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"O Príncipe Piloto", um livro sobre a história de D.Afonso de Bragança

por Blog Real, em 13.09.18

Com lançamento aprazado para este mês de setembro, “O Principe Piloto” é uma obra escrita pela pena inspirada e deliciosa de Henrique Sequerra, jornalista que foi chefe de redação da revista Turbo. Este livro foca-se na vida do “Arreda”. E quem era o “Arreda”? D. Afonso de Bragança, o menos conhecido membro da última família real portuguesa, que se deixou contagiar pela magia que irradiava dos novos veículos que a revolução industrial do último quartel do século XIX fizera surgir além-Pirineus.

O popular «Arreda» nunca se conformou com a monotonia palaciana e sempre que podia trocava os salamaleques de salão pelo óleo sujo dos motores dos automóveis que colecionava. Por cada vénia que o protocolo lhe exigia, imaginava uma perigosa aventura aos comandos do seu batalhão de bombeiros. Preferia o sobressalto do momento ao calendário repetitivo da agenda real. A paixão fugaz ao amor eterno. A popularidade à reverência. A aprendizagem prática ao estudo clássico. Trocava, enfim, as fastidiosas partituras musicais do piano da sua mãe, Maria Pia, e do barítono paterno, o rei D. Luís, por um simples mas virtuoso golpe de volante numa qualquer ruela lisboeta.

Ao descobrirem-se os caminhos tortuosos da vida de Afonso, é Portugal que se desenha nas suas virtudes e nas suas misérias. Um país dividido entre a bancarrota da Monarquia e a falência da Primeira República. Enfim, o “Arreda” serve coo ponte entre o pais que vivia a tradição entre a Monarquia e a Republica e o nascimento do fenómeno automóvel em Portugal.

Com 210 página muitas imagens históricas e prefácio de Vasco Calixto – cujo avô foi contemporâneo e conhecido de D. Afonso – a obra é editada pela Livros Horizonte e estará à venda em setembro.

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publicado às 13:47

D. Manuel II e a Nobreza Títulos autorizados no exílio (1910-1932)

por Blog Real, em 15.08.18
SINOPSE

"Durante 22 anos de exílio o Rei D. Manuel autorizou o uso de títulos a 211 titulares. Lourenço Correia de Matos analisa, um por um, por ordem alfabética, reunindo toda a informação sobre cada autorização Régia e, sempre que possível, publicando documentação inédita. A obra aborda ainda o processo de autorização de uso de títulos, o papel dos intermediários do Rei para estes assuntos e apresenta a opinião que D. Manuel II manifestava aos mais próximos sobre esta temática, num interessante capítulo intitulado "Os títulos nas palavras do Rei"."

A biografia do último Rei de Portugal tem sido pouco estudada entre nós e muito do que se pode saber está disseminado por arquivos particulares que, felizmente, pouco a pouco se vão abrindo aos historiadores. As relações de D. Manuel II com a nobreza portuguesa, nomeadamente com os titulares, é objecto da última obra de Lourenço Correia de Matos.
Lourenço Correia de Matos que tem contribuído decisivamente com os seus trabalhos para a clarificação de assuntos relevantes para o estudo das regras dessa classe social, detem-se aqui na complexidade das relações de um Rei expatriado com a sua nobreza, num período de transformações radicais em Portugal. Durante 22 anos de exílio o Rei D. Manuel autorizou o uso de títulos a 211 titulares. Lourenço Correia de Matos analisa, um por um, por ordem alfabética, reunindo toda a informação sobre cada autorização Régia e, sempre que possível, publicando documentação inédita.
A obra aborda ainda o processo de autorização de uso de títulos, o papel dos intermediários do Rei para estes assuntos e apresenta a opinião que D. Manuel II manifestava aos mais próximos sobre esta temática, num interessante capítulo intitulado "Os títulos nas palavras do Rei". Completam este estudo, de 166 páginas, fotografias de alguns titulares bem como um índice onomástico dos agraciados com as autorizações do Rei.

ISBN: 9789728876012

Edição ou reimpressão: 04-2004

Editor: Dislivro

Idioma: Português

Dimensões: 150 x 230 x 20 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 166

Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Estória

Fonte: https://www.wook.pt/livro/d-manuel-ii-e-a-nobreza-lourenco-correia-de-matos/101987

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publicado às 01:24

Livro "Casa Real" de Eduardo Nobre

por Blog Real, em 25.02.18

CASA REAL - EDUARDO NOBRE

Casa Real reúne fotografias raras que retratam personagens e fixam momentos fulcrais da história de Portugal. Documentos, manuscritos e autógrafos inéditos constituem uma amostra representativa da correspondência da Família Real, revelando emocionantes pormenores de carácter pessoal, familiar e público. Um conjunto de objectos de memorabilia destaca a representação de retratos de reis e príncipes portugueses, em suportes tão variados quanto o papel recortado, o vidro pintado, a faiança ou mesmo a fotografia aguarelada numa jóia de valor. Valioso – pela extensão, variedade e raridade – é também um conjunto de impressos da Casa Real, com destaque para convites e menus, alguns de casas reinantes europeias e que testemunham acontecimentos a que assistiram membros da Família Real portuguesa. Texto e imagem são o guia para uma fascinante viagem ao passado.
Eduardo Nobre
Fonte: http://www.quimera-editores.com/catalogo/biografias.php

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publicado às 18:03

Entrevista com a autora do livros sobre Nevada Hayes, a norte-americana que casou com o Infante D. Afonso

por Blog Real, em 13.02.18

Considerada pela nobreza da época como uma “caçadora de fortunas”, a vida de Nevada Hayes, a norte-americana que casou com o Infante D. Afonso, Duque do Porto, foi transformada em livro – “A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal – A incrível história de Nevada Hayes” – pelas mãos de Ana Anjos Mântua.

A obsessão de Nevada Hayes pelo luxo era tão grandiosa que amor é a palavra que menos nos vem à memória quando recordamos o seu casamento com o príncipe D. Afonso. A verdade é que “A americana que queria ser rainha de Portugal”, uma das mulheres mais faladas na imprensa da época, reclamou ao Estado Português um património valioso que acabou mesmo por sair do país. Uma história deliciosa (e real), contada na primeira pessoa, por Ana Anjos Mântua.

No livro A americana que queria ser rainha de Portugal, a Ana Anjos Mântua aventurou-se no romance histórico. Como é que uma historiadora decide romancear?

Como historiadora, sempre me habituei a escrever a partir de provas concretas, de documentos e de factos. Mas quando apresentei à Sofia Monteiro, da Manuscrito, o projeto para uma biografia de Nevada Hayes, a aceitação, embora imediata, teve a condição de ser um romance narrado na primeira pessoa. Confesso que, de início, a ideia me assustou um pouco, mas uma maior reflexão sobre o assunto levou-me a concluir que a Sofia tinha razão. Pela sua vivência tão diversa, tão apaixonada, tão excitante, tão manipuladora, tão arrebatadora, chegando a tocar a excentricidade, a vida de Nevada dava um filme! Conclusão à qual os leitores certamente chegarão.

Contudo, este livro foi construído sobre uma investigação e um suporte documental fidedignos, em que pretendi retratar e repor verdades, e onde a ficção ocupou um lugar secundário. Experimentei um outro tipo de narrativa, ao qual não estava habituada, e acabei por escrevê-lo com um enorme prazer.

Nevada Hayes, “A americana que queria ser rainha de Portugal”, era oriunda de uma família humilde do Ohio, mas desde cedo se esforçou por subir na vida, tornou-se milionária e acabou por se casar com D. Afonso, tio do último rei de Portugal. Para Nevada Hayes, querer era poder? O que mais a impressionou nesta personagem real?

Todos os relatos a identificavam como uma mulher que não olhava a meios para conseguir o que pretendia, arrogante, calculista, obsessiva, mal-educada, enfim, um rol de inúmeros defeitos. Mas Nevada não era só isto! Apesar da sua ascendência humilde, desde muito cedo percebeu como era importante ter uma educação. Foi uma excelente aluna, sempre no quadro de honra, e chegou a lecionar na escola primária que frequentara em criança. No entanto, a ambição levou-a mais longe, ao candidatar-se a um lugar no Ministério das Finanças, em Washington. A partir dessa altura, começou a sua grande aventura: casamentos, divórcios e uma viuvez que a deixou milionária, permitindo-lhe ter a vida por ela sempre almejada, ou seja, viver na Europa e ser reconhecida como membro da alta sociedade europeia. Sim, para Nevada, querer era poder! Conseguiu tudo aquilo com que sonhou, até casar-se com um príncipe, D. Afonso, duque do Porto, irmão do então já falecido rei D. Carlos. Apesar de acreditar que ela o amou de facto, estou convencida de que as razões que, de início, a levaram a aproximar-se dele foram as de conseguir um título que iria enobrecer o dinheiro que já possuía.

Podemos deduzir que Nevada era uma mulher apegada aos luxos e aos bens materiais? Que papel é que este apego teve no rumo da sua vida?

Conhecida e noticiada em todos os jornais como a “viúva dos 10 milhões”, Nevada levou uma vida luxuosa. De gostos muito sofisticados, vestia-se nas mais famosas casas de alta-costura, desenvolvendo, ao mesmo tempo, um estilo muito próprio, que era imitado por outras mulheres, encomendava joias aos melhores joalheiros europeus e americanos, viajava pelo mundo inteiro e vivia nos hotéis mais luxuosos.

Após a morte de D. Afonso, Nevada Hayes herdou e levou do país muitos bens da coroa. Que bens foram esses e que rumo tiveram?

O casamento de Nevada com D. Afonso foi morganático, isto é, o cônjuge não teria direito a herança nem à utilização do título, o qual só D. Manuel II, último monarca no exílio, podia conceder. No entanto, D. Afonso elaborou um testamento no dia seguinte ao casamento, tendo sido ratificado na Legação Portuguesa, em Madrid. Os bens que Nevada levou de Portugal, em 1925, não eram da coroa portuguesa, pertenciam aos bens pessoais dos Braganças. Existe uma distinção entre bens da coroa e bens pessoais dos monarcas. Contudo, não deixou de ser um conjunto patrimonial valioso que saiu do país. Joias, gemas, objetos de ouro e de prata, serviços de porcelana europeia e da China, serviços de vidro e de cristal, roupas e bragal, livros raros e antigos, mobiliário e um núcleo muito significativo de pintura.

Todos estes bens foram levados por Nevada para o seu apartamento em Nova Iorque e só após a sua morte os herdeiros os alienaram. Algumas joias, por serem as peças que mais facilmente se identificam, foram localizadas em vendas realizadas nos anos 70 e 80 do século XX em leilões em Londres e em Nova Iorque.

Fonte: https://julia.pt/2017/08/22/a-viuva-dos-10-milhoes-que-levou-joias-de-portugal/

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publicado às 19:57

Livro "A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal - A incrível história de Nevada Hayes, Mulher de D. Afonso, Duque do Porto"

por Blog Real, em 13.02.18
Quando D. Afonso, príncipe real, saiu do automóvel junto ao Paço Real de Sintra naquele ameno dia 8 de Junho de 1908, Nevada Hayes sentiu um calafrio e foi subitamente acometida por um pressentimento: um dia seria sua mulher. Um dia seria rainha de Portugal.


Nascida nos Estados Unidos, filha de um merceeiro, cedo percebeu que estava destinada a uma vida melhor. E lutou com todas as suas forças para a conseguir. Trabalhou em Washington e Nova Iorque, casou por amor e por interesse, teve um filho que abandonou, viveu em França, Itália, viajou por países exóticos, divorciou-se duas vezes e viu-se envolvida em vários escândalos. O seu nome fez correr tinta na imprensa, nomeadamente quando conseguiu casar com D. Afonso, apesar da recusa e indignação de D. Manuel, último rei de Portugal, então no exílio em Inglaterra. Tornara-se finalmente duquesa do Porto, princesa de Bragança.

Houve quem a retratasse como uma mulher fria, calculista, mal-educada, mas em A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal, Ana Anjos Mântua conta-nos a sua história para além do rol dos seus incontáveis defeitos. Através de uma investigação cuidada, a autora traz-nos um romance empolgante sobre esta extraordinária mulher, que se transformou ao longo da vida para se tornar uma das figuras mais admiradas e faladas pela imprensa internacional e pela aristocracia europeia da época. 

Nevada Hayes morreu a 11 de Janeiro de 1941, viúva do «seu amor» D. Afonso, e depois de ter conseguido reclamar ao Estado Português a herança que considerava sua por direito.

Fonte: https://www.presenca.pt/livro/a-americana-que-queria-ser-rainha-de-portugal/

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publicado às 19:48

Livro "Vitória de Inglaterra, a Rainha que amou e ameaçou Portugal"

por Blog Real, em 31.12.17
Autora: Isabel Machado
Edição: Esfera dos Livros
SINOPSE

Como se atrevem? O grito ecoou pelos corredores do palácio. Vitória de Inglaterra, a rainha que aos 18 anos subiu ao trono para recuperar a dignidade da monarquia britânica, não queria acreditar no que os seus olhos viam. Um mapa com uma grossa barra cor-de-rosa a dividir o continente africano em duas partes, ligando o oceano Atlântico ao Índico. Como era possível que um país aliado como Portugal ameaçasse o seu sonho de dominar o continente negro recheado de promessas de riqueza e glória? O coração de Vitória estava dividido entre os interesses políticos e os laços familiares e de afecto que a ligavam à família real portuguesa. Era amiga de D. Maria II e de D. Fernando. O seu reinado foi tão longo, o maior da história de Inglaterra, que viveu para ver governar D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos… Mas os interesses políticos estavam acima dos laços de amizade. Era preciso acabar com o sonho português. O Ultimato de 1890 manchava para sempre a relação entre as duas coroas, para grande tristeza de Vitória que amava Portugal. Baseado numa intensa pesquisa histórica, Isabel Machado, autora de Isabel I e o seu médico português, traz-nos a vibrante história desta mulher fascinante que fez de Inglaterra o maior império do mundo no século XIX. Casada com Alberto de Saxe-Coburgo-Gotha, vive uma das mais belas histórias de amor, trazendo ao mundo nove filhos. Feita de contradições, a cada página desta biografia romanceada descobrimos uma mulher sensual, de paixões violentas e humores oscilantes, marcada pela alegria, pelo amor do seu povo e pela tragédia.

Fonte: wook.pt

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publicado às 21:08

Livro "D.Manuel II e D.Amélia: Cartas Inéditas do Exílio"

por Blog Real, em 18.12.17

Um documento excepcional que reúne as cartas enviadas e recebidas por D. Manuel II e pela Rainha D. Amélia, durante o período do seu exílio, posterior a 1910. O que estas cartas demonstram sem sombra de dúvidas é a dimensão verdadeiramente nacional da figura do Rei exilado. Quer durante o período da Primeira Republica, quer já na fase da Ditadura e do Estado Novo, várias vezes as autoridades portuguesas e os embaixadores de Portugal recorreram aos serviços de D. Manuel II para conseguirem ser atendidos, em tempo útil, pelos monarcas e pelos governos da Grã- Bretanha.

Editora: Estampa 
Tema: 
História 
Ano: 
2012 

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publicado às 22:44

Livro "Príncipe Real-luiz Filipe de Bragança 1887-1908"

por Blog Real, em 17.12.17

Autores: Ana Vicente e António Pedro Vicente

Editor: Edições Inapa

Tipo de artigo: Álbum

Fonte: http://www.bulhosa.pt/livro/principe-real-luiz-filipe-de-braganca-1887-1908-vicente-ana-vicente-antonio-pe/

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publicado às 17:20

Livro "D. Afonso Henriques de Bragança: O Esquecido"

por Blog Real, em 19.11.17

Sinopse

O infante D. Afonso Henriques herdou da mãe a faceta de não se preocupar com a origem social para distribuir ajuda pelos outros. Ao longo da vida apreciaria o contacto verdadeiro com todos, o que lhe valeria sérias críticas da velha nobreza, que não entendia a facilidade em estar com todos e a dificuldade em estar presente nas cerimónias oficiais.
Desde o nascimento este infante sempre esteve em lugar secundário, constituindo uma reserva, que em certos momentos era necessário reclamar. Em pequeno, percebera que todos tratavam o irmão com maior deferência, indo ao extremo de o ignorar e evitar em certas ocasiões. Para outras crianças, esse comportamento poderia ser um trauma, mas no caso dele era uma imposição da tradição e não mais que isso. Como segundo filho, tinha mais liberdade, o que era do seu agrado.
O Duque do Porto sempre serviu o seu país de forma desinteressada e teve uma vida secundária que poucos benefícios lhe deu. Foi usado por monárquicos antes e depois de 1910, e nos últimos anos de vida morreu, esquecido por todos, incluindo por aquela que tudo negociara e tudo obtivera.

Fonte:https://www.chiadoeditora.com/livraria/d-afonso-henriques-de-braganca-o-esquecido

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publicado às 18:31

Livro d'ouro da primeira viagem de S.M. el-rei D. Manuel II ao norte de Portugal em 1908

por Blog Real, em 18.11.17

Autor: Prof. Doutora Maria Cândida Proença. Este Livro reproduz o capítulo bracarense de um álbum intitulado Livro d’Ouro da Primeira Viagem de S. M. El-Rei D. Manuel II ao Norte de Portugal, publicado em 1909. A obra uma “chronica photographica”, é uma exaustiva reportagem da visita que Dom Manuel II realizou ao Norte do país em 1908. Com edição e fotografias da autoria de Carlos Pereira Cardoso e comentários da jornada por Braga e Guimarães redigidos por Joaquim Leitão, cabe a António Azevedo a tarefa de falar sobre a passagem do Monarca por Barcelos. Para além dos três concelhos do distrito de Braga, a viagem também passou pelo Porto, Viana do Castelo, Coimbra, Leça da Palmeira, Santo Tirso, Vila da Feira, Vila Nova de Gaia e Aveiro.
Este livro é lançado hoje pela FNAC em Braga, às 18:30 horas.

Fonte: http://cultura.fnac.pt/Agenda/fnac-braga/2009/3/2/livro-d2019ouro-da-primeira-viagem-de-s.-m.-el-rei-d.-manuel-ii-a-braga

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publicado às 15:34


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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