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Fundação Versailles paga na totalidade restauro do manto da rainha D. Amélia

por Blog Real, em 15.05.18

O restauro do manto, exposto no antigo edifício do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, custa 6 mil euros

De acordo com Isabel Raposo de Magalhães, da direção do Grupo de Amigos do Museu Nacional dos Coches (GAMNAC), o valor total do restauro, de 6000 euros, vai ser entregue hoje, numa cerimónia que decorrerá no antigo Picadeiro Real.

O donativo foi realizado no âmbito de uma campanha pública de angariação de fundos para o restauro do manto, lançada no início deste ano.

Isabel Raposo de Magalhães explicou à Lusa que o afilhado da rainha D. Amélia, Duarte Pio de Bragança, "empenhou-se pessoalmente na campanha de mecenato promovida em prol do restauro do manto da rainha", tendo conseguido o apoio da Fundação Versailles, com sede em Nova Iorque, presidida por Barbara de Portago.

De acordo com a diretora do Museu Nacional dos Coches, Silvana Bessone, existe a intenção de requalificar uma sala do Picadeiro Real para expor o manto, depois de restaurado, bem como outras peças.

O objetivo é criar um núcleo dedicado à rainha D. Amélia, a quem se deve a preservação da coleção e a criação do atual Museu Nacional dos Coches.

Por outro lado, a direção do GAMNAC pretende destinar a totalidade do dinheiro entretanto angariado na campanha, de muitos doadores anónimos, para o restauro do quadro a óleo da rainha, pintado por Vítor Corcos, em 1905, que se encontra na escadaria do museu.

A campanha tinha sido lançada porque o manto - classificado como bem de interesse nacional - se encontra "muito degradado", segundo fonte da entidade.

O manto - exposto atualmente no edifício do antigo museu, no Picadeiro Real - foi oferecido pela cidade de Paris à rainha D. Amélia, por ocasião do seu casamento com o príncipe D. Carlos - futuro rei -, em 1886.

Tanto quanto se sabe, o manto foi usado apenas duas vezes pela rainha. "Usou-o em pouquíssimas ocasiões, porque ele é pesadíssimo", explicou há alguns meses ao DN Maria Ana Bobone, conservadora do museu. E especifica: "Usou-o numa ocasião muito importante, na entrega da Rosa de Ouro, uma distinção atribuída pelo Papa [Leão XIII], numa cerimónia na Capela das Necessidades [a 4 de julho de 1892]. Sabemos que voltou a usá-lo numa receção de gala realizada no Palácio da Ajuda para comemorar o décimo aniversário do filho mais velho [príncipe D. Luís Filipe]."

O GAMNAC existia desde 2015, mas nunca teve atividade nem associados, e Isabel Raposo de Magalhães, que é funcionária do museu e esteve muitos anos ligada à área da conservação e restauro, decidiu reativá-lo, contando agora com 150 associados.

Esta campanha é a primeira iniciativa do Grupo de Amigos. O manto será restaurado na oficina de conservação do Museu dos Coches, com supervisão do Instituto José de Figueiredo, por se tratar de uma peça classificada.

Sobre o valor necessário, Isabel Raposo de Magalhães explicou que "os materiais envolvidos são caros, e qualquer intervenção em têxteis é muito demorada, além de que o manto é de grandes dimensões".

De corte em veludo rosa argenté, a peça é forrada de cetim da mesma cor, constituída por nove tiras de veludo unidas entre si longitudinalmente, de modo a formarem pequenas abas na extremidade superior e um leve estrangulamento a meia altura.

Um delicado bordado contorna a peça, desenhando uma cercadura fitomórfica onde pontuam rosas, folhagem diversa e fino reticulado a ponto de fundo, segundo a descrição da peça no inventário do museu.

Fonte: https://www.dn.pt/artes/interior/fundacao-versailles-paga-na-totalidade-restauro-do-manto-da-rainha-d-amelia-9339007.html

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publicado às 16:29

XXIX Aniversário da Real Associação de Lisboa

por Blog Real, em 07.05.18

No próximo dia 19 de Maio de 2018 a Real Associação de Lisboa irá celebrar o seu XXIX Aniversário, que como vem sendo tradição será assinalado com um passeio convívio que desta vez decorrerá na Margem Sul, com uma visita ao Convento da Arrábida guiada pelo nosso associado Joel Moedas Miguel, à qual se seguirá um Almoço em Alcochete para o qual está confirmada a presença de S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança em representação da Família Real Portuguesa, seguindo-se um passeio livre no centro da vila e visita à Igreja Matriz.

PROGRAMA:

09:00 – Partida de Lisboa, em autocarro, da Praça de Espanha, junto ao parque de estacionamento na esquina com Avenida de Berna;

10:20 – Chegada à Arrábida, seguindo-se visita guiada ao Convento;

13:00 – Almoço no restaurante “Alternativa" no Largo de S. João em Alcochete, que será presidido por S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança;

15:00 – Passeio livre e visita à Igreja Matriz;

16:30 – Regresso a Lisboa (Praça de Espanha).

Preço por pessoa (transporte, entradas nos monumentos e almoço):

30,00 €  Adultos

25,00 €  Jovens até aos 25 anos

  As inscrições estão abertas até dia 15 de Maio directamente na nossa sede, na Praça Luís de Camões, 46 2º Dto | 1200-243 Lisboa (de segunda-feira a quinta-feira, das 15:00 às 18:00), pelo endereço electrónico secretariado@reallisboa.pt ou pelo telefone: 213428115 no horário de atendimento. 

Fonte: reallisboa.pt

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publicado às 16:47

Câmara homenageia D. João VI em alusão aos 200 anos da independência

por Blog Real, em 28.04.18

A casa da democracia e dos representantes do povo, em Brasília, abriu espaço nesta semana para homenagear a monarquia. Como parte dos festejos do bicentenário da Independência, em 2022, a Câmara dos Deputados escolheu a história de Dom João VI, rei de Portugal, Brasil e Algarves no início do século 19, para estampar as paredes do corredor que liga o Salão Verde à Ala das Comissões, em exposição que vai até o dia 23 de maio. 

A ideia de prestar homenagens à monarquia partiu do próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Seu pai, o ex-governador do Rio de Janeiro César Maia, teria se aproximado em diversos momentos dos monarquistas e o aceno de Rodrigo Maia pode simbolizar uma tentativa de aproximação com o movimento em um ano eleitoral, quando pode se lançar candidato à presidência da República. 

A abertura oficial da exposição, na última quarta-feira (25), contou com a presença de Maia e do deputado Evandro Gussi (PV-SP), que é o coordenador da Comissão Especial em Comemoração ao Bicentenário da Independência do Brasil. Ele agradeceu Maia pelo impulso para que a homenagem ao ex-monarca de Portugal ocorresse. 

“O bicentenário é uma ocasião quase única. A geração que comemorou o centenário provavelmente não está mais entre nós. E aquela que comemorará o tricentenário, a maior parte dela ainda não está entre nós. Portanto, somos privilegiados”, disse Gussi. 

A Casa Real Brasileira comemorou a iniciativa. Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e herdeiro do trono em uma eventual volta da monarquia, afirmou que é “louvável e alentador” a iniciativa da Câmara para “reavivar em nossa Pátria o sentimento de brasilidade”. Dom Bertrand destacou os feitos do monarca, especialmente por conseguir preservar o território único da América lusa. 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, abre a exposição sobre D. João VI: homenagem à monarquia.Ananda Borges/Agência Câmara

Mais homenagens

Até 2022 serão realizadas quatro exposições anuais sobre os monarcas e figuras importantes dos períodos finais da monarquia no Brasil. Este ano marca os 200 anos da aclamação de Dom João VI como rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, o que motivou a escolha de seu nome como homenageado. No ano passado, a homenagem foi feita à Princesa Isabel. 

A exposição intitulada “Dom João VI e a Construção do Brasil" foi produzida e coordenada pelo Núcleo de História, Arte e Cultura da Câmara. Em fotos e textos, mostra o legado do monarca no Brasil. Destacam-se na exposição os feitos de Dom João VI, como a abertura dos portos, a instalação de indústrias, a criação do Banco do Brasil, dos Correios, do Jardim Botânico. 

“Ao contrário do que procuram apresentar certos historiadores, D. João VI foi certamente um grande estadista. A ele devemos as nossas dimensões continentais e nossa unidade política, social e até psicológica”, afirmou o príncipe. “Aqui chegando, não só abriu os portos brasileiros ao comércio, mas lançou todos os fundamentos de nossa nacionalidade”, comentou Dom Bertrand, à Gazeta do Povo. 

A exposição também conta sobre as cerimônias de “beija-mão”, quando os vassalos podiam estar na presença do rei e pedir favores. 

Acenos a apoiadores da monarquia podem ser um dos caminhos dos candidatos de centro-direita nas eleições de 2018 para angariar votos. Vem crescendo no Brasil o apoio à restauração da monarquia ou criação de entidades que tragam de volta a figura e institucionalidade do rei. Exemplo disso é o número de apoios que a sugestão legislativa 18/2017 do Senado, que pede um referendo pela Restauração da Monarquia Parlamentarista no Brasil, que conta com mais de 37 mil apoios no site do Senado.

Fonte: gazetadopovo.com.br

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publicado às 21:12

Vila Viçosa: a música regressa ao Palácio

por Blog Real, em 23.04.18

Como vem sendo hábito desde 2000, o Museu-Biblioteca da Casa de Bragança volta a organizar um ciclo de concertos na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa com recitais de música erudita, executados por músicos de renome nacional e internacional, e onde se usam os instrumentos históricos – órgão e piano, propriedade do Museu da Casa de Bragança.

A temporada 2018 conta com 8 concertos, sempre na última sexta-feira de cada mês, sempre às 21h, e os concertos terão início já no mês de abril, com a atuação do Duo Braganza de Patrizia Gilberti e Marius Bartoccini.

Nos concertos serão executadas peças recolhidas no Arquivo Musical conservado no Paço Ducal, estudadas e que músicos tocarão no sentido de recuperar o melhor da tradição musical nacional.

Fonte: https://tribunaalentejo.pt/artigos/vila-vicosa-temporada-concertos-palacio-em-abril#undefined.gbpl

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publicado às 00:25

Divulgada a data da entrega do Prémio “Príncipe da Beira Ciências Biomédicas 2017”

por Blog Real, em 16.04.18

A entrega do Prémio “Príncipe da Beira Ciências Biomédicas 2017” irá realizar-se no próximo dia 20 de Abril, pelas 14h30 no Salão Nobre do Município de Guimarães e contará com a presença de S.A.R. o Senhor Dom Afonso, Príncipe da Beira.

Fonte: Real Associação do Porto

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publicado às 21:31

"Coche de D. João no Brasil está em Lisboa. Voltou junto com o rei"

por Blog Real, em 15.04.18

Diretor do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, Paulo Knauss de Mendonça esteve em Lisboa para combinar o empréstimo de retratos de D. João VI para uma grande exposição dedicada aos 200 anos da sua aclamação como rei, que aconteceu no Brasil em 1818. O historiador considera o monarca fundamental para que até hoje o Brasil seja um grande país.

Está em Lisboa como diretor do Museu Histórico Nacional a preparar uma grande exposição sobre os 200 anos da aclamação de D. João VI no Rio de Janeiro. O que tem estado a pedir aos museus portugueses?

Estamos preparando uma exposição para celebrar a memória de João VI no Brasil, apresentando o conjunto de retratos

do rei. A exposição vai chamar-se O Retrato do Rei D. João VI e pretende reunir o maior número de retratos de D. João, talvez mais de 40. D. João VI tem uma relação muito particular com o mundo dos retratos porque não só ele esteve no poder muito tempo, mas foi uma época em que devido às condições políticas fez que ele caracterizasse o seu governo com uma multiplicidade de programas artísticos. Primeiro em torno do Palácio da Ajuda, aqui em Portugal, depois um programa cultural que ele tenta de-senvolver no Brasil quando chega, e por fim o programa artístico que vai ser desenvolvido depois do retorno para Portugal.

Há quadros em Portugal essenciais para essa exposição?

Há vários quadros que estamos pedindo, também para apresentar num primeiro momento a biografia dele, retratos dele criança, jovem, regente, rei e já depois do período das cortes, aqui de volta, assim como quadros que sejam capazes de representar a história política do reinado, que se verifica sobretudo no caso dos retratos com combinação de insígnias que ele carrega no peito. E depois também há a dimensão artística dos retratos, não só a questão do artista com as suas variantes, o rei equestre, pedestre, em trajes militares, etc., mas também o facto de D. João VI ter sido pintado por artistas de escolas muito distintas.

Paulo Knauss de Mendonça

Em que instituições portuguesas é que estão esses quadros?

No Museu de Arte Antiga, no Museu dos Coches, no Palácio da Ajuda, no Palácio de Queluz, também em Mafra. E no Brasil também estamos a recolher retratos que estão em diferentes instituições. Claro que no Museu Histórico Nacional temos alguns retratos emblemáticos como o do casal real de mãos entrelaçadas, Carlota Joaquina e D. João, que é uma representação raríssima. Mas além disso exibiremos retratos que estão em coleções particulares e em outros museus como o Imperial de Petrópolis, o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu de Arte de São Paulo, o Museu Paranaense. Tam-bém estarão lá retratos que pertencem à Embaixada de Portugal.

Haverá um retrato surpreendente?

A grande surpresa da exposição vai ser uma tela esquecida de D. João que encontrámos e a exposição vai terminar justamente num ateliê aberto em que essa tela vai estar a ser restaurada. É uma tela de grande formato, e que na verdade é a cópia de uma outra de um pintor italiano feita no início do século XIX em Portugal e que foi para o Brasil com o conde da Barca que encomendou a cópia. A grande diferença é que é um retrato de D. João com as plantas do Palácio da Ajuda e uma estátua de Minerva e ao lado uma janela, e na tela original vê-se um ângulo da Praça do Comércio, com a estátua de D. José, e na cópia brasileira, no lugar da paisagem lisboeta está a paisagem carioca com a Baía do Guanabara com o Pão de Açúcar, que por coincidência era a vista do palacete do conde da Barca. O extraordinário desta história é que essa tela foi feita por um artista brasileiro pardo, que terminou sendo envolvido na revolução de 1817 de Pernambuco como pintor dos revolucionários e se salvou porque se agarrou a um retrato de D. João VI que tinha feito e quando chegou o governador enviado pelo rei ele mostrou que era só um pintor, não era um revolucionário, que do mesmo modo que tinha pintado cenários revolucionários também tinha pintado o rei e com isso obteve clemência. Não conhecemos mais da história do autor a não ser por uma tela de 1820 que está em Portugal, no Palácio da Brejoeira .

D. João VI foi extraordinário, não tivesse sido ele e a mãe, D. Maria I, os primeiros monarcas a cruzar o Atlântico. É por isso que figura num quadro com uma paisagem lisboeta e noutro com uma carioca. Como historiador, que síntese faz do rei?

A primeira observação fundamental é o facto de que D. João e o seu governo atravessou épocas muito distintas. É um rei que se aclamou na América, o que já é uma originalidade absoluta mas que também passou incólume em certa medida pelo contexto napoleónico. E, como gosto de ressaltar, não é só um rei que conseguiu dar a volta a Napoleão com a migração da corte para o Rio de Janeiro mas também foi capaz de derrotar Napoleão em duas frentes militares: na Guiana Francesa e na Banda Oriental, o atual Uruguai. Isso numa geografia gigante, porque uma guerra foi feita na Amazónia e outra na região do Prata. São vitórias extraordinárias e que ressaltam a capacidade militar que D. João conseguiu implementar na sua temporada brasileira.

Banda Oriental que era parte de uma Espanha que tinha então um irmão de Napoleão como rei...

Certo.

A presença de D. João 13 anos no Brasil e o facto de o filho, D. Pedro, crescer lá e proclamar a independência sob a forma de império é decisiva para aquilo que o Brasil é hoje: um país unido, que não se fragmentou como a América espanhola?

Não há dúvida. D. João para o Brasil representa o processo de centralização da metrópole. Não só ocorre a migração da corte mas de todo o aparato administrativo colonial, que passa a ser centralizado no Rio, e isso fez que as colónias se reunissem todas no Rio de Janeiro e confirmou uma unidade não geográfica mas política e administrativa no Brasil, que até então não existia porque todas as capitanias reportavam diretamente a Lisboa e a partir da migração da corte é que ocorre a centralização do regime administrativo das terras brasileiras. A unidade territorial que configura a unidade política do Brasil enquanto Estado nacional emerge do governo de D. João VI. Talvez aí a grande questão que se tenha colocado para a afirmação da autoridade de D. João é que as cortes portuguesas não migraram juntas, e foi aí que o reinado enfrentou o seu dilema principal e que terminou conduzindo-o a retornar a Portugal.

No seu museu há um coche mas não é de D. João. É de quem?

É de D. José, o irmão mais velho de D. João. É um coche com uma história inusitada porque foi comprado como carruagem funerária e ao chegar ao museu descobriu-se que tinha uma pintura por baixo e pôde identificar-se que era de D. José, o príncipe que possivelmente se teria tornado rei antes de D. João e que o destino fez que morresse cedo.

O coche que D. João usava no Brasil...

Está aqui no Museu dos Coches, voltou do Brasil junto com o rei.

Este Museu dos Coches em Lisboa é mesmo único no mundo?

Com certeza! A coleção é espetacular e é um exemplo de que a aproximação do Brasil a Portugal continua a ter nos nossos dias a possibilidade de representar uma solução positiva, porque afinal de contas é a coleção de coches mais linda do mundo e que ganhou como sede o edifício de um arquiteto brasileiro premiado internacionalmente.

Fonte: https://www.dn.pt/artes/interior/coche-de-d-joao-no-brasil-esta-em-lisboa-voltou-junto-com-o-rei-9260424.html

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publicado às 14:25

Vitrais comemoram sacrifício de portugueses em La Lys

por Blog Real, em 12.04.18
A igreja católica de St. James, em Twickenham, inaugurou dois vitrais no 100º aniversário da batalha. D. Manuel II, que frequentou a Igreja quando esteve exilado, também é recordado.
Pormenor do vitral que comemora os portugueses na Primeira Grande Guerra. Foto: DR
Pormenor do vitral que comemora os portugueses na Primeira Grande Guerra. Foto: DR

Foram inaugurados esta segunda-feira em Twickenham, Inglaterra, dois vitrais alusivos ao sacrifício dos militares portugueses na batalha de La Lys, que ocorreu há precisamente 100 anos, na Flandres.

A batalha acabou por ser a mais marcante ação da Força Expedicionária Portuguesa, tendo resultado num desastre militar, apesar de os portugueses terem sido louvados pela sua bravura.

Um século mais tarde esta bravura fica recordada num memorial inaugurado na igreja de Saint James, em Twickenham, que assim celebra também a sua forte ligação histórica a Portugal.

Twickenham foi a terra escolhida por D. Manuel II para o seu exílio, depois da implantação da República em Portugal. O Rei deposto frequentava aquela paróquia, e por sua vez doou dois vitrais à igreja, havendo já um memorial em sua honra dentro da mesma. Nestes vitrais ele não é esquecido.

Diplomaticamente os vitrais incluem tanto a coroa real portuguesa como o escudo português sobre a esfera armilar, que passou a ser usado durante a república, mas o mais importante são as representações dos militares portugueses em pleno combate, num dos vitrais e noutro um militar ferido a ser auxiliado por uma enfermeira.

Atualmente, no Reino Unido, apenas existe um memorial aos militares portugueses na Primeira Guerra Mundial. Trata-se da lareira da cozinha do acampamento de uma unidade militar portuguesa que esteve durante a guerra no Reino Unido a ajudar a comunidade local a produzir lenha, para o esforço de guerra.

A lareira foi restaurada e pode ser visitada na floresta, em Lyndhurst, tendo uma placa explicativa.

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publicado às 13:32

200 anos da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

por Blog Real, em 10.04.18

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publicado às 12:05

Missas em memória de Sua Alteza o Senhor Henrique de Bragança

por Blog Real, em 14.02.18
Recordamos que HOJE, dia 14 de Fevereiro de 2018, será celebrada uma Missa por Alma de Sua Alteza o Senhor Dom Henrique de Bragança, Infante de Portugal e Duque de Coimbra, no dia em que passa um ano desde a sua partida.
A Missa contará com a presença de Sua Alteza o Senhor Dom Miguel de Bragança, Infante de Portugal e Duque de Viseu, e decorrerá na Igreja dos Carmelitas (Stella Maris), à Foz do Douro, pelas 19h00.
A Real Associação de Viseu informa que HOJE, dia 14, às 
 19:00 horas, na igreja Paroquial de Santar, se realizará a Missa em Memória de Sua Alteza o Senhor Dom Henrique de Bragança, Infante de Portugal e Duque de Coimbra.

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publicado às 16:38

Movimento Monárquico de Castelo Branco com mais quatro iniciativas

por Blog Real, em 04.02.18

Após a visita de D. Duarte Pio de Bragança ao distrito de Castelo Branco, o Movimento Monárquico de Castelo Branco, que atualmente está integrado e agregado na Real Associação da Beira Interior, já tem previsto quatro iniciativas para fevereiro.

No dia 1 de fevereiro, às 19 horas, irá realizar-se a Eucaristia em homenagem a D. Carlos I e D. Luís. A homenagem vai acontecer na Igrea de São Tiago, na Covilhã. No dia 3 do mesmo mês, haverá uma palestra “Júlio Dinis, Poeta”, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, em que o orador será António Salvado.

A 11 de fevereiro irá realizar-se outra palestra “O Estado Novo e a Escola Primária”, na aldeia de Santa Margarida, em Idanha-a-Nova. O evento, que tem início às 15 horas, ocorre na antiga Escola Primária e o orador será Florentino Vicente Beirão.

No final do mês, no dia 25, na Junta de Freguesia de Fatela, acontece a palestra “Genealogia das Gentes de Fatela e Vale de Prazeres – em que será abordado a família Pinto Castello-Branco, de Alcaide. A conferência acontece pelas 15 horas.

Fonte: povodabeira.pt/detalhe.php?id=3705

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publicado às 00:26


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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