis, Duque do Porto concedeu uma entrevista à edição nº19 da "Real Gazeta do Alto Minho". Pode consultar a entrevista aqui.

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publicado às 14:55

D.Duarte, Dque de Bragança, em entrevista ao programa "Verdade ou Consequência"

por Blog Real, em 07.05.19

D.Duarte, Duque de Bragança, foi entrevistado para o programa "Verdade ou Consequência" da SIC Notícias. Contou também com uma partipição do seu filho mais velho, Afonso.

Pode ver a entrevista aqui.

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publicado às 21:27

D.Duarte, Duque de Bragança em entrevista na SIC Notícias

por Blog Real, em 24.04.19

O Duque de Bragança foi convidado da Edição da Noite, onde falou sobre os ataques no Sri Lanka. D. Duarte Pio esteve há poucos dias naquele país e comunicou de muito perto com a comunidade portuguesa no Sri Lanka.

Pode ver o video da entrevista aqui.

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publicado às 13:58

Entrevista da Rainha D.Amélia ao jornal "O Século" em 1938

por Blog Real, em 06.04.19

Em 1937, na Exposição Mundial de Paris, o governo português convidou a Rainha D.Amélia explicitamente a visitar o Pavilhão de Portugal, convite a que a rainha acedeu. Mas não emitiu comentários sobre a situação portuguesa até conceder uma primeira entrevista à imprensa portuguesa, a Joaquim Manso, em Outubro de 1937 ao jornal "Diário de Lisboa". Seguia-se “O Seculo” através de Leitão de Barros. E um ano mais tarde, em 1939, seria Armando Boaventura a conduzir mais uma conversa com a monarca em Versalhes para o "Diário de Notícias".

Homem extravagante, com um acentuado gosto cénico, Leitão de Barros deixou-se esmagar pelo cenário do castelo, pelo hall esplendoroso, pelos quadros salvos pela condessa de Sabugosa, pelas fotografias da realeza europeia, uns conhecidos, outros “vagos soberanos de países distantes que não conheço”, pelo criado que lhe abriu a porta e pelo mordomo que o guiou. Desde o início da conversa, que começou pelas cinco horas da tarde e prolongou-se até às oito da noite, Dona Amélia controlou o rumo do diálogo. O próprio jornalista, numa admissão honesta, confessou não saber “como começou a conversa. Eu não disse nada”. A viúva de Dom Carlos tinha um papel e desempenhou-o perfeitamente, deslumbrando o repórter com algumas confissões e, à boa maneira saloia que quase sempre nos caracterizou ao longo do século XX, com o desvelo produzido no interlocutor pela facilidade com que se exprimia em português e pronunciava “Salazar” como se estivesse no Chiado e pelo apreço com que falava do nosso solarengo país.

Como em qualquer entrevista moderna, as intenções da soberana excediam a publicação de um relato frívolo, mero testemunho da vida que ainda lhe corria nas veias. Dona Amélia tinha uma agenda em mente e assumiu contas a ajustar, inclusivamente com o próprio jornal no qual Leitão de Barros colaborava. Leitão de Barros distinguiu “O Seculo” antigo (presumivelmente republicano e fortemente crítico da família real ou, por outras palavras, o jornal de Magalhães Lima e Silva Graça) de “O Seculo” actual. Dona Amélia concordou e sublinhou o seu apreço por João Pereira da Rosa, então director e proprietário.

Avançou depois para o seu legado. A propósito da remoção da Fábrica do Gás (o popular gasómetro) que fora instalada em 1886 junto da Torre de Belém, criticou veementemente os ministros da monarquia que, apesar dos seus esforços e das “horas e horas [que passara] apaixonada por essa maravilha da arte tão nossa”, tinham aprovado a instalação do monstro, que perturbava o conjunto cénico dos Descobrimentos. “Zanguei-me, esgotei influências, macei toda a gente, e nada!”, disse a Rainha. “Vejo agora que esse extraordinário ministro Duarte Pacheco a vai desafrontar!”

A mesma estratégia foi usada pela rainha para comentar um dos seus sucessos – a criação em 1892 do Real Instituto Bacteriológico de Lisboa, que se tornaria depois o Instituto Bacteriológico Câmara Pestana, com responsabilidades no combate e investigação de doenças infecto-contagiosas. Dona Amélia reivindicou para si a condução política do processo, uma vez mais contra a inércia dos políticos da monarquia. “Era uma vergonha, todo o mundo tinha já institutos com as ideias novas e nós estávamos parados”. A rainha conta o lobby que conduziu junto de um influente ministro (presume-se pela informação que seria José Dias Ferreira), encurralando-o numa carruagem de comboio, até este prometer que agiria. E, mesmo ao aceitar, este teria confessado aos seus pares, de acordo com a versão régia: “A Senhora Dona Amélia não pede dinheiro para toilettes, nem para viagens, nem para festas. Tem lá aquela mania do tal instituto. (…) Ao menos, enquanto faz isso, está entretida!”

A conversa seguiu o mesmo rumo, com a rainha a reivindicar para si a inspiração para as viagens reais à província (as expedições, como então se chamavam) e a intenção de imitar a viagem real inglesa à Índia com uma visita protocolar à África portuguesa. “O Paço murmurou: eram hábitos novos. E, nos jornais, tudo servia para nos ridicularizar”, contou.

O ajuste de contas não foi propriamente direccionado para jornalistas ou para políticos republicanos. Alguns teriam talento, admitiu Dona Amélia. “Olhe o Rafael Bordalo Pinheiro. A esse reconhecia-lhe talento – muito talento mesmo. E esse, quando nos atacava, fazia-o com arte. E nós não nos ofendíamos. El-Rei, artista como era, sorria. Outros... Enfim! Esquecer!” A rainha apontava o dedo à fraqueza da monarquia constitucional e dos seus líderes para amparar a Casa de Bragança.

Um último legado foi corrigido nesta entrevista, e Dona Amélia parece ter feito questão de o sublinhar com veemência – a partida para o exílio. Aos 73 anos, a rainha mantinha a combatividade de sempre e lembrou que, durante o seu reinado, só por uma vez obrigara alguém a desmentir um boato cruel. Qual? Os Braganças não tinham fugido para Gibraltar. Segundo a rainha, ao entrar nas embarcações da Ericeira a 5 de Outubro de 1910, a família real cuidara que se deslocava para o Porto. “E muito menos o iate tomou o rumo do sul por haver a bordo duas rainhas a chorar. Não! Honra à memória da rainha Maria Pia e justiça – só justiça – a mim. Não chorámos, não pedimos, não tivemos medo!”

Para lá dos remoques à história antiga, Dona Amélia usou a entrevista de Leitão de Barros para enviar nova mensagem a Lisboa, aproximando-se do regime português e das suas figuras na expectativa de um epílogo como o que veio a ocorrer em 1945, com o convite para a sua visita ao solo nacional. Para tal, Dona Amélia sabia exactamente o que dizer. Na verdade, já o ensaiara um ano antes, na conversa com Joaquim Manso, durante a qual fez questão de cumprimentar o presidente Carmona, "a quem devo atenções que muito me penhoram", e o "sr. dr. Salazar, que tanto admiro. Como os acontecimentos teriam seguido um rumo diferente se a monarquia, arrastada nas desesperadas lutas dos partidos, houvesse tido um estadista da sua têmpera a guardá-la, a fortalecê-la, a livrá-la de perigos". 

Neste novo ensaio com Leitão de Barros, Dona Amélia elogiou o ministro Duarte Pacheco e a “figura nobre do cardeal patriarca”, mas foi sobretudo para Oliveira Salazar que deixou os seus elogios mais prolongados. Lembrando a Leitão de Barros o seu tio Marques Leitão, que fora professor dos príncipes, Dona Amélia disse: “Tenho prazer em ver a continuação destas famílias, cujos chefes conheci de perto... no outro Portugal. Quis Deus guardar-me para assistir agora a este ressurgimento. É um sonho! Vocês são bem mais felizes do que nós fomos! Ah! Com este Salazar, com este Salazar, onde teria chegado El-Rei Dom Carlos I! Que Deus o proteja” 

No dia 8 de Dezembro, uma quinta-feira, “O Século” publicou a sua extensa prosa em três páginas, um privilégio que costumava ser guardado apenas para discursos do chefe de Estado. Ainda não satisfeito, repetiu exactamente o mesmo texto dois dias depois, na edição de “O Século Ilustrado”, com 16 páginas de fotografias. 

Leitão de Barros voltaria a dispor de um “exclusivo” com a rainha. No dia 1 de Setembro de 1951, já livre dos jornais e profundamente vinculado ao mundo da imagem e do cinema, o cineasta registou em filme algumas imagens do quotidiano da rainha em Bellevue. Cerca de um mês depois, Dona Amélia morreu. Tinha 86 anos.

Fonnte: http://ecosferaportuguesa.blogspot.com/2013/06/a-entrevista-diplomatica-e-pouco.html

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publicado às 02:26

Entrevista de D.Duarte, Duque de Bragança, com os filhos à revista "Sábado"

por Blog Real, em 18.01.19

Afonso é bombeiro voluntário e vai plantar árvores na Beira Interior, Maria Francisca já realizou duas curtas-metragens e Dinis está num ano sabático e a estagiar na Comissão Europeia.

O Duque de Bragança e os seus filhos concederam uma entrevista à revista "Sábado".

 

 

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publicado às 15:59

Entrevista de D.Duarte, Duque de Bragança à RTP em 2014

por Blog Real, em 24.12.18

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publicado às 00:57

Duquesa de Bragança concede entrevista ao programa "Júlia" da SIC

por Blog Real, em 04.12.18

D.Isabel, Duquesa de Bragança foi entrevistada por Júlia Pinheiro no seu programa. Pode ver a entrevista aqui.

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publicado às 18:14

Afonso de Bragança concedeu uma entrevista à Real Gazeta do Alto Minho

por Blog Real, em 09.11.18

Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, concedeu uma entrevista à Real Gazeta do Alto Minho, publicação da Real Associação de Viana do Castelo.

"A Família Real Portuguesa nunca deixou de cumprir o seu objectivo primeiro, representar Portugal. Podemos estar numa república, mas o papel da Família Real não deixou de existir. Actualmente a Família podia ajudar mais o nosso país se os governantes estivessem motivados para aceitar essa ajuda" disse Afonso de Bragança.

Pode ler a entrevista aqui.

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publicado às 00:39

Entrevista de Afonso de Bragança ao jornal "Bombeiros de Portugal"

por Blog Real, em 27.10.18

 

Fonte: Juventude Monárquica Portuguesa

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publicado às 15:58

D.Duarte de Bragança fala sobre o incêndio que ontem destruiu o Museu Nacional brasileiro instalado no Palácio de São Cristóvão no Rio de Janeiro

por Blog Real, em 03.09.18

O incêndio que ontem destruiu o Museu Nacional brasileiro instalado no Palácio de São Cristóvão no Rio de Janeiro, edifício onde viveu a família real portuguesa durante o período de 1808 a 1821, foi uma tragédia que chocou D. Duarte, o descendente de D. João VI e pretendente ao trono de Portugal.

D. Duarte, que soube do fogo no antigo palácio pela comunicação social, considera que se "perdeu também uma parte da História de Portugal no Brasil", tendo em conta que naquelas instalações "existia uma biblioteca criada pelo rei D. João VI, resultante de um trabalho de prospeção científica e cultural do país que tinha encomendado". O interesse principal de muito do espólio agora ardido devia-se, refere D. Duarte, "à documentação das heranças culturais das várias nações indígenas iniciada pelo rei e continuada por D. Pedro II, que era um cientista e grande interessado nas populações indígenas."

O pretendente ao trono português tem esperança que "os documentos agora perdidos devam estar copiados e guardados noutros locais", no entanto no que respeita "aos objetos das várias tribos do Brasil, estou convencido que se devem ter perdido para sempre."

D. Duarte já tinha visitado o museu no Rio de Janeiro e recorda-se de várias peças em que reparou, receando que "se possa ter perdido o esqueleto humano mais antigo do continente sul americano, o de uma mulher". Por outro lado, acredita que nada deve ter acontecido ao maior meteorito encontrado no mesmo continente: "Deve ter resistido e estará debaixo dos escombros."

Para D. Duarte é difícil aceitar que nos tempos de hoje ainda haja perdas destas ao nível de património: "Preocupa-me que haja incêndios em instituições como estas, como recentemente também aconteceu no Museu de Língua Portuguesa. Espero que em Portugal não arda nenhum museu importante e que este exemplo seja levado em conta pelas autoridades nacionais."

Grande admirador de D. João VI, D. Duarte considera que o seu antepassado direto - a sua mãe era bisneta de D. Pedro II e tetraneta de D. João VI e o seu pai descendente do rei D. Miguel - "foi um rei genial no seu desempenho". Como todas as pessoas, argumenta, "qualquer um tem qualidades e defeitos" e no caso desse seu antepassado considera que "ele teve uma excessiva prudência de modo a não criar conflitos". Se por um lado, acrescenta, "essa atitude foi considerado fraqueza por alguns, por outro lado permitiu ao país navegar no meio das grandes potências da época - a França napoleónica e a Inglaterra - e quando os franceses invadiram Portugal ele tinha tudo preparado para mudar a capital para o Rio de Janeiro. Com isso salvou a independência do reino, pois se tivesse ficado prisioneiro nas invasões francesas ter-lhe-ia acontecido o mesmo que ao rei de Espanha, que foi humilhado".

A revisão da História mais recente, alega D. Duarte, "fez com os historiadores atuais já reconheçam essa inteligência em D. João VI e não tratem a mudança da corte para o Brasil como uma fuga, como acontecia até há pouco tempo. D. João VI não abandonou o país, até porque o Brasil era tanto o país dele como Portugal". Quanto à opinião no Brasil sobre o mesmo rei, D. Duarte diz que também se alterou: "Antigamente, devido às novelas muito tendenciosas da TV Globo, ela não era boa, mas hoje em dia também se verificou uma grande revisão histórica e os brasileiros têm uma grande admiração por ele. Afinal, desenvolveu a cultura e a arte, protegeu as nações indígenas e evitou certas questões relativas aos escravos."

Fonte: dn.pt

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publicado às 23:52


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Brasão da FCB

Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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