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Antiga Quinta Real do Alfeite

por Blog Real, em 15.05.19

Nas mãos da Marinha Portuguesa desde há mais de cem anos, a antiga Quinta do Alfeite (e o território onde ela se inscreve, na margem Sul do Tejo, junto a Almada) teve, ao longo dos últimos 900 anos, uma ocupação que traduz exemplarmente a História de Portugal: foi pertença dos Cruzados ingleses que ajudaram D. Afonso Henriques na tomada de Lisboa em 1147; foi pertença de D. Nuno Álvares Pereira; integrou a Casa do Infantado a partir do séc. XVII; foi local de veraneio para diversas gerações da dinastia de Bragança.
D.Pedro II e D.Maria I, D. Pedro V e D.Estefânia, D. Carlos e D. Amélia são os três casais reais que mais marcaram este lugar. 

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publicado às 19:58

Castelo de Bellevue

por Blog Real, em 10.04.19

Foto: noblesseetroyautes.com/

O Castelo de Bellevue está localizado em Chesnay , perto de Versalhes nas Yvelines. Depois do casamento de D. Manuel II, com Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmaringen, a Rainha Amélia de Portugal, viúva do Rei Carlos I de Portugal decidiu viver na sua terra natal, a França. A Rainha D.Amélia é a filha mais velha de Filipe VII, Conde de Paris e Isabel de Orleans e Bourbon, infante da Espanha . Em 1920, a rainha comprou a casa chamada "Bellevue" de Madame Duval em Chesnay pela soma de 500.000 francos. Esta casa construída em 1900 pelo arquiteto Leyendecker é, na verdade, uma grande mansão cercada por um grande parque.

Deixada ao governo francês por testamento, em 1951, a mansão é hoje a sede da Câmara de Agricultura de Île-de-France.

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publicado às 01:05

Paço da Ribeira

por Blog Real, em 28.03.19

Paço da Ribeira no início do século XVIII

Paço da Ribeira foi um palácio real e residência oficial dos reis portugueses durante cerca de 250 anos, substituindo o Paço da Alcáçova. Situava-se na Ribeira de Lisboa, na margem do rio Tejo, onde atualmente se situa a Praça do Comércio. A sua construção teve início em 1498, por determinação de Manuel I, no contexto da descoberta do caminho marítimo para a Índia e do monopólio português do comércio das especiarias do Oriente com a Europa. Foi totalmente destruído no terramoto de Lisboa, em 1755, cujas perdas culturais são comparáveis às ocorridas na destruição da Biblioteca da Alexandria.

"Lava pés aos pobres por D. João V", uma das raras representações do interior do Paço da Ribeira (c. 1748)

Paço da Ribeira, numa tourada

História:

Paço da Ribeira, 1598

Até então, a residência da família real portuguesa na capital era o Paço da Alcáçova, edificação medieval inscrita na defesa proporcionada pelo Castelo de São Jorge. A moderna concepção do Paço da Ribeira, numa perspectiva de administração centralizadora, passou pela sua inclusão como centro de uma série de novas edificações, integradas num complexo arquitectónico multivalente: residencial, áulico, naval, militar, comercial, administrativo e político. É pois de referir o facto de, em toda a zona envolvente, e nalguns casos dentro do próprio complexo palaciano, no seu rés-do-chão, terem sido instalados, em novos edifícios, todos os principais organismos relativos à administração e à logística naval do Império Português.

Na Ribeira de Lisboa funcionavam, desde há muito, os principais estaleiros portugueses, até então chamados de tercenas, e, de finais do século XV em diante, denominados Ribeira das Naus, ou apenas Ribeira. O novo paço foi erguido sobre as tercenas de Lisboa, que o soberano determinou deslocar para Ocidente, de forma a renová-las e alargá-las.

De planta rectangular, em estilo manuelino, dispunha de uma torre abaluartada sobre o rio, denominada por torreão de Terzi,[1] e de uma varanda em galilé de pedra rendilhada no segundo piso, que permitia ao soberano, à corte e aos seus funcionários vigiarem a entrada e saída dos navios do comércio ultramarino no porto de Lisboa, no coração do Mar da Palha. Abaixo dela, no primeiro piso, funcionou a Casa da Índia, um dos mais importantes espaços do complexo edificado, permitindo ao rei controlar apertadamente os bens e as riquezas das especiarias armazenadas, licitadas pelos comerciantes que, de todo o resto da Europa, para ali acorriam, a fim de as adquirir e redistribuir pelo resto do continente, ainda também no primeiro piso do paço, existia a maior e mais importante sala de aparato denominada de Sala dos Tudescos, nesse salão ocorria os mais importantes banquetes e festividades da corte portuguesa.

Integrada no complexo, foi erguida a Capela Real, notável pela sua música litúrgica, confiada ao capelão-mor do Reino e que rivalizava em importância com a vizinha Sé de Lisboa na organização e realização das grandes cerimónias religiosas em uso naquele tempo.

Diante do Paço foi disposto um vasto terreiro pelo aterro da ribeira de Valverde, que dera o nome ao local e que ali desemboca no Tejo, cuja foz passou desde então a ser subterrânea. Esta ribeira corre actualmente sob a Avenida da Liberdade e a Baixa de Lisboa. Ao centro desse terreiro, a partir de então denominado como Terreiro do Paço, foi erguida uma fonte-chafariz. Nele se realizou, a partir de então, a maior parte das cerimónias públicas de aclamação dos soberanos portugueses, quando juravam os foros do Reino ao herdarem a coroa, e outras festividades da capital portuguesa. O Terreiro do Paço logo se tornou no local preferido de fidalgos, burgueses, populares e comerciantes em Lisboa, pela sua situação privilegiada, desafogo, comércio a todas as horas e vizinhança do Paço.

O rei e a corte mudaram-se para este novo palácio em 1503, terminadas as obras. O terramoto de Lisboa de 1531 veio a destruir quase inteiramente o antigo Paço da Alcáçova. Foram no entanto bem menores os estragos no novo palácio, tornado sede centralizada do Império Português.

No século XVII, um palácio contíguo, nas traseiras do Paço da Ribeira, um dos mais ricos palácios particulares da cidade, o Palácio Corte Real, passou para a posse da Coroa, sendo desde então utilizado para residência do infante secundogénito da Família Real, e integrando-se neste complexo. O primeiro infante a habitar ali, reinando o seu irmão D. Afonso VI, foi o infante D. Pedro, depois regente do Reino e finalmente rei com o nome de D. Pedro II.

A época da Dinastia Filipina, D. Filipe I determinou grandes obras no Paço da Ribeira, destruindo na fachada a sua delicada feição manuelina e impondo-lhe um mais pesado aspecto clássico, maneirista. Neste arranjo foi aumentado o seu volume e número de pisos, mantendo-se no entanto a grande torre sul, quadrada, como ponta do palácio, geometria que o edifício guardará aproximadamente até ao final da sua existência.

Com a singular distinção eclesiástica de Lisboa como patriarcado, no século XVIII, a capela do Paço da Ribeira foi provisoriamente elevada à dignidade de igreja patriarcal, enquanto se construía a nova basílica patriarcal, que depois veio a arder, ficando conhecida por Patriarcal Queimada. Para este efeito, Lisboa foi dividida em Lisboa Ocidental e Lisboa Oriental, ficando metade da cidade adstrita à Sé Catedral e a outra sob a alçada da Capela Real Patriarcal do Paço da Ribeira, aonde passaram a desenrolar-se riquíssimas cerimónias litúrgicas e áulicas barrocas de imponente manifestação no quotidiano da corte e dos lisboetas.

O Paço da Ribeira ficou associado na História de Portugal a alguns dos seus mais marcantes acontecimentos, sendo decerto o mais notável a sua tomada pela força armada dos quarenta fidalgos portugueses que na célebre manhã do dia 1 de Dezembro de 1640, perante o povo em delírio acorrido ao Terreiro do Paço, destronaram sem sangue a dinastia de Habsburgo, aclamando a de Bragança, e dando assim início aos vinte e oito anos da Guerra da Aclamação com o vizinho reino de Castela, nova frente de guerra que se veio inserir no quadro da prolongada Guerra dos Trinta Anos europeia.

O Paço da Ribeira foi totalmente destruído no grande terramoto de 1755 (1 de Novembro), o qual foi seguido de um ainda mais devastador maremoto sobre a zona baixa da cidade. Embora a Família Real estivesse ausente do palácio nesse dia, perderam-se para sempre os incalculáveis tesouros de arte do seu recheio ali acumulados ao longo de duzentos e cinquenta anos, período correspondente ao apogeu do poder e da riqueza portugueses no mundo, nomeadamente dos reinados de D. Manuel I e de D. João V.

Paço da Ribeira em 1662, por Dirk Stoop.

D. José I e a corte fixaram-se num palácio abarracado, feito de madeira e tela, no Alto da Ajuda, que ficou conhecido pelo nome de Real Barraca. Esta seria destruída por um incêndio já em 1794, dando lugar à construção do Paço Real de Nossa Senhora da Ajuda.

Actualmente:

Paço da Ribeira em 1740

O Palácio da Ribeira deu origem ao Complexo ministerial do Terreiro do Paço ou Terreiro do Paço, um conjunto de edifícios que albergam a maior parte dos Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa, bem como o Pátio da Galé na Praça do Comércio, o Museu da Cerveja e um dos polos do Museu da Cidade de Lisboa, no torreão poente. Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas ou torreões, está virado para o Tejo.

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publicado às 11:26

Casa de férias dos Duques de Bragança no Algarve

por Blog Real, em 03.02.19

Os Duques de Bragança possuem uma casa de férias no Algarve, em Ferragudo na zona de Portimão. A família costuma passar ali alguns dias nas férias do Verão.

A casa em Ferragudo, Algarve, foi deixada em herança a D.Duarte pela sua tia Infanta D.Filipa, que lá viveu os últimos anos da sua vida e morreu na mesma casa. 

D.Duarte Nuno, pai do actual Duque de Bragança, faleceu nesta casa em Dezembro de 1976.

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publicado às 20:12

Casa dos Duques de Bragança no Chiado

por Blog Real, em 28.01.19

D.Duarte, Duque de Bragança herdou várias casas no Chiado. Um desses apartamentos é usado por si e pela sua família, onde passam muito do seu tempo. As casas de família no Chiado fazem parte do testamento da rainha Dona Amélia, madrinha de D.Duarte, Duque de Bragança.

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publicado às 00:22

Quinta da Bacalhoa

por Blog Real, em 20.01.19

A Quinta da Bacalhoa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. A quinta com o famoso Palácio da Bacalhoa - também conhecido como Palácio dos Albuquerques - situa-se na freguesia de Azietão, Concelho de Setúbal, mais precisamente na pequena aldeia de Vila Fresca de Azeitão. É considerada a mais formosa quinta da primeira metade do século XVI, ainda existente em Portugal.

No século XV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha D.Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D.Manuel I de Portugal. Ainda existentes os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque foram beneficiações mandadas construir por D. Brites.

Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a D.Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa «casa de prazer», junto ao tanque, e dois robustos pavilhões, juntos aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte de morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhoa — viria a ser herdado por sua irmã, D. Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel — da Casa da Atalaia — conhecido pela alcunha de «Bacalhau».

É muito provável que o nome de «Bacalhoa», pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.

Após uma grande disputa judicial entre os descendentes, o morgado ficou para D. José Francisco da Costa de Sousa e Albuquerque (1740-1802), armeiro mor do Reino e armador mor do Rei, casado com Maria José de Sousa de Macedo, 2.ª viscondessa de Mesquitella, 5.ª baronesa de Mullingar (Reino Unido). O Morgado ficaria na família Mesquitella (posteriormente condes de Mesquitella e duques de Albuquerque), assim como os títulos palatinos de armeiro mor e armador mor do Reino e do Rei, até princípios do século XX.

Tendo, naturalmente, sofrido algumas modificações, no decurso dos seus cinco séculos de existência, conserva ainda as abóbadas ogivais dos seus tempos mais remotos, o palácio com janelas ao estilo renascentista, os cubelos representativos da Via Sacra e elementos cerâmicos decorativos, do século XVI. Nos azulejos encontra-se a data de 1565 e a assinatura do ceramista Francisco de Matos. Medalhões de faiança de origem flamenga emolduram bustos de significação histórica.

Esta histórica propriedade foi adquirida por o Rei D.Carlos à família Mesquitela, em 1903, tendo-a vendida pouco tempo depois a Raul Martins Leitão.

Em 1936, o Palácio da Bacalhoa foi comprado e restaurado por uma norte-americana, Orlena Scoville, cujo neto se incumbiu da missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho de Portugal. Mais tarde o Palácio e a Quinta da Bacalhôa pertenceu a Josè Antonio Borges.

Actualmente a Quinta da Bacalhoa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, a nona mais rica de Portugal, cujo patriarca é o madeirense Joe Berardo. Foi classificada pelo IPPAR como Monumento Nacional em 1996.

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publicado às 18:56

Casa dos Duques de Bragança em Sintra

por Blog Real, em 16.01.19
Fonte da imagem: cmjornal.pt

A Casa em Sintra foi comprada em 1976 por pouco mais de 17.500 euros à família D’Orey. É nesta casa que os Duques de Bragança, D.Duarte Pio e D.Isabel moram com os seus filhos Afonso, Maria Francisca e Dinis. A casa situa-se em São Pedro de Sintra.

Os Duques de Bragança também usam esta casa para fazerem algumas actividades da Casa Real Portuguesa.

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publicado às 23:46

Casa do Rei D.Manuel II em Fulwell Park

por Blog Real, em 28.12.18

No seu exílio no Reino Unido, o Rei D.Manuel II morou com a sua esposa, Augusta Vitória, em Fulwell Park, a casa em Twickenham, nos arredores de Londres, que lhe serve de residência durante os cerca de 20 anos de Rei no exílio.

Esta era uma casa do século XVII remodelada em meados do final do século XVIII. Originalmente chamado Fulwell Lodge. Tornou-se a casa do Rei Manuel II de Portugal durante o seu exílio em Londres, mas foi demolida após a sua morte em 1932. O seu parque agora é um campo de golfe.

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publicado às 18:42

Palácio e Quinta da Princesa Maria Benedicta em Amora

por Blog Real, em 22.11.17

Créditos da Imagem:http://mapio.net/pic/p-26193911/

A Quinta da Princesa situa-se no concelho do Seixal. É uma quinta senhorial com palácio, construída no tempo da monarquia, como local de lazer da família real portuguesa. Na freguesia de Amora, concelho do Seixal, a princesa Maria Benedicta, irmã da rainha Maria I, viúva do príncipe José e fundadora do Hospital dos Inválidos de Runa, teve um palácio e uma quinta que depois passou para a infanta Isabel Maria. Depois da morte desta infanta, o príncipe Augusto de Bragança comprou a propriedade, que no final do século passado a beneficiou com a plantação de vinhas e pinheiros e reedificarão do famoso Paço de Amora que ainda existe, embora em degradado estado de conservação.

Augusto, Duque de Coimbra

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publicado às 22:21


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Por vontade d'El-Rei D. Manuel II, expressa no seu testamento de 20 de Setembro de 1915, foi criada a Fundação da Casa de Bragança em 1933, um ano após a sua morte ocorrida a 2 de Julho de 1932. 
O último Rei de Portugal quis preservar intactas as suas colecções e todo o património da Casa de Bragança, pelo que deixou ainda outros elementos para precisar o seu intuito inicial e legar todos os bens sob a forma do Museu da Casa de Bragança, "à minha Pátria bem amada"

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