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Entrevista sobre o "Dossier Regicídio - Processo Desaparecido"

por Blog Real, em 19.10.18

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publicado às 11:37

Video das Incursões Monárquicas em Chaves (1912)

por Blog Real, em 23.03.18

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publicado às 20:04

Incursões Monárquicas em 1911, gravação da época

por Blog Real, em 23.03.18

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publicado às 19:58

A Monarquia do Norte

por Blog Real, em 25.02.18
(Clique nas imagens para ampliar)
(...)Até que no dia 19 de Janeiro, sob a liderança de Paiva Couceiro, novo golpe militar no Porto proclamou a restauração do regime monárquico. Foi constituída uma Junta Governativa do Reino. Em Lisboa, o Governo da República apressou-se a decretar, para todo o território continental, o estado de sítio. Por toda a cidade surgiram manifestações de apoio à República e começaram a constituir-se batalhões de voluntários.
O Batalhão Académico, formado por estudantes do ensino superior foi muito falado. José Gomes Ferreira, que esteve integrado na coluna comandada pelo general Abel Hipólito, com quartel-general em Viseu, faz uma colorida descrição da sua intervenção militar em «A Memória das Palavras-I». O Governo lançou um dramático apelo aos militares do CEP, recém desmobilizados da frente de batalha, para que lutassem em defesa da República. 

No dia 23 foi a vez de rebentar em Lisboa um golpe monárquico. Chefiado por Aires de Ornelas, concentrou novamente na serra de Monsanto importantes efectivos. O Governo tomou medidas de excepção, libertando os presos políticos – anarquistas, republicanos e socialistas, para que engrossassem as fileiras de defensores do regime. No dia 24, cercados e flagelados pela artilharia, os monárquicos de Monsanto renderam-se. No rescaldo, contaram-se trinta e nove mortos e aproximadamente trezentos feridos. Navios de guerra de países estrangeiros foram fundeando no Tejo, prontos a intervir.
Em 27 de Janeiro tomou posse um governo de «concentração republicana» encabeçado por José Relvas. Por todo o País, sobretudo no Norte e no Centro, iam-se verificando confrontos entre forças monárquicas e republicanas. O perigo de uma guerra civil generalizada é potencialmente grande. E a situação instável manteve-se até que em 13 de Fevereiro as tropas monárquicas comandadas por Paiva Couceiro, se renderam. As unidades leais à República afluíam de todos os lados e avançavam para o Porto sem encontrar grande resistência pelo caminho. No interior da cidade, o capitão Sarmento Pimentel comandou a revolta da «Guarda Real», como fora crismada a GNR, apoiado por civis armados e ajudou a derrotar as forças de Paiva Couceiro.
Embora ainda subsistissem focos insurreccionais pelo Norte, que foram sendo jugulados, a revolta monárquica foi dominada. O Estado deu começo aos julgamentos dos cidadãos envolvidos na tentativa de restaurar a Monarquia. As liberdades, direitos e outros mecanismos constitucionais suspensos pelo golpe de Sidónio Pais em Dezembro de 1917, foram postos novamente em vigor. Chegara ao fim a Monarquia do Norte – a que também se chamou o «Reino da Traulitânia», devido aos maus tratos e sevícias infligidos aos prisioneiros republicanos caídos nas mãos dos couceiristas.
Foi, nos quase cem anos de República, a mais forte tentativa verificada no sentido de restaurar o regime abolido em 5 de Outubro de 1910.

Fonte: A Monarquia do Norte

DIÁRIO DA JUNTA GOVERNATIVA DO REINO DE PORTUGAL

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publicado às 18:12

Transladação de Dom Pedro II, Imperador do Brasil, de Portugal para o Brasil

por Blog Real, em 31.12.17
Resultado de imagem para DOM PEDRO II BRASIL

A transladação de Dom Pedro II, Imperador do Brasil, de Portugal para o Brasil foi um grande acontecimento na vida de ambas as nações da Portugalidade. Pedro II fora, afinal, símbolo vivo da unidade luso-brasileira: Imperador, filho do Imperador que emancipara o país e que fora, também, Rei de Portugal, Dom Pedro era, ainda, neto de Dom João VI. A transladação fez-se em 1921, mesmo a tempo do centenário da independência brasileira em 1922, e as autoridades portuguesas ofereceram ao falecido monarca todas as honras que ele, como chefe de Estado e eminente estadista que fora, merecia. Já retornado ao Brasil, as cerimónias seriam igualmente impressionantes - e muito contribuíram para sarar as divisões então existentes entre brasileiros republicanos e monárquicos. Delas, escreveu o historiador Pedro Calmon: "Os velhos choravam. Muitos ajoelhavam-se. Todos batiam palmas. Não se distinguiam mais republicanos e monárquicos. Eram brasileiros."



Nova Portugalidade

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publicado às 21:13

A Monarquia do Norte

por Blog Real, em 30.10.17
Após o assassinato de Sidónio Pais, a 14 de Dezembro de 1918, os monárquicos 
portugueses aproveitaram a situação de instabilidade vivida no País 
para redobrar as suas acções no sentido de restaurar o regime derrubado a
 5 de Outubro de 1910. 
Assim, a 19 de Janeiro de 1919, a Junta do Norte proclamou, no Porto, a restauração da Monarquia, anunciando a constituição de uma Junta Governativa. 
Esta era constituída por Henrique de Paiva Couceiro, que, além de presidente, tinha a seu cargo a pasta da Fazenda e Subsistências; 
António Adalberto Sollari Allegro, 
com a pasta do Reino; o visconde do Banho, encarregado dos Negócios Eclesiásticos, da 
Justiça e da Instrução; na Guerra e Comunicações, João de Almeida; nos
Negócios Estrangeiros, Luís de Magalhães; nas
Obras Públicas, Correios e Telégrafos, Artur da Silva Ramos; e na Agricultura, 
Comércio e Indústria e Trabalho, o conde de Azevedo.A proclamação da Junta do Norte gerou focos de resistência ao poder 
republicano em vários pontos do País.
No Norte, os republicanos foram perseguidos e presos, sendo utilizado o Eden-Teatro do Porto como local ondedecorriam os interrogatórios.
A 23 de Janeiro, seguindo os passos dos monárquicos do Norte, os monárquicos de Lisboa 
concentraramse em Monsanto, acabando, porém, por ser vencidos em pouco tempo. 
Os monárquicos do Norte, porém, mantiveram posições durante perto de um mês, dominando a quase totalidade do Minho e Trás-os-Montes, e ainda parte dasBeiras. A revolta caiu a 13 de Fevereiro, com a entrada no 
Porto das tropas fiéis à República.
Monarquia do Norte. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.

Paiva Couceiro - proclamou a monarquia no Porto, tornando-se presidente da respetiva Junta Governativa.
Fonte: estoriasdahistoria12.blogspot.pt/

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publicado às 19:18

Curiosidades sobre o Bolo Rei em Portugal

por Blog Real, em 16.01.15

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Em Portugal, o bolo-rei chega no século XIX. O empresário Baltazar Júnior, ao visitar Paris, em 1840, teve acesso à receita francesa do bolo-rei, e encantado, decide trazê-lo para Portugal. Inicialmente, em Portugal, o bolo era apenas vendido nas vésperas de natal. A história do bolo rei, em Portugal apresenta fortes ligações aos últimos tempos da monarquia e início da república. O bolo-rei projectou o destino dos irmãos e príncipes reais, D. Manuel e D. Luís Filipe (o natural sucessor do pai, o monarca D. Carlos). Numa festa dos reis, realizada no Palácio das necessidades, a fava calhou ao irmão mais novo, D. Manuel. Um mau presságio. A fava era vista pela monarquia como sinal de poder, e quem tivesse a sorte de a encontrar seria coroado rei um dia. Segundo alguns documentos, os príncipes ficaram transtornados com tal acontecimento. Coincidência ou não, a 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o seu filho, D. Luís Filipe, o seu natural sucessor, foram assassinados. Contra todas as probabilidades, D. Manuel assumiu o trono, tornando-se no último monarca português.


Em 1911, um ano após a implementação da República, é proposto na Assembleia da República uma alteração ao nome do Bolo-Rei. A ideia é rejeitada. Apesar disso, até mesmo os republicanos conservadores continuavam a comê-lo, embora preferissem chamá-lo de Bolo de Natal ou Bolo de Ano Novo.

Fontes: Blog Amo Portugal e http://pt.blastingnews.com

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publicado às 19:45

O Tesouro Sacro da Casa Real

por Blog Real, em 14.01.15

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publicado às 19:08

Árvore genealógica dos reis de Portugal

por Blog Real, em 14.01.15

Aqui encontrará as árvores genealógicas das famílias reais portuguesas, uma imagem por cada dinastia.

 

Primeira Dinastia (Casa de Borgonha)

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Ver aqui: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/4d/ReisPt-DinastiaAfonsina.png/800px-ReisPt-DinastiaAfonsina.png 

Segunda Dinastia (Casa de Avis)

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Ver Aqui: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3c/ReisPt-DinastiadeAvis.png 

Terceira Dinastia (Filipina, Habsburgo e Áustria)

D. Filipe I de Portugal 1580-1598

D. Filipe II de Portugal 1598-1621

D. Filipe III de Portugal 1621-1640

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Ver Aqui: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/90/Genealogy_dynasty_kings_of_Portugal-3.png/600px-Genealogy_dynasty_kings_of_Portugal-3.png 

Quarta Dinastia (Casa de Bragança)

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Ver Aqui: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2b/ReisPt-DinastiaBrigantina.png

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publicado às 17:30

O album de D.Fernando

por Blog Real, em 04.01.15

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publicado às 12:22


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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A Coroa, é o serviço permanente da nossa sociedade e do nosso país. A Monarquia Constitucional, confirma hoje e sempre o seu compromisso com Portugal, com a defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, da sua unidade, da sua diversidade e da sua identidade.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Brasão da FCB

Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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