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Peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa, com a presença de D.Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança

por Blog Real, em 15.09.18

 

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publicado às 14:00

Espadas, elmos e escudo dos reis D. João I e III regressam à Batalha

por Blog Real, em 14.08.18

A espada de D. João I, temporariamente cedida pelo Museu Militar, vai voltar ao nicho na parede, onde repousou durante séculos, para uma exposição que terá início hoje

A Capela do Fundador, no Mosteiro da Batalha, vai dar um vislumbre do esplendor que terá tido noutros tempos, com a exposição Capela do Fundador – A memória Revisitada, pelas 12:30 horas, de hoje, dia 14, com alguns dos bens reais que ali estiveram expostos ao longo de anos e anos. 

A espada de D. João I, temporariamente cedida pelo Museu Militar, vai voltar ao nicho na parede, onde repousou durante séculos, para uma exposição que terá início hoje. 

A data do aniversário da Batalha de Aljubarrota, onde as forças portuguesas e inglesas que apoiavam a pretensão de D. João, mestre de Avis, ao trono nacional, venceram as forças castelhanas, francesas e portuguesas, foi propositadamente escolhida.

A esta arma real, juntar-se-á a réplica da espada de D. João II, recriada pelo historiador e espadeiro Jorge Santos, a partir dos desenhos de Domingos Sequeira, e os elmos originais de torneio, de D. João II e do príncipe Afonso, que eram revestidos a ouro e prata. 

A espada do fundador da Casa de Avis ficará até Agosto de 2019. 

"É a réplica da espada que o príncipe D. João, futuro rei D. João II, empunhou na Batalha de Toro, em Castela, onde lutou pelo trono daquele país, durante a Guerra de Sucessão de Castela, entre tropas portuguesas e castelhanas ao lado do rei português D. Afonso V, e castelhanas isabelinas de Fernando II, rei de Aragão, Leão e Castela", explica o espadeiro. 

Outro armeiro, Miguel Sanches de Baena, recriou também uma réplica do escudo de torneio de D. João II. A peça tem a curiosidade de ter sido criada a partir de madeira de carvalho do século XV, recolhida nas ruínas de um castelo.

Fonte: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/espadas-elmos-e-escudo-dos-reis-d-joao-i-e-iii-regressam-bat-9091#.W3LCEK7tF-0.facebook

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publicado às 15:59

Comunicado de S.A.R., o Senhor Duque de Bragança sobre os incêndios

por Blog Real, em 10.08.18

É com grande tristeza que mais uma vez os portugueses assistem ao flagelo dos fogos durante os meses de Verão. Mais uma vez as populações sofrem fisicamente e economicamente as consequências de fogos que são cada vez mais frequentes e de maior intensidade no nosso país. 

Este ano tem sido a Serra de Monchique, que está a arder há vários dias, criando um rastro de destruição e desespero nas populações que aí vivem, às quais gostaria de transmitir a minha solidariedade e da minha família.

Não é compreensível que apenas um ano depois da tragédia de Pedrógão a situação se mantenha e que as populações do interior do país continuem desprotegidas. Passou apenas um ano de uma tragédia que matou muitos portugueses e causou grandes perdas económicas e um desastre ambiental. 

Os nossos governantes prometeram preparação, mas o que temos vindo a assistir são sistemáticas situações de descoordenação de entidades com responsabilidades na protecção. Depois da repetição de uma situação com esta gravidade, é importante retirar as devidas consequências - políticas e operacionais. É o que os portugueses esperam e merecem depois de uma situação desta gravidade.

É definitivamente necessária uma séria reorganização do espaço florestal que reduza a probabilidade e gravidade deste tipo de situações. Essa reorganização deve partir do Estado e não dos particulares, que em geral não têm capacidade económica para fazer face ao que é necessário. Aliás, no ano passado, um dos piores incêndios aconteceu numa mata propriedade do Estado, o Pinhal d’El-Rei, plantada há sete séculos na região de Leiria.

Quanto aos meios aéreos e terrestres disponíveis, estão longe de ser os mais adequados, segundo as opiniões dos especialistas nacionais e estrangeiros. Não faz sentido por em risco as vidas de quantos combatem no terreno, e não lhes dar as armas necessárias!

Apelo também a uma mobilização dos jovens, que devem ser sensibilizados para esta grave questão e que poderiam dar o seu contributo. Na ausência do serviço militar obrigatório, os jovens deveriam ser incentivados para uma maior participação cívica sendo preparados para ajudar os que combatem estas catástrofes, e outras que poderão acontecer. A generosidade e coragem dos jovens levá-los-á a participar com entusiasmo em iniciativas destas. 

Considero a bem dos portugueses e de Portugal que esta situação seja definitivamente encarada como uma das prioridades do país.

Duarte, Duque de Bragança

Santar (Nelas), 9 de Agosto de 2018 

Fonte: http://www.casarealportuguesa.org/dynamicdata/default.asp

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publicado às 00:59

Afonso de Bragança juntou-se aos Bombeiros Voluntários de Lisboa

por Blog Real, em 08.08.18

Afonso, filho mais velho dos Duques de Bragança, juntou-se aos Bombeiros Voluntários de Lisboa e encontra-se neste momento a combater as chamas. O Príncipe da Beira entrou em estágio, como Estagiário Especialista n° 1231, na Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa., uma maneira que encontrou para ajudar as populações afetadas pelos incêndios.

A informação foi confirmada e partilhada pelo site Causa Real, que partilhou uma fotografia de Afonso com o uniforme de soldado da paz. 

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publicado às 19:28

Autarcas monárquicos querem alterar Constituição para permitir referendo

por Blog Real, em 31.07.18

A Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM) vai lançar uma petição na Internet para retirar a expressão “forma republicana de governo” da Constituição e substituí-la por “forma democrática de governo”, para que seja possível referendar a monarquia em Portugal.

“A petição pública pretende mudar a expressão ‘forma republicana de governo’ para ‘forma democrática de governo’. Cabe ao povo português pronunciar-se nesta petição pública sobre o direito a poder mudar se um dia o entender”, explicou sábado aos jornalistas o presidente da APAM, Manuel Beninger, num jantar em Braga com a presença de uma centena de autarcas de inspiração monárquica comemorativo do quarto aniversário dos Autarcas Monárquicos, com o objetivo de preparar a III Convenção Nacional da APAM.

A expressão em causa – forma republicana de governo – consta da alínea b) do artigo 288 da Constituição da República Portuguesa e impede que se referende a monarquia em Portugal.

“Isto não é um referendo, é um caminho para o referendo”, declarou o presidente da APAM.

Para tal, os Autarcas Monárquicos vão solicitar reuniões com o PS, PSD e CDS para lhes propor a alteração do artigo 288 da Constituição, de forma a tornar possível um referendo sobre República ou Monarquia.

Manuel Beninger disse que uma grande parte dos eleitores portugueses gostaria de se pronunciar sobre a forma de organização do Estado, a exemplo do que sucedeu, em tempos não longínquos, noutros países como Espanha, o Brasil ou a Austrália.

“Não faz sentido que os portugueses não possam optar entre Monarquia e República e que esse direito lhes seja vedado por uma imposição anti democrática”, frisou.

“Um rei representa a nação. Por não ser eleito, por não ser escolhido apenas por alguns, ele é absolutamente livre de lóbis, de pressões, de grupos económicos e de interesses partidários. O rei representa todos os portugueses”, sustentou o presidente dos autarcas monárquicos.

Cansados de viverem num país de nome “república portuguesa” […] “que se encontra falida, sem princípios e sem moral” os autarcas monárquicos dizem querer “voltar a viver em Portugal”.

A III Convenção da APAM ficou marcada para o dia 13 de outubro (sábado), na cidade do Porto, onde será comemorado o 220.º aniversário do nascimento do Rei D. Pedro IV de Portugal.

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publicado às 19:10

Dom Miguel de Bragança, Duque de Viseu, vai visitar a União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha

por Blog Real, em 05.07.18

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publicado às 15:55

Infanta Maria Francisca tornou-se Duquesa de Coimbra

por Blog Real, em 05.07.18

A Infanta D.Maria Francisca Isabel de Bragança, tornou-se Duquesa de Coimbra ontem, dia 4 de julho.

A cerimónia foi consagrada na Igreja Rainha Santa, em Coimbra, e contou com a presença de vários familiares e amigos próximos da família.

A Festa da Rainha Santa Isabel realizou-se no mesmo dia em que a Infanta Maria Francisca foi investida Senhora da Ordem de Santa Isabel.

Recorde-se que o título de Duque de Coimbra pertencia a Henrique Nuno de Bragança, irmão de D.Duarte de Bragança e padrinho de batismo da Infanta Maria Francisca.

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publicado às 15:45

Inauguração da exposição "A Royal Lunch - A visita a Sintra da Rainha Alexandra"

por Blog Real, em 03.07.18

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publicado às 22:24

Visita à Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora

por Blog Real, em 29.06.18

Será no próximo dia 07 de Julho, pelas 15:00, que a Real Associação de Lisboa realiza o último Roteiro Real antes da pausa das Férias de Verão,  desta vez à Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.

A Igreja e Mosteiro de São Vicente é um dos conjuntos religiosos mais importantes de Lisboa e Portugal. A sua dimensão e beleza marcam de forma inequívoca a paisagem urbana da cidade desde a sua construção, iniciada no séc. XVI sobre a primitiva igreja mandada construir por D. Afonso Henriques para albergar as relíquias do santo protector da cidade. Nesta visita vamos ficar a conhecer esta longa e interessante história ligada à fundação de Lisboa como cidade cristã, passando pela época Filipina até às remodelações feitas pelo rei magnânime.

Vamos conhecer não só a monumental Igreja, onde se destaca o imponente baldaquino joanino, como os dois claustros forrados com belíssimos silhares de azulejos, o Panteão Real e o panteão dos Patriarcas, assim como a Sacristia onde estão sepultados alguns cavaleiros que participaram na conquista de Lisboa em 1147.

Esta visita, guiada pelo nosso associado Joel Moedas Miguel, tem lugares limitados* e um custo de €15,00 por pessoa. O ponto de encontro será no terreiro fronteiro à Igreja.

Para mais esclarecimentos e inscrições, contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa sede nos horários habituais.*

* No caso de ser atingida a lotação da visita, é dada prioridade aos associados da Real Associação de Lisboa.

Fonte: http://www.reallisboa.pt/ral/index.php/noticias/104-visita-igreja-e-mosteiro-de-sao-vicente-de-fora

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publicado às 19:56

Próxima actividade do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, sábado, 23 de Junho

por Blog Real, em 23.06.18

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publicado às 00:45


Este blog pretende ser o maior arquivo de fotos e informações sobre a monarquia portuguesa e a Família Real Portuguesa.

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A Coroa, é o serviço permanente da nossa sociedade e do nosso país. A Monarquia Constitucional, confirma hoje e sempre o seu compromisso com Portugal, com a defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, da sua unidade, da sua diversidade e da sua identidade.

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FUNDAÇAO DOM MANUEL II

A Fundação Dom Manuel II é uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo.
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Prémio Infante D. Henrique
Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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