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Procissão do Corpo de Deus (1907)

por Blog Real, em 22.08.17

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publicado às 22:54

Celebração do Corpo de Deus em Lisboa e no Porto

por Blog Real, em 18.06.17
No dia 15 de Junho, dia do Corpo de Deus, e no âmbito das atividades Espirituais da Assembleia Portuguesa uma delegação chefiada por S.E. o Sr. Conde de Albuquerque, Presidente da Assembleia Portuguesa participou na celebração da Santa Missa Presidida de manhã na Sé Catedral de Lisboa por Sua Excelência Reverendíssima o Sr. D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar da Diocese de Lisboa.
Durante a tarde a delegação participou na Procissão que atravessou as principais ruas da Baixa da capital.

Nesse mesmo dia uma delegação também participou nas festas de Corpo de Deus que de correram na cidade do Porto.

 

Fonte: realfamiliaportuguesa.blogspot.pt

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publicado às 22:04

A Procissão do Corpo de Deus em 1910

por Blog Real, em 12.09.15

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publicado às 14:38

O rei D. Carlos e o Príncipe Real segurando as varas do pálio durante a condução da Procissão do Corpo de Deus (1907)

por Blog Real, em 26.02.15

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publicado às 22:59

Procissão do Corpo de Deus (1909)

por Blog Real, em 30.12.14

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Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1909/N174/N174_master/JPG/N174_0006_branca_t0.jpg

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publicado às 00:35

Procissão do Corpo de Deus (1908)

por Blog Real, em 23.09.14

Ver Aqui: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N123/N123_master/JPG/N123_0021_branca_t0.jpg

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publicado às 12:20

Os reis D.Carlos e D.Amélia saindo da Sé depois da procissão de Corpo de Deus (190?)

por Blog Real, em 20.05.14

FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202384866436904&set=gm.694512957245916&type=1&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202947528836240&set=a.10202131067265211.1073741830.1444076318&type=1&theater

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publicado às 20:07

Eventos Reais e Cerimónias - Procissão do Corpo de Deus

por Blog Real, em 26.04.14

A solenidade conhecida pelo nome de Corpus Christi (em Portugal designada Corpo de Deus) ou do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, só ganha lugar de relevo na Liturgia em 1246, quando o bispo de Liège (Bélgica) instituiu a festa, na sua diocese. Esta primeira “festa oficial” do Corpus Christi surge em consequência das revelações recebidas pela Beata Juliana de Retinne. Pela bula Transiturus (1264), o Papa Urbano IV (que antes fora bispo de Liège) estendeu a festa a toda a Igreja, como solenidade de adoração da Sagrada Eucaristia.

A solenidade do Corpus Christi já era celebrada em Portugal no século XIII, desde o reinado de D. Afonso III. Era, à época, uma festa de adoração, não envolvendo a procissão pelas ruas.

O rito da procissão foi instituído pelo Papa João XXII (1317). Na igreja dos Mártires, em Lisboa, manteve-se, no decurso dos séculos (e apesar das inovações havidas), o rito da festa com exposição do Santíssimo, Procissão, Vésperas solenes e Sermão.
As Câmaras Municipais e as Corporações de Artes e Ofícios acolheram a devota iniciativa, pelo que, a breve trecho, a Procissão veio a tornar-se a mais vistosa e interessante de todas, merecendo o título de “Procissão das Procissões”.

Constituída por cortejo cívico e corporativo, com carros alegóricos, figuras pitorescas, danças, momices e cenas de autos sacramentais, a procissão demorava horas a caminhar, vindo a constituir tanto um evento religioso como um evento social.

As Câmaras, determinando instruções régias, publicaram Regimentos ou regulamentos da Procissão, indicando os usos e os costumes, os modos de vestir, as obrigações de cada Corporação, as danças (entre elas a judenga, ou dança dos judeus), as bandeiras e pendões, as coreografias (anjinhos, folias, figuras sacras...) e o lugar do Clero. Raras foram as sedes concelhias que não tiveram Regimento da Festa, mas as memórias mais expressivas acerca da Procissão ficaram em Coimbra, no Porto e em Lisboa.

Celebrada em Lisboa, a festa do Corpo de Deus incluiu a Procissão, pela primeira vez, em 1389. Eram os tempos da consolidação da autonomia face a Castela e do bom ambiente criado pelas vitórias bélicas de Nuno Álvares e da influência cultural britânica (a ponto de S. Jorge - devoção inglesa, vencedor do Mal, do Dragão - ser considerado Padroeiro de Portugal).

Por isso, à solenidade do Corpus Christi juntou-se a festa de S. Jorge. Desta junção, resultou a magnificência da Procissão da capital. A festa chegou a atingir surpreendente grandiosidade no tempo de D. João V, incorporando a Procissão incorporava, desde logo, as associações socioprofissionais e também as delegações das diversas Ordens Religiosas de Lisboa (Agostinhos, Beneditinos, Dominicanos, Franciscanos, Ordem de Cristo...) e militares. No cortejo, avultava a figura de S. Jorge a cavalo e a Serpe, ou dragão infernal (do tipo chinês, locomovido por figurantes), contra o qual S. Jorge lutava.

 

Havia paragens para representação das famas ou glórias de S. Jorge; e também para uma série de danças. Representavam-se ainda as tradicionais “estações” do Santíssimo, como hoje ainda se faz na procissão de Sevilha.

No final do cortejo, vinha o pálio, a cujas varas pegavam os mais altos dignitários da Corte e da Câmara, sempre representada por toda a Vereação. Sob o palio, deslocava-se o Bispo de Lisboa, ostentando a custódia com o Santíssimo Sacramento. Era ladeado pelo Rei, ou Chefe de Estado, ou dignitário similar.

Dado curioso a salientar é o da tentação de realização de atentados contra as figuras régias, durante a procissão do “Corpus Christi”. Um deles, contra a pessoa de D. João IV. Sobrevivendo o monarca ao acto, a sua esposa (D. Luísa de Gusmão) promoveu a construção do Convento dos Carmelitas, na Baixa Lisboeta. Edificado no exacto lugar do falhado crime, foi chamado do “Corpus Christi”. Outro atentado famoso deu-se contra D. Manuel II, perto da Igreja da Vitória, quando a procissão passava na rua do Ouro.

Mas a legislação de 1910, proibindo os dias santos da Igreja (excepto o Natal e o dia 1 de Janeiro), interrompeu o culto público, embora, nas igrejas, continuassem a ser celebradas missas solenes; e solenes pontificiais nas Sés.

Em 2003, a Procissão do Corpo de Deus voltou a percorrer as ruas da Baixa, onde outrora se cumpria. A solenidade, presidida pelo Cardeal-Patriarca, teve começo com a celebração da Missa no Largo da Igreja de São Domingos, no logradouro do palácio da Independência. O término da procissão deu-se na Rua Garrett, diante da Basílica dos Mártires, com a Bênção do Santíssimo Sacramento. Estiveram presentes, na Missa e procissão, mais de cinco mil fiéis - entre os quais autoridades civis e militares. 

Fonte: http://www.snpcultura.org/arquivo_vemos_ouvimos_e_lemos_procissao_do_corpo_de_deus_na_baixa_de_lisboa.html

Algumas imagens da Procissão do Corpo de Deus durante o reinado do Rei D.Manuel II:

Veja mais imagens aqui: http://monarquiaportuguesa.blogs.sapo.pt/15400.html

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publicado às 02:54

D.Manuel II na Procissão do Corpo de Deus

por Blog Real, em 16.11.13




Fontes: Revelar LX e http://realbeiralitoral.blogspot.pt/2012/06/el-rei-dom-manuel-ii-na-procissao-do.html

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publicado às 15:18


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Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual S.A.R. o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa de "The International Award for the Young People".
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